A Goodyear ampliou sua linha High Definition, com o Goodyear Eagle GT, mais um pneu High Performance da marca. O composto apresenta como características os sulcos longitudinais duplos que, segundo a fabricante, ajudam a dispersar a água e melhorar a tração em pisos molhados, uma Zona High Performance que proporciona melhor dirigibilidade e tração em piso seco, bem como um Rim Protector, que ajuda a proteger as rodas contra batidas acidentais nas laterais. Além disso, esse produto apresenta um sistema chamado Tredlock Technology, ou seja, Bubble Blades no interior do pneu que melhoram a tração em pisos molhados e curvas mais precisas. O Eagle GT 15 polegadas é produzido no Chile, já as versões com outras medidas, pois é possível encontrá-lo até com medida de 22 polegadas é importado dos Estados Unidos. Segundo Alessandro Gonçalves, gerente de marketing da empresa, “o Eagle GT foi desenvolvido para atender a demanda de clientes que querem customizar o veículo, para quem precisa de pneus com medidas grandes e suprir a demanda de veículos importados que circulam no Brasil”.
Assista a entrevista com Alessandro Gonçalves na Prana TV: http://www.pranatv.com.br/?v=MDAwMDExMDk=&t=LAN%E7AMENTO-GOODYEAR
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Goodyear lança Eagle GT High Performance
Complexo Mogi da GM completa 10 anos
Dia 5 de novembro, a unidade industrial da General Motors de Mogi das Cruzes completou 10 anos de atividades. O Complexo de Mogi tem passado por ampliações e na sua principal atividade, na área de manufatura, que inclui a estamparia, foram absorvidas desde meados de 2008 novas células de montagem de alguns subconjuntos das linhas dos modelos Chevrolet Astra, Classic e Vectra, que antes eram produzidos na fábrica de São Caetano do Sul. Entre estas peças estão, por exemplo, as longarinas da parte estrutural do Astra, bem como suas portas dianteiras e traseiras, painel dianteiro e tampa do porta malas. Para o Classic são produzidas peças como o assoalho traseiro e caixa da roda dianteira e, para o Vectra, a estrutura do amortecedor, longarina, painéis dianteiro e traseiro, entre outras.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
GP Abu Dabi: Fim de um ciclo
Acabou a temporada do inusitado, na qual uma equipe pequena e sem patrocínio conquistou os títulos de pilotos e construtores
Com o tremular da bandeira quadriculada preta e branca, no deserto de Abu Dabi, acabou uma das mais estranhas temporadas da Fórmula 1 dos últimos tempos.
Estranha porque equipes grandes como Ferrari e McLaren, ou médias, igual a Renault e BMW-Sauber tiveram desempenho abaixo do esperado.
Em compensação, surgiu das cinzas uma Brown GP montada a partir do espólio da Honda e se firmou a Red Bull que tem nas pranchetas um certo Adrian Newey.
Mas a disputa não aconteceu só nas pistas. Os dirigentes das principais equipes revoltaram-se com o presidente da FIA Max Mosley, por impor para a próxima temporada um limite de gastos. E aí não teve jeito, o inglês teve que se retirar, prometeu
não mais disputar as eleições para o cargo e quem foi eleito para seu lugar foi o ex-ferrarista Jean Todt.
E Mosley antes de ir embora, ainda tirou da maior categoria do automobilismo mundial um desafeto. O italiano Flavio Briatore foi banido das competições por arquitetar um acidente provocado por Nelsinho Piquet no GP de Cingapura disputado o ano passado, o qual deu a vitória a Fernando Alonso.
O comando da F-1 está nas mãos de Bernie Eclestone, e parece que não foi bom para os negócios o fato de equipes novas despontarem o titulo com velhos pilotos (Button, Barrichello, Weber). Tanto que, para a próxima temporada teremos, de novo, um novo regulamento.
Não será permitido abastecimento, só troca de pneus, os treinos de desenvolvimento acontecerão durante os testes de inverno com os dois pilotos do time andando em condições de igualdade. Aquela história de fixar um limite de gastos, não vingou e cada um desembolsa o quanto puder. Então, os privilegiados são Ferrari e McLaren, por terem melhores condições técnicas e muito dinheiro. Se, ocorrerá outro caso como o da Brown este ano? Muito difícil, pois os comandantes já se precaveram para que isto não aconteça.
Agora você quer saber da corrida? Foi muito chata. O vultuoso circuito de Abu Dabi ficou muito bonito, imponente, mas em nenhum ponto
privilegia a disputa.
Sendo assim, Lewis Hamilton (McLaren), que fez a pole, só não venceu porque foi obrigado a abandonar com problemas nos freios. Ai ficou fácil para Sebastian Vettel (Red Bull), que largou em segundo, terminar como vencedor e garantir o vice-campeonato. O segundo na prova foi Mark Webber (Red Bull), com o já campeão Jenson Button (Brawn GP) em terceiro e Rubens Barrichello (Brawn GP) em quarto. Na despedida da BMW, Nick Heidfeld foi quinto, Kamui Kobayashi (Toyota), fez mais uma boa corrida chegando em sexto, na frente do companheiro Jarno Trulli (Toyota), que terminou em sétimo, para completar a zona de pontuação chegou em oitavo Sébastien Buemi (Toro Rosso).
Rubinho não mostrou disposição para brigar pelo vice-campeonato, na largada ao tentar uma
ultrapassagem, perdeu um pequeno pedaço da asa dianteira, e foi ultrapassado por Button. O inglês por sua vez, brincou na última volta quando aproximou-se de Webber, mas ficou só nisso. No mais, o mico do dia foi a entrada por engano de Jaime Alguersuari (Toro Rosso) no box da Red Bull. Saiu voltou à pista e parou sem gasolina.
A temporada 2010 começa dia 14 de março no Bahrein. Confirmados teremos, Barrichello na Williams, Felipe Massa na Ferrari e Bruno Senna na Campos Meta. Lucas Di Grassi está em negociações. A esperança é de que Rubinho, a exemplo do que aconteceu na Brown, faça a Williams ressurgir. Massa terá que enfrentar Alonso e Senna ainda é uma incógnita. Contamos os dias, até março de 2010?
Rapidinhas
Efeito Todt
A sexta etapa da temporada 2010, o GP de Mônaco, teve sua data alterada de 16 para 23 de maio. Isso porque as equipes temiam ter problemas para transportar seus equipamentos de Mônaco para a Turquia, que receberá o Mundial no dia 30 do mesmo mês. Agora com a presidência da FIA na mão de Jean Todt, um ex-dirigente de equipe, os times receberão muitas regalias.
Tudo igual
Interessante, em um determinado momento a imagem da TV mostrou uma conversa entre o
‘ex-dirigente’ da McLaren Ron Dennis, Norbert Haug da Mercedes e Jean Todt, o atual presidente da FIA. Dennis está afastado por causa de Max Mosley, mas já começa a dar as caras. Só falta a volta de Flavio Briatore, o italiano entrou com recurso e quer que sua punição tenha um prazo, e não banido para sempre.
Rubinho e Cosworth na Williams
Na manhã desta segunda-feira, Frank Williams confirmou sua dupla de pilotos para a temporada 2010. "Rubens não precisa de apresentação.
Ele não é apenas o piloto mais experiente da F-1, mas um piloto talentoso e apaixonado que lutou muito pelo título deste ano e Nico Hülkenberg venceu a temporada deste ano da GP2 como estreante e já tem os títulos na F-3 Europeia, F-Masters, A1 GP e F-BMW alemã", falou o dirigente. Ontem, antes do inicio do GP de Abu Dabi, ele já havia confirmado que em 2010 utilizará motores da fabricante inglesa Cosworth. Assim a Williams permanece como equipe independente, sem nenhuma fabricante de veículos dando suporte. O velho Frank aposta na experiência de Barrichello para acertar carros e voltar a um lugar de destaque no circo.
Solução para as grandes cidades
Já está em atividade na cidade de São Paulo a empresa Zazcar, que oferece o serviço de compartilhamento de carros. Para utilizar o serviço, o interessado faz um cadastro, opta por um dos planos da empresa e aguarda em casa o recebimento do cartão de acesso. “Com o cartão em mãos, ele faz a reserva do carro quando quiser, por telefone ou internet. Depois, é só se dirigir ao estacionamento onde o carro está, destravar o veículo com o próprio cartão de acesso, pegar as chaves no porta-luvas e sair dirigindo sem se preocupar com gasolina, seguro e manutenção, tudo incluso no preço”, explica o diretor da empresa, Felipe Barroso. Ainda em fase inicial no Brasil, o sistema da Zazcar possui 4 pontos de estacionamento localizados próximos a estações da linha verde do metrô (Clínicas, Consolação, Trianon MASP e Brigadeiro). Os clientes podem escolher entre 4 modelos: Fox, Punto, Siena e Civic. Em países da Europa e EUA, onde o carsharing já possui mais de 1 milhão de usuários, um único carro atende várias pessoas por dia e pode tirar de 6 a 20 veículos das ruas. O serviço está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, a partir de R$ 22,00 a hora, em planos mensais pagos com cartão de crédito. Para aderir, é necessário ter idade mínima de 21 anos, cartão de crédito e carteira de habilitação há, no mínimo, 2 anos.
Central de Relacionamento Zazcar:
www.zazcar.com.br ou (11) 5546-4606
Recall VW para Gol, Voyage e Fox
Dia 3 de novembro, terça-feira, a VW inicia a Campanha de Oficina Ativa. A ação é destinada a substituição do óleo lubrificante dos motores VHT 1.0L, que equipam os modelos Novo Gol, Voyage e Fox a partir de abril de 2008.
Assim, a empresa convida os proprietários dos modelos mencionados a agendar a realização dos serviços em um concessionário da marca, sem nenhum custo para os clientes. Na oficina da revenda autorizada será substituído o óleo lubrificante do motor, isso para garantir a perfeita lubrificação e assegurar a durabilidade e desempenho do propulsor. Também ocorre mudança na orientação para troca de óleo para cada 6 meses ou 10.000 km, o que ocorrer primeiro, extensão do prazo de garantia de 3 para 4 anos.
A empresa esclarece que a ocorrência de ruídos internos em alguns motores não representa risco à segurança dos usuários. A comunicação aos proprietários será feita através de cartas e anúncios em jornais, TV, rádio e internet. As dúvidas poderão ser esclarecidas através da Central de Relacionamento com o Cliente: 0800.019.5775.
domingo, 18 de outubro de 2009
GP Brasil: Faltou carro
Não tem como negar, a estreante Brown GP não conseguiu oferecer equipamento competitivo para seus dois pilotos. Melhor para Button e pior para Barrichello
No Brasil, em Interlagos, o Campeonato Mundial de Pilotos e Construtores 2009 da Fórmula 1 foi decidido a favor de Jenson Button e da equipe estreante na temporada Brown GP.
Mas o final de semana começou com pinta de que o brasileiro Rubens Barrichello, até então 14 pontos atrás do companheiro inglês reverteria a situação e arrastaria a decisão para a última etapa do ano a ser disputada em Abu Dabi dia 1º de novembro.
No treino classificatório mais longo da história da F-1 (durou 2h40, porque a chuva ia e voltava), Barrichello usou todo o conhecimento que tem da pista e marcou o melhor tempo na classificação. O companheiro foi só o 14º.
No domingo, o sol chegou, e a torcida que lotou as arquibancadas tinha esperança na vitória. Rubens fez sua parte, na largada manteve a ponta, mas não conseguiu
distanciar-se o suficiente de Mark Weber (RBR) e Robert Kubica (BMW-Sauber) para fazer a parada e voltar na frente dos dois pilotos.
Como um campeão também precisa de sorte, Button foi beneficiado por um acidente ocorrido entre Jarno Trulli (Toyota) e Adrian Sutil (Force India), o qual também tirou da disputa Fernando Alonso (Renault), e ajudou o inglês a pular para nona colocação. Mas quem esperava uma pilotagem conservadora, espantou-se. O inglês não teve medo, arriscou o que podia, realizou duas ultrapassagens, e ai sim manteve a posição.
Por sua vez, Barrichello ao voltar dos boxes, teve o desempenho do carro comprometido, não conseguia andar rápido e segurou no braço um afoito Lewis Hamilton (McLaren).
Como se não bastasse, após a segunda parada, na 61ª volta, Hamilton conseguiu ultrapassar o brasileiro, porque o carro número 23 da Brown GP tinha um pneu furado.
Barrichello voltou para o box, fez a troca e terminou na oitava posição, com Button em quinto e o titulo nas duas mãos. Mark Weber venceu e Kubica foi o segundo e Hamilton o terceiro. Ainda marcaram pontos, Sebastian
Vettel (Red Bull) em quarto que pulou para a vice-liderança da competição, Kimi Raikkonen (Ferrari) em 6º e Sebastian Buemi (Toro Rosso) na 7ª posição.
Realmente, deu a lógica, Button que conquistou 6 vitórias nas primeiras sete corridas do ano, terminou como campeão. Eu acreditava que isto poderia mudar, como já aconteceu em outras decisões de títulos, mas infelizmente para a torcida brasileira e Barrichello, isso não aconteceu. Rubinho não ganhou o campeonato por falta de competência, aos 37 anos o piloto brasileiro mostrou que tem muito a dar para a categoria. Ouso dizer que se Barrichello não estivesse na Brown GP, Button não seria campeão, e uma coisa eu tenho certeza, nas 6 primeiras provas do ano o carro de Button era melhor que o de Rubens, por isso o titulo foi para a Inglaterra e não veio para o Brasil.
Outra lição também ficou, em uma temporada sem testes de desenvolvimento, a experiência falou alto, tanto que os pilotos que mais se destacaram foram aqueles que já têm muitos quilômetros rodados dentro de um F-1. É o caso de Barrichello, Mark Weber e o campeão Jenson Button.
Agora resta acompanhar a última prova, e esperar ansioso o começo da temporada 2010. Entre as novidades do próximo ano esta o fato de que os pilotos não mais farão abastecimento, só troca de pneus. Dos botas em atividade, só Rubinho já correu nesta situação. Vantagem pra ele.
Rapidinhas
"Ele merece ser campeão"
Esta foi a declaração de Rubens Barrichello ao final do frustrante GP do Brasil, onde largou na pole e terminou na oitava posição. Agora só resta a Rubinho fazer mais pontos que Vettel na última corrida do ano e assegurar o vice-campeonato, só que ele desdenhou esta possibilidade. "Como diz meu 'grande amigo' Nelson Piquet (Rubinho e Nelsão estão brigados faz muito tempo), o segundo lugar é o primeiro dos perdedores. Não sei dizer se a briga pelo vice vai me motivar", admitiu o brasileiro que deve defender a Williams na próxima temporada.
Um voto de confiança
Emerson Fittipaldi esteve em Interlagos. Circulou pelos boxes, deu entrevista, mostrou otimismo pela situação de Barrichello e também falou sobre a situação de Nelsinho Piquet. "O Nelsinho é um grande piloto, gosto muito dele. Tenho certeza de que não fará mais aquilo, e estou certo de que ele conseguirá retomar sua carreira", afirmou o bicampeão.
Neste caso o certo é que Nelsinho não apareceu em Interlagos, mas o paizão estava lá e afirmou que procurava emprego para o filho.
A Mercedes quer Ross Brown
Este ano a Mercedes-Benz manteve a McLaren, usou a Force India como equipe satélite, fornecendo todo o staff técnico e vendeu motores para a Brown GP. O projeto da McLaren não foi o melhor, e eles chegaram a conclusão de que precisavam de Ross Brown. Como o engenheiro agora é dono da própria equipe, a solução foi comprá-la. Ano que vem a fabricante de carros e caminhões alemã será a maior acionista do time campeão e já impôs a entrada de Nico Rosberg.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Lançamento: Agile, o símbolo da nova GM
Novo hatch utiliza motor 1.4L Econo.Flex, tem um bom pacote de itens de série e preços competitivos, ele foi desenvolvido de acordo com os desejos e anseios dos consumidores
Fotos: ER/ Divulgação
Passado pouco mais de um ano da crise mundial que levou a General Motors a passar por uma
profunda reestruturação, a unidade brasileira da corporação reuniu, no inicio de outubro, na província de Mendoza, Argentina, a imprensa especializada brasileira, argentina, uruguaia e paraguaia, para mostrar o Agile.
Posicionado entre o Corsa e Astra, o hatchback é o primeiro integrante da família Viva, ele foi totalmente desenvolvido no Centro Tecnológico de São Caetano do Sul e Campo de Provas da Cruz Alta (Indaiatuba).
O design do Agile marca a entrada no Brasil da nova identidade Global dos veículos da Chevrolet. Inspirado no carro conceito GPix, tem frente e teto alto, grade do radiador trapezoidal dividida por uma barra, com a ‘gravata’ dourada, símbolo da marca ao centro. Visto de lateral, observa-se a curva na parte traseira do teto, típica de um cupê, faróis e lanternas que invadem os para-lamas, vincos acima das maçanetas e protetores na parte baixa das portas. E a traseira, tem vinco que vai
até as grandes lanternas, símbolo Chevrolet ao centro, o para-choque confunde-se com a carroceria.
Com comprimento total de 3.996 mm, distância entre os eixos de 2.543mm, largura total da carroceria de 1.939 mm, e altura de 1.474mm, as dimensões do Agile imprimem ao modelo uma aparência de crossover.
No interior, os bancos têm novos tecidos com gravação em baixo relevo. Eles são versáteis, o
dianteiro direito tem opção de rebater para frente, isso, associado ao rebatimento do encosto traseiro, permite transportar uma prancha de surf.
E o painel mistura instrumentos analógicos e digitais, com iluminação ‘Ice Blue’ e diferentes efeitos, os ponteiros ficam escondidos com o painel desligado.
Por tratar-se de um veículo que não compartilha a arquitetura com outros da linha Chevrolet, itens como amortecedores, discos e pastilhas de freios são específicos, não há como usar, por exemplo, as pastilhas de freios do Corsa, no Agile.
O propulsor escolhido para o modelo comercializado no Brasil é o 1.4 Econo.Flex, porém, se comparado aos motores que equipam Prisma e os carros da família Corsa (Corsa hatch e sedã, Montana e Meriva) traz diferenças. Ele usa injeção de combustível Bosch, a novidade é o “System Zero”, trata-se de um sistema de gerenciamento de motor desenvolvido pela GM especialmente para veículos flex fuel, cujo processador tem velocidade e memória maiores.
Abastecido com álcool chega a 102 cv de potência a 6.000 rpm, e 97 cv, também a 6.000 rpm com gasolina, o motor oferece 13,5 kgfm de torque, ao usar o derivado da cana-de-açúcar e 13,2 kgfm, com gasolina, a força está disponível a 3.200 rpm, independente do combustível utilizado. Só para se ter uma idéia da diferença, o Econo.Flex do Meriva entrega 105 cv ao usar 100% álcool e 99 cv ao ter no tanque gasolina, com qualquer dos combustíveis, a potência está disponível a 6.000 rpm. Já o torque máximo do monovolume é de 13,4 kgfm (A) e 13,2 kgfm (G), bem próximo ao do Agile, mas aparece em um regime menor de rotações, ou seja, aos 2.800 rpm.
Segundo divulgado pela fabricante, os dados de potência e torque do novo modelo são diferentes dos outros da marca que utilizam o mesmo propulsor por alguns motivos técnicos, já que os sistemas de indução de ar e exaustão são aplicados de maneira diferentes em compartimentos de motores diversos. Também são diferentes as calibrações, em função das massas e aerodinâmicas específicas para cada um dos veículos.
No Agile a Chevrolet usa as novas terminações mundiais de acabamento, assim ele é comercializado na versão LT ao preço sugerido de R$37.708, que trás de serie: ar-condicionado, direção hidráulica, piloto automático, acendimento automático dos faróis, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, alarme, rodas de aço 15 polegadas com calotas, computador de bordo, ajuste de altura do banco do motorista, entre outros itens. Nesta versão, ao acrescentar airbag duplo frontal o valor sobe para R$38.930.
E a LTZ comercializada por R$39.601, incluiu
todos os itens da LT mais, rodas de liga leve 15”, faróis de neblina, sistema de som com leitor de MP3, entrada USB e Bluetooth. Ao acrescentar vidros elétricos traseiros, lanterna de neblina, airbag duplo frontal e freios ABS/EBD chega a R$42.706.
Os executivos da General Motors do Brasil, projetam vendas médias de 3.500 unidades por mês do novo Chevrolet Agile.
*Assista a matéria em vídeo com entrevista exclusiva de Jaime Ardila, presidente da GM Brasil e Mercosul no: www.coisasdeagora.com.br
Ficha técnica
Motor
Modelo: N14YF
Disposição: Transversal
Número de cilindros: 4 em linha
Cilindrada (cm3): 1.389
Válvulas: SOHC, duas válvulas por cilindro
Injeção eletrônica de combustível: M.P.F.I. (Multi Point Fuel Injection)
Taxa de compressão: 12,4:1
Potência máxima líquida: Álcool: 102 cv a 6.000 rpm/ Gasolina: 97 cv a 6.000 rpm
Torque máximo líquido: Álcool: 13,5 kgfm a 3.200 rpm/ Gasolina: 13,2 kgfm a 3.200 rpm Transmissão
Modelo: F15-5 CR
Manual de 5 velocidades à frente sincronizadas
Chassis/ Suspensão
Dianteira: Independente McPherson, molas helicoidais, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás, barra estabilizadora
Traseira: Semi-independente com braços oscilantes, molas tipo barril com diâmetro variável, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás
Direção: Hidráulica, pinhão e cremalheira
Freios
Tipo: Discos ventilados dianteiros, tambor traseiro
Disco diâmetro x espessura (mm): Dianteiro: 236 x 20; traseiro 200 x 20
Rodas/ Pneus
Roda tamanho e tipo: 15 x 6 (Opcional: Liga leve)
Pneus: 185/60R15
Dimensões
Distância entre eixos (mm): 2.543
Comprimento total (mm): 3.996
Largura carroceria (mm): 1.683
Largura total (mm): 1.939
Altura (mm): 1.474
Altura mínima do solo (mm): 160
Capacidades
Porta-malas (litros): 327
Carga útil (kg): 425
Tanque de combustível (litros): 54
Óleo do motor (litros): 3,25 (3,5 com o filtro)
Sistema de refrigeração (litros): 5,5
Sistema de partida a frio (litros): 0,5
Desempenho
Velocidade máxima (km/h): Álcool: 166/ Gasolina: 165
Aceleração 0 a 100 km/h (s): Álcool: 12s5 Gasolina: 13s0