sábado, 8 de fevereiro de 2014

Vem ai o Ka Sedan

Ka Concept 4-Portas_6bA Ford mostrou em São Paulo, dia 3 de fevereiro, o Ka Concept 4-Portas. Trata-se de um modelo para disputar o segmento de sedãs compactos. O modelo integra a renovação promovida pela Ford em toda a linha de produtos, os quais agora passam a ser modelos globais.

Não foi confirmado pelos executivos da companhia, mas a expectativa é de que os dois modelos da família Ka, tanto hatch como sedã, seja oferecido com o novo motor 1.0L de 3 cilindros e também na opção Sigma 1.5L.

Ka Concept 4-Portas_4bO Ka sedã irá disputar mercado com Siena, Voyage, Logan, entre outros. Direção elétrica, assistente de saída em rampa, ar-condicionado, são alguns dos itens de conforto e segurança que estarão presentes no veículo.

A expectativa é de que o Ka hatch seja lançado em março e o sedã até julho, mas como estamos em ano de Copa do Mundo, o cronograma pode atrasar.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Lançamento: Audi A3 Sedan

_MG_9821Com motor turbo de dupla injeção, câmbio S tronic de 7 velocidades e suspensão independente nas quatro rodas, o carro tem preço sugerido de R$116.400

Texto: Edison Ragassi/Fotos: Divulgação

Em São Paulo, a Audi mostrou para a imprensa especializada brasileira, dia 29/01, o A3 Sedan. Na dianteira, a grade usa moldura única, com os cantos superiores recortados, na cor preta.

MalagrineOs quatro anéis aparecem com destaque ao centro. Uma moldura cromada cerca a grade. A seção inferior do para-choque se afina para formar uma borda deslocada para frente. Barras verticais salientam as entradas de ar e os faróis de neblina ficam alojados nos cantos dessas entradas.

MalagrineAs laterais têm duas linhas, uma acima das maçanetas que cortam o modelo e a outra abaixo, que aparece nas portas. Os arcos das rodas são salientes e os espelhos retrovisores externos com indicadores de direção em LEDs são montados nas portas.

A traseira parece uma só peça, as lanternas invadem a tampa do port-malas e as quatro argolas aparecem ao centro com bastante destaque.

_MG_9835Seu comprimento é de 4.456 mm, distância entre os eixos de 2.637 mm, com largura de 1.796 mm e altura de 1.416 mm. Assim a capacidade volumétrica do porta-malas é de 425 litros, sem rebater os bancos.

MalagrineO interior usa painel com dois grandes instrumentos redondos. Entre eles fica a tela de 3,5 polegadas do sistema de informações DIS (Driver Information System). A tela colorida exibe informações úteis, ao mesmo tempo em que o programa de eficiência do DIS dá sugestões ao motorista para uma condução mais econômica. O sistema também emite os alertas recomendando paradas para descanso.

Ele chega equipado com propulsor turbo alimentado 1.8 TFSI movido a gasolina, o qual entrega potência de 180 cv e 25,49 kgfm de torque máximo. Segue a tendência de downsizing, ou seja, motores menores com baixo consumo e alta potência. Seu peso é de 140 kg, o cárter, feito de ferro cinzento fundido, usa paredes estreitas, assim é 2,4 kg mais leve que o anterior. Foi desenvolvido um sistema de gerenciamento térmico o qual garante que o motor chegue rapidamente à temperatura ideal de operação após partidas a frio, isso reduz a fase de elevadas perdas por atrito devido à viscosidade do óleo.

MalagrineEntre as soluções para economizar combustível o sistema start-stop, quando o veículo para em um semáforo, por exemplo, o motor é desligado, e volta a ligar quando o pedal do acelerador é acionado. A bateria é do tipo Absorption Glass Mat (AGM - baterias em que o ácido embebe camadas de fibra de vidro entre as placas) de alta performance. São dois os sistemas de injeção, direta e indireta.

MalagrineQuando o motor funciona sob carga parcial, a indireta ajuda a FSI. O sistema injeta o combustível na ponta do coletor de admissão logo acima dos tumble flaps, que provocam um redemoinho, misturando o combustível com o ar. Isto melhora a carburação, reduz o consumo e as emissões de partículas. A injeção direta de combustível, que gera pressão de até 200 bar, funciona na partida do motor e sob solicitações altas.

MalagrineA transmissão é a S tronic de 7 velocidades, ela é composta por duas subtransmissões comandadas por duas embreagens multidiscos, apesar de apenas uma delas estar conectada ao motor de cada vez, as duas funcionam permanentemente.

MalagrineA suspensão dianteira é tipo McPherson, com braços em V inferiores, o subchassi em peça única e os mancais de pivô são feitos de alumínio e barras estabilizadoras nos dois eixos. Na traseira a suspensão tem quatro braços, feitos de aços de alta resistência e os cubos de rodas de alumínio.

MalagrineAs rodas são de liga leve de 17 polegadas, freios a discos dianteiros ventilados de 288 mm milímetros, e os traseiros medem 272 mm. O freio de estacionamento é eletromecânico e está integrado aos freios traseiros.

O A3 Sedan tem preço sugerido para venda de R$ 116.400 e será o modelo fabricado no Brasil em 2015 no Paraná.

PROVISÓRIO OU DEFINITIVO?

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaJaneiro concentrou acontecimentos no universo automobilístico como faz tempo não se via. Há uma coincidência fortuita, claro, mas entre as cinco medidas que começaram a valer, duas já sofreram adiamento e outra enfrentou uma tentativa. Seria trágico, se não desse vontade de rir: esse é o país em que o provisório tende a ser definitivo e o definitivo pode muito bem descambar para o provisório por meios de sucessivas postergações e/ou correções. Vamos repassar.

1) A lei que criou a obrigatoriedade dos freios ABS e bolsas de ar frontais correu risco de ser empurrada para a frente. Primeiro se cogitou de todos os modelos e depois de abrir exceção só para a Kombi. Bom senso prevaleceu graças à reação da opinião pública, apesar de momentos festivos de final de ano. Desta nos livramos. Modelos produzidos até 31 de dezembro de 2013 poderão ser vendidos até o final dos estoques, sem data definida. É improvável que ao final de fevereiro ainda existam unidades à venda. O governo não se mexeu para criar um cronograma adicional que estabeleça testes de colisões laterais, contra poste e simulação de choque traseiro.

2) Simulador de direção nas autoescolas, sem dúvida, é uma boa ideia. Facilita o aprendizado do aluno e aumenta a segurança no trânsito porque aulas práticas não conseguem reproduzir todas as condições de risco no dia a dia. A lei é de junho de 2013 e implantação prevista até 31 de dezembro do ano passado. Resultado mais do que previsível: apenas cinco Estados regulamentaram o sistema. E São Paulo, o maior da Federação, acaba de pedir adiamento por 90 dias. Os argumentos da maioria, todos inválidos, vão desde o “acúmulo” de pedidos nos fornecedores até o aumento de 20% na despesa dos alunos.

3) Pela quarta vez se adiou a instalação obrigatória na linha de montagem de rastreadores veiculares. Novamente o sistema não mostrou confiabilidade. Essa foi uma má ideia porque os problemas nas grandes cidades são diferentes no interior do País e todos os veículos ficam onerados da mesma forma. Tal equipamento deveria, quando muito, ser opcional. Existe, ainda, um programa paralelo de etiqueta digital para fiscalizar pagamento de impostos e multas. Mais barato, abrange toda a frota circulante em pouco tempo, ajudando no combate a furto e roubo.

4) Primeira tentativa séria de regulamentar os desmanches de carros foi feita pelo governo de São Paulo. Trata-se de uma medida bem mais eficaz para desestimular a criminalidade. Prevê cadastramento das empresas, acompanhamento pela internet, novas exigências de rastreamento das peças e proíbe seu repasse para comercialização por terceiros. Componentes de segurança como freios, sistemas eletrônicos (ABS e outros) e módulos ou sensores de airbags não poderão ser vendidos.

5) Multas por videomonitoramento. Está aí uma novidade sem o menor risco de ser adiada. Publicada em 23 de dezembro do ano passado, autoriza o agente de trânsito a multar por meio de telas que recebem imagens de câmeras nas estradas e ruas. Única concessão: placas que avisam sobre vigilância na via. Imagens não podem ser gravadas e a possibilidade de erro de leitura não se deve desprezar.

RODA VIVA

CONTINUAM especulações sobre o preço da versão de entrada do VW up!, substituto do Gol G4, mas de dimensões externas menores. O carro, um dos principais lançamentos do ano, estará à venda em fevereiro. Agora já se sabe que custará menos de R$ 27.000. Mais ousados preveem a faixa de R$ 25.000. Último preço de tabela do Gol antigo/4-portas: R$ 27.810.

MOVIMENTO para abrigar importadores e marcas que também produzirão no Brasil levou a Abeiva a mudar estatutos e de nome. Passa a se chamar Abeifa, mas o problema de representatividade limitada continuará. Contra o gigantismo da Anfavea só se metade dos sócios atuais mudassem de entidade, o que parece bastante duvidoso.

PRIMEIRO sedã da Mercedes-Benz abaixo do Classe C, o CLA herdou as linhas do CLS, um belo sedã-cupê. Modelo está indo bem em vendas no exterior, vendido em média a 10% menos do que o “C”. Aqui, a série inicial custa R$ 150.500 e terá de enfrentar, além do A3 sedã, o próprio Classe C (com preço de mudança de linha) e outros. Pelo estilo conquistará fãs.

MOTOR turbo de 156 cv do CLA, abaixo dos padrões da marca, não chega a decepcionar. Aerodinâmica excelente (Cx 0,23), comportamento em curvas irrepreensível e acabamento são pontos altos. Tela multimídia (com GPS, sem toque tátil) e faróis bixenônio contrastam com ausência de função digital (automática) do ar-condicionado, do banco elétrico e de sensores traseiros.

GEELY, sétima marca de automóveis chineses no Brasil, começa com o sedã médio-compacto EC7, em março. Preço (completo) na faixa combativa dos R$ 50.000, para tentar incomodar Civic, Corolla, C4, Focus e 408 entre outros. A marca, dona da sueca Volvo, não esconde que pretende se associar ao Grupo Gandini (40% do capital) para construir fábrica no País.

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Ford lança sistema que aciona aplicativos de smartphones por comando de voz dentro do carro

Estande FordNa Campus Party, a Ford anunciou a entrada do sistema SYNC AppLink ainda este ano nos veículos comercializados pela empresa. Este é o primeiro sistema da indústria automotiva que permite o acesso aos aplicativos dos smartphones por meio de comandos de voz. Ele é compatível com o iPhone 3GS (IOS 4.1 ou mais atual), iPhone 4 (IOS 4.2 ou mais atual) e com iPhone 5 (IOS 4.3 ou mais atual). Além destes, também conecta-se ao Android OS 2.1 ou mais atual e o BlackBerry OS 5.0 ou mais atual.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Comparativo: Toyota SW4/ Chevrolet Trailblazer

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Toyota e Chevrolet com o SW4 e Trailblazer disputam o segmento dos utilitários esportivos movidos a diesel, os modelos têm proposta similar, mas a construção é diferente

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Estúdio Prána

Preparado para todo o terreno, o veículo utilitário esportivo (SUV) Toyota SW4 foi lançado em 2005. Para atender a legislação de emissões de poluentes, em 2012, recebeu o novo propulsor diesel D-4D 3.0L 16V turbo.

IMG_4561Usa geometria variável com intercooler e injeção direta eletrônica de combustível (tipo Common Rail). Ele trabalha com taxa de compressão de 17,9:1, entrega potência de 163 cv a 3.400 rpm e torque de 35,0 kgfm entre 1.400 a 3.200 rpm.

Em novembro de 2012, chegou para disputar mercado com o SW4 o Chevrolet Trailblazer. No lançamento, foi apresentado com motor 2.8L Turbodiesel CTDI. Também com intercooler, injeção direta eletrônica, taxa de compressão de 16,0:1, comando de válvulas do tipo DOHC de quatro válvulas por cilindro. Atinge potência máxima de180 cv a 3.800 rpm, o torque é de 47,9 kgfm a 2.000 rpm.

IMG_7898Menos de um ano depois, ou seja, em setembro de 2013, a General Motors mostrou a linha 2014 deste SUV. Entre as modificações, a segunda geração do propulsor diesel. Foi incorporado um novo coletor de admissão em plástico, um novo sistema de injeção, os pistões foram redesenhados, também recebeu um novo sistema de recirculação de gases (EGR). Estas mudanças fizeram a taxa de compressão passar para 16,5:1, a potência aumentou para 200 cavalos a 3.600 rpm e o torque chega a 51,0 kgfm a 2.000 rpm.

IMG_4554A Toyota trouxe também uma nova transmissão automática de cinco velocidades, para seu SUV. Segundo a fabricante é dotada de Sistema de Inteligência Artificial. Ele gerencia o funcionamento, seleciona a marcha mais adequada de acordo com o estilo de direção do condutor, pois leva em consideração a posição do acelerador, a velocidade do veículo, a rotação do motor e a atuação dos freios e também avalia o percurso por onde o veículo está trafegando (subidas, retas ou decidas). A tração é 4x4 permanente com reduzida, usa diferencial central tipo Torsen com bloqueio, VSC (controle eletrônico de estabilidade) e TRC (controle eletrônico de tração), a reduzida é ativada por alavanca.

IMG_7891O Trailblazer só é comercializado com transmissão automática de seis marchas (GR6). Ela conta com o sistema Active Select, que também permite trocas manuais sequenciais. O câmbio utiliza sistema Clutch to Clutch e o EC3 que gerencia o travamento do conversor de torque. Como ocorreu aumento de potência e torque, ela foi recalibrada. Vem equipado com caixa de redução para 4x4 acionada eletronicamente.

IMG_4512No SUV Toyota a suspensão dianteira é independente, com braços duplos triangulares, molas helicoidais e barra estabilizadora. Na traseira é do tipo 4-link (4 pontos de fixação) com molas helicoidais.

IMG_7852O utilitário esportivo Chevrolet, também tem a suspensão dianteira independente, com braços articulados, molas helicoidais, barra estabilizadora e amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados. E a traseira é Five-link, com barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados.

A direção hidráulica (pinhão e cremalheira) aparece nos dois veículos e o sistema de freios do modelo Toyota é composto por discos ventilados na dianteira e tambor na traseira, com ABS, EBD (distribuição eletrônica de força de frenagem) e BAS (sistema de assistência em frenagem de emergência). Já o Chevrolet usa sistema de frenagem com discos ventilados nas quatro rodas, ABS e EBD.

IMG_4545Na linha SW4 a diesel comercializada a partir de 2012 foi incluído à central multimídia, um sistema de navegação GPS. Sua tela é de 6,1 polegadas touchscreen, permite conexão via Bluetooth com microfone localizado no console do teto, conexões USB e auxiliar do sistema de som compatível com iPhone/ iPod, aparelhos que usam sistema Android e câmera de ré.

IMG_7885Já a Chevrolet trouxe para o SUV o sistema multimídia MyLink – “Bring Your Own Media”. Ele reproduz músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular, faz ligações telefônicas via Bluetooth e permiti ao usuário configurar algumas funções do veículo de acordo com as suas preferências, conta ainda com leitor de CD e DVD e um navegador de GPS. A tela de LCD touch screen é de sete polegadas. Por meio do sistema, é possível controlar algumas configurações funcionais do carro, como avisos sonoros de faróis ligados, acionamento do limpador traseiro, travamento automático das portas, distribuir o som ambiente do rádio de forma independente em cada uma das caixas de som das quatro portas, além da visualização de demais informações tradicionais do celular, como, agenda de contatos e histórico de chamadas. Executa funções de rádio AM/FM com leitor de áudio para arquivos MP3/WMA e mostra a imagem da câmera de ré.

IMG_4497Em dimensões, o Toyota SW4 tem comprimento de 4.705 mm, a distância entre eixos é de 2.750 mm. Sua largura é de 1.840 mm, altura de 1.850 mm, com ângulo de ataque de 30º , o de saída é de 25º.

IMG_7870Enquanto que o Chevrolet Trailblazer oferece comprimento de 4.878 mm, distância entre eixos de 2.845 mm. A largura é de 2.132 mm, altura de 1.841 mm, assim, o ângulo de ataque é de 32º, o de saída é 21º.

IMG_4529O Toyota SW4 com motor diesel é comercializado na versão SR de câmbio automático com cinco lugares por 170.860, a SRV custa R$ 182.090. O modelo com carroceria de 7 lugares, versão SRV sai por 186.750.

IMG_7880Já o Chevrolet Trailblazer só é comercializado com opção de 7 lugares, a versão LTZ motor diesel custa R$165.390.

Colaboraram: Toyota do Brasil, General Motors do Brasil, Grupo Carrera e Grand Motors Toyota- Nações Unidas

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Custos de peças e serviços Toyota SW4 Diesel

Amortecedores dianteiros: R$324,42- cada

Serviço: R$ 292,50- par

Amortecedores traseiros:R$109,01- cada

Serviço: R$ 195,00- par

Discos de freios dianteiros: R$450,32- cada

Serviço: R$ 214,50- par

Jogo de pastilhas dianteiras: R$346.69

Serviço: R$97.50

Lonas traseiras: R$449,46

Serviço: R$195.00

Óleo/ litro: 29,00

Serviço: R$97.50

Filtro de óleo: R$46.74

Serviço: R$ 117,00*

Filtro de ar: R$103.87

Serviço: R$39.00

Filtro de combustível: R$56.44

Serviço: R$117,00

Filtro anti-polén: R$69.30

Serviço: R$39.00

Óleo transmissão automática/ litro: R$48,04

* Na revisão não é cobrada mão de obra de substituição do filtro

Custos de peças e serviços Chevrolet Trailblazer Diesel

Amortecedores dianteiros: R$ 419,36- cada

Serviço: R$160,00

Amortecedores traseiros: R$ 233,31- cada

Serviço: R$160 ,00

Discos de freios dianteiros: R$386,28- cada

Serviço: R$80,00

Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 528,11

Serviço: 40,00

Tambor de freios traseiros: R$ 577,06

Serviço: R$120,00

Jogo de sapatas traseiras: R$ 405,05

Serviço: R$160,00

Óleo/ litro: R$ 39,00

Serviço:------------

Filtro de óleo: R$65,19

Serviço:---------------

Filtro de ar: R$ 122,53

Filtro de combustível: R$ 217,92

Serviço:--------------------

Filtro anti-polén: R$ 165,29

Serviço: R$120,00

Óleo transmissão automática/ litro: R$ 37,50

Serviço: R$160,00

ALÍVIO DE NOVOS ARES

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaQuando fecharem as portas no próximo domingo, os organizadores do Salão de Detroit, depois de investir em reformas e ampliação das áreas de exposição, poderão respirar aliviados. Indicadores apontam recuperação firme do mercado interno americano (15, 6 milhões de automóveis e comerciais leves em 2013), interesse maior pelos salões e até outra mentalidade em relação aos modelos caros. Compradores abonados voltaram a trocar de carro, sem preocupação de manter a cor, para não chamar a atenção de vizinhos e amigos.

Um dos ícones para os americanos estreou na exposição do Cobo Hall com a maior evolução de sua história. A picape pesada F150, veículo líder por lá há 37 anos em quatro versões de mesmo nome, agora usa várias partes da carroceria em alumínio. Representou menos 320 kg de peso e permitiu oferecer motor V-6 turbo de “apenas” 2,7 litros. Novos Mustangs cupê e conversível atraíram atenções, mas aqui só em 2015.

Estreia mundial, que interessa de perto, pois será produzido em Iracemápolis (SP), foi o Mercedes-Benz Classe C todo novo, antes só visto em fotos. O sedã ficou maior por dentro, 100 kg mais leve e tem opções de suspensão a ar e porta-malas com caixa sanfonável central.

Novo Honda Fit, um pouco mais largo e maior entre-eixos, é o mesmo de produção brasileira previsto para o segundo trimestre, agora de novo com câmbio automático CVT. Em entrevista a jornalistas brasileiros, o executivo da Hyundai responsável por vendas mundiais, Tak Uk Im, admitiu ampliação da fábrica de Piracicaba (SP) para produção do SUV compacto derivado do HB20 e até do i30 em Anápolis (GO).

A anunciada fusão Fiat-Chrysler repercutiu no salão e a empresa falou pela primeira vez em uma fábrica brasileira, sem pormenores. Certamente ficará em Goiana (PE) e os produtos serão Jeep, conforme essa coluna já adiantou.

Detroit também viu novidades bem interessantes. Destaque para a classuda versão Targa do Porsche 911, agora com teto central de lona e escamoteamento elétrico. BMW mostrou o Série 2 (cupê do Série 1) e motores 6-cilindros em linha (no lugar dos V-8) nos sedãs “superardidos” M3 e M4. Corvette Z06 com seu V-8 de 625 cv/87 kgf∙m, surpreendeu por oferecer, além de câmbio automático de oito marchas, um manual de sete marchas, visto antes apenas no 911.

Entre carros-conceito, Audi e Volvo sobressaíram com Allroad Shooting Brake e XC que antecipam os futuros Q1 e XC90, respectivamente. Toyota ousou ao mostrar o modelo esporte FT-1, que inclui vidro no capô para exibir o motor (pode ser V-6 ou V-8). Mas há também exagerados, como VW Beetle (Fusca) Dune, cheio de apêndices de dar inveja a “aventureiros” desvairados. Tomara que o czar de design, Walter de’ Silva, não aprove esse cochilo de salão.

GM esteve em dúvida, mas acabou de volta ao segmento das picapes médias com a Chevrolet Colorado, na realidade versão da S10 feita no Brasil e na Tailândia com frente e acabamentos diferentes. Quanto à Cadillac, trocou o estande do grupo por nova posição bem em frente à Mercedes-Benz. Afinal, seus modelos miram diretamente nas marcas premium alemãs. A subsidiária brasileira deve importar ao menos um modelo de sua marca de topo, talvez já no fim do ano.

RODA VIVA

DIFICULDADES cambiais e financeiras na Argentina podem adiar produção do SUV médio Everest, baseado na Ranger, previsto para 2015. Pelo mesmo motivo, Kuga (SUV derivado do Focus) também está sob dúvida. Porém, Ford prepara quatro novidades para o Brasil este ano: compactos Ka (hatch e sedã, cinco e quatro portas), motor 3-cilindros e o novo SUV importado Edge.

DIETER ZETSCHE, presidente mundial da Daimler, disse a jornalistas no Salão de Detroit que planos da Mercedes-Benz no Brasil vão além dos dois modelos já anunciados: Classes C e GLA. Reafirmou cautela na escolha de futuros produtos, depois dos percalços do Classe A nacional. Para a coluna, embora esse novo hatch não esteja descartado, sedã CLA parece bem cotado.

ABEIVA, que reúne marcas sem produção no Brasil, deseja mudar e abrigar sócios que terão fábricas no País: Chery, JAC e Land Rover. Estas avaliam que não teriam voz ativa na Anfavea, onde só cinco empresas se revezam na presidência, apesar de sua decisões por “consenso”. Na Argentina, Adefa tem rodízio anual por ordem alfabética de todos os membros.

ANTIGO Uno Mille, fora de produção desde dezembro último, passou o indesejado troféu de automóvel mais antigo do mundo em fabricação contínua ao mexicano Nissan Tsuru. Esse ancestral do Sentra, se não for descontinuado, entra agora no 30º ano de vida. Coincidentemente, Lada Samara foi contemporâneo do Uno, lançado em 1984, e também saiu de linha ano passado.

CORREÇÃO: segundo modelo a assumir a liderança, em 2013, de um dos segmentos da coluna Alta Roda, publicada na semana passada, foi o médio-compacto Civic. O outro, monovolume compacto Spin, foi citado corretamente. O C4 Picasso, monovolume médio, já havia liderado sua classe em 2012.

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Lançamento: Mercedes-Benz CLA 200 Turbo 1st Edition

CLA (3)Mercedes inicia as vendas do CLA 200 Turbo, o carro tem motor 1.6L de 156 cv, transmissão automatizada de dupla embreagem e 7 velocidades, entre outros itens

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Em São Bernardo do Campo (SP), a Mercedes-Benz mostrou dia 22 de janeiro para a imprensa especializada o CLA 200 Turbo 1st Edition, uma edição especial de lançamento preparada para o Brasil.

CLA (9)Com este modelo, a fabricante alemã pretende conquistar o público jovem. Por isso o visual prima pela esportividade.Vincos acentuados no capô, laterais e traseira, reforçam a proposta. A grade dianteira é cromada e prateada na forma de diamante. Os faróis são bi-xenônio com LEDs das luzes de condução diurna posicionados dentro do conjunto ótico. Sem a coluna central, o teto ressalta uma curvatura acentuada na traseira, assim o CLA é chamado de cupê quatro portas.

CLA (6)O painel de instrumentos incorpora cinco saídas de ar redondas, que remetem a turbinas de jato. O display com 17,8 cm, que se eleva ao centro, tem painel dianteiro em laca preto-piano e moldura prateada e, além de permitir controlar várias funções do carro, como o ar-condicionado digital, integra o Comand Online, que oferece navegação por GPS e acesso à internet por meio de browser e aplicativos especiais da Mercedes-Benz.

CLA (7)O sistema multimídia aceita DVD, CDs, dispositivos USB e Sd-card. A conexão Bluetooth permite integrar todas as funcionalidades de telefones celulares e a execução de músicas por meio de streaming.

Bancos integrais na frente e atrás, com acabamento em couro sintético ÁRTICO e tecido, para dar o tom de esportividade. O assento traseiro privilegia os espaços laterais (tipo 2+1). Costura pespontada colorida é disponibilizada de acordo com as opções selecionadas para o acabamento interno.

CLA (8)O padrão de acabamento dos bancos é replicado nos painéis internos das portas, que combina o couro sintético ÁRTICO com frisos cromados. A forração do teto é preta. Equipado com um pacote de luzes internas com 17 pontos de iluminação, as soleiras em alumínio também são iluminadas.

Entre os equipamentos de série utiliza teto solar panorâmico, direção eletromecânica Direct Steer, ESP (electronic stability control - programa eletrônico de estabilidade), sistema de detecção de sonolência ATTENTION ASSIST (assistente de atenção).

CLA (5)Tem também, sistema de frenagem adaptativo o qual concentra, além das funções básicas, o controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em subidas, pré-carregamento em situações de emergência, secagem automática na chuva e a função HOLD, que mantém o carro parado no tráfego sem necessidade de o motorista manter o pedal do freio acionado.

Tem comprimento de 4.630 mm, largura de 2.032 mm e altura de 1.432 mm. A capacidade volumétrica do porta-malas é de 470 litros e o tanque de combustível recebe até 56 litros.

CLA (10)As suspensões são independentes, dianteira tipo McPherson e traseira com braços múltiplos em alumínio, três elementos de controle e um braço de arrasto por roda.

Equipado com propulsor 1.6L turbo com injeção direta de combustível, entrega 156 cv de potência a 5.300 rpm, seu torque é de 25,5 kgfm, disponível entre 1.250 e 4.000 rpm. A tração é dianteira e a transmissão automatizada de 7 velocidades e dupla embreagem (7G-DCT).

CLA (2)A Mercedes-Benz do Brasil importará 1.400 unidades do modelo, o qual tem preço sugerido para venda de R$ 150.500. As peças de reposição também são importadas da matriz, a qual disponibiliza pacotes com preços diferenciados. Não há planos de nacionalizar itens, porém para a reposição de baterias, pneus e óleo foram homologados fornecedores nacionais.