quinta-feira, 26 de abril de 2012

MOTORES DE UM LITRO EM QUEDA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaO mercado este ano continua, ainda, andando meio de lado e há algumas explicações para isso. Primeiramente porque a base comparativa com o mesmo período do ano passado é muito elevada. O primeiro semestre do ano passado mostrou crescimento de 10% nas vendas em relação a 2010, enquanto no segundo semestre já havia estagnação.

O segundo ponto –e mais importante – deve-se ao aumento da inadimplência (passou de 3% para 5,5% em atrasos nos pagamentos superiores a 90 dias). Tal fenômeno tornou bancos mais seletivos ao liberar novos créditos, em especial para os chamados modelos de entrada ou de menor preço. Esse indicador demora um pouco para recuar. O devedor só sai da lista de inadimplentes depois de renegociar e liquidar os atrasados, mesmo que volte a pagar em dia de imediato.

Existe, no entanto, outro aspecto menos avaliado. Desde o início do ano o governo federal vem falando em queda de juros nos financiamentos em geral. Ora, quem compra carro a prestações adia sua decisão, na esperança de poder pagar menos. Embora os juros do CDC (crédito direto ao consumidor) no ramo de veículos estejam entre os mais baixos, qualquer mudança tem potencial de impacto positivo sobre o mercado. Se uma prestação cai de R$ 500,00 para R$ 450,00, mantido o prazo do empréstimo, agrega milhares de novos compradores.

Fenômeno interessante, dentro do quadro atual, é a contínua queda de participação dos motores de 1 litro de cilindrada nas vendas totais e que se aprofunda em 2012. A coluna, em seus 13 anos de publicação, sempre chamou a atenção para o favorecimento tributário errado para essa motorização. Ela nasceu de modo tortuoso no governo Collor de Mello em 1990, três anos antes do advento do “carro popular”. Aliás, o precursor foi exatamente o Fusca, no governo Itamar, que só tinha motor de 1,6 litro...

A legislação levou a sérias distorções de mercado, a ponto de em 2001 os carros equipados com motor de 1 litro responderem por 71% das vendas. Houve uma geração de brasileiros que se arrastavam em estradas e subidas por ser induzido a comprar um automóvel inadequado nas relações peso/potência e peso/torque. O cenário só começou a mudar a partir de 2002, quando se estreitou a diferença de IPI e a “preferência” começou a cair lentamente. Em março último, a participação desses motores caiu para apenas 40%, recorde de baixa.

Há várias explicações para isso, inclusive as dificuldades relatadas com financiamentos e o aumento do poder aquisitivo. Mas o comprador também se convenceu de que ganha pouco (ou nada, na maioria dos casos) em termos de economia de combustível e muito em prazer ao dirigir, se fugir dos motores pequenos e inadequados aos carros e suas condições de uso.

Ao governo caberia corrigir esses erros do passado. Há espaço, sim, para motores de baixa cilindrada, desde que conjugados a pesos e propostas de veículos coerentes. O consumo normatizado seria o melhor critério das alíquotas do IPI, em substituição à cilindrada. Caberia à engenharia e à criatividade técnica estabelecer a melhor relação entre preço final, desempenho e economia. Bastaria lançar mão de recursos modernos: turbocompressor, injeção direta de combustível e novos materiais.

RODA VIVA

FROTA nacional de veículos atingiu quase 35 milhões de unidades, ao final de 2011, segundo estatísticas do Sindipeças, incluindo automóveis e comerciais leves e pesados. São 5,5 habitantes/veículo, semelhante à Argentina, mas atrás do México. Somam-se, ainda, 11,6 milhões de motos. Números mais confiáveis que os do Denatran, que despreza o sucateamento.

NOVO EcoSport chega em junho, embora a versão de topo, Titanium (motor 2-litros), tenha aparecido agora em avant première e com tudo definido. Ford não liberou mais informações. Porém, rebatimento do assento do banco dianteiro direito, que cria volume adicional para objetos, foi substituído por uma gaveta, solução mais prática.

DEPOIS de três anos no mercado, o City 2013 recebeu retoques em para-choques, grades e lanternas traseiras. Em algumas versões, novas rodas. Freios ABS estão agora em toda a linha. Tanque de combustível passou de 42 para 47 litros. A Honda também enxugou o número de versões e, afirma, manteve preços médios inalterados.

DUSTER tem avançado nas vendas, pelo menos enquanto novos concorrentes não chegam, pela relação preço/benefício muito boa. Estilo pode se discutir, mas proposta é honesta, no dia a dia, com posição alta ao volante típica de SUV. Sai bem equipado de série. Opção de câmbio automático de quatro marchas e seleção manual vai bem, apesar de limitações de projeto.

LOJA conceitual da Citroën, na chique rua Oscar Freire, em São Paulo, é interessante experiência de marketing. Trabalha imagem e espírito da marca, diferenciados no Brasil em relação ao exterior. Além de dar suporte ao lançamento da versão esportiva DS3, cultiva a história e, ao mesmo tempo, absorve conceitos atuais de interatividade da comunicação.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Avesso e os bastidores da campanha Amarok

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O programa Avesso está no ar com os bastidores da campanha da picape Amarok da Volkswagem. Assista: http://www.avessotv.com.br/bastidores-forca-da-inteligencia-volkswagen.html

Novo EcoSport está pronto

EcoSport Exterior 13O carro é fabricado na arquitetura do New Fiesta, a versão topo de linha tem partida sem chave, direção elétrica, sensores de chuva e estacionamento, freios ABS, entre outros
Por: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
A Ford escolheu o dia do descobrimento do Brasil, 22 de abril, para mostrar o Novo EcoSport ao grande público. A primeira aparição do modelo global que será fabricado em Camaçari (BA), aconteceu no Farol da Barra em Salvador  com um show de Carlinhos Brown. A festividade também serviu para comemorar os 93 anos da Ford, que foi a primeira fabricante de automóveis instalada no Brasil.

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E na segunda-feira (23/04) apareceu na China, no Salão de Beijing, onde será comercializado. Diferente da primeira aparição feita em Brasília no inicio do ano, quando a fabricante levou um protótipo, desta fez foi mostrada a versão final do modelo topo de linha 2.0L Titanium .

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Entre os equipamentos, o carro tem rodas de alumínio 16 polegadas, grade dianteira cromada, controle eletrônico de estabilidade, assistência de partida em rampa, sensores de estacionamento e chuva, acendimento automático dos faróis, direção elétrica, partida sem chave, air bag duplo, freios ABS e controle eletrônico de estabilidade.

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O interior é semelhante ao do New Fiesta e usa o sistema SYNC com comandos de voz. Ele inclui rádio AM/FM, tocador de CD/MP3, entrada USB, conectividade para iPod, conexão Bluetooth, entrada auxiliar e tela de LCD de 3,5 polegadas.

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O mistério permanece, mas a expectativa é que tenha também uma versão de entrada com motor sigma 1.6L e deve custar em torno de R$ 55.000. Não foi confirmado, mas as especulações são de que o carro começará a ser vendido no mês de julho. 

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Aceleradas: GP Bahrein uma corrida movimentada

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A pole conquistada por Sebastian Vettel no minuto final dos treinos classificatórios deixou a impressão de que a corrida seria disputadíssima. E realmente foi!
Por: Edison Ragassi
Atual campeão, o piloto da RBR fez as três primeiras provas de maneira apagada, reclamou do novo sistema de escapamento, insistiu em usar o antigo e nesta prova a ordem veio de cima, ‘usa o novo’ ai ele acertou.
O alemão largou bem, manteve a primeira posição, mas diferente do que acontecia no ano passado, não teve vida fácil, foi pressionado o tempo todo.

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E quem veio pra frente desta vez foi o ‘estreante’, campeão do mundo Kimi Raikkonen e seu companheiro de equipe Romain Grosjean, ambos da Lotus.
Depois de largar na 11ª posição, Kimi andou muito, mostrou que está perfeitamente adaptado, se o carro deixar, o homem de gelo vai brigar pelo título.

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Reação também de Felipe Massa (Ferrari), o brasileiro saiu na 14º posição e logo na largada pulou para 9º. Andou muito próximo a Fernando Alonso, não passou porque não podia, mas virou tempos próximos ao do espanhol, no final ficou em 9º e Alonso terminou na 7ª posição.

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Bruno Senna (Williams), também fez uma ótima prova, ganhou cinco posições na largada, chegou a 10º, mas o carro falhou e ele abandonou. Enquanto esteve na corrida, ultrapassou, defendeu-se e brigou por posições, o que mostra evolução do piloto brasileiro prova a prova.
Marcaram pontos no GP do Bahrein
1º - Sebastian Vettel

2º - Kimi Raikkonen

3º - Romain Grosjean

4º - Mark Webber

5º - Nico Rosberg

6º - Paul di Resta

7º - Fernando Alonso

8º - Lewis Hamilton

9º - Felipe Massa

10º - Michael Schumacher

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As quatro primeiras etapas disputadas fora da Europa foram marcadas pelo equilíbrio, tanto que quatro pilotos diferentes venceram. Na próxima corrida os times voltam pra casa. A Ferrari promete um novo carro para tentar recuperar preciosos pontos perdidos. E algumas perguntas estão no ar, a Mercedes é uma equipe que lutará por vitórias só em determinadas pistas?

Os carros da Lotus chegaram para brigar por vitórias? A McLaren realmente é a melhor equipe? E a RBR, finalmente se encontrou? As pessoas aprenderam a trabalhar os ajustes do carro e ela vai voltar a ser imbatível?
Acompanhe a próxima etapa marcada para dia 13 de maio na Espanha, pois lá várias destas questões começam a ser respondidas.

Rapidinhas
Otimismo
A equipe Lotus esta em estado de graça, afinal marcou uma dobradinha, o que faz James Allison, diretor do time pensar em vitórias. "Não há razão para não pensarmos em obter resultados ainda melhores, se mantivermos o foco no decorrer da temporada. Estou muito satisfeito com nossa performance. É uma grande base para a sequência do ano".

Precisa frear também
Para ser um bom piloto, além de acelerar, precisa saber parar, e Bruno Senna ficou sem freios, por isso abandonou . "O pedal estava vibrando muito, mas resolvemos arriscar porque ainda era cedo e não dava para prever o que aconteceria na corrida. Quando vimos que as chances de pontuar praticamente não existiam, achamos melhorar parar para evitar o risco de acontecer algo pior, como a explosão do disco".

Alguém tem que ser culpado
Para Lewis Hamilton o resultado ruim aconteceu por causa da equipe. "Os atrasos nos pit stops tiveram grande parte nisso, claro. Para o piloto, é muito frustrante porque não há nada a fazer. Desperdiçamos uma grande oportunidade hoje".

Lançamentos: Honda City 2013

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Carro urbano da Honda passa por modificações externas, ganha novo visual dianteiro e traseiro, por dentro, o painel também recebeu nova iluminação e grafia
Por: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Em sua fábrica localizada na cidade de Sumaré, a Honda Automóveis apresentou para a imprensa especializada dia 12 de abril, o sedã compacto Premium City 2013. O carro passou por 344 modificações para alinhar o visual aos que são comercializados em outros países.

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Na dianteira, os para-choques, grade frontal e faróis são novos , eles seguem as linhas do capô de vincos acentuados.

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A traseira também recebeu novo design, em relação a versão anterior, as lanternas foram totalmente modificadas. O tanque de combustível teve a capacidade ampliada para 47 litros, cinco a mais do que o do modelo anterior.

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Por dentro, o carro agora usa um novo conjunto de instrumentos e iluminação em todas as versões. O painel blackout dá acesso às informações sobre autonomia, consumo instantâneo, consumo médio, hodômetro parcial e hodômetro total. Também possui sistema de som com rádio CD-Player (MP3/WMA) e entrada auxiliar (P2/USB).

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Entre os itens de segurança, usa o Advanced Compatibility Engineering (ACE), que incorpora uma estrutura frontal interna para auxiliar na absorção e na dispersão de impactos em uma grande área. E ainda, recursos anti-furto, sistema de abertura e fechamento das portas com alarme e imobilizador na chave e trava de segurança nas portas traseiras. 

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Permanece o motor i-VTEC Flex (Controle Eletrônico Variável de Sincronização e Abertura de Válvulas) 1.5L de 115 cv (G)/ 116 cv (E) a 6.000 rpm. Seu torque é de 14,8 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível .

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A Honda também diminuiu o número de versões, agora são cinco: DX manual com preço sugerido de R$ 53.620. A LX custa R$ 58.990 (Manual)/ R$ 62.190 (Automático) , e a topo de linha EX automática sai por R$ 66.855.  As versões LX e EX receberam como item de série sensores de estacionamento. A versão LX apresenta ainda rodas de liga leve de 15 polegadas em novo desenho e novo sistema de freios. Na versão EX, além do novo visual das rodas aro 16, os bancos têm revestimento em couro. Ainda há uma opção EX com câmbio manual que a Honda ainda não divulgou o preço, pois a venda será feita se houver demanda.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Comparativo: Voyage I-Motion/ Logan Automátco

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Sedãs compactos com câmbio automatizado e automático são as opções de VW e Renault para se destacar dos concorrentes
Por: Edison Ragassi
Fotos: Estúdio Prána
Derivado do Gol, o VW Voyage foi produzido entre 1981 e 1994. Com a chegada da geração cinco do hatch de maior sucesso em vendas da história da indústria nacional, a fabricante de São Bernardo do Campo trouxe de volta também a opção sedã. Assim o Voyage retornou ao mercado brasileiro em 2008.

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Seu desenho usa linhas retas, a frente é igual a do irmão hatch com a grade do radiador pintada na cor do carro e a logomarca cromada da VW no centro. O parachoque na cor da carroceria usa grade na parte inferior e o estreito conjunto ótico acompanha as linhas da grade e do capô.

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A traseira do sedã tem a tampa do portamalas com formato em “V”, o logo cromado (VW) está no centro. As lanternas retangulares saem pelas laterais, pois seguem a linha do Gol.
Neste segmento, o de sedãs compactos, a Renault tem seu representante o Logan. Ele foi lançado em 2007 e passou por uma atualização em 2010.

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Os designers da marca redesenharam a frente, incluíram uma nova grade e na parte superior foi colocado um friso cromado.
A traseira recebeu um spoiler integrado a tampa do portamalas e foi retirado o botão de abertura. Ainda entre as modificações, recebeu novo desenho para o parachoque e lanternas.

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Com o passar do tempo e a aceitação do produto, a fabricante evolue o carro, para deixá-lo mais competitivo perante a concorrência. Assim em outubro de 2009, a VW passou a oferecer o Voyage com transmissão automatizada ASG (iniciais de Automated Sequential Gearbox, câmbio automatizado sequencial) de cinco velocidades.

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Sua base é a transmissão MQ 200, fabricada em Córdoba, na Argentina. O câmbio manual recebeu uma centralina eletrônica que exerce a função da embreagem. Diferente de um câmbio automático ele não têm o conversor de torque. As trocas podem ser feitas automaticamente, ou de maneira manual sequencial, na alavanca ou nas borboletas colocadas ao lado do volante.

IMG_7477E a Renault em 2011 passou a oferecer o Logan com opção de câmbio automático tradicional com quatro marchas e trocas manuais sequenciais. Segundo a fabricante ele é auto-adaptável, ou seja, modela-se ao estilo de condução do motorista.

São nove programas diferentes, que vão desde uma condução mais suave até uma performance mais esportiva. Esta caixa possui uma central eletrônica “inteligente”, que avalia, a todo instante, qual a melhor marcha para determinada situação ou o melhor momento para a troca de marchas, em função do estilo de condução do motorista e conta com a função “Kick down”.

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Em dimensões, o sedã compacto da VW mede 4.230 mm de comprimento, para uma distância entre-eixos de 2.465 mm e largura de 1.656 mm, no portamalas a capacidade é de 480 litros.

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O compacto da Renault tem 4.288 mm de comprimento, sua largura total é de 1.975 mm. A distância entre os eixos é de 2.630 mm, e a capacidade volumétrica do cofre traseiro é de 510 litros.

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Para o modelo com câmbio ASG a VW equipa o Voyage com propulsor 1.6 VHT. Ele entrega potência de 104 cv (E) e 101 cv (G), alcançada a 5.250 rpm. O torque total é de 15,6 kgfm com etanol e 15,4 kgfm ao usar gasolina, obtidos a 2.500 rpm.

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O Logan com caixa automática usa motor 1.6 16V Hi-Flex, a potência máxima é de 112 cv (E) / 107 cv (G) a 5.750 rpm e o torque máximo é de 15,5 kgfm (E) / 15,1 kgfm (G) a 3.750 rpm.

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Ambos usam suspensão independente McPherson na dianteira e semi-independentes com barra de torção na traseira. O sistema de frenagem dianteiro é composto por discos ventilados e pastilhas na parte da frente e tambor com lonas na traseira.

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O preço sugerido para venda do Voyage 1.6L I Motion é de R$ 39.550. Com pacote I Trend que inclui: 4 alto-falantes e 2 tweeters, alças de segurança escamoteáveis no quadro do teto, antena no teto, carcaça do espelho retrovisor externo, maçanetas e frisos na cor do veículo, CD-Player com MP3/SD-Card/Bluetooth/USB compatível com iPod, cintos de segurança traseiros externos automáticos de 3 pontos, console central, direção hidráulica, frisos de proteção lateral na cor do veículo.

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Ainda, I-System, iluminação interna, lanternas traseiras com lente escurecida, pneus 195/55 R15, rodas de aço de 15", supercalotas design Magny Cours, volante com teclas para controle do rádio e volante multifuncional com controle do rádio.

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O preço sugerido é de R$ 42.820 ao adiciona o ar condicionado vai a R$ 45.580 e com ABS e air bag custa R$ 48.410.  O Comfortline  vêm com todos os itens do pacote Trend e ainda, freios ABS, air bag e direção hidráulica, faróis de neblina e vidros dianteiros elétricos por  R$ 49.795.

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O Logan 1.6L é comercializado na versão Expression Automático, seu preço sugerido é de R$ 41.320, com ar condicionado, direção hidráulica, computador de bordo, faróis de neblina, vidros dianteiros elétricos, entre outros itens de série.

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Como opcional está o Pack Conforto 2 composto por: Rádio CD Player integrado ao painel, com MP3, USB, entrada auxiliar/Ipod e Bluetooth + comando satélite + vidros elétricos traseiros + retrovisores elétricos na cor da carroceria + alarme. Pack Segurança (Expression) Airbag duplo + freios ABS + volante em couro + terceiro apoio de cabeça traseiro e Pack Roda com rodas de liga leve aro 15”, seu custo é de R$3.650,00. Assim o valor do carro vai a R$ 44.970.
Colaboraram: VW do Brasil, Renault do Brasil, Concessionária Volkswagen Rodobens Automóveis - Giovanni e Concessionária Renault Grand Brasil- Itaim
Custos de peças e serviços Voyage 1.6 I Motion
Amortecedores dianteiros: R$ 420,00 ( par )
Serviço: 352,00 
Amortecedores traseiros: R$ 480,00 ( par ) 
Serviço:   R$176,00   
Discos de freios Dianteiros:  R$ 360,00 ( par )    
Serviço:    R$112,00
Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 184,00
Serviço:   R$112,00
Lonas de freios traseiras: R$ 34,00
Serviço: R$208,00
Óleo/ litro: R$ 37,98
Serviço: R$96,00
Filtro de óleo: R$ 23,40
Serviço: incluso na troca do óleo
Filtro de ar: R$ 33,47
Serviço: R$32,00
Filtro de combustível:  R$ 41,08  
Serviço: R$32,00
Filtro anti-polén: R$ 86,40
Serviço: R$32,00
Velas: R$ 88,00 ( jogo )
Serviço: R$112,00
Custos de peças e serviços Renault Logan Automático*
Amortecedores dianteiros: R$501,00 (par colocado)
Serviço: -
Amortecedores traseiros: R$ 408,00 (par colocado)
Serviço: -
Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 176,00 (colocadas)
Filtro de ar: R$ 65,00 (instalado)
Serviço: -
Óleo + Filtro: R$ 217,00 (instalado)
Serviço: -
Filtro de combustível: R$ 56,00 (instalado)
Lonas traseiras: R$ 264,62
Serviço: R$ 97,50
Filtro de anti-polén: R$ 41,00 (colocado)
Serviço: -
Jogo de velas: R$88,00 (colocadas)
Serviço: -
A Renault oferece o Pacote Preço Fechado que inclui  peças e serviços

O FUTURO EM JOGO

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaVários aspectos do novo regime de produção para a indústria automobilística, que começa em 2013 e vai até 2017, ainda estão em profundas análises por quem já produz ou pretende produzir aqui. O que esperar do futuro? Para o consumidor importa saber se comprará carros mais baratos, atualizados e econômicos.

Torna-se necessário diferenciar preço nominal (nas tabelas sugeridas) e preço real, que considera a inflação. Apesar de aceitar a matemática na discussão ser incomum, de fato, nos últimos cinco anos praticamente todos os automóveis baixaram de preço em termos reais, ou seja, subiram menos que a inflação. Sem falar do acréscimo de equipamentos sem reajuste de preço ou com reajuste parcial, forma disfarçada de descontos. Se a nova política de atrair investimentos alcançar pleno sucesso, cinco ou seis novos fabricantes produzirão no Brasil e a oferta de modelos será ainda maior que hoje. Caminho certo para compras mais acessíveis, considerado ainda o maior poder aquisitivo nos próximos anos.

Haverá também estímulos, em forma de crédito de até dois pontos percentuais no IPI, para as empresas que comprovarem investir um percentual do faturamento (excluídos impostos) em pesquisa, inovação e engenharia locais. A intenção é incentivar tecnologias mais modernas e próximas ao que existe hoje no exterior. A forma de se atestar continua meio obscura, porém o governo pretende delegar essa responsabilidade a certificadoras independentes. Exemplo: freio ABS será obrigatório, mas adoção de controle de trajetória/estabilidade (ESC, em inglês), que se associa ao ABS, fará jus ao desconto? Modelos híbridos estarão incluídos? Ponto positivo é o incentivo empresa a empresa, caso a caso, a fim de estimular a concorrência.

Muito ruim para o consumidor foi o governo permitir os fabricantes escolherem três, entre quatro requisitos, para se habilitar ao novo desenho industrial: pesquisa/inovação; engenharia/tecnologia industrial; etapas fabris/aumento de conteúdo local; e adesão ao programa de etiquetagem de consumo de combustível. Em outros termos, a informação primordial da eficiência do veículo continua facultativa, em vez de obrigatória. Os que optarem pelas etiquetas terão, agora, até cinco anos para incluir todos os modelos de sua produção e não somente alguns, como hoje. A chamada Nota Verde, do Ibama, ficou de fora, pois rendimento energético (controle de CO2) é mais relevante.

A mudança na aplicação de conteúdo local obrigará as fábricas a importar menos componentes com dólar barato e se esforçar em comprar autopeças para gerar empregos aqui e não no exterior. Adotou-se um modo complexo de cálculos, sem índice fixo, como ocorria antes e de forma, digamos, amigável. No entanto, induzirá o aumento desse índice, o que não agradou a todos, claro.

Importadores que decidirem produzir no Brasil terão normas flexíveis de nacionalização. Poderão, ainda, ter desconto no acréscimo do IPI nos modelos que trazem do exterior, limitado a 50% do volume que fabricarão aqui. Tudo só será concedido depois do início da produção, para evitar falcatruas como a da Asia Motors, no final dos anos 1990, que importou sem impostos em troca de construir fábrica na Bahia e nunca saiu do papel.

RODA VIVA

IMPORTADORES que já têm planos anunciados de fábricas no Brasil – Chery, JAC, Suzuki, entre outros – tentarão acelerar os projetos. Quanto mais cedo começarem a produzir, mais cedo receberão de volta créditos de IPI sobre os modelos vindos do exterior no momento. Entretanto, as dificuldades são grandes porque há vários obstáculos que não existem na China ou Japão.

PARA a BMW o novo regime da indústria automobilística exige outras avaliações de médio e longo prazos. A marca alemã não deseja abrir mão de ter fabricação local. Legislação faz algumas exigências que impactam os custos e o volume dos investimentos. Movimentos de concorrentes diretos, como Mercedes-Benz e Audi, também entram nessas conjeturas.

ENQUANTO Anfavea mantém inalteradas suas previsões sobre crescimento de 4% a 5% do mercado interno em 2012, os menos otimistas acham que as vendas estacionam este ano, se os bancos continuarem seletivos demais e assustados com a inadimplência. Também se deve considerar que o primeiro semestre de 2011 foi muito bom e distorce as comparações.

MAHINDRA pretende fazer produto mais adaptado ao Brasil, quando decidir anunciar seu investimento em unidade industrial no Rio Grande do Sul. Além de reformulação estilística, em relação ao existente na Índia, já sabe que o brasileiro gosta de modelos robustos, mas não abre mão de conforto de marcha. Nisso, nossa engenharia de suspensões dá bailes.

NOVA resina para reparos de trincas em para-brisas começa a ser aplicada nas lojas brasileiras da Carglass. Desenvolvida na Inglaterra, objetivo é aumentar a durabilidade do conserto. Ao mesmo tempo, melhora o acabamento final, diminuindo a tendência, com o passar do tempo, de amarelecimento da resina no local do impacto.

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