terça-feira, 15 de julho de 2014

Lançamento: Novo Renault Sandero

Novo Sandero 2015 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.O hatch compacto passa a ser fabricado em nova arquitetura, recebeu design esportivo, modificações internas e novos ajustes de suspensões

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Dia 30 de junho, a Renault mostrou para a imprensa especializada brasileira em Florianópolis (SC), o Novo Sandero. O hatch que estreou no mercado brasileiro em 2007, passou a ser fabricado com outra arquitetura, a mesma do Novo Logan.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Na dianteira, os faróis são grandes, embutidos nos para-lamas, no centro o logo da Renault aparece em destaque. O para-choque na mesma cor do veículo completa o conjunto frontal, ele usa no uma grade preta para reforçar a esportividade.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Nas laterais, os para-lamas são ressaltados e os vincos aparecem nas partes inferiores das portas. A traseira tem o vidro reto em cima e arredondado na parte debaixo, as lanternas não invadem a tampa, são encaixadas nas laterais e o para-choque da mesma cor do veículo parece formar uma só peça.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.No interior, o painel ganhou novo design feito de material mais agradável ao tato. O volante é de três raios, o quadro de instrumentos usa iluminação branca com três mostradores redondos. Conta-giros e velocímetro são analógicos, já o indicador do nível de combustível e computador de bordo aparecem em um mostrador digital, há também o indicador de trocas de marchas. A nova arquitetura permitiu mudanças estruturais, assim, são novos os sistemas elétrico, de freios, direção e suspensões.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.A versão Authentique com motor 1.0 16V Hi-Power de 80 cv (E)/ 77 cv (G) a 5.750 rpm e torque máximo de10,5 kgfm (E)/ 10,2 kgfm (G) a 4.250 rpm, é comercializada ao preço de R$29.890 e R$32.620 com ar-condicionado. Ele tem direção hidráulica, volante com regulagem da altura, ar quente, desembaçador do vidro traseiro, brake light, rodas de aço 15’’ com pneu 185/65, retrovisor com regulagem interna, aberturas internas do porta-malas e reservatório de combustível.

Novo Sandero 2015 - Espression 1.0 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.A opção Expression com a mesma motorização custa R$34.990 e tem a mais o ar condicionado, rádio CD MP3 2 DIN com entrada USB, Bluetooth, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas das portas, alarme perimétrico, computador de bordo, entre outros.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Com motor 1.6 8V Hi-Power, o qual entrega 106 cv (E)/ 98 cv (G) a 5.250 rpm e torque de 15,5 kgfm (E)/ 14,5 kgfm (G) a 2.850 rpm, a versão Expression sai por R$38.590. A topo de linha é a Dynamique, que custa R$42.390, é equipada com ar- condicionado automático, bancos com tecnologia CCT, rodas 15’’ em liga leve, faróis de neblina, vidros elétricos traseiros, controlador de velocidade, luzes indicadoras de direção nos retrovisores, comando elétrico dos retrovisores, banco rebatível 1/3 e 2/3 e volante revestido em couro.

Impressões ao dirigir

Na região do Costão do Santinho, em Florianópolis (SC), a Renault promoveu o teste drive do Novo Sandero. Comparado a versão anterior, a mudança visual foi radical, ganhou as linhas que estrearam no Novo Logan. Frente, lateral e traseira com desenho robusto o que deixou o carro bem mais atraente.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Mudaram também a ergonomia dos bancos, tanto do motorista como dos passageiros, eles ficaram mais confortáveis, do tipo que “abraça o motorista”. O painel de instrumentos ganhou nova grafia, é grande, mas ficou um pouco escuro, com sol forte, mesmo com as luzes ligadas, causa algum desconforto.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.A maior qualidade do Sandero, ou seja, o espaço interno foi preservada, ocupantes dos bancos traseiros e dianteiros conseguem esticar as pernas, o que não é o comum em hatchs deste segmento. Mas o que chamou a atenção no trajeto percorrido foi o folego do propulsor 1.0L 16V.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.

O acerto de motor e câmbio fez ele ganhar em desempenho, com duas pessoas dentro do carro, ele mostrou que e bom de arranque. Desenvolve velocidade de maneira fácil, tem curva de torque elástica, pois em situações como a de ultrapassar uma lombada, por exemplo, pode ser feito em velocidade média de 40 km/h na terceira marcha, sem ter que mexer na alavanca de mudanças, que ele retoma o aumento da velocidade.

Novo Sandero 2015 - Espression 1.0 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.

Em linha reta, ao fazer uma ultrapassagem com velocidade média de 100 km/h, a manobra pode ser realizada com muita tranquilidade, sem a necessidade de mudar a alavanca.

Ele só vai mostrar que se trata de um motor de 1 litro nos trechos mais íngremes, quando é necessário reduzir a marcha. Já a versão 1.6L 8 válvulas, tem também bom arranque, desenvoltura, acelerações rápidas e retomadas em qualquer tipo de rodovia.

Novo Sandero 2015 - Dynamique 1.6 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.Por ser fabricado em nova arquitetura, foram feitos acertos e calibragem nas suspensões, os quais atendem bem as necessidades do usuário de um veículo deste porte. Ela consegue ser macia ao ultrapassar por obstáculos corriqueiros como valetas e lombadas, mas também é firme ao enfrentar uma curva. Os freios estão bem calibrados e a relação de marchas curtas deixaram as duas opções de motorização bem espertas.

Quem está acostumado com o Sandero da geração anterior, seja ele com motor 1.0L ou 1.6L irá surpreender-se. Não só pelo novo visual e os materiais de acabamento, mas também pelo desempenho.

Ainda este ano, a Renault vai lançar a opção com transmissão automatizada, desenvolvida por ela, a qual substituirá o modelo de câmbio automático com quatro marchas.

 Novo Sandero 2015 - Foto: Luiz Costa / Agência La Imagem.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

FIM DO PATERNALISMO

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2Resultados ruins em vendas internas, produção e exportação (unidades) ao final deste primeiro semestre refletem economia fraca, inflação alta e insegurança sobre o futuro. Em relação ao primeiro semestre de 2013, os recuos foram de 7,6%, 16,8% e 35,4%, respectivamente. Tombo foi maior do que se previa no final do ano passado, quando especialistas acreditavam que a economia brasileira cresceria em 2014 um pouco além que os 2,5% de 2013. Agora falam em apenas 1% a mais no PIB.

A própria Anfavea refez suas previsões que se mostraram otimistas demais em dezembro último. Graças à manutenção do IPI parcialmente reduzido, anunciada em 1º de julho, os números no fechamento do ano seriam um pouco menos negativos: 5,4%, 10% e 29%, respectivamente. Ou seja, crescimento no segundo semestre (14,3%, 13,2% e 36,9%, na mesma ordem) compensaria em parte o raquítico início de ano.

Engana-se quem pensa que a volta do IPI cheio resolveria graves problemas fiscais do governo. Cada 1 ponto percentual de aumento na alíquota, reflete-se em acréscimo de preço de 1,1%. Cada 1% no preço resulta em vendas 1,6% menores. Multiplicados os fatores, 1% a mais de imposto, na prática, significa 2,5% de queda no mercado. Em números redondos, 4 p.p. do IPI (de 3% atuais para os 7% originais) repassados aos preços, significariam um mergulho de 10% nas vendas e arrecadação final de impostos menor.

O cenário piorou por uma conjugação de fatores. Produção foi duplamente prejudicada: mercado interno e situação na Argentina que recebe quase 80% dos veículos exportados daqui. Muito se comenta que os feriados da Copa do Mundo prejudicaram as vendas. Porém, se o mercado estivesse aquecido, os compradores apenas teriam adiado sua ida às lojas. Carros não faltam, pois há 45 dias de estoque (30% acima do normal), e as concessionárias conseguem emplacar mais de 15.000 veículos/dia útil. No primeiro semestre foram apenas 11.500, em média.

Resta saber as causas da apatia e há várias explicações. A primeira é certa acomodação, depois de nove anos de crescimento firme. Inegável que as pessoas também anteciparam compras e a procura sofre mesmo um abalo. O mercado, no entanto, continua com grande potencial, já que mal chegamos ao índice de 5 habitantes/veículo, pouco abaixo da média mundial, mas distante de México e Argentina, por exemplo.

Financiamento, responsável por dois terços das vendas, ficou mais restrito. Embora a inadimplência seja um complicador impactante sobre os juros, outro problema é menos comentado. Planos artificiais de redução de taxa têm eficácia limitada. Se mudassem as regras de retomada dos bens, hoje lenientes para quem deixa de honrar as prestações, certamente aumentaria a oferta de crédito. Em outros países até o pagador com restrições consegue se financiar, pois afinal o veículo pode ser recuperado em pouco tempo. Simultaneamente, o cliente pontual paga menos juros e ganha prazo. O fim do paternalismo criaria um mercado de crédito bem maior e saudável.

De qualquer forma, este semestre tem potencial de ser melhor que o primeiro também porque haverá pelo menos 14 lançamentos, é ano do Salão do Automóvel e a indústria ainda demonstra fôlego para promoções.

RODA VIVA

Aumentar etanol na gasolina de 25% para 27,5%, em estudo pelo governo, traria mais desvantagens que benefícios. Gasolina padrão tem 22% de etanol e assim se homologam motores para consumo e emissões. Mais interessante a decisão recente de imposto menor para motor flex com relação de consumo entre etanol e gasolina superior a 75%, sem prejuízo da eficiência energética da gasolina. Ainda não se anunciou a nova alíquota.

Anfavea mudará suas estatísticas, inclusive série histórica de 58 anos, para enquadrar SUV como automóvel de passageiros e não mais comercial leve, conforme a legislação tributária. Comerciais leves, além de pequenos caminhões e furgões, serão apenas veículos com caçamba, a exemplo de picapes de qualquer porte com cabine simples, estendida ou dupla.

Grupo Caoa-Hyundai reforça sua estratégia de marketing para inserir com maior ênfase no mercado o SUV de sete lugares Grand Santa Fe. Motor é o mesmo V-6/3,3L/270 cv (gasolina) do Santa Fe, de 5 e 7 lugares. Acabamento e equipamentos semelhantes, porém com espaço interno maior, suspensões um pouco mais macias e tração 4x4. Preço: R$ 173.990. Santa Fe, 7 lugares, custa R$ 12.000 menos.

Mitsubishi Lancer sofreu um pequeno atraso até a entrada em produção nas instalações do Grupo Souza Ramos, em Catalão (GO). Ficou para outubro próximo e início de vendas no final de novembro. É o primeiro automóvel da marca japonesa de produção nacional. Além desse médio-compacto, é possível a produção também de um compacto em 2016.

Correção, na coluna da semana passada. O número total de modelos compactos e subcompactos hoje no mercado brasileiro é de 32, quatro a mais que os 28 informados.

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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

Comparativo: Gol Seleção/ Sandero Tech Run

Volkswagen e Renault mudam o visual e incluem equipamentos no Gol e Sandero seus modelos mais vendidos para agregar valor e chamar a atenção do consumidor

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Estúdio Prána

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Em 2013, o VW Gol encerrou o ano com 255.070 unidades comercializadas, o que conferiu ao hatch compacto a marca de 27 anos consecutivos na liderança de vendas do mercado nacional. Lançado em 1.980, passou por várias mudanças, tanto que os modelos vendidos nos dias de hoje são da Geração5. A mais recente transformação ocorreu em 2012. Além do novo design, recebeu motor 1.0L da família EA111 denominado TEC (Tecnologia para Economia de Combustível). Neste propulsor, os cabos de velas foram substituídos por bobinas.

IMG_9445Evoluiu o sistema de partida a frio, o qual recebeu um pequeno filtro, injetores para abastecer cada cilindro, a bomba auxiliar foi instalada separada e isolada acusticamente, a qual pressuriza a gasolina. O gerenciamento é feito por uma ECU (Unidade Eletrônica de Controle) com maior capacidade de armazenamento e processamento. Ainda neste motor, é novo o coletor de admissão e os pistões com superfícies de carbono nas saias. Também modificaram o sistema que aciona as válvulas, retentores e injetores de spray. Sua potência é de 76 cv (E)/ 72 cv (G) a 5.250 rpm e o torque é de 10,6 kgfm (E)/ 9,7 kgfm (G) a 3.850 rpm.

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Em sua trajetória no mercado brasileiro, o Gol enfrenta vários concorrentes, entre eles o Renault Sandero, lançado em 2007 pela fabricante francesa. A primeira reestilização aconteceu em 2011, os faróis, grade frontal e pára-choques receberam novo desenho. O conjunto passou a ser semelhante ao usado no sedã Fluence.

IMG_0007Na traseira, a identificação do carro foi para o centro da tampa do porta-malas. E o interior ganhou novos materiais, cores e texturas, também mudou o painel de instrumentos. Na parte central de cor preta brilhante, foi acoplado o novo sistema de som. Atendendo pedido dos clientes, os comandos dos vidros elétricos saíram do painel e foram colocados nas portas.

IMG_9861Com motor 1.0L 16 válvulas Hi-Flex, o modelo é comercializado nas versões Authentique e Expression o qual entrega 76 cv (G)/ 77 cv (E). Seu torque é de 9,9 kgfm (G)/ 10,1 kgfm (E). O hatch da Renault alcançou a marca de 102.514 unidades emplacadas em 2013.

IMG_9442No final do ano passado, a Volkswagen que é patrocinadora da Seleção brasileira de futebol, lançou a linha comemorativa Seleção para o Gol. Por fora, usa o escudo da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Nos para-lamas, inscrição “Seleção” na tampa do porta-malas com um ícone verde e amarelo em alumínio e faixa lateral com o inscrito “Seleção”. No Gol, essa faixa lateral tem também gravado o número “10”. Ainda por fora, os retrovisores possuem capa na cor preto brilhante, a mesma usada no defletor na tampa do porta-malas.

IMG_9443Rodas de liga leve de 14 polegadas, com desenho “Thor”, e pneus nas medidas 185/65 R14. Por dentro, os bancos usam revestimento de tecido em malharia com grafismo em baixo relevo Soccer, que remete ao desenho de bolas de futebol, trazem faixa na cor azul e o logotipo da série gravado. Ainda os pedais com cobertura esportiva de alumínio e o porta-objetos portátil traz o escudo da CBF.

IMG_9452Entre os equipamentos de série a linha Seleção vem com vidros elétricos, direção hidráulica, sistema de som com rádio, CD-player leitor de MP3, entradas USB e conexão Bluetooth. O I-System que inclui o sistema ECO Comfort, o qual orienta o motorista a dirigir de forma mais econômica, por meio de mensagens no painel. Alarme keyless, chave do tipo canivete, travas e retrovisores elétricos também estão incluídos. O Gol Seleção com motor 1.0 tem preço sugerido para venda de R$ 35.710.

IMG_9814Séries especiais chamam a atenção dos compradores, tanto que em outubro do ano passado a Renault também incrementou seu modelo mais vendido com a versão Tech Run, a qual tem preço sugerido para venda de R$ 38.780.

Ele usa rodas de liga leve aro 15 polegadas, retrovisores e puxadores de porta na cor cinza inox. Tem também ponteira de escapamento cromada, adesivo preto na coluna B, identificação Tech Run na parte superior das portas dianteiras, logo abaixo dos retrovisores.

IMG_0028No interior as laterais dos bancos e cintos de segurança usam a cor azul. O volante tem detalhe cromado em um dos três raios, placa em um dos raios com a serigrafia do nome da série limitada, comandos na coluna de direção que possibilita ao motorista manusear as funções como, trocar de música e estações de rádio, atender e terminar chamadas sem tirar as mãos do volante.

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É equipado com o Media NAV, o qual usa tela sensível ao toque (touch screen) de 7 polegadas integrada ao painel. O display é colorido, na função rádio exibe as estações por frequência, com opção de memorização de até 12 emissoras. Aceita conexão com celular (via Bluetooth) ou dispositivos USB e tem também sistema GPS interativo. É equipado de fábrica com ar-condicionado, direção hidráulica, ajuste de altura para o volante e vidros elétricos dianteiros.

Com os resultados positivos obtidos pelas séries especiais, certeza teremos novas nos próximos meses.

Colaboraram: Volkswagen do Brasil, Renault do Brasil e Concessionária VW Caraiga- Morumbi

Custos de peças e serviços Gol Seleção 1.0L

Amortecedores dianteiros: R$211,13- Cada

Serviço: R$ 558,00

Amortecedores traseiros: R$179,50- Cada

Serviço: R$ 162,00

Discos de freios dianteiros: R$144,69 - Cada

Serviço: R$ 144,00

Jogo de pastilhas dianteiras: R$209,75

Serviço: R$ 144,00

Lonas traseiras: R$36,21

Serviço: R$ 216,00

Óleo/ litro: R$30,17

Serviço: R$ 108,00

Filtro de óleo: R$31,85

Serviço: R$ 54,00

Filtro de ar: R$17,55

Serviço: R$ 36,00

Filtro de combustível: R$32,44

Serviço: R$ 36,00

Filtro anti-polén: R$29,02

Serviço: R$ 36,00

Velas: R$29,93-Jogo

Serviço: R$ 90,00

*Custos de peças e serviços Renault Sandero Tec Run 1.0

Amortecedor dianteiro: R$ 587,00

Amortecedor traseiro: R$ 478,00

Pastilha dianteira: R$ 234,00

Filtro de ar: R$ 80,00

Filtro de combustível: R$ 75,00

Óleo e filtro: R$ 232,00

Filtro anti-pólen: R$ 55,00

Velas: R$ 141,00

*A Renault oferece em sua rede de concessionárias o Pacote Preço Fechado que incluiu peças e serviços

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Troca de pneus, alinhamento e balanceamento em casa

Foto 2 (4)A fabricante de pneus Bridgestone, lançou na grande São Paulo o serviço ‘Bridgestone em Casa’. Inédito no Brasil, proporciona ao cliente receber, seja em casa, no trabalho ou no local de sua escolha, uma van da empresa  que disponibiliza uma série de serviços e produtos relacionados à manutenção do veículo e dos pneus.

O agendamento é feito via telefone, os serviços oferecidos são: alinhamento, balanceamento, freio, troca de óleo, lanternas e bateria. Além disso, a troca de pneus.     

Para solicitar o serviço, o telefone é (11) 5593 - 5512. O pagamento será realizado no local do serviço e o cliente poderá escolher a forma entre dinheiro, cheque ou cartão de crédito (em até 12 vezes).

sexta-feira, 20 de junho de 2014

JANELAS OPORTUNAS

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2Essa verdadeira novela em que se transformaram os acordos automobilísticos entre Brasil e Argentina dentro do Mercosul completou mais um capítulo. Agora, outra solução-tampão, por um ano, até julho de 2015. Foi renovado o estranho regime chamado de “flex”, imposto pelos argentinos, que condiciona os volumes de exportação e importação, em dólares, na proporção de 1,5 para 1, para ambos os lados. Antes era de 1,95 para 1, mais favorável ao Brasil pelo próprio mercado.

Nos últimos anos, os carros brasileiros ocuparam de 45% a 50% do mercado argentino e os veículos provenientes de lá ficaram com algo entre 10% e 15% das vendas aqui. Se houvesse livre comércio, conforme previsto desde o início do Mercosul, há 23 anos, muitos desgastes de parte a parte teriam sido evitados. Já existe uma razoável complementação industrial, pois modelos compactos concentram-se no Brasil e os médios na Argentina, com raras exceções.

Desequilíbrio existe na indústria de autopeças, mas isso tem a ver com as escalas de produção muito maiores no nosso caso. Tal cenário não vai mudar, apesar de todas as pressões do país vizinho. Deve-se notar que o Brasil também pratica, em menor escala, protecionismo regional: programa de isenção de impostos para taxistas começou em 1995 (Mercosul, 1991), porém sempre foi e continua vedado aos veículos da Argentina. Só recentemente pessoas com necessidades especiais, igualmente isentas de impostos, tiveram acesso a modelos argentinos.

No entanto, abrem-se janelas oportunas. Neste segundo semestre o Mercosul deve, finalmente, assinar acordo com a União Europeia e estabelecer um prazo de 15 anos para eliminação gradual de todas as barreiras de cotas e impostos sobre veículos. Realmente uma grande notícia porque consolidará, em nossa região, o processo corrente de atualização tecnológica dos produtos. Segunda janela: encerra-se, em março de 2015, o período de três anos de cotas de importação do México, restabelecendo o livre comércio interrompido em 2012.

Assim, ficaria insustentável tentar um novo adiamento de abertura incondicional das fronteiras de Brasil e Argentina, no próximo ano. Existe até possibilidade de estabelecer um regime industrial conjunto que tentaria melhorar as condições de exportação de ambos. Esse colunista acredita que dependerá de resultado das eleições, aqui e lá, pois caso as oposições vençam há visões diferentes sobre intervenções em excesso na economia.

Interessante observar a convergência de preços dos veículos nos dois países. Historicamente os impostos eram mais baixos na Argentina, porém um tarifaço recente (concentrado em modelos caros) acabou por contaminar todos os produtos. Basta ver que o VW up!, lançado esta semana na Argentina, parte do equivalente a R$ 30.900 contra R$ 27.000 aqui. Mesmo com IPI cheio, previsto só para o final do ano, ainda assim sairá mais caro lá porque motores de um litro têm imposto menor no Brasil.

Já modelos com motores acima de um litro apresentam preços, hoje, praticamente alinhados. Dessa forma, conjugam-se os astros para que Brasil e Argentina parem de se desentender e façam funcionar, depois de mais de duas décadas, o almejado livre comércio sem desconfianças e rusgas.

RODA VIVA

TESE exposta em entrevista recente de Carlos Ghosn: “Abrir fábricas focadas em exportação é coisa do passado”. Para o executivo-chefe da aliança Renault-Nissan, disputar participação nos países de mercado promissor, como os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), torna mandatório produzir localmente. Explica, de fato, o porquê de tantas fábricas aqui.

AVALIAÇÃO simultânea das duas versões do Audi A3 sedã (1,8 L/180 cv e 1,4 L/122 cv) convence: versão de motor menor apresenta ótimo equilíbrio entre preço (R$ 94.900), desempenho (torque elevado proporcionado pela combinação turbo/injeção direta) e nível de equipamentos de série. Espaço no banco traseiro é ponto fraco, mas prazer ao dirigir compensa.

PROGRAMA Brasileiro de Etiquetagem Veicular tem pormenor importante. À medida que os carros melhoram consumo de combustível, em determinada classe de nota, é difícil não ficar para trás, se o fabricante deixar de agir. Assim, médias móveis impõem competição constante. No final do ano, novas exigências de emissões também poderão mudar classificações atuais.

DEPOIS de três anos, Chevrolet Camaro conversível estreia por R$ 239.900. Mercado é pequeno: cerca de 10% das vendas de 100 unidades/mês do cupê. Capota aberta o deixa atraente, próximo do modelo original de 1996. Motor V-8/406 cv lida bem com 126 kg de reforços. Faltam bom isolamento térmico do console central e ar-condicionado digital.

PREVISÕES apontam 300 milhões de carros compartilhados no mundo em 15 anos. Algo em torno de 15% a 20% da frota global. Ao entusiasmo atual, porém, se somam tropeços que atrapalhariam as projeções. Na Inglaterra, por exemplo, o programa Car2Go, do pequeno smart, não deu certo e se encerrou.

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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Lançamento: Sprinter para 10 ocupantes (9+1)

Sprinter_9 1_01Mercedes-Benz lança van para 10 ocupantes, ela é equipada com bancos de couro, ar-condicionado, sistema de som, entre outros itens

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Em São Bernardo do Campo, a Mercedes-Benz mostrou para a imprensa especializada, dia 09/06, a van Sprinter 415 CDI 9+1 (9 assentos, mais o banco do motorista).

Sprinter_9 1_02A carroçaria é a mesma da versão 415 CDI 15+1 teto baixo. Assim, a versão oferece mais espaço para os ocupantes. Sua distância entre os eixos é de 3.665 mm, comprimento de 5.910 mm, largura de 2.426 mm. A altura externa, com o ar condicionado é de 2.580 mm e altura interior de 1.650 mm.

Sprinter_9 1_04Voltada para transporte urbano, é equipada com bancos de couro, ar condicionado, piso acarpetado, volante multifuncional ajustável em altura e profundidade, porta-objetos, porta-garrafa, rádio CD/MP3 com conexão Bluetooth, SD Card e AUX-In, fechamento central das portas por controle remoto, vidros, travas e retrovisores elétricos, farol de neblina, roda de liga leve e limpador do para-brisa traseiro.

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Utiliza motor OM 651 LA biturbo de quatro cilindros, o qual entrega potência de 146 cv a 3.800 rpm, torque de 33,6 kgfm disponíveis entre 1.200 a 2.400 rpm com sistema de recirculação dos gases de escape (EGR) e câmbio de 6 marchas.

Sprinter_9 1_09A Sprinter 415 CDI versão 9+1 tem preço sugerido de R$ 139.628, fabricada na Argentina, ainda integra a linha as versões 15+1, 17+1 e 20+1, em todas elas os processos de manutenção preventiva e corretiva são os mesmos, pois compartilham a mesma arquitetura.

 

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Lançamento: Camaro Sunrise, o Camaro conversível

FGD_3010General Motors passa a importar o Chevrolet Camaro conversível, o modelo é fabricado com a mesma arquitetura do cupê

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

No Guarujá, litoral de São Paulo, dia 09/06, a imprensa especializada brasileira conheceu o Camaro Sunrise, versão conversível do muscle car. Com capota de lona (Twillfast), a qual é acionada eletricamente, a opção foi escolhida para diferenciar o modelo de outros, ao toque de um botão, os vidros abaixam e a capota se dobra em um padrão “Z”, o processo demora 20 segundos. Por segurança, só é realizado com o veículo parado e a alavanca da transmissão na posição P (parking).

FGD_3039A carroceria recebeu reforços estruturais na dianteira e traseira, isso foi necessário para garantir a rigidez e o equilíbrio dinâmico em curvas e retas e não foi necessário mudar calibração de molas e amortecedores. Além disso, igual ao cupê, usa assistência do duplo controle de tração e de estabilidade.

FGD_2685No interior ele vem equipado com o sistema multimídia MyLink, usa alto-falantes de alta definição e subwoofer de 10 polegadas, Bluetooth, reconhecimento de voz em português para ligações telefônicas e navegação e câmera de ré, integram o acessório.

FGD_3112O motor é o Chevrolet Small Block V8 6.2L de 406 cavalos e 56,7 kgfm de torque, e a transmissão automática de 6 velocidades (GR6).

O Camaro Sunrise é comercializado ao preço de R$239.900, ele utiliza os mesmos componentes da versão cupê, assim eles compartilham as peças na reposição.

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