segunda-feira, 10 de outubro de 2011

SEM DISTINÇÃO DE ORIGEM

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Por Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaAinda não baixou toda a poeira do aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), mas já permite uma análise aprofundada. Claro, trata-se de medida protecionista que todos execram.

Entretanto, isso é o que menos falta no mundo, hoje, por meio de barreiras válidas ou disfarçadas, especialmente após a crise financeira de 2008. Exemplos: no México, só podem importar as marcas que produzam lá ou mediante acordos comerciais (chineses e sul-coreanos ficam de fora); os que não fabricam na Argentina devem compensar a importação comprando produtos locais e exportando.

Há outros casos curiosos. Apesar do alto poder aquisitivo, na Coreia do Sul todos os importados, inclusive marcas premium, ocupam apenas 1% do mercado interno. Será que estrangeiros oferecem menor prazo de garantia?

Na China, o programa subsidiado de veículos elétricos só é válido para os produzidos por chineses. Provavelmente, pela qualidade superior...
Isso posto, vem o IPI majorado em 30 pontos percentuais, na média aumento real da alíquota de 26,5%. Difícil derrubar essa medida na Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo alegaria que a nova alíquota é para todos, sem distinção de origem, seguida por normas de incentivos para fabricação local, como já ocorre com computadores e outros bens. Decisões da OMC são lentas e o IPI maior vale, inicialmente, até o final de 2012. Tempo curto demais para eventual disputa.

Emenda constitucional, de dezembro de 2003, de fato estabelece um mínimo de 90 dias para alterar um tributo. Alguns acham que a regra vale para impostos novos e que IPI existe desde os anos 1960. Juízes terão que decidir. Faz parte do cipoal legislativo típico do famigerado Custo Brasil.

Protecionismo, em princípio, prejudica consumidores. Porém, é bom lembrar que não se exige conteúdo local para produzir veículos no País, salvo os 60% dentro do Mercosul. O novo índice de nacionalização de 65% é mais rigoroso: desconta (agora) a carga fiscal, há processos produtivos regulados e gastos obrigatórios em pesquisas. Deixa alguma flexibilização por dispensar das exigências 20% da produção.

Também não dá para exagerar. Novas marcas que queiram construir fábricas aqui poderiam seguir uma escala crescente de uso de autopeças nacionais ou do Mercosul, iniciando em 30%. Parece óbvio que isso ocorrerá. Afinal, mesmo que a maior intenção de investimento desses entrantes signifique menos de 10% do que apenas um dos fabricantes estabelecidos já iniciou, o Brasil precisa de todos os empregos que possa gerar. Na longa cadeia industrial a geração de renda é superior ao setor comercial, no nosso estágio de desenvolvimento atual.

Ponderando prós e contras, inclusive a situação cambial que favorece importar e não fabricar localmente, toda essa confusão do IPI tende a ser neutra para o consumidor, em médio prazo, e favorável, em longo prazo, por atrair investimentos pesados e maior concorrência. De início, bônus e financiamentos subsidiados podem até diminuir. É ingenuidade, no entanto, achar que importadores repassarão toda essa carga fiscal, desistindo de um dos mercados mais atraentes do mundo, onde todos brigam por décimos de participação nas vendas.

RODA VIVA
DODGE
Journey e Fiat Freemont continuarão a vir do México isentos de imposto de importação e do IPI majorado. Acordo bilateral tem sido muito favorável ao Brasil: exportamos mais de 1,5 milhão de unidades em dez anos e importamos nem um terço desse volume. March e novo Fiesta, hoje mexicanos, serão fabricados aqui, diminuindo importações.

SEDÃ compacto Chevrolet Cobalt não terá arquitetura baseada na do Corsa alemão e muito menos será a versão sedã do Agile. Por ora, a GM esconde essa informação, mas o carro foi desenvolvido em conjunto pelas filiais brasileira e sul-coreana (antes conhecida como GM Daewoo Auto & Technology). Modelo chega ainda esse ano, substituindo Astra e Corsa sedã atuais.

VERSÃO básica do Tiguan 2012 passa a custar R$ 110.000 com repasse parcial do novo IPI. Derivado do Golf, recebeu retoques na frente e traseira e, no interior, rádio com navegador. Assist Park II agora permite entrar e sair das vagas, inclusive as transversais, com mínima intervenção do motorista. Impressiona a nova tração 4x4 permanente, tanto no asfalto como na terra.

VENDER a ideia de um modelo comum voltado para a economia de combustível não é nada fácil. A Fiat faz isso agora com o motor de 1,4 litro do Uno Economy. Antes só aplicava o conceito a motores de 1 litro, como do próprio Uno. Pacote inclui transmissão, pneus, suspensões e gerenciamento do motor modificados para alcançar de 10% a 15% de economia.

BOSCH aumentará oferta de produtos de ponta produzidos no Brasil. Além do ABS de nona geração, ESP também entra no portfólio. São unidades mais compactas e leves, iguais às europeias, para ampliar segurança ativa nos automóveis. A empresa inicia atividades de energia solar, nacionalizando placas fotovoltaicas.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Aceleradas: GP do Japão- Vettel é campeão, mas não ganhou a corrida

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No lendário circuito de Suzuka, o piloto alemão da Red Bull confirmou seu favoritismo, apesar de chegar no terceiro lugar ganhou o título  de 2011
Por: Edison Ragassi
Só um desastre adiaria a conquista do Campeonato 2011 da F-1 por Sebastian Vettel (Red Bull), pois o alemão precisava apenas de um ponto, e o desastre não aconteceu.

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Jenson Button (McLaren) até que tentou, era o único piloto capaz de tirar o segundo titulo de Vettel, só que para isso precisa vencer as últimas corridas e torcer para o alemão não marcar um só pontinho.
Bem, Button venceu, Fernando Alonso (Ferrari) foi segundo, Vettel completou o pódio na terceira colocação e saiu para comemorar o bicampeonato. Muito justo!

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Diferente da temporada passada, Sebastian não cometeu erros, mostrou maturidade, acelerou quando necessário e tirou o pé quando precisou. Não se envolveu em acidentes, polêmicas ou qualquer outra coisa que pudesse atrapalhar seu objetivo.

E os concorrentes não conseguiram construir carros que poderiam oferecer concorrência. A McLaren quase chegou lá, só que quando reagiu já era tarde. A Ferrari não chegou nem perto, só o talento de Alonso, Button e Lewis Hamilton (McLaren) não foram suficientes para enfrentar o alemão que tem o melhor carro da temporada.
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Ainda falta definir o segundo colocado, posição honrosa que dará mais dólares para a equipe que conseguir essa posição.
O importante é que os principais times perceberam que precisam tomar medidas radicais, e a Ferrari já promete um carro ousado em aerodinâmica para a próxima temporada.

A Mercedes está reforçando seu staff técnico, o mesmo ocorre com a McLaren. E eles terão que ralar mesmo, ou se não, Vettel vai passear novamente rumo ao terceiro título mundial.
Ainda marcaram pontos em Suzuka:
4º - Mark Webber
5º - Lewis Hamilton
6º - Michael Schumacher
7º - Felipe Massa
8º - Sergio Pérez
9º - Vitaly Petrov
10º - Nico Rosberg

Felipe Massa (Ferrari) fez uma corrida apagada, mais uma vez bateu rodas com Hamilton, Bruno Senna (Renault) terminou na 16ª posição e Rubens Barrichello (Williams) foi o 17º.
A disputa pelo segundo lugar continua semana que vem, dia 16 tem o GP da Coréia do Sul.

Rapidinhas
Final equilibrada

Depois de vencer no Japão e se consolidar  na vice-liderança do campeonato, Jenson Button espera dificuldades nas últimas provas do ano, por conta do equilíbrio entre as equipes. "Esta corrida nos deu maior motivação como equipe. É bom ver três carros diferentes correndo com uma distância de apenas três segundos. Mostra como a Fórmula 1 está mais competitiva neste momento", falou o piloto inglês.

E Massa reclama
De novo,  Felipe e Lewis se enroscaram, o brasileiro pede punição. "Meu carro foi definitivamente danificado pelo toque. Ele estava mais lento por causa do desgaste dos pneus e eu já estava do seu lado. Mas, sem razão alguma, ele jogou o carro para cima de mim e me acertou. É inútil eu falar mais alguma coisa. As imagens falam por si mesmas", declarou o brasileiro após a prova.

Acidente de corrida
Bruno Senna tocou no companheiro de equipe Renault Vitaly Petrov, logo após a largada, o que prejudicou a estratégia de fazer apenas duas paradas, mas Senna aceitou o acidente. "Foi uma coisa normal de corrida, naquela confusão que sempre se forma no início da corrida. Ele ficou sem espaço, foi me espremendo e nem me viu. Aliás, conversamos nos boxes e ele nem sabia que havia batido no meu carro. Mas foi sem intenção, está tudo bem", falou o brasileiro.

domingo, 9 de outubro de 2011

Lançamentos: Renault Duster

04_Renault_Duster_Dynamique_4X4___Imagem_04Produzido em São José dos Pinhais, modelo mundial da fabricante francesa chega com duas opções de motores, câmbio e tração e promete revolucionar o segmento de SUV’s
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Dia 04 de outubro, em Foz do Iguaçu, a Renault mostrou para a imprensa especializada o Duster. O utilitário esportivo é um veículo mundial da marca o qual passa a ser produzido no Brasil. A carroceria segue o padrão de design adotado nos outros países que ele é comercializado.

04_Renault_Duster_Dynamique_4X4___Imagem_06Na dianteira a grade usa três filetes largos cromados. O conjunto ótico é grande, na mesma peça estão os faróis e as luzes repetidoras. O visual esportivo é reforçado pela grande tomada de ar, que aparece abaixo. 

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Nas laterais, os para-lamas dianteiros e traseiros têm contornos sobressaltados, os vincos em forma de arco percorrem as duas portas. 
A traseira usa vidro amplo, sobre a placa, um largo friso cromado, com o nome Duster acima. Lanternas, setas e luzes de ré estão em peça única de forma
to vertical.
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As formas do SUV foram trabalhadas pela equipe Renault Design América Latina (RDAL), no centro de estilo instalado aqui no Brasil. Eles desenvolveram um novo para-choque traseiro com desenho mais adequado ao gosto dos consumidores brasileiros.

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Ao comparar ao europeu, o habitáculo é totalmente novo. O quadro de instrumentos e o painel central receberam um novo desenho. A versão brasileira, além de novos tecidos, também conta com novas espumas dos bancos, com as partes laterais mais realçadas. Nas versões mais completas, o interior tem duas tonalidades de cor.

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A participação da engenharia local foi fundamental para deixar o carro em condições de competir no mercado brasileiro. No total foram 774 novas peças em relação ao SUV vendido na Europa.

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As principais mudanças ocorreram nos sistema de suspensões, motores, câmbios e conforto acústico. Assim o Duster têm 67% de itens produzidos no mercado local, mas a fabricante trabalha para atingir índice de 75%.
O comprimento do Duster é de 4.315 mm, com largura de 1.822 mm, uma distancia entre- eixos de 2.673 mm e altura de 1.690 mm. O porta-malas tem capacidade volumétrica de 475 litros, com os encostos na posição normal. 

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A característica de SUV é marcada pela altura em relação ao solo 210 mm, seu ângulo de entrada é de 30°, o de saída 35º e o ângulo central de 22°.
São dois os tipos de motores e transmissões.

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A versão de entrada é equipada com câmbio manual e propulsor 1.6 16V Hi-Flex. Ao usar gasolina, ele desenvolve 110 cv de potência e 15,1 kgfm de torque máximo. Com etanol entrega 115 cv e 15,5 kgfm. A potência esta disponível a 5.750 rpm e o torque a 3.750 rpm, isso com qualquer um dos combustíveis.

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O mais forte é um 2.0 16V Hi-Flex, o qual desenvolve potência de 142 cv (etanol) / 138 cv (gasolina) a 5.500 rpm e torque máximo de 19,7 kgfm (gasolina) / 20,9 kgfm (etanol) a 3.750 rpm. Neste caso são duas as opções de câmbio, manual de seis velocidades ou automático, que também possibilita a troca manual de marchas.

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A suspensão dianteira é do tipo McPherson, com triângulos inferiores, amortecedores hidráulicos telescópicos com molas helicoidais, montada em um sub-chassi. A traseira é semi-independente com barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais. E o carro com tração 4X4 usa na traseira suspensão do tipo multilink. Os freios dianteiros têm discos ventilados de 269 mm de diâmetro e tambores na traseira.

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Direção hidráulica, ar- condicionado e vidros elétricos dianteiros são de série no modelo com motor 1.6L. Assim como, travas elétricas nas portas e no porta-malas com comando a distância por radiofreqüência, volante com regulagem em altura, Sistema CAR (travamento automático à 6 km/h), trava para crianças nas portas traseiras, pré-disposição para som, as rodas são de ferro 16” e oa pneus 215/65R16. Seu preço sugerido para venda é de R$ 50.900.

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Com o mesmo propulsor é comercializado na opção Expression, ela traz além dos itens da versão de entrada, vidros elétricos traseiros, banco do motorista com regulagem em altura, air bag duplo (motorista e passageiro) e alarme perimétrico, neste caso o preço é de R$ 53.200.

E o Dynamique custa R$ 56.900, vem com: Para-choque traseiro na cor da carroceria, painéis das portas com inserto em tecido, maçanetas externas na cor da carroceria e internas na cor black piano, barras de teto longitudinais cromadas, computador de bordo, retrovisores externos com regulagem elétrica, freios ABS, faróis de neblina, rádio CD MP3, 4 alto falantes (“3D Sound by ARKAMYS”) com conexão USB/iPod e entrada auxiliar, bluetooth e comando satélite na coluna de direção e rodas de alumínio aro 16” com pneus 215/65R16.

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O Dynamique 2.0 16V 4X2 com câmbio manual de seis marchas custa R$ 60.600,  já no automático a transmissão é de quatro velocidades e sai por R$ 64.600, mesmo preço do modelo que usa tração 4X4 e câmbio manual.
A expectativa da Renault é de comercializar em média 2.500 unidades de seu SUV que já está nas concessionárias da marca espalhadas pelo Brasil.  

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domingo, 2 de outubro de 2011

Lançamentos: Novo Tiguan

DB2011AU00190VW traz da Alemanha a nova geração do SUV bem mais equipado e com novo visual, apesar do aumento do IPI para veículos importados, manteve seu preço competitivo
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Em Belo Horizonte (MG), a VW reuniu a imprensa especializada brasileira, dia 30 de setembro, para mostrar o Novo Tiguan.
O carro agora ostenta a nova identidade global da marca, além da nova aparência, foram incorporadas soluções de segurança e conforto para os ocupantes.
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O conjunto ótico ganhou LEDS para iluminação diurna, os faróis auxiliares também atuam como luzes direcionais, acionadas em curvas fechadas, em baixa velocidade. O computador de bordo recebeu nova grafia também foi incorporado o detector de fadiga.

Ele analisa a forma como o motorista dirige e compara com os 15 primeiros minutos de direção. Caso detecte um desvio no comportamento ao volante, o equipamento emite um alerta, sugerindo ao condutor uma parada para descansar e tomar um café. A VW oferece para seu SUV o sistema Park Assist II, que faz o carro estacionar sozinho em vagas paralelas e diagonais.
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O carro traz seis air bags (dois dianteiros, dois laterais e dois de cortina). O air bag do passageiro da frente pode ser desativado. Sistema de freios ABS e controles eletrônicos de estabilidade e de tração contribuem para reduzir a possibilidade de acidentes. Para aumentar a segurança no transporte de crianças, o Novo Tiguan tem sistema ISOFIX para acomodação de cadeirinhas no banco traseiro.
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Os bancos usam revestimento especial em tecido, com uma faixa central de couro Alcantara, estilo Milan, em preto, cinza ou bege.
O utilitário esportivo importado da Alemanha é equipado com um propulsor 2.0 TSI, turbo alimentado e com injeção direta de gasolina na câmara de combustão. Sua potência é de 200 cv a 5.100 rpm e 28,5 kgfm de torque a 1.800 rpm. Usa câmbio automático de seis marchas e comando Tiptronic, segundo divulgado pela VW, este conjunto faz o SUV acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e permite uma velocidade máxima de 207 km/h.
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O câmbio oferece trocas manuais sequencias na alavanca, ou por meio de shift paddles junto ao volante. Também tem acionamento eletrônico do freio de estacionamento e sistema auto-hold, que mantém o veículo parado em aclives durante alguns segundos, após o motorista ter tirado o pé do pedal do freio, o que evita recuo nas arrancadas.
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A tração é do tipo 4MOTION, o qual se adapta às condições de uso, pois distribui a força do motor para as quatro rodas do carro de acordo com a situação momentânea. No uso normal, 90% do torque é dirigido para o eixo dianteiro, o que ajuda a economizar combustível, quando necessário, o eixo traseiro é mais beneficiado.
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A distribuição de torque é feita por uma embreagem eletrohidráulica multidiscos, integrada ao diferencial traseiro, e pode variar de forma constante, controlada eletronicamente. O sistema também evita que as rodas dianteiras girem em falso nas arrancadas e nas acelerações, ele pode transferir até 100% da força do motor para as rodas traseiras nessas circunstâncias, ele garante maior tração em pisos molhados, com lama ou areia.
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O preço sugerido para venda do Novo Tiguan é de R$110.000, o modelo anterior custava R$101.000. A Volkswagen considera que, apesar do aumento do IPI para veículos importados ela conseguiu manter o modelo em um valor competitivo.

NÃO É POUCA COISA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaOs lançamentos não param esse ano em todos os segmentos. E haja fôlego para os jornalistas correrem atrás. Quem enfrentou o tranco, teve que viajar de Düsseldorf, Alemanha (Chevrolet Cruze) até San Diego, EUA (Nissan March) com apenas 10 dias de intervalo. Ou se contentar em avaliar os dois modelos por aqui mesmo.

Substituindo o Vectra, o produto da GM entrou na briga de uma renovação completa no subsegmento de sedãs médios-compactos, como nunca se viu. Dos franceses Renault Fluence e Peugeot 408, ao alemão VW Jetta e ao sul-coreano Kia Cerato. E há mais: Hyundai Elantra, em outubro, e Honda Civic, até dezembro.

Partindo de R$ 67.900 (LT) o Cruze está bem inserido entre os concorrentes quanto a itens de série: controle eletrônico de tração (TC) e de trajetória (ESC), rodas de alumínio de 17 pol e ar-condicionado digital que detecta poluição. Versão de topo LTZ (R$ 78.900,00) oferece seis airbags, central de mídia de 7 pol com navegador, câmbio automático de seis marchas com seleção manual, entre outros. O fabricante subsidiou esse câmbio na versão de entrada, pois oferece a opção por apenas R$ 2.000,00.

Oferece um interior aconchegante e moderno, ajudado pelo acabamento em dois tons. Infelizmente perdeu o plástico de toque macio do painel do Vectra. Banco do motorista firma bem o corpo, mas o encosto se regula por alavanca. São bons o espaço atrás (2,685 m de entre-eixos) e porta-malas de 450 litros. O motor de 1.8 L, moderno e elástico, tem dois comandos variáveis, 16 válvulas, 144 cv e quase 19 kgf•m (etanol). Bem acertado de suspensões (convencionais), agrada ao dirigir. Alguns ruídos surgem na parte traseira em piso irregular e a costura do couro dos bancos deveria ser no capricho.

A Nissan desbravou, para as marcas japonesas, o segmento mais difícil e concorrido: compactos de motor de 1 litro. Até agora os nipônicos se encastelavam nos modelos de maior rentabilidade, arriscando pouco. O March apresenta estilo palatável (dentro de sua gama atual), bom espaço interno em especial para cabeças no banco traseiro, bom coeficiente aerodinâmico (Cx 0,33), câmbio de engates precisos e robusto motor Renault, 16v, de 74 cv. Consumo declarado com etanol (norma NBR 7024) é de 9,5 km/l (urbano) e 13,7 km/l (estrada), otimista demais, considerando que as duas primeiras marchas são bem curtas. Em estrada deve ir melhor, em consumo.

Porta-malas está na média dos concorrentes (265 litros). Pontos altos são visibilidade, direção assistida eletricamente e diâmetro de giro de apenas 9 m o que melhora a manobrabilidade. Preço de partida – R$ 27.790,00 – surpreende por entregar airbag duplo de série, mas sem direção assistida e calotas sujeitas a buracos pelo seu diâmetro. Sem opção de ABS, neste primeiro catálogo, a decisão pelo airbag parece puro marketing. Versão completa, R$ 33.390.  Com motor 1,6 L/111 cv, de origem Nissan, os preços vão de R$ 35.890 a R$ 39.990.

Sem dúvida, a Nissan tem um produto para incomodar quem já se estabeleceu no ramo há décadas. E sobre a mesma arquitetura do March lançará, já em novembro, o sedã Versa com entre-eixos maior e preço também competitivo. Não é pouca coisa.

RODA VIVA
DEMOROU a cair a ficha, mas fabricantes se convenceram de que preço fechado das revisões é ponto fundamental para competitividade. Daí o esforço da Nissan em oferecer preços razoáveis, no novo March. Nada de visita semestral à concessionária. Trocas de óleo, por exemplo, só a cada 12 meses ou 10.000 km. Até 60.000 km, gasto previsto total é de R$ 1.774,00.

CRUZE está indo muito bem no mercado americano, onde há inclusive versão Eco. Nesta, mudanças são as de praxe: diminuição de peso e altura, pneus de baixo atrito de rolagem e retoques aerodinâmicos. Surpreendentemente, 55% dos compradores pedem, na Eco, caixas de câmbio manuais para maior economia de combustível. Nos EUA, 90% usam câmbio automático.

MOTORES V6 flex das picapes e SUVs da Mitsubishi, produzidas em Catalão (GO), deverão ser os primeiros modelos a oferecer de série partida a frio elétrica, aposentando de vez o reservatório auxiliar de gasolina. Até agora apenas uma versão do Polo, a Bluemotion, com pacote de economia de combustível, mas de vendas simbólicas, utiliza esse sistema de partida.

ARTISTA plástico Adelson Carneiro quer colocar o Brasil no livro de recordes do Guinness, construindo a maior maquete de tema automobilístico com veículos (escala 1/32) em movimento. Interativa, ela terá sinais de trânsito, ambientes diurno e noturno, vento, trovoada, neblina e até chuva fina. Área será de 1.000 m², possivelmente montada na capital paulista.

PNEUS aquém da pressão recomendada, que aumentam o consumo de combustível, são um problema mundial. Bridgestone checou, em 38.000 automóveis de nove países europeus, e conclui que nada menos de 71% dos motoristas dirigiam com pressão baixa nos pneus. E mais: 12% dos inspecionados mostravam espessura de banda abaixo do limite legal de 1,6 mm.
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Mochila no formato do Novo Uno

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O  Novo Uno  foi transformado em uma mochila escolar em formato 3D. A novidade foi lançada na ultima edição da Officer PaperBrasil Escola 2011, uma feira internacional de produtos, suprimentos e acessórios para escritório, papelarias e escolas realizada em agosto, em São Paulo. O lançamento tem parceira da Diplomata, renomada marca especializada em linhas escolares de malas e mochilas.

A mochila é a única no mercado com relevo 3D e sistema exclusivo de três rodinhas especiais que facilitam a subida em escadas, moldadas em EVA. Além disso, possui dois compartimentos internos e vem acompanhada de três miniaturas do Novo Uno para as crianças brincarem.

A produção é 100% nacional. As mochilas estão disponíveis nas cores amarelo, vermelho e rosa.  As amarelas e vermelhas vêm personalizadas com o adesivo “Podium”; já as rosas têm o adesivo “Arabesco”.

A mochila Escolar 3D do Novo Uno pode ser adquirida em toda a rede varejista especializada. O preço sugerido é de R$ 200,00;

GM amplia centro de distribuição de peças

Foto05_DSC_4451_29-09-11A General Motors do Brasil inaugurou na quinta-feira (29/09/), uma nova área do Centro Logístico Chevrolet – novo nome do então Centro Distribuidor de Peças, localizado em Sorocaba (SP), que completou 15 anos de existência no último dia cinco de março.

Os investimentos na expansão chegam a R$ 15 milhões e as obras foram iniciadas em janeiro de 2011, tendo durado oito meses. Com o novo aporte de recursos, o ciclo total de investimentos desde a implantação da unidade, chega a R$ 150 milhões.

A ampliação incluiu a construção de um novo prédio com 9,3 mil m² de área coberta, totalizando 88 mil m². Já a área descoberta contou com um aumento de 19,3 mil m². Considerando as áreas coberta e descoberta juntas, estas atingem 146 mil m².