sexta-feira, 6 de julho de 2012

O preço do Novo EcoSport é R$ 53.490 e a Ford inicia pré-venda

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A Ford inicia a pré-venda do EcoSport no evento EcoSport Parade, que acontece no sábado, dia 7 de julho, no Parque da Redenção, em Porto Alegre (RS).

Estarão disponíveis 2.500 unidades, com a manutenção da redução do IPI. Para assegurar a reserva e ser um dos primeiros proprietários do Novo EcoSport, o consumidor deverá estar cadastrado no site www.novoecosport.com.br  e ir até uma concessionária Ford no dia 14 de julho, a partir das 9h, e efetuar a reserva. A entrega do carro acontecerá em setembro.

Duas versões estarão disponíveis na pré-venda. Uma delas é a“S”com motor Sigma 1.6L 16 válvulas, com preço de R$ 53.490,00. O primeiro catálogo já vem equipado com direção elétrica, ar-condicionado, sistema multimídia SYNC com comando de voz, air bag duplo, freios ABS, faróis com LED, para-choques na cor do veículo, espelhos retrovisores elétricos e trio elétrico.

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A segunda, cujo preço será divulgado futuramente, é a Freestyle 1.6L, que inclui assistente de partida em rampas, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, computador de bordo, sensor de estacionamento, vidros elétricos de um toque, sensor anti-esmagamento, fechamento global, além de um design externo diferenciado e  rodas de liga leve 16”.

Esta versão também conta com os opcionais de seis air bags (adicional aos laterais e de cortina) e bancos em couro. As cores oferecidas serão branco, laranja savana, prata e preto.

Já a edição da EcoSport Parade em Porto Alegre tem como tema “Design ao seu Alcance”. O objetivo da Ford é proporcionar uma interatividade dos gaúchos com o carro, que vai  “cair do céu”com a ajuda do público. O veículo ficará suspenso em um guindaste a 40 metros do chão e os visitantes terão que contribuir para a descida do carro apertando o botão“curtir”, que ficará em um totem no local.

Além disso, a programação é variada para toda família com atividades para as crianças,“pocket show”com o Guri de Uruguaiana (o humorista Jair Kobe) e apresentação da banda Tenente Cascavel.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

LANÇAMENTOS EM CADEIA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaO calendário está ficando cada vez mais curto para tantas novidades no mercado brasileiro, sem contar o que chega do exterior de países que não Argentina e México, com os quais o BrasilL fez acordos comerciais e taxação diferenciada. O monovolume Chevrolet Spin e as novas picapes Ford Ranger foram apresentadas à imprensa com intervalo de três dias. As vendas de ambos começam ao longo deste mês.

O Spin, baseado na mesma plataforma do Cobalt, toma o lugar do Meriva e acrescenta uma versão de sete lugares. O Zafira, também de sete lugares, na prática deixou de ter um sucessor, pois se derivava do médio-compacto Astra e a distância entre-eixos era 8 cm maior. Curiosamente, o Spin é 2,5 cm mais comprido que o Zafira, mas se trata de veículos de conceitos e gerações diferentes. Na Europa, a Opel produz Meriva e Zafira bastante diferentes entre si e do que deixou de ser produzido aqui.

Livina e Grand Livina (sete lugares), Idea e C3 Picasso, além do chinês J6, são rivais em um segmento que encolheu ao passar do tempo com o avanço de sedãs e SUVs. Esteticamente o Spin não empolga, em especial na harmonia entre frente e traseira. A configuração interna reserva bom espaço para cabeça, pernas e ombros: ora perde, ora ganha por diferenças milimétricas dos concorrentes da Nissan e da Fiat. Na média, um pouco melhor.

Painel e acabamento, iguais ao do Cobalt, apostam na boa relação custo-benefício. A terceira fileira de bancos, previsivelmente, tem acesso razoável para entrar e nem tanto para sair. O Chevrolet destaca 32 porta-objetos e maior porta-malas (5 lugares, 710 litros; 7 lugares, 162 litros apenas). Entre os acessórios de concessionárias há câmera de ré.

Seu motor de 1,8 litro (108 cv/17,1 kgf.m) ficou mais econômico, porém perdeu potência e torque em relação ao anterior, fato desabonador. Preços demonstram que poderá segurar a liderança entre os seus pares: LT parte de R$ 44.590 e LTZ, de R$ 50.990. Por pouco menos de R$ 4.000, LTZ pode vir com câmbio automático de 6 marchas e controle de cruzeiro.

Quanto à Ranger, a Ford executou um trabalho realmente forte. Investiu mais de US$ 1 bilhão, recriou tudo na sua picape média e cobriu quase todo o espectro do segmento. A oferta impressiona: três motores (dois a diesel e um flex), três caixas de câmbio (duas manuais de 5 ou 6 marchas e automática, de 6), quatro versões de acabamento, cabines dupla e simples, tração 4x2 (só com motor flex) e 4x4. O motor diesel, um 5-cilindros de 3,2 l de origem Ford, é o mais potente entre as picapes: 200 cv. Torque de 47,9 kgf.m se iguala ao da S10. O motor flex de 2,5 l/173 cv é o mesmo do novo Fusion, com diferente calibragem.

Linhas imponentes destacam a forte inclinação do para-brisa e um arco de segurança estilizado, sem exageros. O nome Ranger aparece valorizado em friso cromado frontal e na tampa da caçamba. Generosa distância entre-eixos, de 3,22 m, garante bom espaço para joelhos de quem senta no banco traseiro. Evolução marcante no interior inclui quadro de instrumentos de visual moderno e tela multimídia de 5 pol para navegador GPS. Acabamento surpreende e não existem parafusos aparentes. Câmera de ré (imagem no retrovisor) fica embutida no emblema traseiro.

Capacidade de carga – até 1,4 tonelada – e de ultrapassar cursos de água (vau) – 80 cm – também são referências na categoria. Posição de guiar assemelha-se à de um automóvel e com os mesmo recursos, nas versões mais caras, como comandos elétricos nos bancos. Suspensões e nível de ruído estão bem melhores que antes. Câmbio manual de 6 marchas mostra alguma imprecisão, mas o automático é muito bom. Controle de trajetória com oito funções e seis airbags colocam em nível alto a segurança. Os preços, bem competitivos, vão de R$ 61.900 a R$ 130.900.

Em comum, Spin e Ranger oferecem três anos de garantia total, que deveria ser o padrão no Brasil.

RODA VIVA

APENAS no primeiro semestre de 2013 a filial argentina da PSA Peugeot Citroën terá fôlego para colocar em produção o sucessor do Citroën C4 Pallas. Linhas já são conhecidas porque o carro estará à venda antes na China, como C-Elysée e C4 L (entre-eixos maior), e fotos foram divulgadas. Como de praxe, os modelos do oriente e do ocidente não serão idênticos.

NOVO Série 3, da BMW, chegou ao mercado brasileiro nas versões 328i, 245 cv (R$ 171.400 a R$ 229.950) e de topo 335i, 306 cv (R$ 294.950). Em um mês, o 320i, de menor preço e mais vendido, partirá R$ 129.950. Os valores comprovam que os importadores apertaram bem suas margens para competir. Série 3 tem ido além do esperado no mercado mundial.

TRAJETÓRIA da AMG completa 45 anos como uma operação de sucesso de “esportivação” de modelos de rua. Especializada em produtos da Mercedes-Benz, foi comprada pela marca alemã aos poucos e há sete anos é uma divisão integral da companhia. SLK 55 AMG, motor V-8 biturbo de 421 cv/55 kgf·m, acaba de ser lançado no Brasil. Preço: US$ 244.900 (R$ 485.000).

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Inflação do carro fecha junho com alta de 0,3%

A Inflação do Carro da Agência AutoInforme teve alta de 0,30% em junho, acumulando aumento de 0,84% no semestre.

O estudo, que levanta os preços de todos os itens necessários para o motorista andar de carro e fazer a manutenção preventiva, registrou alta no preço da gasolina e queda no preço do álcool.

A gasolina ficou 0,33% mais cara em junho e o preço do álcool caiu 1,63%. Em São Paulo a gasolina está custando em média, R$ 2,63 e o álcool R$ 1,79.

Neste ano, os combustíveis não estão sendo os vilões no bolso do motorista. São os preços dos serviços automobilísticos os responsáveis pela alta do custo de vida de quem tem carro. Só em junho a cesta de serviços teve alta de 1,11%. Itens como alinhamento de direção, balanceamento de rodas, estacionamento, cambagem, lavagem, revisões periódicas, entre outros, estão cada vez mais caros.

As peças de reposição estão sendo reajustadas num ritmo menor. Em junho, a alta de itens como filtro de ar, de óleo e de combustível, jogo de velas, pneus e pastilhas de freio chegaram no máximo a 0,32%.

Individualmente, a maior alta ocorrida em junho foi do alinhamento de direção que ficou 3,66% mais caro, seguido pelo serviço de revisão e mão de obra, com alta de 3,45%. O motorista paga 3,38% mais caro para fazer a cambagem: o serviço já esta custando mais de R$ 50,00 por roda.

Semestre tem alta de 0,84%

  A Inflação do carro fechou o primeiro semestre do ano com alta de 0,84%. O aumento foi impulsionado principalmente pelos serviços, que já estão custando 3,06% mais caros; pelo seguro do carro, que já subiu 3,76% e pelas peças de reposição, que tiveram alta de 2,62% até junho.

Por outro lado, os combustíveis estão com os preços mais baixos este ano. Na média, os preços do álcool e da gasolina caíram 3,77% nos primeiros seis meses do ano.

AEA divulga programação oficialdo Simea 2012

A programação do XX Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea 2012), organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), já está disponível no site oficialdo evento: www.simea.org.br

Com o tema “A Contribuição de Engenharia Automotiva para o transporte e trânsito mais sustentáveis”, o simpósio acontece nos dias 24 e 25 de setembro, no Hotel Sheraton São Paulo WTC, localizado à Av.das Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo, em São Paulo (SP).

O Simea 2012 tem patrocínio master da Bosch, Cummins, Fiat, Magneti Marelli, Petrobrás, Renault, Toyota e Volkswagen, patrocínio da Mercedes-Benz, apoio da National Instruments e apoios institucionais da Abeiva, Abraciclo, ABM, Afeevas, FEI, Instituto de Engenharia, Instituto Mauá de Tecnologia, IQA, Poli-USP, Sindipeças e Sidirepa.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Lançamentos: Chevrolet Spin

DSC_315Modelo fabricado no Brasil tem opção para sete ocupantes, compartilha arquitetura com o Cobalt e será vendido em 40 países

Por: Edison Ragassi

Fotos: Divulgação

Em São Paulo, a General Motors do Brasil, apresentou para a imprensa especializada brasileira dia 29 de junho o Chevrolet Spin.O modelo é um MPV, ou seja, veículo para múltiplas funções. Seu visual segue a linha adotada nos carros da marca desde a chegada do Captiva em 2008, frente com a grade cortada por uma barra e a ‘gravata’ dourada símbolo da marca ao centro, os faróis são grandes integrados aos para-lamas.

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Na lateral, área envidraçada generosa, os vincos estão acima das maçanetas e no centro das portas. E a traseira usa vidro côncavo, vinco na tampa, o para-choque integra o conjunto como uma só peça, as lanternas invadem as laterais.

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Fabricado na mesma arquitetura do Cobalt (outro modelo da família é o Sonic), é equipado com motor 1.8 Econo.Flex de oito válvulas. Segundo a GM, este propulsor é uma evolução do 1.4L utilizado no sedã Cobalt, ele entrega 108 cavalos com etanol e 106 cv ao usar gasolina, ambos a 6.200 rpm. O torque é de 17,1 kgfm (E) e 16,4 kgfm (G) disponíveis a 3.200 rpm. A fabricante ainda ressalta que 90% do torque está disponível entre 2.500 e 4.700 rpm.

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O interior é espaçoso, o painel de instrumentos mistura informações analógicas e digitais. Tem comprimento total de 4.360 mm, para uma distância entre eixos de 2.620 mm, a largura total da carroceria é de 1.953 mm e altura mínima do solo de 136 mm.

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A suspensão dianteira é independente do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores telescópicos pressurizados e barra estabilizadora. A traseira é semi independente, com eixo torção, barra estabilizadora no eixo traseiro, as molas e amortecedores são iguais as da frente.

Projetado para ser um veículo de uso urbano é comercializado na opção LT com câmbio manual de cinco velocidades (F17 Geração 1.5) ao preço de R$44.590. A mesma versão com rodas de alumínio de 15 polegadas e sistema de som com rádio AM/FM, MP3, tocador de CD e Bluetooth vai a R$45.990. E a opção LT com câmbio automático de seis velocidades (GF6) custa R$49.690.

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A topo de linha LTZ de transmissão manual custa R$50.990 e tem a terceira fileira de bancos, o que permite transportar até sete pessoas. E a LTZ com transmissão automática de seis velocidades custa R$54.690. Em ambas as carrocerias, o porta-malas é generoso, 162 litros ao transportar sete pessoas. Com cinco, ela vai a 710 litros, e pode chegar até 1.668 litros, com os bancos da fileira central rebatidos.

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Todas as opções saem de fábrica com ar-condicionado, direção hidráulica, travas elétricas, air bag duplo, freios com ABS e EBD. Por compartilhar a arquitetura com outros modelos (Cobalt e Sonic), peças de reposição como discos e pastilhas de freios são iguais, porém os amortecedores e molas têm cargas diferentes.

A expectativa da General Motors é a de comercializar em média 3.000 unidades por mês do Chevrolet Spin que é vendido com três anos de garantia.

PANACEIA UNIVERSAL

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaAnalisar os rescaldos da recém-encerrada Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, nunca foi tão fácil. Muita conversa, muito debate e, na hora de concluir, poucas soluções, para ser condescendente. Leque de assuntos amplo demais, representantes de 193 países e curiosos misturados a chefes de estado (além de ausências de peso, a presidente vizinha veio apenas para as fotos e se retirou), só podia dar no que deu.

Sob o guarda-chuva da moda, sustentabilidade entrelaça tantas atividades e interesses em jogo que embute o grande risco de perda de foco. Alguns objetivos são conflitantes e o relatório final não agradou, apesar de palavras elegantes. Acima de tudo, ninguém soube apontar de onde surgirá o dinheiro para os necessários investimentos, por mais que o retorno seja promissor e garanta o futuro do planeta.

Se o maior vilão do momento é o gás carbônico (CO2), um dos responsáveis pelo efeito estufa/mudanças climáticas de origem humana, fica simples achar os causadores. Estudos de vários autores apontam, em termos mundiais, que transporte sobre pneus (automóveis, caminhões e ônibus) respondem por 16% do total de emissões; trens, barcos e aviões, 6%; queima de combustível fóssil em usos diversos, 12%; indústria e construção, 18%; eletricidade e aquecimento, nada menos de 44%; outras fontes, 4%.

Ao considerar o metano, gás 20 vezes mais ativo no efeito estufa, agricultura e criação de animais (flatulência) têm peso tal que dilui os percentuais citados. Apesar disso, automóveis são o alvo predileto, o que não exclui o esforço para torná-los mais econômicos ou partir para biocombustíveis e tração elétrica, alternativas sem abrangência universal.

Alguns fabricantes montaram estandes no Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro, para a conferência. Além da BMW, um dos patrocinadores principais, a Volkswagen apresentou a Bulli (Kombi moderna e elétrica), Renault e Nissan tinham carros elétricos no transporte de membros de delegações e a Mitsubishi, o i-Miev.

Mini elétrico e Série 1 cupê Active-E, ambos experimentais, formam a base de testes no mundo real de componentes para a submarca da BMW e seus próximos modelos i3 (totalmente elétrico) e i8 (híbrido esporte de alto desempenho). A fábrica alemã investiu em fibra de carbono em toda a carroceria para compensar o alto peso das baterias. Quando estrear, em 2013, o i3 se destacará por apenas 1.200 kg de massa total, 330 kg menos que o Nissan Leaf.

Nas conferências no estande, diretores reafirmaram que a submarca terá preço para remunerar os altos investimentos. Esperam incentivos não somente tributários dos governos, como na infraestrutura, e que compradores se sintam estimulados em pagar mais em troca de economia no custo de utilização e menor impacto ambiental.

E foram bastante objetivos: no ciclo de vida completo, o i3 emitirá até 50% menos de CO2 em relação aos seus atuais modelos mais eficientes com motores a combustão. Desde que a energia elétrica venha de fontes renováveis, cenário bastante distante do atual em nível global e de difícil solução. Em outros termos, carro elétrico não é neutro em CO2 e muito menos a panaceia atribuída a ele.

RODA VIVA

HYUNDAI-BRASIL já faz previsão de cronograma para seu primeiro compacto no Brasil. Julho, definição do nome (sem letra “i”; já se especulou “i15”); setembro, lançamento para imprensa; outubro, Salão do Automóvel; novembro, inauguração da fábrica; dezembro, vendas. Hatch terá motores de 1,0 e 1,6 litro, manual e automático (só no 1, 6 l). Sedã chega no início de 2013.

APESAR de desmentidos veementes, Peugeot vai produzir no Brasil novo sedã 301, em 2013, que ocupará o lugar do 207 Passion. Modelo estreia em setembro no Salão de Paris, embora seus maiores mercados estejam fora da Europa Ocidental, onde sedã compacto não emplaca. Utiliza mesma arquitetura do 208, a ser produzido em Porto Real (RJ), no início de 2012.

RENAULT, por sua vez, decidirá o que colocar no lugar da Mégane Grand Tour que para de ser fabricada no Paraná, no próximo mês. Há duas opções: monovolume Lodgy, baseado no Logan/Sandero, ou outra station. Problema: projeto do sedã Fluence não inclui opção de perua e este segmento segue em baixa no Brasil.

CHEVROLET Cruze Sport6 não tem preço tão competitivo, na faixa que vai de R$ 60 mil a 80 mil, porém nível de equipamentos agrada. Desde a caixa manual de seis marchas ao controle eletrônico de trajetória e tração, passando pela tela multimídia, o hatch oferece espaço interno e motor de 1,8 l/144 cv adequados. Dirigibilidade melhor do que Cruze sedã.

DENATRAN desistiu da exigência absurda de reconhecimento de firmas em cartório para identificação do condutor infrator, no caso de transferência de responsabilidade de multa de trânsito. Agora é preciso juntar ao formulário de identificação cópias da CNH do infrator e da identidade do proprietário do veículo. Resolução pode ser vista em tinyurl.com/7lxrotz.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Randon na Transpo-Sul

A Randon S.A participa da 14ª Transpo-Sul - Feira e Congresso de Transporte e Logística, que ocorre de 04 a 06 de julho, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS). Os visitantes serão recebidos por representantes da Randon e da Dasa Veículos e Implementos Ltda, distribuidor Randon localizado em Canoas, que neste ano está ampliando sua atuação no mercado inaugurando uma loja de peças em Porto Alegre.