sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Avaliação: Captiva Sport Ecotec com novo motor e câmbio

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Conheça em detalhes do SUV Chevrolet que, desde 2011 usa propulsor com injeção direta na câmara de combustão e transmissão automática de seis velocidades
Por: Edison Ragassi
Fotos: José Nascimento
Em 2008, a General Motors do Brasil,iniciou a importação do Chevrolet Captiva. O SUV fabricado no México alcançou sucesso em vendas por aqui.

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Seu comprimento total é de 4.576 mm, para uma distância entre eixos de 2.707 mm. Tem largura total de 2.085 mm e sua altura é de 1.704 mm.

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No compartimento traseiro a capacidade volumétrica é de 821 litros, mas ao rebater os bancos chega a 1.586 litros.
No ano passado, o modelo recebeu modificações. A versão Sport Ecotec de entrada, passou a usar injeção direta SIDI (Spark Ignition Direct Injection) no motor 2.4 16V. O sistema injeta o combustível diretamente na câmara de combustão através de injetores localizados entre os pórticos de admissão, que passam a distribuir apenas ar.

Sua taxa de compressão é de 11,2:1 e a potência cresceu para 185 cv, ou seja, 15 cv a mais que o modelo anterior. Seu torque é de 23,8 kgfm, esta força esta disponível a 4.900 rpm.
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Walter Da Costa, diretor da Pardal Motors, gostou da disposição do propulsor que é todo feito em alumínio. “Ele é muito bem sinalizado, fácil para identificar os números de chassi e motor e os reservatórios dos líquidos”, comenta. O reparador também considera que os acessos ao filtro de ar, velas, fusíveis, local para realizar a carga de gás do ar-condicionado, também ocorre de maneira fácil, isso porque o SUV tem um ótimo espaço no cofre do motor.

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Além do propulsor, o Captiva Ecotec recebeu a transmissão automática/sequencial de seis velocidades com a opção Active Select e o Eco Mode, que é acionado por meio de um botão no console central, ao lado da alavanca. O dispositivo atua no gerenciamento do câmbio e motor, ele proporciona trocas de marcha com maior economia de combustível, em rotações mais baixas.
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Na dianteira, o sistema de suspensão do Captiva é independente, tipo McPherson, com barra de torção, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás.

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E na traseira é independente, com quatro braços articulados, barra de torção e o mesmo tipo de amortecedores da frente.
Antônio Simão Domene, diretor da Auto Check-Up, avalia os sistemas de suspensões do Chevrolet Captiva como de fácil de reparo. “Para substituir os amortecedores e molas dianteiros e traseiros não há necessidade de ferramentas especiais. A barra de direção esta preparada para entortar, no caso de uma colisão, sem danificar outros componentes e a manga de eixo é de alumínio, o que deixa o conjunto mais leve e resistente. Mas ao reparar a suspensão traseira é preciso cuidado, pois ela necessita de alinhamento”, explica.

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O sistema de freios usa discos ventilados dianteiros com 296 x 29 mm e 303 x 20 mm na traseira e antibloqueante (ABS). O diretor da Auto Check-Up disse que estes itens são fáceis de substituir e não exigem ferramentas especiais. “A dificuldade aparece se for preciso substituir as pinças dos freios, pois é preciso drenar todo o sistema”. Além disso, o freio de estacionamento passou a ser elétrico e não há mais a alavanca, ela foi substituída por um botão, o que ampliou o espaço dentro do veículo.
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Ainda sobre os itens que integram o sistema de suspensão, tanto Walter Da Costa ( foto direita), como Antônio Simão (foto esquerda), concordam que, para substituir as buchas é necessário realizar o serviço com o carro no chão, o que mantém a deformidade negativa e positiva do sistema.

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Esta opção do Captiva com propulsor 2.4 16V ficou melhor, mais esperto que a versão anterior. O novo motor com injeção direta é silencioso, responde prontamente as necessidades de força e potência que se espera de um veículo deste porte.

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O câmbio de seis marchas esta bem ajustado, ele oferece trocas macias e precisas, sem trancos e boas reações nas acelerações e retomadas. Quem dirigiu o outro modelo, ao andar neste, sente a diferença, pois ele evoluiu em conforto, desempenho e economia de combustível.

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O SUV Chevrolet vem equipado com ESP (controle eletrônico de estabilidade) e TCS (sistema de controle de tração). A direção é hidráulica, de fábrica sai com trio elétrico, sistema de som e ar-condicionado.

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O Captiva Sport Ecotec tem preço sugerido para venda de R$ 90.299. E a versão com propulsor 3.0L V6 24V  custa R$ 96.774 e com tração AWD R$100.774, neste caso tem também câmera de ré.
Colaboraram:
General Motors do Brasil, Concessionária Chevrolet Aba Higienópolis e Auto Check-up

Custos de peças e serviços Captiva Ecotec
Amortecedores dianteiros: R$ 433,00 -cada
Serviço: R$ 271,37                                      
Amortecedores traseiros: R$ 270,31-cada
Serviço: R$ 54,27                                     
Discos de freios dianteiros: R$ 425,47 -cada
Serviço: R$141,11                                        
Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 395,43-cada
Serviço: R$ 108,55
Discos de freios traseiros R$ 240,00 -cada
Serviço: R$ 108,55                                   
Jogo de pastilhas traseiras: R$ 401,55
Serviço: R$ 65,13
Óleo/ Litro: R$ 23,80- Litro
Serviço: ---------                     
Filtro de óleo: R$ 42,29-cada
Serviço:-----------
Filtro de ar: R$ 50,94
Serviço: 32,56
Filtro de combustível: Interno ao tanque
Filtro anti-polén: R$ 93,70
Serviço: R$ 54,27
Velas: R$ 58,35- cada
Serviço: R$ 43,42- cada

Ficha técnica
Chevrolet Captvia Sport Ecotec 2011

Motor
Modelo: LAF 2.4L SIDI
Disposição: transversal
Número de cilindros: 4 em linha
Cilindrada (cm3): 2.384
Válvulas: DOHC, quatro válvulas por cilindro
Injeção eletrônica de combustível: S.I.D.I. (Spark Ignition Direct Injection)
Taxa de compressão: 11,2:1
Potência máxima líquida: 185 cv a 6.700 rpm
Torque máximo líquido: 23,8 kgfm a 4.900 rpm
Combustível: Gasolina
Transmissão
Modelo: Hydra-matic 6T45 FWD
Automática de 6 velocidades com duas programações (automática e sequencial), tração dianteira
Suspensão
Dianteira: McPherson, independente e barra de torção, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás
Traseira: Independente, quatro braços articulados e barra de torção, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás
Direção: Hidráulica
Freios
Tipo: Discos ventilados dianteiros e traseiros, sistema de freios antibloqueante (ABS)
Diâmetro x espessura (mm): Dianteiro: 296 x 29; traseiro 303 x 20
Rodas/Pneus
Rodas: 17 x 7 – Alumínio
Pneus: P235/60 R17
Dimensões/Pesos
Distância entre eixos (mm): 2.707
Comprimento total (mm): 4.576
Largura carroceria (mm): 1.850
Largura total (mm): 2.085
Altura (mm): 1.704
Capacidades
Porta-malas (litros): 821 a 1.586
Tanque de combustível (litros): 73

Carro da Audi acaba com festa de vampiros

Meu amigo Adriano Siqueira, um especialista em vampiros, descobriu um comercial da Audi que para exaltar a qualidade da iluminação de seus carros usa os seres das trevas. Se bem que, para quem acompanhou a saga e as maldades do conde Drácula, os chupadores de sangue de hoje em dia são ‘santinhos’.  Nem sangue eles chupam e, pasmem, andam durante  o dia.

VW, cães e Star Wars

Existe uma regra na publicidade que diz o seguinte: “Na dúvida use animais ou criança que dá certo”. E a VW tem usado isso com muita criatividade em suas campanhas.

O boxer que fala no comercial de lançamento do Novo Jetta ficou famoso e virou mania. Tenta lembrar, quantas vezes por dia você ouvia o Au, au!!

Já nos Estados Unidos, além de usar cachorrinhos, ainda associou sua marca a saga Star Wars. Confira nos vídeos abaixo:
No primeiro filme, os cães ‘cantam’ a música característica das aparições de Darth Vader. Detalhe, cada um representa um personagem.

E no segundo, assista até o fim, pois o começo não tem nada a ver com Stars Wars e depois transforma-se 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Kia Motors do Brasil é a nova patrocinadora do Palmeiras

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A Kia Motors do Brasil e a Sociedade Esportiva Palmeiras concluíram as negociações dia 31 de janeiro e assinaram na quarta-feira, 1º de fevereiro, o novo acordo de patrocínio master com o clube. Como principal patrocinadora do time, a Kia terá três inscrições na camisa do uniforme e o contrato é válido por três temporadas. Os dirigentes, tanto do Palmeiras como da Kia não divulgaram o valor do patrocínio, mas a especulação é de que totalize R$75 milhões.

Segundo José Luiz Gandini, presidente da Kia, “as negociações tiveram início somente há uma semana. E foram muito rápidas as suas conclusões porque no histórico da estratégia de marketing da empresa, no Brasil e no mundo, o esporte é prioridade. Valorizamos o esporte porque significa inclusão social, é educação, é formador de jovens, além de inibir a proximidade dos jovens às drogas”, declarou.

Ele ainda afirma que o contrato de patrocínio a um dos times de futebol mais tradicionais do País faz parte da estratégia de manter a marca em evidência, cujo histórico de 20 anos no mercado brasileiro a consolida entre as mais importantes players do setor.

A marca coreana de automóveis tem se destacado no mundo por apoiar grandes eventos esportivos como: Copa do Mundo, Eurocopa, Copa América, Aberto de Tênis da Austrália e a liga de basquete americana NBA. Na Europa, patrocinou o time de futebol espanhol Atlético de Madrid até a última temporada e atualmente patrocina o francês Girondins de Bordeaux.

No Brasil, a empresa detém os naming rights da Copa Kia do Brasil e patrocina, neste ano, o Desafio Internacional de Beach Volley – Brasil x Estados Unidos e o II Mundialito de Clubes de Beach Soccer.

FALTA DE SENSO

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaPassou despercebida ou mal divulgada a publicação no Diário Oficial da União, dia 4 de janeiro último, da lei 12.587 que cria a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Como sempre longo e pródigo em minúcias desnecessárias, o novo diploma legal tenta ordenar o caos no que os transportes urbano (em bem maior escala) e interestadual transformaram as médias e grandes cidades brasileiras.

O preocupante é a institucionalização do chamado rodízio baseado em finais de placas, maneira mais covarde de enfrentar os problemas de circulação. O artigo 23 lista algumas providências de que os entes federativos podem lançar mão, entre eles o pedágio urbano, sem se referir especificamente a automóveis:

•    Restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados.
•    Aplicação de tributos sobre modos e serviços de transporte urbano pela utilização da infraestrutura urbana, visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade, vinculando-se a receita à aplicação exclusiva em infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público, na forma da lei.

Em outras palavras os erros de planejamento não são atacados. Cuida de paliativos e nem procura incentivar os modais que realmente funcionam como o transporte sobre trilhos (superfície, suspenso e subterrâneo).

Essa lei ainda cria conflitos com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que, exatamente por ser um código, tem prioridade institucional. O CTB explicita, de forma clara, que o rodízio para controle de circulação só pode se implantar com fins ambientais. Para resolver problemas de congestionamentos não seria possível, mas como estamos no Brasil, fica tudo por isso mesmo. A cidade de São Paulo implantou o rodízio sem as placas regulamentares, também em desacordo com o CTB.

Ainda no artigo 23, existe a obrigatoriedade dos entes federativos monitorarem e controlarem os gases de efeito local e de efeito estufa dos modos de transporte motorizados. O artigo 24 dá um prazo de três anos para que elaborem seu plano de mobilidade urbana, se desejarem receber recursos federais para esse fim. Pode ser um incentivo para os programas de controle de poluição veicular, dependentes de ações de estados e municípios, hoje mal coordenadas e com sérias distorções onde já se implantaram.

O estado do Rio de Janeiro uniu as inspeções ambiental e de segurança, porém longe de alcançar eficiência mínima. Ruim com ele, pior sem ele, é o que se pode dizer.

Em São Paulo, com sua frota maior do que a de vários estados, apenas a inspeção ambiental está tecnicamente bem implantada, apesar dos erros de procedimento iniciais. A tarifa do serviço, muito acima do razoável, sofreu este ano a primeira redução de 30%, motivo de comemoração. A principal distorção, no entanto, continua sem a atenção do Ministério Público. Ao contrário da experiência internacional que indica a inspeção ambiental no terceiro ou quarto licenciamento, em São Paulo carros com apenas três meses de uso devem se submeter ao controle. Total falta de senso.

RODA VIVA
APESAR de alguma semelhança com o atual 500, a Fiat trata o 500 L (Large, grande em inglês) como sucessor do Idea. Será lançado em março no Salão de Genebra e terá versões de cinco e sete lugares. Vendas na Europa começam em julho. Usa mesma arquitetura de carros compactos do grupo, que vai gerar o futuro Punto.

ANÁLISES na Europa deixam a entender que restam poucas alternativas à possível fusão entre os grupos PSA Peugeot Citroën e Fiat-Chrysler. Os dois conglomerados, separadamente, não poderiam enfrentar os gigantescos investimentos já alocados pelo grupo VW-Porsche. Participação somada de franceses e italianos, no mercado europeu, é menor que a do grupo alemão.

AUDI Q3 impressiona pelo estilo atual, em particular visto de ¾ de traseira, interior muito bem cuidado e combinação de recursos eletrônicos. Dimensionalmente semelhante ao Tiguan, o motor oferece mais 11 cv, quatro opções de controle de rodagem e um sistema atualizado do conhecido recurso de roda-livre para poupar combustível. Estará no mercado em abril.

MAGNÍFICO motor quatro cilindros turbo de 1,6 litro/165 cv (projetado pela BMW) passa a equipar o Peugeot 408. Trata-se da mesma unidade já usada nos 3008 e RCZ, além dos Minis. Será a versão de topo, Griffe THP, deste sedã derivado do 307/C4, fabricado na Argentina, ao preço de R$ 81.490.

GOVERNO Federal pretende endurecer a “Lei Seca”, não tão seca assim, pois há uma pequena tolerância. Gestiona junto ao Congresso multas ainda mais pesadas para quem beber e dirigir, além de penas administrativas (suspensão da carteira de habilitação) mais severas. Também prevê outros métodos de avaliar o nível etílico – testemunhas, entre outros – no caso de recusa ao bafômetro.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Projeto social da Randon ganha primeira franquia

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O Instituto Elisabetha Randon – IER e o Instituto ARXO inauguram sexta-feira, dia 03 de fevereiro, a primeira franquia do Programa Florescer em Santa Catarina.

O evento será na Casa do Florescer, instalada no prédio do Instituto ARXO, em Balneário Piçarras (SC). A nova franquia terá como padrinho Élio Selva, diretor da Rodan Comércio de Peças e Implementos de Transporte, distribuidor Randon na região de Itajaí (SC).

A franquia já está em operação, como projeto piloto, desde agosto do ano passado e atende 50 educandos de três escolas públicas, com idade entre 8 e 9 anos, todos residentes em na cidade e em situação de vulnerabilidade social. Os educandos frequentam o Florescer gratuitamente, no contraturno escolar, participando de atividades pedagógicas, culturais e esportivas.

Ford Caminhões está nos campeonatos de futebol

Três dos maiores campeonatos regionais de futebol do Brasil, o paulista, o carioca e o mineiro têm a marca Ford Caminhões em evidencia.

Nos estádios onde ocorrem os jogos destas competições estão placas nas laterais posicionadas no centro dos campos nos Campeonatos Paulista e Carioca, além de animações em painéis de LED nos jogos transmitidos pela Rede Globo, e tapetes tridimensionais junto às traves no Campeonato Mineiro expõem a marca.

A empresa ainda patrocina as transmissões na Rádio Bandeirantes, segmento no qual tem uma longa tradição de apoio a programas esportivos.