sábado, 16 de maio de 2009

Renault promove exposição da arte moderna em Curitiba

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De 16 de maio a 9 de agosto em Curitiba acontece a exposição "Uma Aventura Moderna - Coleção de Arte Renault". A mostra apresenta a sociedade industrial a partir do olhar de grandes expoentes da arte contemporânea. Ela reúne pinturas, esculturas, desenhos e colagens de artistas como: Jean Dubuffet, Arman, Jean Tinguely, Juan Miró e Erró, entre outros. Esta no Museu Oscar Niemeyer - salas Tarsila do Amaral e Guignard.

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A partir de 11 de setembro, o público paulistano terá a oportunidade de conhecer a mostra no Museu de Arte Contemporânea, MAC USP Ibirapuera (Bienal). A exposição integra o calendário oficial do Ano da França no Brasil e estará dividida em quatro núcleos: O Universo Industrial, Ambiente Dubuffet, Pintura Abstrata e Pintura Cinética, e apresenta trabalhos inéditos no Brasil.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Revisão de férias em promoção na Peugeot

Desde o dia 15/05, as concessionárias Peugeot participam de uma campanha nacional de check-up gratuito. A iniciativa vai até o dia 31/07, e consiste em avaliar 23 itens das linhas 206 (Hatch e SW) e 307 (Hatch e Sedan), como nível do óleo do motor, verificação dos freios, estado dos amortecedores e palhetas dos limpadores do para-brisa. Caso haja necessidade de qualquer intervenção no veículo, será feito um orçamento pela revenda. A campanha ainda prevê uma oferta especial: para o 206, a troca do filtro do óleo, do anel do bujão e do óleo semi-sintético terá pagamento facilitado em três vezes sem juros de R$ 50,33 (R$ 150,99 no total), com mão-de-obra inclusa. No caso do Peugeot 307 equipado com motor 1.6 Flex, o mesmo serviço poderá ser pago em três vezes sem juros de R$ 54,33 (R$ 162,99 no total).

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Coluna do Rubens: Direto da Espanha

Esta semana recebi da assessoria de Rubens Barrichello a 'Coluna do Rubens'.
Então publico ela na integra. Aqui o piloto fala o que aconteceu realmente no GP da Espanha.
Amigo (a)
Entenda meu fim de semana da maneira como entendo eu.
Dominei meu carro com um ótimo acerto desde sexta feira (tanto que o Jenson copiou este acerto).
Fui o mais rápido da classificação Q2 e se não fosse um erro no cálculo da gasolina e o fato de ter ido à pista um pouco cedo demais acredito que conseguiria também a pole na Q3.
Não deixei cair a bola e fui com tudo pra cima do Jenson e do Vettel e consegui a ponta.
Tirei o máximo de proveito da situação e andei no limite o tempo todo chegando a abrir 2 segundos do Jenson antes de sua parada.
Como eu pararia depois dele, estava muito tranquilo e o pensamento era de que a chance de vitória era enorme. Quando me falaram que o outro carro havia mudado de estratégia isso me pegou de surpresa.
Nem isso me fez pensar que poderia perder a corrida, afinal em todas nossas reuniões foi falado que 3 paradas eram melhor que 2. Continuei com tudo na minha caminhada a vitória.
No meu terceiro jogo de pneus encontrei problemas de aderência e meus tempos caíram 2 décimos por volta. De qualquer forma, isso não faria a diferença mesmo porque sai após meu último pit stop 7 segundos atrás do Jenson. A verdade é que 3 paradas não eram melhor do que 2 .
Antes da reunião de final de corrida, eu chamei o Ross num canto e lhe disse claramente que se ele tivesse feito algo em proteção ao Jenson que eu estava realmente pronto pra pendurar minhas "chuteiras". Ele me disse que não, e ficou surpreso tanto quanto eu quando viu que 2 paradas tinham sido melhor que as 3. Prometeu fazer uma revisão do simulador de corrida.
Continuo de olho aberto e com a faca nos dentes...
Essa meia dúzia de pessoas maldosas que dizem entender de carro de corrida e fazem polêmica é que são o problema. Eu convidaria essas pessoas para um papo para saber se realmente entendem de F1. Será que eles sabem como se liga um F1 ou qual é a pressão de pneu de um carro de F1?
Enfim, continuo com tudo e vou para Monte Carlo querendo me dar um ótimo presente de aniversário. Estou buscando o campeonato, bem como todos no grid, porém venho me fortalecendo e me sentido vitorioso, mesmo porque, esse começo de ano já comecei dando a volta por cima.
Abraços.
Rubens Barrichello

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Coluna Aceleradas ganha mais espaço

A coluna ‘Aceleradas’ que é publicada no site Velozes & Curiosos (www.velozesecuriosos.com.br) desde 2007 ganhou mais espaço. No ano passado entrou para o site Coisas de Agora (www.coisasdeagora.com.br) e, a partir deste mês de maio passa a ser publicada no site Veículos & Turismo (www.veiculoseturismo.com.br).
Pela ordem, obrigado a Fábio Ricca (Velozes e Curiosos), Ricardo Hernades (Coisas de Agora) e João Soh (Veículos & Turismo) pelo espaço e sucesso a todos.

Chegou o lubrificante para carros Flex

Em 2003, a frota nacional passou a receber veículos Flex, os quais podem ser abastecidos com álcool, gasolina, ou a mistura dos dois em qualquer proporção.
Estes motores foram desenvolvidos a partir do propulsor movido a álcool combustível, o qual foi lançado no final da década de 70 como solução para a crise do petróleo que ocorria na época. Com o surgimento dos motores Flex, os fabricantes de peças e componentes também passaram a produzir componentes específicos com intuito de atender esta nova necessidade da industria. Os estudos e desenvolvimentos são constantes, tanto que a CASTROL acaba de lançar um óleo lubrificante especialmente idealizado para estes motores. Trata-se do CASTROL GTX ECOFLEX. É um óleo multiviscoso SAE 15W-40, API SL, de tecnologia sintética, dotado do aditivo Ultra Dispersante. Segundo a fabricante ele proporciona rápida dispersão da água contaminante ao óleo, gerada pela queima dos diferentes combustíveis, principalmente do álcool. Promove melhor limpeza das partes internas do motor, o que mantém os pistões e os anéis livres dos resíduos de carbono provenientes da combustão.
Mais informações sobre este, e outros produtos são encontradas no site www.castrol.com.br ou no SAC Castrol: 0800 7040720.

Lançamentos: O Fusion mudou para melhor

Novo motor V6, design mais esportivo, transmissão automática com seis marchas, sistema de som high tech são algumas das novidades do sedã fabricado no México
Na Bahia, a Ford reuniu a imprensa especializada de todo o País, para apresentar o Fusion 2010, o qual já esta a venda nas concessionárias da marca.
Lançado em 2006, o sedã grande agradou o consumidor brasileiro, pois neste período foram comercializadas mais de 31.000 unidades do modelo.
O carro é fabricado no México, e de lá enviado para os Estados Unidos, Canadá e Colômbia. O Brasil é o segundo pais em volume de importação do modelo.
O Fusion 2010 chega não só com modificações estéticas, mas também na motorização. O propulsor Duratec 16 válvulas evoluiu, passou de 2.3L para 2.5 16V, o qual oferece 173 cavalos de potencia (a 6.000 rpm) e torque de 22,9 kgfm (a 4.000 rpm).

E a novidade é a chegada do Duratec 3.0 V6, com quatro válvulas por cilindro (DOHC), pistões posicionados em ângulo de 60 graus, coletor de admissão com dutos variáveis, e bobinas individuais para cada cilindro. Ele oferece 243 cavalos e torque de 30,8 kgfm (a 4.300 rpm).
Ambos os motores são produzidos com bloco, cárter e cabeçote de alumínio e têm o duplo comando de válvulas variável (i-VCT).
O sedã com propulsor mais forte também usa tração integral nas quatro rodas AWD, a qual permite a melhor distribuição de torque e tração, com aderência uniforme em qualquer condição de piso.
Tanto o quatro cilindros, como o V6 estão equipados com transmissão automática de seis marchas, e o V6 usa modo sequencial. Ela permite as trocas de forma automática ou manual, e ainda Grade Assist para reforçar o freio-motor nas descidas íngremes.
O sistema de direção deixou de ser hidráulico, e passou a ser elétrico, o qual equilibra o esforço do volante de acordo com a velocidade, exige menos energia do motor para
funcionar e tem diâmetro de giro menor, de 11,4 metros, compatível com carros médios.
A suspensão dianteira independente tem formato de duplo-triângulo (SLA), a suspensão traseira também é independente, tipo Multilink.
No interior, o Fusion recebeu nova grafia no painel de instrumentos, um sistema de personalização do ambiente, com sete opções de cores.
O computador de bordo fornece informações de diagnóstico como: freios, pneus, consumo, autonomia e permite personalização.
Já vem equipado com bancos em couro, os quais tem ajustes elétricos, tanto para motorista como para o passageiro. Ainda dispõem de ar-condicionado digital com comandos independentes, assim é possível programar duas temperaturas diferentes, uma para o
motorista e outra para o carona.
E o modelo topo de linha com motor V6 usa sitema de som Premium da Sony. Composto de CD/ MP3 player com capacidade para seis CDs e entrada auxiliar, 12 alto-falantes e dois amplificadores com potência total de 390 W. O sistema Dolby DEAP 5.1 Surround, com caixas centrais, segundo a Ford, proporciona a mesma qualidade de um home theater. Ele conta ainda com compensação automática de volume de acordo com a velocidade do carro, e sistema Sync.
Este equipamento de mídia, cujo software foi desenvolvido pela Microsoft, inclui diversos recursos: DVD, CD/MP3 player Sony com conexão para iPod, USB e celular Bluetooth. Tem um jukebox capaz de armazenar até 10 Gigabytes de músicas e imagens.
Possibilita também que as funções do ar-condicionado, áudio e celular Bluetooth sejam
comandadas por voz --mas neste caso é necessário falar em espanhol, inglês ou francês, pois o software não está programado para reconhecer comandos em língua portuguesa-- ou com toques na tela de oito polegadas.
O desenvolvimento do Fusion 2010 contou com a colaboração da engenharia brasileira, a qual participou ativamente desse processo com contribuição nos itens de design, materiais empregados, dirigibilidade e custos de manutenção.
Neste último item a Ford continua com política agressiva. Segundo Antonio Baltar, gerente geral de Marketing da Ford Brasil isso é possível graças ao acordo comercial entre Brasil e México. “Os veículos entram no país sem cobrança de impostos, assim como as peças de reposição, também contamos com fornecedores nacionais, o que deixou o Fusion com o menor custo de manutenção entre os veículos desta categoria”, afirma.
Na primeira revisão o proprietário do Fusion desembolsa R$209,70. Este valor é dividido em três parcelas de R$69,90. Pela segunda revisão, são cobradas três parcelas de R$79,90 (R$239,70) e na terceira, três parcelas de R$89,90 (R$269,70).

E no visual, os esforços foram para deixar o Fusion mais esportivo. Na dianteira, o carro recebeu uma nova frente. A grade é ampla com três barras metálicas. Os faróis acompanham o alinhamento da grade e os vincos do capô, usa lentes escurecidas no tom fume, a iluminação é feita por projetores elípticos, mesmo sistema usado nos faróis de neblina instalados na parte inferior do pára-choque, nesta área aparece uma outra grade em formato trapezoidal, semelhante a do Novo Focus.
O desenho da tampa do porta-malas e do pára-choque traseiro é robusto. Como na geração anterior permaneceu a régua metálica de delineamento, porém, a terceira luz de freio (break light), foi colocada na tampa do porta-malas, ao invés do vidro traseiro.

Com lentes vermelhas e desenho em forma de colméia, as lanternas ficaram mais sóbrias, pois saíram os detalhes cromados usados no contorno do conjunto anterior.
Para reforçar o apelo de esportividade, no V6 as saídas de escape são duplas, uma em cada lado da traseira, enquanto que o 2.5L usa uma só saída.
Já na lateral, vincos na área das maçanetas, não há borrachões nas portas, as rodas em liga leve de 17 polegadas são calçadas com pneus P225/50 R17.
Para as duas versões do Fusion 2010 o único opcional é o teto solar, pelo qual é cobrado R$4.000.
O carro sai de fábrica com freios ABS/EBD, vidros elétricos, trava elétrica das portas com controle remoto, travamento e destravamento automático das portas, espelhos retrovisores externos, elétricos, térmicos, com luz de aproximação, piloto automático, seis air bags
(frontais, laterais e de cortina), sensor de estacionamento traseiro, alarme antifurto, abertura das portas com acionamento por teclas, abertura interna do porta-malas, acendimento automático dos faróis, entre outros itens.
O modelo equipado com propulsor 2.5 L tem preço sugerido para venda de R$ 84.900, ou seja, manteve o valor da geração anterior, e o V6 chega por R$99.900.
Marcos de Oliveira, atual presidente da companhia para o Brasil e Mercosul, completa neste mês de maio 25 anos na empresa. Ele participou ativamente do desenvolvimento do Fusion nos Estados Unidos, acredita que o modelo 2010 manterá o veículo na liderança do segmento.“O Novo Ford Fusion foi concebido para ter o melhor custo-benefício do segmento, receita responsável pelo seu sucesso desde o lançamento. Agora, traz também alta tecnologia a preço acessível”, declara o executivo.
Nesta fase de lançamento, os distribuidores terão os dois modelos a disposição do cliente, mas a versão com motor V6 ainda não há como fazer previsões de qual será sua aceitação. “Temos certeza de que oferecemos um produto superior, com mais tecnologia e preço menor que o da concorrência, por isso acredito que traremos para a marca, não só compradores de sedãs, mas também de outros tipos de veículos”, comenta Antonio Baltar. Sua expectativa é de que o carrão seduza também consumidores de SUV’s, ou seja, aqueles que têm R$100.000 para gastar, e o farão não só pelo modelo da carroceria, mas também pelos avanços tecnológicos que o veículo oferece.
Ficha técnica
Motor: 3.0 DOHC EFI V6, gasolina
Número de Cilindros: 6 em V
Número de Válvulas: 24
Cilindrada: 2.976 cm³
Potência Máxima: 243 cv a 6.550 rpm
Torque Máximo: 30,8 mkgf a 4.300 rpm
Injeção: eletrônica
Taxa de Compressão: 10,3:1
Transmissão: automática
Tração: integral
Câmbio: automático sequencial de seis velocidades
Direção: pinhão e cremalheira assistida eletricamente
Suspensões:
Dianteira: independente tipo Short Long Arm, com barra estabilizadora, amortecedores pressurizados e molas helicoidais
Traseira: independente tipo multi-link com barra estabilizadora, amortecedores pressurizados e molas helicoidais
Freios
Dianteiro: a disco, servo assistido e com sistema ABS de 4 canais, 300 mm
Traseiro: a disco, servo assistido e com sistema ABS de 4 canais, 279 mm
Pneus P225/50 R17
Rodas 7,5J x 17"
Dimensões
Distância entre eixos: 2.728 mm
Comprimento total: 4841mm
Largura carroceria com espelhos: 2034 mm
Altura: 1445mm
Capacidades:
Tanque de Combustível: 62 litros
Porta-Malas: 530 litros

GP da Espanha:Um acelera, o outro acerta

Em uma das muitas entrevistas que concedeu logo após ser confirmado como piloto da Brown GP, o brasileiro Rubens Barrichello declarou que antes da Honda deixar a categoria, quando começaram os testes visando esta temporada, em uma conversa com Ross Brown, o então postulante as ser dono do time afirmou a Rubens que precisava do brasileiro porque Jenson Button passava por dificuldades para acertar o carro com os pneus slick, os quais voltaram nesta temporada. Na época, entre os postulantes à vaga de companheiro do inglês figuravam Bruno Senna e Lucas Di Grassi, o primeiro sem nenhuma experiência na F-1, e o segundo um pouco mais acostumado com os potentes bólidos, pois foi piloto de testes na Renault.
No final Ross Brown que não é bobo, escolheu Barrichello, pois quando trabalharam juntos na Ferrari Rubinho provou que é um excelente acertador de carros.
Até a primeira prova da temporada, Rubens andou na frente de Button, inclusive nos treinos livres para o GP da Austrália. Quando realmente valia, Jenson fez a pole, ganhou a corrida de ponta a ponta, enquanto que Rubinho ficou em segundo.
Nas provas que seguiram, Button venceu na Malásia, e Barrichello foi o quinto. Na China Jenson Button chegou em terceiro e Rubens Barrichello em quarto, e no Bahrein outra vez Button sobe ao degrau mais alto do pódio, enquanto que Barrichello amarga a quinta posição.
E todos já sabem que a partir da terceira corrida começou a gritaria e as criticas em cima do brasileiro, o qual até o mês de fevereiro estava aposentado.
Veio o GP da Espanha disputado neste domingo (10/05), e Button faz a pole, com Sebastian Vettel (RBR) em segundo, Barrichello em terceiro, e a surpresa do dia: Felipe Massa (Ferrari) na quarta colocação.
Na largada, Rubens, que tem a fama de não largar bem —isso acontece desde os tempos de F-Opel— fez a melhor largada de sua vida, passou Vettel, colou em Button e antes da primeira curva já era o líder.
No pelotão de trás, aconteceu um acidente que tirou Jarno Trulli (Toyota), Adrian Sutil (Force India), Sebastien Buemi e Sebastien Bourdais, ambos da Toro Rosso.
A corrida parecia desenhada para Barrichello, que andava forte e abria boa vantagem sobre Button. Na primeira parada para abastecer e trocar pneus, o brasileiro continuou na frente. Quando chegou a segunda, Rubinho ficou menos tempo que o companheiro nos boxes. Pronto, isso foi suficiente para uma mudança de estratégia, Barrichello manteve o que foi combinado com a equipe, ou seja, parar três vezes, e o inglês mudou a estratégia, parou duas vezes. Assim, Button embolsou mais uma vitória e Rubinho ficou em segundo.
Bom se já ocorria a chiadeira pra cima do brasileiro, imagina agora, principalmente depois de mostrar-se surpreso com a mudança de estratégia a qual favoreceu o piloto inglês.
Bem, vamos voltar ao começo, quando o próprio Rubinho afirmou que foi contratado pela experiência em desenvolver carros. Então a conclusão é simples: Rubens é o homem que desenvolve e testa na pista, as soluções que serão usadas por Jenson que acelera sempre pra ganhar.
Exemplo disso é o fato de o carro do brasileiro usar sistema de freios diferente dos que equipam o bólido do inglês, porém Rubinho já teve problemas, e Button não. Até as calotas traseiras foram tiradas do carro número 23, para tentar uma solução para o aquecimento do sistema de frenagem.
Não acredito que no começo da temporada, tudo já estava preparado para Jenson Button, mas quando o brasileiro não conseguiu andar na frente do inglês nas duas primeiras provas do ano, a inglesada da Brown GP se empolgou e “veladamente” passou a privilegiar Button.
Isso pode mudar? Sim, desde que comecem a aparecer problemas que comprometam a performance de Button e Rubinho ande sem defeitos em seu carro. Do contrário, veremos mais uma vez o valente Barrichello servir de escudeiro e ser vice-campeão.
O GP da Espanha terminou com Button em primeiro, Rubinho em segundo e Mark Weber (RBR) na terceira posição. Completaram a zona de pontuação: 4º- Sebastian Vettel (RBR), 5º - Fernando Alonso (Renault), 6º - Felipe Massa (Ferrari), 7º Nick Heidfeld (BMW) e 8º - Nico Rosberg (Williams).
Massa protagonizou mais uma trapalhada da Ferrari, após largar em quarto, ganhou na pista a terceira posição, mas no final teve que dar passagem para Vettel e Alonso, pois não tinha combustível para terminar, graças ao erro de calculo no ultimo abastecimento, dá para acreditar?
Rapidinhas
Frustração
Barrichello largou bem andou na frente durante boa parte da prova, mas não venceu. "Fico frustrado por não conseguir a vitória, mas foi bom ter chegado em segundo. Tive uma largada muito boa, excelente reflexo, tive problema com a bateria, mas consegui levar o carro adiante. Só estou decepcionado por não ganhar a corrida. Acho que a de hoje estava no bolso. Estava mais rápido que Button no início e tinha duas voltas a mais de combustível. Tudo estava perfeito. Fiquei surpreso quando mudaram a tática de Jenson para duas paradas", falou após a prova na entrevista coletiva.
Sem privilégios
Atual dono da Brown GP, o engenheiro Ross Brown era o responsável pela estratégia de corrida na Ferrari quando Schumacher e Rubinho defendiam a equipe de Maranello. Na época participou da vergonhosa ordem que obrigou o brasileiro a dar a vitória ao alemão no Grande Prêmio da Áustria de 2002. Na Espanha Brown negou que ocorreu favorecimento. a Button na troca da estratégia. "Eu adoraria ver o Rubens e ver seu time vencer uma corrida porque seria muito bom para a equipe toda", afirmou aos jornalistas, após a prova.
Acabou o campeonato
Felipe Massa chegou na Espanha esperançoso, a Ferrari estreou novo pacote aerodinâmico, o qual fez ele largar na quarta posição, e assumir a terceira logo no começo da prova. Ia terminar assim, mas a Ferrari não deixou. O brasileiro que marcou seus primeiros 3 pontos nesta temporada vê cada vez mais distante suas chances de lutar pelo titulo. "Temos muitos problemas para resolver. Antes de mais nada, temos que melhorar o carro, depois os problemas que tivemos hoje na corrida, todos os problemas que tivemos ao longo da temporada", declarou Massa, depois de voltar a pé para os boxes.