quinta-feira, 20 de março de 2014

DISCUSSÃO ESTÉRIL

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2Afinal, por que se discute tanto o preço da nova geração do Corolla (11ª no mundo e a 4ª aqui)? De fato, o carro que já está nas concessionárias ficou mais caro. Basta ver os porcentuais de aumento para as três versões: GLi, 2,6%; XEi, 3,5% e Altis, 7%; começa em R$ 66.570 e vai a R$ 92.900. A versão de topo, realmente, oferece pouco em relação aos concorrentes diretos.

Por via das dúvidas, na apresentação à imprensa, a Toyota exibiu outra conta relativa aos preços. Segundo ela, o GLi subiu R$ 800, porém equipamentos adicionais e inexistentes na versão anterior custam R$ 4.000,00; no XEi, R$ 1.800 e R$ 6.000, respectivamente; no Altis, R$ 2.500 e R$ 8.000. Tentou mostrar ter cobrado menos do que poderia em um modelo inteiramente novo, maior, mais seguro e econômico, fabricado no Brasil, apenas nove meses depois de lançado em outros mercados.

Problema dessa contabilidade é a existência, quase sempre, de alguma “criatividade”. Os fabricantes costumam esquecer de colocar na conta a retirada de alguns itens existentes no modelo anterior ou nos concorrentes. No XEi, por exemplo, que responde por quase 2/3 das vendas, sumiram a iluminação para o espelho de cortesia do passageiro e o rebatimento elétrico dos espelhos externos.

Um dos destaques do novo Corolla está na ousadia do estilo, fugindo do cansativo padrão clássico. No interior fica menos evidente, embora os 10 cm a mais de distância entre-eixos façam grande diferença para quem senta atrás. Alguns materiais internos melhoraram, mas ainda há parafusos aparentes, relógio mal posicionado no painel e pouco cuidado no acabamento menos visível, como as pequenas alavancas de abertura mecânica das tampas do porta-malas e do tanque. Volume do porta-malas não mudou: bons 470 litros.

Novo câmbio automático CVT, de sete marchas virtuais, conseguiu algo incomum: melhoria de desempenho atribuível quase exclusivamente a ele. No motor 2-litros, etanol, aceleração de 0 a 100 km, em 9,8 s e retomada de 80 a 100 km/h, em 3,4 s, indicam significativa melhora de 15% e 27%, respectivamente, pelos dados de fábrica. Embora o Corolla, na versão com motor de 1,8 L, etanol e câmbio automático tenha ficado 10% mais econômico no ciclo urbano, essa diferença é de apenas 1% no ciclo rodoviário. Isso se deve à alteração do método de medição do programa de etiquetagem do Inmetro.

Distância de frenagem a 100 km/h diminuiu 14%, para 51,6 m, nada de algo brilhante. Mudança sutil, porém perceptível ao guiar, é a melhor angulação (mais vertical) do volante. Suspensões parecem um pouco mais macias e o para-choque mais baixo pode raspar em lombadas. Nível de ruído interno caiu 4% graças ao para-brisa acústico e ao novo pacote fonoabsorvente.

A Toyota confia que o carro receberá cinco estrelas (nota máxima) no próximo teste de colisão do Latin NCAP. São injustificáveis ausências de controle eletrônico de trajetória (ESP) e de assistência adicional aos freios. Pena também que teto solar e rodas de liga leve de 17 pol. não estejam disponíveis.

Em resumo, com ou sem preço, o Corolla deve recuperar a liderança do segundo segmento mais disputado no Brasil, o de sedãs médios-compactos. E por mais méritos agora do que antes.

RODA VIVA

MERCADO continua a andar de lado. Só no final do mês poderá se ter ideia melhor, embora o primeiro bimestre de vendas, em 2014, haja sido recordista. Média diária de comercialização continua a apontar acomodação preocupante, refletida no tráfego de clientes nas lojas. Estoques totais subiram de 31 para 37 dias, de janeiro para fevereiro.

VIDA ficará ainda mais difícil para os tradicionais quatro fabricantes. Soma de participações de mercado de Fiat, Ford, GM e Volkswagen, mês passado, baixou pela primeira vez de dois terços do total: exatos 66,65%. Tendência natural e, assim, o consumidor pode esperar mais ofertas. Até mesmo a volta da troca com troco, porém com entrada e menos prestações.

OFERECER carros de baixo custo em mercados emergentes é desafio e tanto para marcas com apego ao rigor construtivo. Na China, por exemplo, de custo-país muito competitivo, VW enfrenta dificuldade para projetar e fabricar um modelo acessível na faixa de 8.000 euros (R$ 26.000), sem impostos. O up! 2-portas aqui parte de R$ 27.000, com impostos.

LAND ROVER não se acomodou em razão da boa aceitação do Range Rover Evoque. Já está no Brasil versão com câmbio automático de nove marchas que visa à economia de combustível, além de conforto superior em termos de suavidade de trocas e silêncio a bordo. Preço parte de R$ 192.000, bem salgado, mas não parece intimidar clientes.

NA OUTRA ponta, a de custo muito baixo, o Chery Tiggo (chinês, montado no Uruguai e dispensado de impostos mais pesados) pela primeira vez dispõe de câmbio automático. Nenhum SUV compacto chega ao seu preço de R$ 57.990 nessa condição. Apesar do motor de 2 litros, esse câmbio de quatro marchas acaba por prejudicar o desempenho de forma severa.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Lançamento: Novo Corolla 2015

MalagrineNovo design, mais espaço para os ocupantes, motores sem tanquinho para partida a frio, câmbio de 7 marchas, são algumas das novidades encontradas no sedã médio

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Dia 11/03, em Campinas (SP), a Toyota apresentou para a imprensa especializada brasileira e argentina, o Novo Corolla. O sedã médio fabricado em Indaiatuba (SP), passou a ser produzido em uma nova arquitetura e não compartilha itens com o da geração anterior.

O design do carro é baseado em dois conceitos: Keen Look, segundo a empresa, uma expressão inspirada no olhar focado de um atleta de alto rendimento antes de uma competição, e o Under Priority, que tem como característica o posicionamento mais baixo da grade frontal.

MalagrineIsso que garante melhor eficiência aerodinâmica e maior nível de proteção aos pedestres, em caso de acidentes. Além do novo design, o carro cresceu 10 cm na distância entre os eixos, o comprimento total é de 4,62 m, 8 cm maior que o anterior e largura de 1,775 m, 15 cm a mais que o anterior.

São duas as opções de motorização, 1.8L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, a qual entrega 139 cv (G)/144 cv (E) a 6.000 rpm e torque de 17,7 kgfm (G)/ 18,4 kgfm (E) a 4.200 rpm. E o 2.0L Flexfuel, Dual VVT-i DOHC de 16 válvulas, com 143 cv (G) a 5.600 rpm e 154 cv (E) a 5.800 rpm. O torque máximo é de 19,4 kgfm a 4.000 rpm (G) e 20,3 kgfm (E) a 4.800 rpm.

MalagrineAmbos são construídos com bloco e cabeçote de alumínio, em ambos foi eliminado o reservatório de gasolina para a partida frio. Os bicos injetores utilizam o sistema que pré-aquece o etanol no momento da partida, quando o motorista aciona a ignição.

MalagrineTambém são dois tipos de transmissões, a manual de seis velocidades, e a automática Multi-Drive, ela deriva da tecnologia CVT e foi adotada para atender ao gosto do consumidor brasileiro, ou seja, privilegia desempenho, conforto e baixo consumo de combustível. A diferença de outras do tipo CVT é um software de gerenciamento, o qual simula 7 marchas, mesmo com o câmbio na posição Drive.

Apesar de ser um modelo global, a calibragem da suspensão, McPherson na dianteira e eixo rígido na traseira, foi feita para as condições do piso brasileiro.

MalagrineNa opção com motor 1.8L GLi e câmbio manual o preço sugerido para venda é de R$ 66.570 e R$ 69.990 com transmissão Multi-Drive . O 2.0L XEi Multi-Drive S custa R$ 79.990 e o 2.0L Altis Multi Drive S sai por R$ 92.900. A expectativa da Toyota é de recuperar a liderança no segmento de sedãs médios com o Novo Corolla.

Malagrine

Grupo Randon cresceu em 2013

Complexo Empresas Randon_Caxias do SulA empresa encerrou 2013 com lucros, apesar do desempenho fraco da economia. Para 2014 a expectativa é de mais crescimento

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Em 2013, o Grupo Randon obteve crescimento de 23,7% na Receita Bruta Total sobre 2012. Somou R$ 6,6 bilhões e a Receita Líquida Consolidada atingiu R$ 4,3 bilhões, o que representa avanço de 21,5% no ano, o EBITDA, lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, foi de R$ 563,9 milhões, 101,3% maior ao comparar com 2012, assim, o lucro líquido consolidado ficou em R$ 235,1 milhões.

Segundo divulgado pela empresa, um dos fatos relevantes para este resultado foi a safra recorde de grãos que elevou a produção de caminhões e veículos rebocados. “A recuperação dos volumes de produção, aliada a um conjunto de ações internas, promoveu uma soma de bons resultados para a Companhia”, declarou o diretor-presidente, David Abramo Randon.

Entre os investimentos feitos pela companhia está a aquisição das cotas da controlada Suspensys do sócio Meritor Inc., o que reintera a estratégia de crescimento e reforça o segmento de autopeças. Além disso, no ano passado, avançou o projeto de expansão da nova unidade fabril em São Paulo, com a compra do terreno que deverá abrigar a indústria de rebocados em Araraquara, o início de operação está previsto para 2015.

JOST - Foto aérea - Foto Magrão Scalco

Já as exportações alcançaram o valor de US$ 241,6 milhões, 8,6% menor que o volume de US$ 264,2 milhões no ano anterior, isso representou 12,3% da receita líquida consolidada. Em 2013 as unidades externas faturaram US$ 124,1 milhões, contra US$ 121,9 milhões em 2012.

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Geraldo Santa Catharina, comenta que os bons indicadores, inclusive na recomposição das margens, foram respaldados por vários fatores, entre os quais se destacaram a maior utilização da capacidade instalada, a estabilização da implantação do novo ERP, as adequações de estruturas administrativas e, ainda, a redução de despesas e maior diluição dos custos fixos.

Campo de Provas Empresas Randon - Foto Magrão Scalco (3)A Companhia conseguiu superar as projeções revisadas em agosto de 2013 que apontavam para uma receita bruta total de R$ 6,0 bilhões e receita líquida consolidada de R$ 4,1 bilhões, superando, também, os valores dos investimentos que foram projetados em R$ 130 milhões, mas que chegaram a R$ 287,6 milhões, em função da aquisição do controle da Suspensys.

E para 2014 a companhia espera manter o crescimento, atingir receita bruta total de R$ 6,3 bilhões e receita liquida consolidada de R$4,4 bilhões.

quinta-feira, 6 de março de 2014

ATAQUEM AS MAZELAS

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2Uma pena o sistema tributário brasileiro esconder o peso dos impostos sobre veículos. Existe, aliás, uma nova lei (adiada) que obriga a discriminação na nota fiscal, mas há dois problemas. Primeiro, o cipoal de impostos, taxas e contribuições ao longo da cadeia produtiva leva a um cálculo impreciso. Segundo, as tabelas deveriam ter dois preços, com e sem impostos, como informação fundamental ao consumidor.

É bom relembrar a diferença entre participação de impostos em mercadorias ou serviços e carga tributária. Esta equivale a dividir o preço com imposto pelo preço sem imposto. À medida que as alíquotas sobem a oneração torna-se exponencial; não se trata de cálculo linear. Se uma mercadoria custa 94 (sem imposto) e 100 (com imposto), por hipótese, a divisão resulta em 1,064 cuja expressão centesimal é 6,4%.

No Brasil, a soma nominal média das alíquotas de impostos sobre automóveis é de cerca de 30 pontos percentuais. Então a carga tributária, que todos sentem no bolso, fica bem salgada: 100 (com imposto) divido por 70 (sem imposto) dão 1,43 ou 43% (arredondado). A verdade nua e crua é que um automóvel vendido por R$ 30.000 custaria em torno de R$ 21.000, sem impostos, ou R$ 22.300 com carga tributária aproximadamente igual à dos EUA, por exemplo.

Se esse modelo tivesse motor com mais de 2 litros/gasolina, a “mordida” subiria para 54%. Em carros importados, fora da cota anual de IPI majorado e com impostos em cascata, vai além de 100%.

Conforme essa coluna comentou de outras vezes, se discutir preços no Brasil já é complicado pela matemática frívola de aloprados de plantão, comparar com o exterior torna-se pior pela variação de valor das moedas. Já nem surpreende o sindicalista João Cayres, em audiência pública de uma comissão do Senado Federal semana passada, afirmar que “só no Brasil um Camaro custa mais que um Mercedes”. Esqueceu-se de conferir que o modelo específico exportado para cá tem tabela 20% superior nos EUA e no mundo inteiro.

Na mesma comissão distribuiu-se lista comparativa de modelos vendidos nos EUA e aqui, sem considerar diferenças de versões, frete local e... impostos! Entretanto, ninguém pensou em cotejar preços de varejo com a Europa, onde existe afinidade entre produtos e versões do mercado brasileiro. Por uma “mágica” chamada valorização do euro frente ao real, a maioria dos modelos vendidos no Brasil já têm o mesmo preço nominal ou são mais baratos, mesmo sem considerar a diferença de impostos.

Nem adianta se aprofundar nas diferentes estratégias tributárias dos países, como taxar mais o consumo ou a renda. Muita gente já tem cabeça feita, não gosta de fazer contas, faz comparações “incomparáveis” (inclusive com o México) e desconsidera variações cambiais que levam a sérias distorções para o mal e para o bem (ora o carro fica mais caro, ora mais barato). O Brasil, sim, tem problemas graves de custos de produção, infraestrutura, tributação, ineficiência, produtividade e, o principal, de educação formal e especializada.

Difícil aceitar perder tempo com discussões inócuas e de foco errado nas comissões legislativas em Brasília. Costuma descambar para viés ideológico, em vez de atacar de frente nossas próprias mazelas.

RODA VIVA

PROPOSTA de substituir o imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA) por outro sobre circulação, a exemplo do exterior, levaria a uma renovação natural da frota. Benéfica ao meio ambiente e diminuiria panes que tanto atrapalham o trânsito. Alíquota, porém, precisaria ser menor que a de hoje. Sem contar possíveis votos perdidos dos “prejudicados”.

HONDA traça planos audaciosos e ainda não anunciados em pesquisa e desenvolvimento no País. Às novas instalações de Sumaré (SP), se agregarão infraestrutura para colisões contra barreira e até túnel de vento, além de campo de provas. Parte dessas iniciativas é reservada à fábrica vizinha de Itirapina, em construção. Além do SUV pequeno, um compacto está na mira.

EXISTEM coisas impressionantes no Golf GTI, além do motor turbo de 2 litros/220 cv, estabilidade em curvas e direção que parece entender o pensamento. Entre os modos esporte e de economia escolhidos por toque na tela a diferença de consumo em estrada pode superar 20%. Segredo: ao levantar o pé do acelerador o motor vai para marcha-lenta.

EUROPEUS, finalmente, decidiram mudar seus ciclos de medição de consumo e aderir à projetada unificação mundial desse critério. Também confirmaram a meta de 95 g/km de CO2 em 2020. Porém, haverá mais três anos para que carros de baixo consumo/emissão recebam bônus e aliviem a forma de cálculo da frota média de cada fabricante.

DELPHI confirmou que no final do ano um fabricante europeu adotará seu sistema de gel acumulador de frio no ar-condicionado. Sem esse recurso, o start-stop (desliga-liga o motor automaticamente em paradas) traria desconforto em países de clima quente, como o nosso, ou reduziria pouco o consumo.

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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Capas de couro para modelos VW, Fiat, Chevrolet e Hyundai

A Car Fashion acaba de lançar capas de couro sob medida para os modelos Gol, Voyage, Saveiro, Fox, SpaceFox e CrossFox, da Volkswagen, Uno, novo Palio, Grand Siena, nova Strada (cabine dupla e simples) e algumas versões do Idea, da Fiat, também para o Cobalt, Spin, Onix e Prisma, da Chevrolet, e HB20, HB20S, HB20X e HR, da Hyundai.

Segundo a empresa, as capas são confeccionadas como em um alfaiate, por isso, tem o caimento certo. Mais fiel ao desenho do banco, o revestimento fica com aparência de estofamento de couro natural. As capas são produzidas com couro reconstituído, a partir de partes que não são utilizadas na produção da pele do couro, que são desconstituídas e em seguida reconstituídas química e mecanicamente.

São partes de couro normalmente descartadas no meio ambiente, pois as beneficiadoras não têm destino certo para essas capas. As capas Car Fashion são encontradas em todo o Brasil, em lojas especializadas e diversos canais on-line, como a Americanas.com, Ponto Frio, Submarino, Shoptime, Extra, Loja Automotiva, Casas Bahia, entre outras. Os preços das capas variam de R$ 169 a R$ 329.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Novo Linea será lençado em abril

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A Fiat promoveu mudanças no sedã Linea, que será lançado no inicio de abril. Novo visual externo e o interior também foi reformulado.

1398_3_previewA fabricante não divulgou preços e conteúdo didponivel para o modelo, mas a expectativa é de que na linha 2015 ele será posicionado para disputar mercado com os compactos premium Honda City, New Fiesta e VW Polo.

 

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Funcionamento do Detran.SP no Carnaval

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O Detran- SP, informa que as unidades fecham na segunda e na terça-feira de Carnaval e reabrem na quarta-feira de Cinzas, ao meio dia. Em todo o Estado seguirão o seguinte expediente, na próxima semana:

Datas

Unidades Detran.SP no Estado

3 de março – segunda-feira de Carnaval: Fechadas

4 de março – terça-feira Gorda: Fechadas

5 de março – quarta-feira de Cinzas: Abrem às 12h

No dia 1º de março, os postos do Detran.SP que abrem aos sábados funcionarão normalmente (lista abaixo).

O calendário também valerá para os serviços de trânsito oferecidos dentro dos postos Poupatempo.

As unidades de trânsito de todo Estado voltarão a atender em seus horários habituais a partir do dia 6 de março, quinta-feira.

DISQUE DETRAN.SP – A central telefônica para informações sobre os serviços do Detran.SP não funcionará nos dias 3 e 4 de março. O atendimento será retomado na quarta-feira (5 de março), a partir das 7h.

Unidades Detran.SP que abrem aos sábados:

§        Capital: Armênia, Aricanduva, Interlagos.

§        Região Metropolitana de São Paulo: São Bernardo do Campo, Guarulhos, Osasco, Mogi das Cruzes, Suzano.

§        Interior: Americana, Araçatuba, Araraquara, Botucatu, Marília, Presidente Prudente, Rio Claro, São Carlos, Tatuí e Registro.

§        Litoral: Caraguatatuba.
DETRAN.SP
INFORMAÇÕES AO CIDADÃO:
Portal –
www.detran.sp.gov.br
Disque Detran.SP – Capital e municípios com DDD 11: 3322–3333. Demais localidades: 0300–101–3333. Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, e aos sábados, das 6h30 às 15h.
Fale com o Detran.SP e Ouvidoria (críticas, elogios e sugestões) – Acesso pelo portal
www.detran.sp.gov.br, na área de "Atendimento".