sexta-feira, 5 de agosto de 2011

ABRINDO OS BOLSOS

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Por: Fernado Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaO anúncio de mais uma fábrica no Brasil – dessa vez da chinesa JAC – é um demonstração do vigor do mercado brasileiro. Afinal, vendas que dobram de volume em apenas cinco anos (subiram de 1,5 milhão de unidades, em 2004, para 3,1 milhões, em 2009; 3,7 milhões, em 2011) só podem atrair muitos interessados. E que vão abrir os bolsos.

Nos últimos seis meses, pelo menos dez projetos foram comunicados, alguns confirmados, outros em fase de estudos em diferentes estágios. O número inclui novos fabricantes ou expansão dos aqui já instalados, sem contar caminhões e ônibus, plantas novas em construção (Hyundai e Toyota) ou ampliações previstas pela Ford, GM, Mitsubishi e Volkswagen. Só chinesas são três: além da JAC e da Chery, a Lifan terá uma pequena operação, essa última semelhante à da japonesa Suzuki. Fiat e Nissan anunciaram investimentos pesados em novas instalações. Renault e PSA Peugeot Citroën planejam.

O grupo brasileiro EBX estuda entrar no mercado. A BMW, ao estilo germânico, só anunciará oficialmente sua fábrica quando definir cidade, modelo e investimento, em outubro ou novembro próximos. Mas a coluna antecipou, com exclusividade, que a decisão positiva foi tomada, na Alemanha, em segredo.

Até o final de 2014, com a maturação da maioria desses projetos, o Brasil estará comprando cerca de 4,5 milhões de veículos por ano e ainda crescerá para 6 milhões de unidades/ano, no final da década. Se os custos de produção no País, em dólares, hoje, são 60% maiores do que na China e 33% superiores ao México, como se explica essa atratividade? Primeiramente, as cotações de câmbio não devem ficar para sempre nesse patamar: moedas valorizam e desvalorizam. A razão principal é que o País vai reagir a esses custos altos. Basta ver o novo plano de competitividade industrial que o governo patrocina, com desoneração de impostos e criação de um regime especial para o setor automobilístico.

Sérgio Habib, presidente do grupo SHC, importador e sócio majoritário da JAC na futura fábrica nacional, explica: “Frete interoceânico, taxas nos portos e o imposto de importação têm peso elevado para quem vai vender, como nós, 100.000 carros por ano em 2013. Volume inviável para trazer da China.” O investimento de R$ 900 milhões, em local indefinido em parque industrial já existente, inclui centro de desenvolvimento e pista de testes. Índice de nacionalização mínimo de 60% permitirá exportação, sem imposto, dentro dos acordos do Mercosul e México. Não prevê produção de motores, embora vá oferecer versão flex em 2012.

Interessante é que se trata de um projeto sino-brasileiro. Como partirá do zero, porém baseado na arquitetura do J3, levará em conta as necessidades e gostos do comprador daqui, sem desconsiderar a fácil adaptação às demandas chinesas. Terá também versões mais enxutas, mantendo-se na faixa de R$ 30.000,00 a R$ 40.000,00 (a preços atuais). Formará uma família que incluirá hatch, sedã e, provavelmente, um utilitário esporte.

O atual J3 terá cumprido seu ciclo de vida em 2014 e o pragmatismo típico de Habib indica sua substituição pelo novo carro. Ele sempre se mostrou contrário à convivência de duas gerações de um mesmo modelo.

RODA VIVA
PARECE que os chineses não se contentarão com apenas três fábricas aqui. Há rumores sobre uma quarta marca se movimentando. Decisões desse naipe são sempre de longo prazo. Consideram que pode haver mudanças na China em termos de moeda artificialmente fraca, salários em alta, incômoda dependência de matérias primas e até regime político.

MERCADO que mais cresceu no mundo (50%), este ano, para a marca inglesa MINI, controlada pela BMW, foi o brasileiro. Dos 16 modelos da linha, 11 estão à venda aqui. Do estreante JCW conversível (R$ 150.000) à recente versão de entrada One (R$ 70.000 com câmbio manual) consegue ocupar vários nichos. Modelo se destaca pelo estilo e dirigibilidade.

RENOVAÇÃO discreta na parte frontal e interior com novos revestimentos, além de itens como sistema de áudio com viva voz para celulares, continuarão a dar impulso ao Sandero 2012. Versão Expression tem boa relação preço-espaço interno (R$ 38.000). Porém, o motor 1,6 l/95 cv poderia ser mais potente e menos ruidoso, se bem isolado no cofre.

ENCERRADA a produção da versão de exportação do Fox para a Europa. Ele sofreu com a valorização do real desde 2005. Só continuou à venda por lá em razão do atraso no lançamento do Up, subcompacto que a Volkswagen apresentará em setembro, no Salão do Automóvel de Frankfurt. Vendas do novo carro começarão no início de 2012. Up também será fabricado aqui.

VENDAS de consórcio aumentaram com a ascensão de compradores das classes C e D. Esse sistema de financiamento é para quem prefere planejar a compra. As prestações não são fixas e sobem de acordo com a variação de preço do modelo escolhido. Curiosamente, não há registro estatístico se o contemplado usou seu crédito para comprar um carro novo ou usado.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Avaliação: Fluence o novo sedã da Renault

IMG_1252Modelo mundial da marca francesa traz um bom pacote de equipamentos, usa soluções tecnológicas avançadas, tem preços competitivos de manutenção e é simples para reparar
Texto: Edison Ragassi
Fotos: José Nascimento
No mês de fevereiro a Renault iniciou as vendas do sedã médio Fluence, ele é fabricado na Argentina e veio para substituir o Mégane.
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As dimensões do três volumes médio são avantajas, ele mede 4.620 mm de comprimento, a largura, sem os retrovisores é de 1.810 mm, sua distancia entre os eixos é de 2.700 mm, a altura é de 1.470 mm e a capacidade volumétrica do porta-malas chega a 530 litros.
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Desde a versão de entrada, o carro usa cartão para a partida, ele agora funciona por aproximação. Além disso, é equipado com 6 air bags, 8 áreas de proteção, ar-condicionado dual-zone e saída para os ocupantes do banco traseiro, os opcionais são o teto solar e bancos de couro.
Para entender melhor a construção do carro e avalaiar as condições de reparabilidade, a reportagem do Auto Agora levou o Fluence para duas oficinas independentes e ouviu a opinião dos reparadores.

Na oficina Opcar, localizada no bairro do Moinho Velho, em São Paulo, Paulinho que é especializado na parte elétrica dos veículos, gostou da disposição dos componentes. “A caixa que abriga a central eletrônica tem os fusíveis colocados para baixo, isso protege caso ocorra uma infiltração, pois a água não chega aos contatos”, fala ele. Os terminais da bateria chamaram a atenção do reparador. “Eles estão preparados para receber outras ligações, como de acessórios, isso evita que os fios sejam descascados, a bateria foi preparada para ser um quadro de força”, explica.
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Outros itens como o alternador, motor de partida e bomba de combustível, foram apontados por Paulinho como de fácil remoção e as luzes de neblina tem uma tampa embaixo do para-choque. “Já para trocar as lâmpadas dos faróis o acesso é mais complicado é preciso retirá-los, o mesmo acontece com as lâmpadas das lanternas traseiras”, avalia. E a disposição do sistema elétrico é elogiada, “o carro é fácil de entender e bem simples de trabalhar na parte elétrica”.                    

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O Fluence é equipado com motor M4R Hi-Flex 2.0 16V produzido na Coréia, o mesmo do Nissan Sentra. Sua potência é de 143 cv (Etanol) e 140 cv (Gasolina) a 6.000 rpm, e torque de 20,3 kgfm (E)/ 19,9 kgfm (G). Segundo divulgado pela Renault, este propulsor é 38 kg mais leve que o movido a gasolina utilizado anteriormente nos modelos da linha Mégane. Essa redução de peso ocorre graças ao uso do alumínio em várias partes, como no bloco do motor, cabeçote, cárter de óleo, suporte de acessórios e bomba d’água.
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Apesar de moderno, o motor não necessita de ferramentas especiais para substituir peças e componentes. “O espaço do cofre é pequeno, isso exige cuidado e consequentemente gasta-se mais tempo, se comparado com o Mégane, para trocar uma correia Poly V”, comenta Ney, sócio de Paulinho na Mecânica Opcar.
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O carro também foi levado para o Centro Automotivo Fox Car, localizado na Vila Prudente. Depois de avaliá-lo, Alan Schapowal, reparador com 25 anos de experiência no mercado, também considerou o espaço do motor pequeno. “Para substituir as velas, por causa do posicionamento, é preciso retirar o coletor de admissão”, comenta. Esta constatação também foi feita por Ney. Já para trocar o filtro de óleo o acesso é por baixo do carro, o mesmo ocorre com o elemento filtrante de combustível, que esta localizado próximo ao tanque, na parte traseira do veículo.

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A suspensão dianteira é independente do tipo McPherson, e na traseira o conjunto é semi-independente, com eixo de torção. O sistema ainda é composto por amortecedores hidráulicos telescópicos e molas helicoidais. Os pneus foram desenvolvidos especificamente para o Novo Renault Fluence, a versão de entrada usa o 205/60 R16 e a topo de linha vem equipada com os compostos 205/55 R17.
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Na avaliação dos profissionais da Opcar e Fox Car, estes sistemas utilizam as ferramentas normais de uso diário em uma oficina. E Alan alerta, “para retirar os amortecedores dianteiros é preciso remover a grade churrasqueira, assim é necessário cuidado com os prendedores”.  Ainda na parte de baixo do carro, a porca que segura a bandeja chamou a atenção do reparador da Fox Car, “é uma porca diferente das que vemos em outros veículos”. 
O sistema de freios é composto por discos ventilados de 280 mm de diâmetro na dianteira e discos sólidos de 260 mm na traseira. Ainda contam com auxilio do sistema ABS, que evita o travamento das rodas em frenagens de emergência.

É dotado de auxílio de frenagem de urgência (AFU) e distribuição eletrônica de frenagem (EBD). Esses dispositivos eletrônicos são de série em todas as versões de acabamento. Ainda segundo os dois reparadores eles não oferecem dificuldades para troca de peças, só na substituição das pastilhas traseiras é preciso ferramenta especial. O carro ainda é equipado com direção elétrica.
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Tanto Ney como Alan consideraram o undercar do sedã simples para reparos e manutenção, já o motor oferece maior dificuldade por causa da falta de espaço.
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No período de empréstimo do Fluence foi possível rodar com ele mais de 700 km, alternando situações de trânsito carregado e trechos em rodovias.
Ele tem excelente dirigibilidade, a começar pelo arranque. Apesar do tamanho, o motor 2.0L mostrou-se bem acertado, inclusive nas retomadas.
A transmissão manual de 6 marchas tem engates precisos, a relação de trocas corresponde bem as necessidades.
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O painel de instrumentos é de ótima visualização e os comandos do computador de bordo estão bem a mão. Já os retrovisores deixam um pouco a desejar, poderiam ser maiores para auxiliar nas manobras de estacionamento.
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O Fluence é comercializado na versão Dynamique por R$ 59.990 (câmbio manual)/ R$64.990 (câmbio X-Tronic CVT). A opção topo de linha é a Privilege, só com transmissão automática e preço sugerido de R$ 75.990.
Este carro da Renault chama a atenção das pessoas, pois durante o período de testes fomos abordados por vários proprietários de sedãs de outras marcas que tinham curiosidades sobre o modelo, o que para a fabricante é um ótimo sinal, já que suas pretensões são ambiciosas, ou seja, figurar entre os três mais vendidos do mercado brasileiro.   
Colaboraram: Renault do Brasil, Mecânica Opcar e Centro Automotivo Fox Car

Custos de manutenção e serviços
Amortecedores dianteiros: 278,05- cada     
Serviço: 107,80
Amortecedores traseiros: 217,07- cada     
Serviço: 68,60
Discos de freios dianteiros: 414,32- cada     
Serviço: 68,60
Jogo de pastilhas dianteiras: 246,70     
Serviço: 49,00
Discos de freios traseiros: 414,32- cada     
Serviço: 107,80
Jogo de pastilhas traseiras: 316,65     
Serviço: 68,60
Filtro de óleo: 19,51     
Serviço: 19,60
Filtro de ar: 29,27     
Serviço: 19,60
Filtro de combustível: 16,16     
Serviço: 29,40
Velas: 44,40- cada     
Serviço: 49,00

Ficha técnica
Renault Fluence 2.0 16V Hi-Flex
Motor   
M4R Hi-Flex 2.0 16V, em alumínio, quatro tempos, distribuição por corrente
Número de cilindros: 4 em linha
Número de válvulas: 16 com comando variável
Alimentação: Injeção Eletrônica Multiponto Sequencial
Cilindrada: 1.997 cm³
Taxa de compressão: 10,2:1
Potência máxima: 143 cv (Etanol)/ 140 cv (Gasolina) a 6.000 rpm
Torque máximo: 20,3 kgfm (E) / 19,9 kgfm (G) a 3.750 rpm
Transmissão
Câmbio: Manual de 6 marchas
Tração: Dianteira
Suspensões
Dianteira: Tipo McPherson, com braço inferior triangular, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos
Traseira: Eixo soldado em “H” de deformação programada, molas helicoidais, barra estalizadora integrada e amortecedores hidráulicos telescópicos
Rodas   
Liga leve: 205/55 R17
Pneus: 205/55 R17
Freios
Dianteiros: Discos ventilados de 280 mm de diâmetro    
Traseiros: Discos sólidos de 260 mm de diâmetro
Com Sistema ABS auxílio de frenagem de urgência (AFU), e distribuição eletrônica de frenagem (EBD)
Direção: Elétrica com assistência variável e diâmetro de giro de 11,1 m
Dimensões
Comprimento: 4.620 mm
Entre-eixos: 2.700 mm
Altura:    1.470 mm
Largura sem retrovisores: 1.810 mm
Capacidades
Tanque de combustível: 60 litros
Porta-malas: 530 litros

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

C3 Picasso e AIRCROSS com câmbio automático

AIRCROSS

C3 Picasso

Nesta semana, a Citroën do Brasil iniciou a distribuição do urbano C3 Picasso e do AIRCROSS equipados com câmbio automático sequencial. Além disso, os modelos tem disponíveis como equipamentos, o para-brisa acústico panorâmico, sistema de navegação MyWay com tela colorida de 7”, rádio Pioneer for Citroën com espacialização (efeito Hifi-like), sistema ABS de frenagem com EBD, air bags frontais e laterais, regulador e limitador de velocidade, entre outros.

Preços públicos sugeridos

Modelo

Valor

C3 Picasso GLX BVA

R$ 54.400,00

C3 Picasso Exclusive BVA

R$ 60.900,00

AIRCROSS GLX BVA

R$ 60.350,00

AIRCROSS EXCLUSIVE BVA

R$ 66.400,00

Ninja ZX-14 versão 2011

image002A Kawasaki Motores do Brasil iniciou a comercialização da moto superesportiva ZX-14 versão 2011. Segundo divulgado pela empresa, a grande novidade é a cor Candy Lime Green. A Ninja ZX-14 é equipada com motor de 1352 cc, o qual entrega mais de 200 cavalos de potência máxima, e ainda sistema de freios ABS como item de série.  O preço sugerido para venda é de R$ 49.990 (sem frete).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Chinesa Jac irá produzir no Brasil

01_800_0Nesta segunda-feira (01/08), Sergio Habib (foto), presidente do Grupo SHC, reuniu a imprensa em São Paulo para comunicar que a fabricante de automóveis chineses Jac Motors construirá uma fábrica no país.

O investimento nas futuras instalações de R$900 milhões, será feito em conjunto entre a fabricante chinesa e o Grupo SHC. A unidade produtiva terá capacidade para fabricar 100 mil veículos por ano. Isso deve gerar cerca de 3.500 empregos diretos e outros 10.000 indiretos.

Em princípio o projeto é de trabalhar com fornecedores sistemistas locais e os motores e câmbios usados serão importados.

Nesta empreitada, será desenvolvida uma nova família de carros, ou seja, os atuais modelos comercializados pela marca J3 e J3 Turin e o J6, que será lançado na próxima quarta-feira, continuam sendo importados.  

Diferente do que já havia sido comentado, o local das instalações ainda não foi definido, mas a expectativa é de inaugurar a fábrica em 2014.

Aceleradas- GP Hungria: A chuva sempre ajuda!

182686No travado circuito de Hungaroring a McLaren mostrou evolução, seus dois pilotos só não fizeram dobradinha, porque Hamilton errou, mas Button pilotou bem e venceu
Por: Edison Ragassi
Quem diria! Nos últimos anos, a corrida húngara foi marcada por ser umas das mais chatas da temporada, pois os carros pareciam desfilar na pista. Este ano foi bem diferente. Primeiro que os pilotos de ponta estão com o atual campeão e líder do mundial Sebastian Vettel (Red Bull) entalado na garganta, já que o alemão faturou seis provas.
Soma-se a isso a evolução natural das equipes, que têm como ponto de honra melhorar o equipamento durante a temporada. E neste quesito a McLaren e Ferrari estão realizando um bom trabalho.
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Tanto que Fernando Alonso (Ferrari) venceu na Inglaterra, Lewis Hamilton (McLaren) faturou na Alemanha e agora foi a vez de Jenson Button (McLaren) chegar ao degrau mais alto do pódio na prova de número 200 de sua carreira na F-1. Antes disso, o inglês já havia triunfado no espetacular GP do Canadá.

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Vários fatores ajudaram para que ele conquistasse a vitória. Vettel marcou a pole, mas logo na largada Hamilton, tomou a ponta. O alemão da Red Bull não arriscou uma defesa, pois com sua vantagem, pior que não ganhar é ficar sem marcar pontos.
Outro que tentou fazer uma boa largada, mas não triunfou foi Felipe Massa (Ferrari). O brasileiro pela primeira vez nesta temporada largou na frente de Alonso, mas perdeu duas posições. Para piorar a situação, ainda rodou. Não tem jeito, chuva não é a dele.
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A chuva chegou, mas não torrencial e causou uma baita confusão para os estrategistas das equipes. Assim, nas primeiras voltas, aconteceu um festival de mudanças na primeira colocação. Hamilton, Button, Vettel, Alonso e até Michael Schumacher (Mercedes-GP) lideraram a corrida.
Hamilton esteve na frente durante boa parte do GP. Rodou e cometeu uma manobra considerada imprudente para retornar e ai foi punido com uma passagem pelos boxes.
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Mas antes disso seu companheiro Button ultrapassou-o na pista. Eles duelaram por varais voltas alternando-se na primeira posição.  Button ainda ousou na estratégia, escolheu os pneus certos, e assim venceu a prova.
E Hamilton foi o melhor na corrida. Após a rodada, trocas erradas de pneus, o inglesinho abusado acelerou tudo que podia e ultrapassou Massa, depois Webber no meio dos retardatários num verdadeiro o show de pilotagem. 
Fernando Alonso também pilotou bem. Segurou Vettel enquanto pode, mas na volta 45 não resistiu e foi ultrapassado pelo alemão.
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O outro brasileiro na prova, Rubens Barrichello mostrou porque ainda é um dos melhores pilotos em atividade. Apesar da ruindade de seu Williams, chegou em 13º lugar, enquanto o outro piloto do time, o venezuelano Pastor Maldonado terminou em 16º.
Um momento de tensão aconteceu com o piloto da Renault-Lotus, o alemão Nick Heidfeld, pois seu carro pegou fogo logo após deixar os boxes na volta 25.

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Para quem gosta de uma corrida agitada, o GP da Hungria superou as expectativas. Confira abaixo quem marcou pontos:
1º - Jenson Button (McLaren)
2º - Sebastian Vettel (Red Bull)
3º - Fernando Alonso (Ferrari)
4º - Lewis Hamilton (McLaren)
5º - Mark Webber (Red Bull)
6º - Felipe Massa (Ferrari)
7º - Paul di Resta (Force India)
8º - Sebastien Buemi (Toro Rosso)
9º - Nico Rosberg (Mercedes-GP)
10º - Jaime Alguersuari (Toro Rosso)

No campeonato, Vettel tem 234 pontos, Webber 149, Hamilton 146, Alonso é o quarto com 145 pontos, Button, apesar das duas vitórias, tem 134 na quinta colocação e Massa é o sexto, com 70 pontos. O campeonato continua nas mãos de Vettel.
A F-1 agora dá uma grande parada, são as férias de verão na Europa, mas com certeza as equipes continuam seu trabalho nas fábricas. Na volta dia 28 de agosto, no circuito de Spa-Francorchamps (Bélgica), saberemos se McLaren e Ferrari conseguiram realmente superar a Red Bull.

Rapidinhas
Linha de gelo
A chuva serve para igualar equipamentos, mas também exige muito mais dos pilotos. “Entrei na curva e acabei encostando na linha branca, que parece que é de gelo. Você encosta nela, o carro perde a direção completamente. Foi o que aconteceu comigo. Meu companheiro saiu no mesmo lugar três voltas antes. Foi o que me tirou a chance de lutar pelo pódio”, lamentou Felipe Massa depois de rodar e terminar em sexto no GP da Hungria.

Jogando para a equipe
Jenson Button valorizou sua vitória na corrida húngara, mas não se esqueceu do time que o acompanha. "A razão da nossa vitória é que fomos rápidos. Mesmo se estivesse chovendo, não teria importância", declarou o vencedor que também comemorou 200 GPs disputados.

Decepção
Rubens Barrichello esperava mais de seu Williams. "Estou bastante desapontado com o resultado porque estávamos lutando por alguns pontos hoje. Nós lutamos com os nossos pneus toda a prova, e eu perdi uma parte da minha asa dianteira no início da corrida. Então, quando começou a chover, eu vi uma grande chance para nós. Vi Hamilton rodar e pensei que poderíamos fazer algo para ter uma chance de terminar com bons pontos. Mas a chuva só caiu para uma volta e assim nossa parada para colocar os intermediários não funcionou”, declarou o brasileiro.

Pastilhas para a linha Fiat

Picape Fiat Strada 1.8A Cobreq acaba de lançar pastilhas de freio dianteiras  para 16 modelos da Fiat, fabricante de veículos da qual é fornecedora de produtos originais.
As pastilhas atendem diversos modelos de várias motorizações como: Punto, Idea, Palio, Palio Weekend, Siena, Strada, Doblò, Stilo, Uno Mille Economy, Uno Mille Economy Way, Fiorino, Bravo Essence, Bravo Essence Dualogic e Bravo Absolute.