sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Os melhores carros de 2014

241605_461959_img_5392_todosvencedores_pressJornalistas especializados em automóveis representantes de todas as mídias e regiões do Brasil, associados da ABIAUTO, elegem os veículos que se destacaram em 2014
Fotos: Pedro Dantas-Abiauto/ Estúdio Prána

Dia 04/12, em São Paulo (SP), a ABIAUTO (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva), organizou o 16º Prêmio Imprensa Automotiva.
Novo Ka_20O júri formado por 60 jornalistas especializados escolheu o Ford novo Ka como Melhor Carro 2014 Imprensa Automotiva, Melhor Compacto e Melhor Nacional,
Fusion Hybrid 03Também votou no Fusion Hybrid como Melhor Carro Verde.
IMG_3922O Honda Fit ganhou como a Melhor Minivan/Monovolume.
Mercedes-Benz-GLA_UK-Version_2015_1600x1200_wallpaper_04O Mercedes-Benz GLA venceu como Melhor Utilitário Esportivo,
IMG_9945A Volkswagen Saveiro foi eleita Melhor Picape
IMG_8812O Audi A3 como Melhor Importado.

Os jornalistas da ABIAUTO também elegeram os melhores motores de automóveis. O melhor entre 1.0L e 1.4L foi o 1.0L 3 cilindros do Volkswagen up! e Fox, entre 1.401 e 2.500 cc a escolha caiu sobre o 1.4L Turbo Gasolina utilizado pela Audi e Volkswagen. Nos motores acima de 2.5L o escolhido foi o BMW 2.5L Turbo Flex, e o melhor motor Diesel de 2.0L a 3.5L foi o VW 2.0L Biturbo da picape Amarok.

O resultado foi apurado e auditado pela HLB Audi Link Auditorias. "O Prêmio ABIAUTO cresceu muito e está cada vez mais valorizado pelas montadoras e importadoras, pois a votação é feita pelos mais expressivos jornalistas especializados de todas as mídias (revistas, jornais, sites TVs e rádios) de todas as regiões do Brasil. Por isto, o consumidor quando pesquisar e vir os produtos premiados com o selo ABIAUTO vai confiar na escolha que está fazendo", comentou Célia Murgel, presidente da Associação.

A solenidade de premiação teve como mestre de cerimonias o editor de veículos da Prána Editora & Marketing, Edison Ragassi, que integra a ABIAUTO e também é jurado. Reuniu jornalistas de todo o Brasil, os principais dirigentes das fabricantes de veículos, importadoras, associações de classe e representantes de toda a cadeia automotiva nacional.

Na ocasião foram homenageados os jornalistas José Rosemilton Silva (Carro & Campo/TV União/Revista Foco), do Rio Grande do Norte, Fernando Jorge de Campos (Rodas e Motores/TV Capital- Goiás) e Antonio Cipriano Bispo (In memorian), do Paraná.

Fundada em 1998, a ABIAUTO tem mais de 100 jornalistas de quase todos os Estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará), eles representam os órgãos de comunicação mais importantes do País.

Os vencedores do Prêmio Imprensa Automotiva 2014 foram:
241605_461963_img_5295_mercedes_benz_melhorsuv_pressMELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO: Mercedes-Benz GLA.
241605_461964_img_5286_honda_melhorminivan_pressMELHOR MINIVAN/MONOVOLUME: Honda Fit.
241605_461962_img_5336_audi_melhorimportado_pressMELHOR IMPORTADO: Audi A3.
241605_461961_img_5331_vw_melhorpicape_press (1)MELHOR PICAPE: Volkswagen Saveiro.
241605_461960_img_5369_ford_melhorcarro_nacional_compacto_pressMELHOR COMPACTO: Ford Ka.
MELHOR CARRO NACIONAL: Ford Ka.
MELHOR CARRO - ABIAUTO: Ford Ka.

O Prêmio Abiauto 2014 tem o patrocínio de Financeira Renault, Ford Caminhões, Magneti Marelli, MAN Latin America, Mercedes-Benz, com realização de Abiauto e organização de RC Eventos.

Lançamento: Chevrolet Cruze 2015

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Segunda geração do câmbio automático, motor recalibrado, luzes diurnas em LED, grade reestilizada, são algumas das novidades do sedã médio da Chevrolet
Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Dia 26/11, em Montevidéu no Uruguai, a General Motors mostrou para a imprensa especializada brasileira o novo Chevrolet Cruze.
FGD_7206O carro foi lançado em 2011, é um modelo global da marca, desenvolvido na Alemanha, com comparticipação da engenharia brasileira.No visual, as modificações foram feitas na frente. O para-choque foi redesenhado, grade bipartida com barras cromadas e faróis com luzes diurnas de LEDs completam o conjunto.
FGD_7246Tanto da versão hatch como sedã, o propulsor é o M18XFF, 1.8L 16 válvulas de comando variável. Ele entrega potência de 144 cv (E)/ 140 cv (G) a 6.300 rpm e 18,9 kgfm (E)/ 17,8 kgfm (G) a 3.800 rpm de torque. O Ecotec 1.8 Flex passou por recalibração, foi feito o remapeamento do ponto de troca de marchas, para possibilitar mais torque em médias rotações.
FGD_7182Também recebeu a nova geração da transmissão automática de 6 velocidades (GF6-2). E na opção de câmbio manual, para privilegiar a economia, adicionou-se a luz de alerta no quadro de instrumentos, ela indica o memento ideal de trocar a marcha.
FGD_6649A suspensão dianteira é independente, McPherson, com molas helicoidais de carga lateral, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás e na traseira semi-independente com dois braços de controle, a direção usa assistência elétrica.
FGD_6703Desde a versão de entrada, LT, é equipado com controles eletrônicos de tração e estabilidade (ESP), air bags frontais e laterais, cinto de segurança de três pontos em todos os assentos, sistema isofix para a fixação de cadeirinhas infantis e trava interna antissequestro.
FGD_6271Ainda, ar-condicionado eletrônico, retrovisor interno eletrocrômico, sistema multimídia com bluetooth e comando por voz em português e volante multifuncional regulável em altura e profundidade.
FGD_6449Sensor de chuva e crepuscular, câmera de ré com gráfico para o auxílio a manobras, navegador GPS, air bag de cortina, sistema presencial de abertura das portas e de acionamento do motor por meio do botão Start/Stop no painel, completam a opção topo de linha LTZ.
FGD_7079O Cruze Sport 6 LT (hatch) tem preço sugerido de R$ 70.400 (transmissão manual)/ R$ 77.100 (transmissão automática) e o LTZ sai por R$ 86.400. Já o Cruze Ecotec 6 LT (sedã) sai por R$ 73.500 (transmissão manual)/ R$ 77.100 (transmissão automática). O LTZ custa R$ 87.300.
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PENSAR, ANTES DE DECIDIR

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Por: Fernando Calmon
FOTO_F~2A primeira refinaria do País que terá 75% de sua produção direcionada ao diesel começa agora a processar cargas (trens, no jargão próprio) de petróleo. Localizada em Ipojuca, Pernambuco, continua envolvida na confusão atual da Petrobrás e em um inexplicável aumento de custos – cerca de 10 vezes – que envergonha os brasileiros. Exige um tempo até alcançar os 200 mil barris diários de diesel, que podem diminuir, mas não eliminar de todo a dependência de importação desse derivado. Há duas novas refinarias projetadas, sem data nem de início das obras.

Esse acontecimento traz à discussão o momento de liberar o uso de diesel em automóveis no Brasil. Existe até lobby de produtores de autopeças em esforço de convencimento, porém curiosamente nenhuma fábrica de veículos. Mais curioso ainda foi a decisão do governo francês, anunciada semana passada, de desestimular veículos de passeio a diesel. Na França 70% das vendas de modelos novos das marcas locais, Citroën, Peugeot e Renault, se concentram em motores diesel. Será estreitada a diferença de preço para a gasolina e tomadas as providências para diminuir a frota que usa o mesmo combustível de caminhões, ônibus, trens e outros veículos e máquinas comerciais.

Note-se que o governo tem 15% das ações da Renault e 14% da PSA Peugeot Citroën. Ambas se queixaram de perda de competitividade, maior dificuldade em atender as emissões de CO2 (gás carbônico), mas nada se reverteu. No entanto, utilização de turbocompressor em motores a gasolina de menor cilindrada (chamado de downsizing) vem tirando a desvantagem de consumo e de nível de torque frente aos a diesel. Mesmo na França é preciso rodar 20.000 km por ano para valer a pena porque um automóvel a diesel tem custos (e preços) até 10% superiores. Com essa rentabilidade camarada é fácil compreender a existência de lobbies, mesmo que desbalanceie a estrutura de refino de combustíveis.

Nos EUA, o governo também “atrapalha” a dieselização de veículos leves e autorizou apenas gasolina no programa de forte redução de consumo (e também de CO2) até 2022. Como sobra diesel no país exportam para a Europa que, há décadas, investiu nesse combustível para se defender dos carros japoneses a gasolina.

Quanto ao Brasil, existe o etanol nessa equação, alternativa capaz de reduzir em 80% as emissões de CO2 no ciclo fechado da produção ao consumo. Se liberado diesel indiscriminadamente para automóveis, emissões de gás carbônico aumentarão, autossuficiência em diesel ficará difícil de alcançar e tornará ainda menos rentável produzir etanol – cerca de 50 usinas já fecharam.

Ao contrário do que se pensa, há poucos estímulos no Brasil para etanol. Cide, por exemplo, incide apenas sobre gasolina, mas foi zerada para “combater a inflação”. Propulsor de 1 litro responde por quase metade das vendas e tem a mesma alíquota de IPI para flex ou gasolina. IPVA, idem, para gasolina ou flex, enquanto motor só a etanol tem alíquota apenas 1% menor.
Colocar o diesel com Arla 32, contaminável por água depois de 30 dias armazenado e biodiesel de várias fontes como quarto combustível (somado o GNV), precisa ser muito bem pensado e pesado.

RODA VIVA
CASO as vendas em 2014 caiam um pouco menos de 10% frente a 2013 já será um pequeno alívio. Ao longo deste ano atípico se temeu queda ainda maior. Estoques voltaram a subir de 40 para 42 dias entre outubro e novembro. Este mês se espera pequena reação pela maior oferta de crédito e compras antecipadas para fugir do aumento do IPI em janeiro próximo.

FORD antecipou, sem pormenores, que terá oito novidades em 2015, sendo duas em caminhões leves. Já se tem como certo reestilizações de Focus (hatch e sedã), Ranger (cabines simples e dupla), nova geração do crossover Edge (estreia em janeiro no Salão de Detroit) e, a concluir o processo de homologação, o Mustang.

ARGENTINO Citroën C4 Lounge 2015 tem versões intermediárias e de topo com primeiro motor turboflex, 1,6 L, do segmento de médios-compactos. Importado da França e desenvolvido em conjunto com engenharia brasileira, ganha 7 cv (agora, 173 cv) quando abastecido a etanol. Câmbio automático também foi melhorado e o conjunto impressiona bem. Preços: R$ 78.790 a 85.490.

NISSAN não importará o Nissan GT-R, de 545 cv e nada menos de 64 kgfm, pela dificuldade de homologar e nem tanto pelo preço que seria competitivo (menos de R$ 500 mil) em relação ao desempenho excepcional. Afinal, baixar de três segundos de 0 a 100 km/h o coloca em um clube que se conta os sócios pelos dedos de uma mão. Sua produção muito limitada também é empecilho.

EMPRESAS de rastreamento estão se sofisticando. A Ituran, multinacional israelense, já oferecia seguro total contra furto/roubo de veículo que usasse seu sistema e não fosse recuperado. Agora agregou também seguro contra danos materiais e físicos a terceiros, cobertura acessível e muitas vezes pouco valorizada. A empresa espera atrair mais clientes das classes C e D.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

Lançamento: Novo Ka+ (sedã 1.0L) e Novo Ka (hatch 1.5L)

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Motor 1.0 de 3 cilindros na opção sedã e propulsor 1.5L Sigma para o hatch, completam a família do compacto da Ford
Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Dia 14/11, a Ford Motor Company, lançou em Sorocaba (SP) o sedã compacto Ka+ com o propulsor 1.0 TiVCT. Ele tem três cilindros, com 12 válvulas e comando variável na admissão e escape, entrega potência de 85cv (E)/ 80cv (G) a 6.500 rpm e torque de 10,7 kgfm (E)/10,2 kgfm (G) a 4.500 rpm.
Motor 1.0 3C_NovoKa
A correia sincronizadora é banhada em óleo, uma patente da Ford, segundo a qual reuni o silêncio da correia e a durabilidades da corrente. O óleo lubrificante é do tipo sintético (5W20).

One Millionth Sigma Engine Produced in TaubatéTambém apresentou o hatch Ka com motor Sigma 1.5 16V Flex, sua potência é de 110 cv (E) a 5.500 rpm /105 cv (G) a 6.500 rpm. E o torque é de 14,9 (E)/ 14,6 kgfm (G) a 4.250 rpm.
Ka _16Ambos utilizam suspensão dianteira independente McPherson, na traseira o eixo é autoestabilizante tipo Twist Beam. Os freios são a disco na dianteira e tambores na traseira.
Novo Ka_14O hatch tem 3.886 mm de comprimento e o sedã 4.254 mm, em ambos a largura é de 1.911 mm, altura de 1.525 mm e distância entre os eixos de 2.491 mm.
Ka _29Com tampa de dobradiças pantográficas, a capacidade volumétrica do porta-malas é de 257 litros (hatch) e 445 litros (sedã).
Interior Novo Ka_01O Novo Ka+ 1.0L tem preço sugerido de R$ 37.890 na versão SE, vem equipado com: ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, som MyConnection com rádio AM/FM, USB, Bluetooth e MyFord Dock, air bag duplo, freios ABS com EBD e CBC, ajuste de altura da coluna de direção, indicador de troca de marcha e abertura elétrica do porta-malas.
Interior Novo Ka_11A opção SE Plus inclui vidros elétricos traseiros e o sistema de conectividade SYNC, com rádio, CD e MP3-player com Bluetooth, controles no volante e comandos de voz para celular e áudio, leitor de SMS e download automático da agenda de telefones, por R$39.890.
Ka _21E o Novo Ka 1.5 tem preço sugerido de R$ 40.390 na versão SE, a SE Plus custa R$ 42.390 e a SEL Plus, sai por R$ 44.990, todas com limpador e desembaçador traseiro.
Novo Ka_05Só com carroceria hatch, desde o lançamento em setembro, o Novo Ka somou 9.600 veículos vendidos até o final de outubro.
 Ka _19Interior Novo Ka_02Interior Novo Ka_09Ka _18

Lançamento: Chevrolet Spin Active

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O monovolume recebeu visual aventureiro, câmbio automático de segunda geração, roda sobressalente na tampa do porta-malas e a suspensão foi recalibrada
Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Dia 12/11, a General Motors do Brasil, mostrou em São Pedro (SP) para a imprensa especializada brasileira o Chevrolet Spin Activ. O monovolume recebeu visual aventureiro.
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Incorporaram novos para-choques, molduras e saias laterais. Ainda ganhou rodas de 16 polegadas, rack de teto e estepe na tampa traseira, o interior é personalizado.

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Entre os itens de série é equipado com sistema multimídia Chevrolet MyLink (tela de 7 polegadas sensível ao toque e Bluetooth), ar-condicionado, direção hidráulica, retrovisores e vidros elétricos os quais são erguidos automaticamente assim que o usuário trava as portas pelo controle remoto.

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A versão aventureira urbana utiliza motor M18XF de 1.796 cm³, com duas válvulas por cilindro e taxa de compressão de 10,5:1. Ele entrega potência de 108 cv (E) a 5.400 rpm/ 106 cv (G) a 5.600 rpm. O torque é de 17,1 kgfm (E)/ 16,4 kgfm (G) a 3.200 rpm.

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São duas opções de câmbio, o manual de 5 marchas com ré sincronizada e automático de segunda geração (GF6-2) com 6 velocidades. No monovolume a suspensão dianteira é independente do tipo McPherson e a traseira semi- independente de eixo rígido com barra estabilizadora.
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Para colocar o pneu sobressalente na tampa traseira foi desenvolvido um suporte e mecanismo para abrir e fechar, o qual pesa 50 kg, por isso as molas e amortecedores foram recalibrados, ou seja, as peças da versão convencional não são as mesmas da Activ.

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As rodas elevaram a altura do veículo em relação ao solo em 8 mm, os pneus são mais largos e de perfil baixo (205/60 R16).
Comercializado só com opção de 5 lugares, o preço sugerido para venda do Chevrolet Spin Active é de R$ 62.060 na opção de câmbio manual e R$ 65.860 com transmissão automática de 6 velocidades.
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