domingo, 18 de dezembro de 2011

Comparativo: Ford Focus X Fiat Bravo

IMG_4369O Fiat Bravo enfrenta um de seus principais concorrentes o Ford Focus. Conheça as diferenças e semelhanças entre estes dois hatchs médios e a opinião dos reparadores sobre as condições de reparabilidade
Texto: Edison Ragassi
Fotos: José Nascimento
Produzido na Argentina o Ford Focus hatch ganhou o Fiat Bravo como concorrente na disputa do chamado segmento C. O carro da Ford é comercializado com motor 2.0L 16V Duratec Flex. Sua potência a 6.250 rpm é de 148 cv com etanol e 143 cv ao usar gasolina. O torque máximo é de 19,47 kgfm a 5.250 rpm com o derivado da cana-de-açúcar e 18,76 kgfm a 4.250 rpm usando combustível fóssil. Este propulsor é fabricado no México, mas segundo a equipe do Centro Automotivo Hashima Auto Técnico, formada por Rodrigo Mayaresse, Niltinho e Germano Pereira, é simples para realizar manutenção e reparos.

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As velas possuem bobinas, a correia PolyV é de fácil acesso, assim como os filtros do ar, óleo, combustível e os bicos injetores. O mais trabalhoso é para trocar o óleo de freio, pois é necessário retirar a grade para acessar o reservatório. O Focus é comercializado com opção de transmissão manual de cinco velocidades, ou automático de quatro marchas.

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Já o modelo da Fiat é equipado com propulsor 1.8 16V E.torQ. Sua potência máxima é de 130 cavalos (G)/ 132 cavalos (E), disponíveis a 5.250 rpm, o torque máximo é de 18,4 kgfm (G) e 18,9 kgfm (E), a força total aparece a 4.500 rpm. Também tem duas opções de transmissão, a manual ou automatizada Dualogic, ambas de 5 velocidades.

Para trocar o filtro do ar é necessário retirar a capa protetora do motor. E para acessar as velas é preciso retirar este suporte que abriga o elemento filtrante, porém, é necessário cuidado para não comprometer os encaixes.
O filtro do óleo é do tipo ecológico, para retirá-lo é necessário levantar o carro, e os filtros de ar e combustível são fáceis de substituir.
 

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O Focus usa na dianteira suspensão independente do tipo McPherson, com braços inferiores, bucha hidráulica e barra estabilizadora. A traseira é independente tipo Multilink, com braço de controle e barra estabilizadora.
Para os profissionais da oficina de Interlagos a Hashima Auto Técnico, para trocar as molas é preciso soltar o quadro, mas a operação é fácil, ele abaixa ao soltar um parafuso. E a suspensão dianteira é simples para reparar.

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No médio da Fiat o sistema de suspensão dianteira é do tipo MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao sub-chassi, com barra estabilizadora, amortecedores hidráulicos, telescópicos de duplo efeito e molas helicoidais. A traseira usa suspensão com rodas semi-independentes, travessa de torção de seção aberta e barra estabilizadora. Estes sistemas não precisam de ferramentas especiais para reparos ou manutenção.

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Os dois carros usam freios a disco nas quatro rodas, os reparadores da Hashima não encontraram dificuldades para trocar as peças, mas é preciso usar uma ferramenta para recolher as pinças. Como os dois hatchs são equipados com sistema ABS a dica é para tomar cuidado ao abrir o sangrador, para quando encolher não vazar óleo.

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O modelo de entrada do Ford Focus é o GL 1.6L Flex, ele tem preço sugerido par venda de R$ 54.250. Com a mesma motorização e acabamento GLX o custo é de R$ 56.140. Ao optar pelo motor 2.0L a opção GLX sai por R$ 62.440 e a Titanium 2.0L Flex tem preço de R$ 71.660.
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A versão de entrada do Bravo, Essence com propulsor 1.8 16V e câmbio manual tem preço sugerido de R$ 55.200 e com transmissão Dualogic custa R$ 57.800. A opção Absolute sai por R$ 62.250 e R$ 65.200 Dualogic. O modelo T-Jet com motor 1.4L Turbo tem preço sugerido de R$ 67.700.

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Ficha técnica
Focus 2.0 Duratec Flex
Motor: 2.0 Duratec 16V Flex (gasolina e etanol)
Número de Cilindros: 4 em linha
Número de Válvulas: 16
Cilindrada: 1.999 cm3
Potência Máxima: 142,9 cv (G)/ 148,3 cv (E), ambos a 6.250 rpm
Torque Máximo: 18,79 kgfm (G )a 4250 rpm/ 19,51 kgfm (E) a 5250 rpm
Injeção: eletrônica digital multiponto sequencial
Taxa de Compressão: 10,8:1 
Transmissão: manual
Tração: dianteira 
Direção: hidráulica, tipo pinhão e cremalheira 
Suspensões:
Dianteira: independente tipo McPherson, braços inferiores com bucha hidráulica e barra estabilizadora 
Traseira: independente tipo multi link, com braço de controle e barra estabilizadora 
Freios: hidráulico com ABS nas quatro rodas 
Dianteiro: disco com 278 mm 
Traseiro: disco com 265 mm 
Pneus radial 205/55 R16 
Rodas liga de alumínio 7" x 16" 
Dimensões
Comprimento: 4.351 mm
Largura: 1.840 mm
Altura: 1.497 mm
Entre-Eixos: 2.640
Tanque de Combustível: 55 litros 
Porta-Malas: 526 litros
Ficha Técnica
Fiat Bravo ABSOLUTE 1.8 16V E.torQ
Motor

Posição    Transversal, dianteiro
Número de cilindros    4 em linha
Cilindrada total    1.747,0 cm³
Taxa de compressão    11,2:1
Potência máxima    130 cv / 5.250 rpm (gasolina)
132 cv / 5.250 rpm (etanol)
Torque máximo     18,4 Kgfm / 4.500 rpm (gasolina)
18,9 Kgfm / 4.500 rpm (etanol)
Nº de válvulas por cilindro    4
Eixo de comando de válvulas    Um no cabeçote
Injeção Eletrônica    Magneti Marelli, multiponto, sequencial
Câmbio
Número de marchas    5 à frente e uma à ré
Tração    Dianteira com juntas homocinéticas
Sistema de freios
De serviço     Hidráulico com comando a pedal, com ABS
Dianteiro    A disco ventilado (Ø de 284 mm) com pinça flutuante
Traseiro    A disco sólido (Ø de 251 mm) com pinça flutuante
Suspensão dianteira
Tipo    MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao subchassi, com barra estabilizadora
Amortecedores    Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elástico    Mola Helicoidal
Suspensão traseira
Tipo    Com rodas semi-independentes, travessa de torção de seção aberta e barra estabilizadora
Amortecedores    Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elástico    Mola Helicoidal
Direção
Tipo    Elétrica com pinhão e cremalheira
Rodas
Aro    7,0JX17”
Pneus    215/45 R17
Dimensões externas      
Comprimento do veículo    4.336 mm
Largura do veículo    1.792 mm
Altura do veículo (vazio)    1.508 mm
Distância entre-eixos    2.602 mm
Volume do porta-malas    400 litros
Tanque de combustível    58 litros

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sábado, 17 de dezembro de 2011

EVOLUIR SEMPRE

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Por: Fernando Calomon

Foto F. Calmon 19 - médiaFenômeno interessante acontece esse ano. Os principais mercados do mundo foram relativamente pouco afetados para as marcas premium, ou seja, primam pela qualidade, desempenho, equipamentos de conforto e segurança, emblema de grife à frente e, claro, preço bem mais elevado. A razão primária é o poder aquisitivo inabalado de seus clientes, mas não explica tudo. É provável que pessoas troquem dois carros de menor valor por outro mais caro, a fim de evoluir sua experiência ao volante ou concretizar persistentes sonhos de consumo.

A briga entre três das principais referências – Audi, BMW e Mercedes-Benz – nunca esteve tão acirrada. Daí, a importância do novo BMW Série 3, modelo de maior sucesso do fabricante premium líder em nível mundial. Desde 1975 venderam-se 12,5 milhões de unidades. Sexta geração chega ao Brasil em maio próximo.

Sem rompantes de estilo, esse médio-grande mudou bastante. Grupo ótico dianteiro e lanternas traseiras evoluíram. As dimensões aumentaram: 5 cm no entre-eixos, 9,3 cm no comprimento, 3,7/4,7 cm nas bitolas dianteira/traseira, 1 cm na altura e mais 20 litros no porta-malas (480 litros, agora). Como todo carro de tração traseira não é fácil administrar a configuração interna, tanto que o espaço para joelhos no banco traseiro aumentou só 1,5 cm. Para a cabeça, mais 0,8 cm atrás, porém o acesso melhorou. O passageiro ao lado do motorista (rei em qualquer BMW) não foi esquecido: alça no console central também serve de apoio ao joelho esquerdo.

Painel, quadro de instrumentos e console são totalmente novos. A central multimídia inclui tudo, de tela para navegador de última geração ao conjunto de três câmeras externas e acesso à internet. Além dos vários controles ativos de segurança de praxe, projeção de informações no para-brisa é colorida, a exemplo dos Séries 5 e 7. Resolvida uma falha da versão anterior: fixação dos quebra-sóis não tem mais parafusos aparentes. Novidade são as três opções de acabamento bem definidas e até chaves de cores diferentes: Modern, Luxury e Sport.

Direção, agora, eletromecânica tem controle eletrônico para ajudar a estacionar em vagas paralelas ao carro. Mas, um tanto estranho, o sistema de assistência proporcional à velocidade e o de redução variável da caixa de direção são opcionais. Os novos motores de quatro cilindros do 320i (184 cv) e do 328i (245 cv), ambos de 2 litros, dispõem de turbocompressor de dupla voluta (não se trata de biturbo). Conseguem a proeza de obter torque máximo de até (entusiasmantes) 35,7 kgf•m a apenas 1.250 rpm mantidos até 4.800 rpm. O de 6-cilindros de turbo duplo continua no 335i.

Avaliado na Catalunha (Espanha), o 328i demonstrou como obter prazer ao volante, mais torque e potência sob o pé direito, sem aumento de consumo, e quase transformar curvas em retas. Sistema desliga-liga o motor e câmbio automático de oito marchas são de série nos modelos para o Brasil. Há quatro modos de condução: Comfort, Sport, Sport plus (de fato para grandes emoções) e Eco Pro, que traz o consumo de gasolina para bem abaixo da versão anterior 325i.
Preços mantiveram-se entre R$ 198.000 e R$ 341.000. No 320i (segundo semestre de 2012) também devem ficar iguais.

RODA VIVA
ANFAVEA revisou para baixo, avaliados os números até novembro, o total de vendas em 2011, ainda novo recorde: 3,63 milhões de unidades (com caminhões e ônibus). Desaceleração da economia, maior que o previsto, fará com que o crescimento do mercado supere marginalmente o da economia, medido pelo PIB. Para 2012, espera vendas de 4 a 5% superiores a 2011.

FORD terá três grandes lançamentos em 2012: Ranger, no primeiro trimestre; EcoSport (prévia em janeiro, vendas no segundo trimestre) e o Fusion mexicano, segundo semestre. Informou investimento de R$ 800 milhões na fábrica de São Bernardo (SP). Ela não confirma, mas de lá sairá em 2013 o novo Ka, diferente do vendido aqui e na Europa (baseado no Fiat 500).

NOVAS informações da Europa: Renault trabalha em dois modelos bem diferentes. Um de custo baixo, inferior ao atual Twingo, na faixa de R$ 18.000/R$ 20.000, previsto para o Brasil. Outro, de custo ultrabaixo, em colaboração com a indiana Bajaj. Este, se produzido aqui (não seria, em princípio), poderia se situar, hipoteticamente, abaixo de R$ 10.000.

HONDA se atrapalhou ao divulgar a tabela de preços do Civic 2012. Como algumas versões anteriores de acabamento não são comparáveis de forma direta com as atuais, surgiram dúvidas sobre se as variações de preço se mantiveram dentro da faixa de 1% de aumento. Empresa diz que sim, mas na prática a média passou bem desse patamar.

ATO falho de digitação: utilitário médio-compacto da Mazda é o CX-5 e não MX-5 (também conhecido como Miata, conversível mais vendido da história). Aliás, CX-5 foi desenvolvido a partir do zero para substituir o Tribute, carro quase gêmeo do Ford Escape, depois que a marca americana vendeu toda sua participação na japonesa.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Prêmio Ford de conservação ambiental

LogoPrêmioFordConservaçãoOs principais projetos da área ambiental desenvolvidos no Brasil em 2011 foram reconhecidos com a entrega do 16º Prêmio Ford de Conservação Ambiental.

Promovido no Brasil desde 1996, o prêmio tem como objetivo incentivar o trabalho de ecologistas e entidades que desenvolvem iniciativas inovadoras para promover a consciência ambiental e o uso sustentado dos recursos naturais do país.

Os vencedores de 2011 foram: Aldeci Cerqueira Maia, pelo trabalho em defesa dos seringueiros no Acre (categoria Conquista Individual), o Centro de Educação Popular e Formação Social, pelo desenvolvimento da agricultura familiar no semiárido (Negócios em Conservação), o Colégio Santa Catarina, pelas ações de preservação do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul (Meio Ambiente nas Escolas) e Desiree Cristine Ramos, pelo sistema inovador de tratamento e reuso de efluentes da lavagem de automóveis (Ciência e Formação de Recursos Humanos).

Na categoria Fornecedor, a vencedora foi a empresa Elring Klinger do Brasil e na categoria Distribuidor os contemplados foram a Universal (Caminhões) e Avante Veículos (Automóveis).

Seringueiros no Acre
Aldeci Cerqueira Maia foi o vencedor na categoria Conquista Individual pelo trabalho de mobilização comunitária para a criação da Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema, no Acre. Mais conhecido como Nenzinho, ele participou ativamente do movimento seringueiro do Acre, ao lado de Chico Mendes, Marina Silva e outros. Foi responsável pela organização das comunidades de seringueiros na região de Sena Madureira, no início dos anos 90, para a criação da que hoje é a quinta maior reserva extrativista do Brasil, preservando mais de 750 mil hectares de Floresta Amazônica.

Nenzinho foi ganhador dos prêmios Chico Mendes (Ministério do Meio Ambiente), Rodrigo Melo Franco de Andrade (Ministério da Cultura) e Histórias de Sucesso (Sebrae). Todo o valor recebido nessas premiações foi investido na Reserva, que em 2012 completa dez anos e melhorou a vida das 330 famílias que vivem no local.

Agricultura no semiárido
O Centro de Educação Popular e Formação Social (CEPFS) venceu na categoria Negócios em Conservação com o projeto "Adaptação às Mudanças Climáticas para Convivência com o Semiárido" de desenvolvimento da agricultura familiar.

O projeto produz e difunde tecnologias e estratégias viáveis para a convivência dos agricultores com a realidade ambiental do semiárido, criando oportunidades e soluções para os desafios comuns da região. Dessa forma, as populações locais são motivadas a se desenvolver sem migrar.

Entre seus principais resultados incluem-se a capacitação de 5.790 pessoas para o armazenamento de mais de 15 milhões de litros de água potável, com a construção de 965 cisternas, a criação de 30 bancos comunitários de sementes com capacidade para armazenar cerca de 42 toneladas e o incentivo ao reflorestamento e recuperação de áreas ambientalmente degradadas por meio do cultivo e distribuição de mais de 7 mil mudas frutíferas e florestais.

Preservação do rio
O Colégio Santa Catarina, de Novo Hamburgo, venceu na categoria Meio Ambiente nas Escolas com o Grupo de Intervenção Socioambiental (Gisa), que desenvolve planos de ação em benefício da qualidade das águas do Rio dos Sinos e seus afluentes, que abastecem a área metropolitana do Rio Grande do Sul.

Seus objetivos são desenvolver a observação e a pesquisa de alunos, estimular o senso crítico em relação às questões ambientais e incentivar a participação e o trabalho na busca de soluções para a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Suas ações incluíram o engajamento de mais de 13 mil pessoas em atividades como plantio de árvores, exposição artística, distribuição de panfletos e concurso fotográfico, diagnóstico da população ribeirinha e criação de comunicação alternativa com mensagens de SMS.

Reuso de água da lavagem de automóveis
Desiree Cristine Ramos venceu na categoria Ciência e Formação de Recursos Humanos com o projeto de tratamento e reuso de efluentes da lavagem de automóveis, usando a tecnologia de eletrocoagulação, pioneira nesse tipo de aplicação, a fim de minimizar o impacto ambiental da atividade.

O processo eletroquímico compacto trata o efluente proveniente da lavagem de automóveis para reuso da água nas próximas lavagens, sem a adição de produtos quimicos. A redução no consumo de água chega a 70%. Os resultados do tratamento foram verificados e aprovados em testes de laboratórios parceiros do Inmetro.

O grande diferencial do produto é o tamanho reduzido em relação aos sistemas de tratamento convencionais. O proprietário do empreendimento pode adquirir a máquina ou apenas contratar o serviço de tratamento do efluente. Dessa forma, as máquinas podem ser itinerantes ou fixas, dependendo da demanda e necessidade de uso.

Dicas da Volkswagen para fazer uma boa viagem

a-rodovia-dos-imigrantes-na-altura-do-km-27-sentido-baixada-santista-na-manha-desta-sexta-feira-segundo-a-ecovias-nao-ha-pontos-de-parada-1303488630199_615x300Planejamento e manutenção preventiva: fáceis e fundamentais
Excesso de carga envolve alto risco para segurança
Sugestões para uma viagem de férias sem sobressaltos

A Volkswagen preparou sugestões importantes para garantir a tranquilidade dos motoristas em relação à manutenção de seus veículos no período de férias escolares.

A proximidade das festas de fim de ano, para muita gente, significa carro na rodovia. Preparar-se para que as viagens de final de ano, sejam elas longas ou curtas, não exige muito.

Cuidados básicos
Mesmo que o veículo esteja em boas condições, é prudente fazer uma revisão rápida de alguns itens importantes. Para começar, aqueles que garantem a segurança, como pneus, luzes e limpadores de para-brisas.

Não se esqueça de calibrar os pneus antes de ir para a rodovia. Lembre-se de que, com o carro mais carregado, é preciso usar pressão maior – confira os números corretos no manual do veículo. E não esqueça nunca de verificar se o estepe está cheio e onde estão o macaco, a chave de roda e as ferramentas para remover as calotas ou rodas.

Verifique o desgaste dos pneus: se as ranhuras estiverem com menos de 1,6 mm de profundidade, troque-os. Para facilitar este exame, os pneus têm alguns pontos salientes dentro das ranhuras, ao longo da banda de rodagem, chamadas de TWI. Se eles estiverem muito próximos da superfície externa, é um sinal de alerta.

Mesmo que o planejado não seja viajar à noite, é bom verificar faróis, lanternas traseiras e piscas. Cheque também a luz da placa traseira. Uma medida que contribui para a segurança é andar  sempre com faróis baixos acesos. Isso torna seu carro mais visível para os outros motoristas.

Em grande parte do Brasil, o verão é uma estação de chuvas e temporais. Por isso, verifique o funcionamento do limpador de para-brisa e, se for o caso, troque as palhetas. Verifique a água e o funcionamento do lavador de para-brisa. Se pegar chuva, mantenha sempre os faróis acesos e aumente a distância para o veículo à sua frente.

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E quando o assunto é manter uma distância segura, a Volkswagen já oferece em alguns de seus veículos a tecnologia do ACC (controle eletrônico de velocidade e distância), que acelera e freia o carro automaticamente de acordo com a distância e a velocidade previamente estabelecidas pelo motorista.

Na oficina
Uma visita rápida à oficina também é aconselhável. É fundamental verificar o desgaste das pastilhas e discos de freios. E é bom examinar o alinhamento e balanceamento das rodas – rodas desalinhadas podem provocar desgaste irregular e prematuro dos pneus, exigindo que sejam trocados muito antes do tempo, além de comprometer o comportamento dinâmico do veículo.

Também é bom conferir o estado dos amortecedores. Eles são importantes não só para o conforto, mas para a segurança. Lembre-se que, se o carro estiver lotado e com bagagem, eles serão mais sobrecarregados que o normal.

Um item muito importante são as correias do motor. Peça ao mecânico para se necessário substituí-las. A correia dentada, por exemplo, deve ser trocada nos períodos determinados pelo fabricante (veja no manual do carro). A correia poly-v também é importante, pois aciona as bombas hidráulicas, o ar-condicionado, o alternador e outros agregados do motor.

Verifique o nível do óleo do motor e, se estiver perto do momento da troca, antecipe-a. Cheque os filtros de ar, óleo e combustível. E o do ar-condicionado também. Lembre-se que um filtro de ar sujo pode aumentar o consumo de combustível em até 5%, além de reduzir o desempenho do motor. E veja também o nível do líquido de arrefecimento do motor.

Limites do carro e do motorista
O limite de carga está no manual do proprietário e não deve ser excedido. Levar peso demais força a suspensão, o motor, a transmissão e os freios, além de prejudicar a dirigibilidade.
Mesmo dentro dos limites recomendados, é importante lembrar que um automóvel levando cinco pessoas e bagagem se comporta de forma bem diferente do que no dia a dia na cidade.

Uma mudança fundamental é na distância de frenagem: é preciso mais espaço para parar. Portanto, evite andar muito perto do carro à sua frente e reduza a velocidade gradualmente, sempre que for possível. Na chuva, preste ainda mais atenção.

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O carro carregado também tem comportamento diferente nas curvas. Evite sustos e surpresas desagradáveis, reduzindo a velocidade antes de entrar na curva. Às vezes, as velocidades indicadas nas placas nas estradas, próximo às curvas, podem parecer baixas demais, mas não estão lá por acaso. Elas foram calculadas para garantir a segurança e são uma boa referência.

Também é bom lembrar que um carro mais carregado acelera menos. É preciso mais espaço para ultrapassar, principalmente em subidas. Não arrisque. E tome cuidado, também, na hora de entrar numa rodovia movimentada.

Tome cuidado com a acomodação da bagagem. Procure colocar os objetos mais pesados mais para o fundo do porta-malas e, nas station wagons e nos utilitários, não ultrapasse a altura do encosto do banco traseiro. Lembre-se que objetos soltos dentro do carro podem ser arremessados contra os passageiros nas freadas fortes ou em caso de batidas, o que é especialmente perigoso para as crianças.

Por falar em crianças, recomenda-se que elas viajem no banco de trás e, dependendo da idade, têm de utilizar cadeirinhas ou um assento elevado, devidamente fixados e sempre com cinto de segurança. Recomende que todos os ocupantes do carro usem os cintos. Passageiros de trás não protegidos por eles, em caso de colisão, podem ser arremessados para frente, causando graves lesões a quem viaja na dianteira.

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Fadiga: não facilite
Por mais que queira chegar logo ao destino, nunca subestime o cansaço. A fadiga é uma das maiores causas de acidentes, principalmente se, além de fisicamente exausto, o motorista começar a sentir sono.

A transição entre uma leve sonolência e dormir ao volante costuma ser repentina e as consequências podem ser gravíssimas. Não facilite. Se sentir cansaço, pare assim que encontrar um lugar seguro, como em um posto de gasolina, restaurante ou área de descanso – sempre fora da rodovia ou do acostamento.

Truques como abrir o vidro, aumentar o volume do rádio e coisas semelhantes não adiantam. Portanto, descanse um pouco, desça do carro, tome um café, água ou refrigerante, coma alguma coisa leve, vá ao banheiro e, quando se sentir em condições, pode voltar a guiar. Não tenha pressa.

Dentro do portfólio de veículos oferecidos pela Volkswagen no Brasil, alguns modelos, como o Passat e o Novo Tiguan, contam com o detector de fadiga, uma tecnologia inovadora e exclusiva em seus respectivos segmentos.

Sistemas eletrônicos monitoram os primeiros 15 minutos de viagem e comparam com os parâmetros traçados ao longo do trajeto. Se esse recurso detectar a perda de concentração do motorista, o sistema avisará através de um sinal auditivo com cinco segundos de duração. Uma mensagem visual também aparece no painel de instrumentos, recomendando que o condutor pare para descansar. Caso o motorista não pare dentro dos próximos 15 minutos, o aviso é repetido.

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Na rodovia
Mesmo se a ideia é fazer uma viagem curta, em um caminho já conhecida, é importante um mínimo de planejamento para ter uma jornada tranquila. Para evitar engafarramentos, viaje em horários alternativos. Cada região e cada rodovi tem características diferentes – é bom se informar sobre as condições e previsões de trânsito por meio do rádio, dos serviços das empresas concessionárias de rodovias ou da polícia rodoviária.

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E foi pensando justamente em situações de trânsito intenso que a Volkswagen desenvolveu o Side Assist, sistema que identifica e alerta o motorista sobre os pontos cegos do veículo. Dois sensores por radar, de 24 GHz, posicionados na parte traseira, monitoram a aproximação de outros carros em ângulos cegos.

Quando isso ocorre, o motorista é alertado por LEDs piscantes posicionados nos espelhos retrovisores externos.
Este sistema é extremamente útil em situações em que o motorista inicia uma troca de faixa e outro carro se aproxima no ponto cego. O sistema identifica a intenção do motorista pelo acionamento da seta.

Procure encher o tanque antes de começar a viagem. Em geral, o combustível é mais barato nas cidades do que nos postos ao longo da rodovia.

Motorista: o equipamento de segurança mais importante
A Volkswagen produz carros confiáveis e seguros, mas o principal elemento de segurança continua sendo o motorista. Seja qual for o modelo do automóvel, mesmo os que possuem o melhor e mais completo equipamento de segurança, com recursos eletrônicos avançados, a segurança depende do comportamento de quem está ao volante.

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O motorista é o responsável por sua integridade, a de sua família e a dos outros condutores e pedestres com quem cruzar pelo caminho. Lembre-se que as rodovias são ambientes coletivos e é preciso colocar o bem estar de todos acima do pessoal.

Para isso, respeite a sinalização e as regras básicas de trânsito – não falar ao celular, não ultrapassar pelo acostamento e ter paciência com os erros alheios.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lançamento: Ford Edge 2012 com tração dianteira

Edge19Crossover da Ford fabricado no Canadá ganha nova geração de sistema multimídia com comando de voz em português e opção de tração 4X2
Por: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação  
Dia 06 de dezembro a Ford mostrou em São Paulo, o crossover Edge versão 2012. Fabricado no Canadá, o modelo é comercializado em mais de 60 países.

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Esta nova geração traz como maior novidade o sistema multimídia SYNC-Microsoft o qual foi desenvolvido para operar com comando de voz em português, além de trazer navegador GPS com mapas atualizados pela rede TeleAtlas. O sistema permite a seleção de rota mais curta, mais rápida ou ecológica, a edição de rotas com destinos intermediários, a identificação de estacionamentos mais próximos ao destino, áreas a evitar e 160 mil pontos de interesse.

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Por comando de voz é possível controlar o rádio, CD/MP3, dispositivo conectado na entrada USB, cartão de memória SD, entrada de áudio/vídeo e rádio HD e uma novidade que o equipamento antecipa no Brasil, pode-se controlar a temperatura e a ventilação da cabine.

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Equipado com motor V6 3.5 litros entrega potência de 289 cv a 6.500 rpm e torque de 34,83 kgfm a 4.000 rpm. O comando de válvulas é duplo variável e independente (Ti-VCT), e o sistema de injeção teve aprimorado o corte de combustível nas desacelerações, isso para reduzir o consumo quando o torque não é exigido.

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A transmissão é automática de 6 velocidades SelectShift, com botão na alavanca para trocas sequenciais.
Desde o lançado no país em 2008, o crossover era comercializado com tração integral (AWD), a nova geração chega com a opção de tração dianteira (FWD), assim o preço sugerido para venda ficou mais competitivo.

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Na versão de entrada modelo SEL tração 4X2 o preço é de R$119.900. O catálogo seguinte Limited, oferece ainda rodas de 20 polegadas, sistema MyFord Touch/SYNC com  GPS, porta-malas com abertura e fechamento elétricos, botão de partida Ford Power e acesso inteligente, câmera de ré, som Sony Premium, sistema de monitoramento de pontos cegos, sensor de chuva, banco com memória para o motorista e passageiro e acabamento em couro cinza, custa R$ 133.000. Ao incluir teto panorâmico, vai a é R$142.000.


FORD BRASIL
FORD EDGE
S√O PAULO, NOVEMBRO 2010

O Edge AWD, com tração integral, é disponível exclusivamente na versão Limited e custa R$138.000, ou R$ 147.000 com a opção do teto panorâmico.
Segundo divulgado no lançamento, após 16 de dezembro, por conta das novas regras da tributação do IPI para veículos importados, estes preços sofrerão reajuste de 5%.

FORD BRASIL
FORD EDGE
S√O PAULO, NOVEMBRO 2010 
O Ford Edge vendido aqui tem o sistema de injeção calibrado para as condições de uso da gasolina brasileira que tem misturado o etanol. E ainda em 2012 eles irão lançar um programa de atualização do sistema SYNC para os veículos da geração anterior.
Com a entrada do Edge tração 4X2 a expectativa é de ampliar o volume de vendas.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Gasolina aditivada com desconto nos Postos Extra

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Entre os dias 9, 10 e 11 de dezembro, nas compras acima de R$ 100 em qualquer loja do Extra Hipermercado ou Supermercado, o cliente ganhará um cupom de R$ 0,05 de desconto no litro da gasolina aditivada nos postos localizados dentro das lojas.

CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaO otimismo para 2012 voltou a subir. As últimas medidas de incentivo ao consumo anunciadas pelo governo empurraram as consultorias e os principais cenaristas do setor automobilístico a rever cálculos. Não que o próximo ano teria vendas ruins, mas o crescimento em percentual superior ao da economia medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) estava fora das previsões. Como se espera que o PIB suba entre 3,5% (pessimistas) e 4% (otimistas), esses também eram os números para aumento na comercialização de veículos.

No XXI Congresso da Fenabrave, em São Paulo, o consultor Maílson da Nóbrega foi um dos primeiros a admitir que maior volume de crédito, queda das taxas de juros e menor rigidez quanto ao valor da entrada e prazos de financiamento terão boa repercussão no mercado. Ele estima que o crédito oferecido por bancos e financeiras para automóveis e comerciais leves – representam 95% do total das vendas – chegará a crescer 20% em relação a 2011. Significaria, então, a retomada, pelo menos em 2012, da tendência verificada nos últimos anos de o mercado superar o PIB. Sua aposta para o próximo ano é de 5% a 6% de aumento nas vendas.

Se isso ocorrer seria, de fato, um grande resultado frente ao noticiário econômico internacional tão negativo, especialmente da Europa. A indústria está mais cautelosa. Taxa de crescimento alinhada à do PIB já ficaria de bom tamanho. O que ninguém quer é andar para trás.

No médio e longo prazos a expansão da classe média brasileira (até R$ 4.000,00 de ganho mensal), que continua a ter o automóvel novo como meta de consumo, vai sustentar a ampliação do mercado. O economista Eduardo Gianetti da Fonseca, no mesmo congresso, chamou a atenção para o chamado bônus demográfico brasileiro. Significa que a população economicamente ativa, pelo menos nos próximos 20 anos, se manterá sustentavelmente maior que a de crianças, adolescentes e idosos. Uma massa de milhões de brasileiros adultos, com poder de consumo crescente pelo aumento da renda e da escolaridade.

Não se trata de um cenário de euforia pois a qualidade da escolaridade ainda tem que aumentar bastante e as deficiências de infraestrutura, burocracia, carga tributária alta e corrupção são obstáculos nada desprezíveis. Basta um exemplo: o Brasil possui apenas 13% de malha rodoviária pavimentada do total de 1,6 milhão de quilômetros. Segundo informou Alfredo Peres, da NCT & Logística, esse percentual está bem atrás de países como México, Índia e Turquia, só para citar alguns.

O congresso continuou sendo prestigiado por nomes de peso do setor. Philippe Varin, presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, fez a palestra magna. O presidente da Ford, Marcos Oliveira, reafirmou que até 2015 todos os produtos da marca fabricados no Brasil estarão alinhados com os modelos vendidos no exterior. E Jaime Ardila, presidente da GM América do Sul, no final de sua exposição apresentou um mosaico de modelos Chevrolet para a região e lá estava, bem no centro do slide projetado, o subcompacto Spark. Para quem ainda podia ter dúvida de que se trata do modelo a ser produzido em Gravataí (RS), não resta mais nenhuma.

RODA VIVA
CARROS
de baixo custo são a bola da vez para mercados emergentes e até desenvolvidos. Depois de a Renault confirmar que trabalha nessa direção (com indianos da Bajaj), rumores indicam que a PSA está no mesmo rumo em aproximação com chineses da Changan. Não se anime muito. Modelos desse tipo custariam entre R$ 18.000 e R$ 20.000, a preços de hoje.

APESAR de ter apresentado, no recente Salão de Los Angeles, o interessante SUV médio-compacto MX-5, a Mazda revisa planos de se estabelecer no Brasil como importadora, inicialmente. O modelo será produzido no México e, pelas regras anteriores, poderia chegar sem imposto de importação. Agora precisa ter fábrica aqui. A mudança implica atraso de quatro anos.

MAIS espaçoso internamente do que o novo Uno, embora dividindo a mesma arquitetura, a geração atual do Palio explora certo refinamento do interior. Combinação entre maior entre-eixos e menor altura deixou sutilmente melhor a dirigibilidade. Motor de 1,4 litro/88 cv é o mínimo para viagens e uso no dia a dia. Porta-malas (igual ao do Uno) podia ser um pouco maior.

BRASILEIROS continuam a ser referência em desenho de automóveis. Raul Pires, 42 anos, estava na Bentley, onde criou um dos sedãs de luxo mais bonitos (Continental GT) e agora foi para a diretoria da Italdesign Giugiaro, subsidiária da VW na Itália. Nissan também deve abrir centro de estilo, em São Paulo, seguindo os passos da Renault e da PSA Peugeot Citroën.

AVANÇO na tecnologia prevê que, em breve, os carros só precisarão trocar óleo do motor a cada 32.000 km (20.000 milhas) ou dois anos, mesmo utilizando lubrificantes convencionais. Enquanto isso, no Brasil, há fabricantes que preconizam troca a cada seis meses. Os motores precisam evoluir. É perda de tempo e dinheiro exigir dos clientes intervalo tão curto.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon