sábado, 1 de dezembro de 2012

Coluna do Borracha: O menino que queria ser rei

Interlagos foi novamente implacável com quem não tem garrafa vazia pra vender. A última corrida da temporada separou os homens dos meninos, os talentos dos mais lentos, os gênios dos seres normais, os que levam a sério dos que fazem trambiques.

A corrida foi um retrato fiel do que o campeonato desse ano mostrou, com suas alternâncias em relação ao tempo, seus vários lideres, as possibilidades infinitas de quem ganha e que perde, e com o título mudando de mãos a cada volta desse GP que entra pra história como um dos mais imprevisíveis de todos os tempos. As lições a serem tiradas para cada momento vivido na pista devem ser encaradas como uma resposta do senhor destino aos mais afoitos e os falastrões de plantão.

Mais uma vez pudemos acompanhar o maior talento atual das pistas construir uma conquista pelo seu braço e sua arte na capacidade monstruosa de pilotar um carro de Fórmula 1. Sebastian Vettel não é somente o mais jovem tricampeão do mundo, é a maior promessa de pulverizar os recordes e as conquistas do até então insuperável Schumacher, é um menino que ri, chora, grita, briga, mas não manda recados pelas redes sociais, não envia provocações desnecessárias aos adversários, tem o respeito dos fortes e dos fracos, vive uma vida mais que normal pra quem é um ser muito além. Ver o menino ser abraçado pelo ídolo de infância ao final da corrida, dando apoio e, muito provavelmente dizendo a ele o quanto ele será grande, é o maior reconhecimento que um esportista pode ter em sua vida.

Finalmente parece que a era “Dick Vigarista” parece estar acabando, ela que começou nos anos 80 e insistia em ser presença constante em nas pistas e nas conquistas dos campeões falastrões e sem muita papa na língua. Esse fim de uma era começou com o Button em 2009 e já engatou o Vettel nas suas três conquistas. Essa é a Fórmula 1 que todos gostamos de ver, é aquela que fez sucesso nos anos 70 e agora volta à tona. Para os mais jovens ou aqueles que realmente não conhecem, antigamente era assim, todos os pilotos eram amigos, mulheres e filhos conviviam e se relacionavam, e nas pistas resolviam seus problemas, sem essa coisa de guerra, às vezes um elogiando o outro, porque para ser grand e é preciso também reconhecer a grandeza do outro. Graças aos céus pilotos como o Alonso estão sendo colocados nos seus devidos lugares, não cabe mais no mundo de hoje você ser sempre implacável, o ser humano erra e o erro faz parte do aprendizado.

Apesar da alegria de ver a incrível conquista do Vettel, o alemão que chora, fico triste por outro lado com que acontece com os pilotos brasileiros. Era desnecessário acompanharmos o choro do Massa, não precisava ser assim, as lágrimas dele representam mais do que apenas estar no pódio no Brasil depois de tudo que passou, elas querem gritar para o mundo, dizer que ele não vai desistir, mas jamais vai ter uma chance de ganhar um campeonato do mundo do jeito que a banda toca, topou ser segundo e segundo será. Outro que deve estar chorando é o Bruno Senna. A sua passagem pela Williams acabou, ficou desempregado e agora vai tentar uma vaga na Force Índia ou se contentar em correr por uma anã qualquer, mesmo destino que o incansável Barrichello tenta, pois pra ele a Fórmula Indy parece não ser uma opção.

Vou encerrando a coluna dessa semana ressaltando as fotos do tricampeão. Note que ele sempre esta recebendo um premio ou fazendo pose ao lado do Schumi, isso se chama apoiar quem vai ser seu sucessor. Assim como ele, acredito que dezenas de crianças alemãs tenham fotos como essa e com esse mesmo personagem, isso faz com que o menino pense o que e com quem ele quer ser quando crescer. A Alemanha já é o país com mais títulos na Fórmula 1, no rastro desses dois virão mais e mais pilotos, eles farão mais e mais visitas aos pequenos porque, além do show ter que continuar, o automobilismo não pode morrer. A semente que foi plantada na Alemanha gerou frutos ótimos, a que foi plantada no Brasil esta secando. S& oacute; nos resta aplaudir os outros e tentar consolar os nossos.

A gente se encontra na semana que vem!

Beijos & queijos

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Vencedores do Prêmio Top Car TV 2012

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Dia 27/11, os jurados do prêmio Top Car TV elegeram os melhores veículos de 2012. No total, 21 profissionais especializados no setor automotivo de todo o Brasil, fizeram parte do corpo de jurados que, neste ano, teve como novidade a inclusão de representantes de 7 sites automotivos, além dos 14 programas de TV que já compunham o júri nos anos anteriores.

O Homenageado do Ano foi o jornalista Chico Lellis, escolhido por unanimidade pelo comitê gestor do Top Car TV.

"Apesar de ainda precisarmos aprimorar alguns detalhes, foi uma bela festa. O importante é deixar claro o esforço dos Comitê Gestor e dos demais jurados, de eleger realmente os destaques de cada ano. Acho que estamos atingindo os objetivos”, disse Paulo Brandão, coordenador do Comitê Gestor.

ELEITOS - PREMIO TOP CAR TV 2012

1 – Melhor Carro Nacional até R$30.000.

VOLKSWAGEN GOL

2 – Melhor Carro Nacional de R$31.000 a R$60.000.

FIAT SIENA

3 – Melhor Carro Nacional acima de R$61.000.

CHEVROLET CRUZE SPORT 6

4 – Melhor Carro Importado até R$300.000.

AUDI A1

5 – Melhor Picape.

FORD RANGER

6 – Melhor Utilitário Esportivo.

FORD ECOSPORT

7 – Melhor Comercial de TV Produto.

RENAULT DUSTER – FOLGADOS – NEO GAMA

8 – Melhor Comercial de TV Varejo.

CHEVROLET – VIDA NOVA NAS RUAS – SALLES CHEMISTRI

FIAT – QUEM QUER ECONOMIA – LEO BURNETT

9 – Melhor executivo 2012

GRACE LIEBLEIN – PRESIDENTE DA GENERAL MOTORS DO BRASIL

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aceleradas: GP Brasil–Vettel é tri, mas Alonso deu trabalho

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A tradicional chuva de Interlagos que vai e volta deixou o mundo esperando e o campeão da temporada só foi conhecido na bandeira quadriculada preta e branca

Por: Edison Ragassi

Durante os treinos livres da sexta e sábado para o GP do Brasil, a McLaren de Lewis Hamilton andou muito forte, o que mostrava a vontade do inglês de despedir-se do time com uma vitória. E nos treinos classificatórios não deu outra, Hamilton fez a pole com Jenson Button marcando o segundo melhor tempo.

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Mas o que chamava mesmo a atenção foi o quarto lugar de Sebastian Vettel (RBR) e a sétima posição de Fernando Alonso (Ferrari), isso porque ganhou um lugar, pois Pastor Maldonado (Williams) não passou pela pesagem e foi punido com a perda de 10 posições.

E como já era esperado, na hora da largada cai a chuva leve e fraca, para deixar engenheiros e pilotos sem saber o que fazer, ou melhor, qual tipo de pneu escolher.

Dada a largada, Felipe Massa (Ferrari) que saiu em quinto, foi pra cima e chegou ao segundo lugar, mas a superioridade da McLaren falou alto e Button recuperou a posição. Alonso foi bem e ultrapassou Mark Webber (RBR) e Massa ao mesmo tempo, o que o colocou na terceira posição.

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Mas a confusão na largada foi tanta, que Vettel foi acertado por Bruno Senna (Williams), rodou e voltou na última posição. Com o carro batido, na primeira parada, fotografaram o local para analisar o tamanho do estrago. Não foi grave, o alemão andou forte mesmo com a pista lisa, ganhou posições até chegar ao quarto lugar.

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Com as paradas, uma surpresa, o alemão Nico Hulkenberg (Force India) chegou até a liderança sem trocar pneus, o mesmo fez Button (McLaren). E Hulk perdeu a posição para Hamilton, quando tentou recupera-la os dois se tocaram no S do Senna, com o inglês ficando fora.

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A manobra custou uma punição para o piloto da Force India, que a meu ver foi desnecessária, já que o carro escorregou de traseira e ele não foi culpado no acidente.

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Ai Massa estava em segundo e deixou Alonso passar, mas Vettel controlava bem o carro, ultrapassou Michael Schumacher (Mercedes- GP) e ficou na sexta colocação, o que foi suficiente para ele colocar na prateleira mais uma taça de campeão, a terceira seguida.

Como a chuva ia e voltava, várias rodadas ocorreram. Em uma escapada de pista, Kimi Raikkonen (Lotus) foi parar em um local que não tinha saída. O finlandês fez o carro girar no próprio eixo e voltou pela terra.

Marcaram pontos no GP Brasil

1º- Jenson Button

2 º- Fernando Alonso

3 º- Felipe Massa

4 º- Mark Webber

5 º- Nico Hulkenberg

6 º- Sebastian Vettel

7 º- Michael Schumacher

8 º- Jean-Eric Vergne

9 º- Kamui Kobayashi

10 º- Kimi Raikkonen

No campeonato Vettel terminou como campeão ao somar 281 pontos, contra 278 de Alonso e Kimi Raikkonen (Lotus) foi o terceiro com 207. Felipe Massa chegou a 122 pontos o que garantiu o sétimo lugar no mundial, enquanto que Bruno Senna somou 31 e ficou em 16º lugar.

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No final da temporada, a McLaren mostrou que encontrou o caminho e vai levar esta base para o próximo ano. A Red Bull continua sendo o bicho papão e o time a ser batido. A Lotus, que ganhou até corrida, tem futuro incerto, assim como a Force India, ambas estão com sérios problemas financeiros. Já a Williams parece que encontrou o caminho do crescimento e lucrou, mas vai continuar com pilotos pagantes e isso pode atrapalhar a evolução do time.

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A Sauber que também conseguiu destaque contratou o bom Hulkenberg e aposta, ou melhor, usa o dinheiro que Esteban Gutierrez leva para o time. A Mercedes-GP deixou Schumacher, contratou E Caterham, Marussia e HRT permanecem na mesma, disputando as ultimas posições, sem marcar pontos na temporada e sonhando com investidores o que pode mostrar uma luz no fim do túnel.

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Ainda resta saber se Bruno Senna permanece na Williams. Acredito que não, pois o piloto esteve no lançamento do Fluence GT no último dia 21/11 e quando perguntado sobre isso a resposta foi que não estava acertado. Mas se o time inglês fosse renovar o contrato do brasileiro, aproveitaria o GP do Brasil para comunicar e conseguiria mais destaque na mídia. Ainda foi publicado pelo jornalista Fabio Seixas, que Rubens Barrichello negocia a volta para a F-1 na equipe Caterham. Eu não faria isso. O Barrichello está muito bem, se voltasse pelo menos em uma equipe média conseguiria resultados, mas em uma nanica só vai estragar sua imagem.

Agora é aguardar, pois a F-1 volta dia 17 de março, até lá as equipes irão trabalhar nos carros e treinar os pilotos. Tomara que tenhamos uma temporada agitada e repleta de variáveis como a deste ano.

Rapidinhas

Jogo sujo

Vettel comemorou muito o tri campeonato e no final desabafou, afirmando que a disputa não foi limpa. "Muita gente tentou fazer jogo sujo, mas nós não nos distraímos com isso e mantivemos nosso caminho, e todos os rapazes deram bastante no final. As pessoas tentaram tudo para nos derrotar e a quantidade de questões que tivemos que lidar, coisas que tivemos que enfrentar durante a temporada, isso não tornou nossa vida mais fácil", finalizou o campeão.

O choro da redenção

Felipe Massa foi muito criticado durante o ano. Jornalistas italianos pediram sua substituição. Mas o piloto deu a volta por cima e teve o contrato renovado para mais uma temporada. No pódio depois de conquistar o terceiro lugar ele chorou. "A segunda parte do ano foi uma preparação para o próximo. Não sei dizer porque aconteceu isso comigo hoje, não sei o que sentir. Mas acho que era muita emoção de correr aqui e não chegar na posição que deveria na frente dessa torcida", afirmou. No ano que vem sabemos que ele seguirá ajudando Alonso.

Vaga aberta

Bruno Senna não terminou o GP do Brasil porque se envolveu em um acidente com Vettel. Durante a temporada foi muito regular, pois marcou pontos em 10 provas "A gente continua na batalha para ver se arruma um carro competitivo aqui. No mundo ideal a gente continuaria na Williams, mas não está nada resolvido", afirmou Bruno.

sábado, 24 de novembro de 2012

DOIS EXTREMOS NO MERCADO

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Por: Fernndo Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaPode parecer combinação, mas, claro, não foi. Com datas escassas no calendário para a apresentação de tantos carros, Renault e Chevrolet separaram apenas por algumas horas, no mesmo dia, a apresentação do Clio retocado (terceiro modelo mais barato do mercado, atrás de Ka e Mille) e o do SUV médio-grande Trailblazer (veículo mais caro em produção no Brasil).

A marca francesa adotou uma plástica inspirada no visual do modelo que estreou, recentemente, no Salão de Paris. Aqui, seguiu a toada local e o batizou de Novo Clio. Argentinos são reticentes a essas liberdades de expressão e lá, onde é fabricado, se chama Clio Mio.

Esse sopro de vida fez bem ao compacto, acompanhado por pequenas reformas no quadro de instrumentos e forrações. O preço – bastante sensível nesse segmento -- foi cortado, em média, R$ 700 e parte agora de R$ 23.290 (duas portas) e vai a R$ 28.550 (quatro portas, ar-condicionado e direção assistida). Nenhuma versão traz itens como as três regulagens de altura (banco, cinto e volante) ou alças de teto. Acrescenta de série, porém, o útil computador de bordo. ABS e bolsas infláveis, nem como opcionais, a exemplo dos concorrentes.

Bom trabalho feito no motor 1,0 L/16V/80 cv/10,5 kgf.m (etanol), agora um flex verdadeiro, ao elevar a taxa de compressão para 12:1. Outros aperfeiçoamentos deram ao compacto o troféu de economia, com um avanço de respeitáveis 9% sobre o anterior: 9,5/14,3 km/l, cidade e 10,7/15,8 km/l, estrada (etanol/gasolina). Vence por muito pouco o Mille Economy que, na estrada, faz 15,6 km/l (gasolina).

Em avaliação, por circuito urbano no Rio de Janeiro, o Clio mostrou desenvoltura, inclusive na recuperação a partir de 30 km/h, em terceira marcha, situação típica ao subir e aterrissar das famigeradas lombadas que infestam as ruas brasileiras.

Estratégia diferenciada adotou a Chevrolet no Trailblazer, ao romper qualquer laço com o antigo Blazer. A começar pelo preço da única versão disponível, a LTZ, topo de linha: R$ 145.450 (V-6, gasolina, 239 cv) e R$ 175.450 (4-cilindros, diesel, 180 cv). A diferença de R$ 30.000,00 dá para adquirir até um compacto equipado, o que demonstra a pouca racionalidade de 70% dos compradores da versão diesel. O mercado de SUVs médios e grandes representa 180.000 unidades/ano (5% do total de veículos leves) e altamente rentável para os fabricantes.

A GM espera vender apenas 400 unidades/mês do modelo e não pretende, pelo menos por ora, oferecer nada mais barato. Está disponível só na versão de sete lugares, tração 4x4 engatável eletricamente, câmbio automático de seis marchas e muito bem equipada em conforto e segurança. Basta citar alguns: regulagem de encosto nas duas fileiras traseiras, ar-condicionado de controle separado para a parte de trás e airbags tipo cortina que se estendem à última fileira. Apesar do preço salgado, câmera de ré e navegador com tela tátil são acessórios à parte.

O espaço interno é um dos pontos altos: 2,84 m de distância entre eixos e largura de 2,13 m (6 cm maior do que Hilux SW4). Porta-malas com os últimos dois bancos rebatidos oferece nada menos que 878 litros (235 litros, o mínimo). Suspensão traseira recebeu molas helicoidais e cinco braços de localização. Ao rodar, mesmo no asfalto, o Trailblazer mostra que os tempos de aspereza e excessivo desconforto ficaram no passado. O motor diesel é mais silencioso que a geração anterior e o torque de 43,1 kgf.m impressiona. Já com gasolina dá para esticar as marchas e a suavidade, bem maior.

RODA VIVA

FONTES ligadas aos fornecedores confirmam que será fácil transferir a produção do Cruze (sedã e hatch), a partir dos atuais kits CKD, de São Caetano do Sul para Rosário, Argentina. Em 2014, a GM lançará a nova geração do Cruze, conforme anunciado nos EUA, e concentrará no país vizinho a fabricação de modelos médios, como já fazem Ford e marcas francesas.

POUCO depois de completar 30 anos de mercado, em junho último, a Parati entrou em processo de fim de linha. A station compacta da Volkswagen liderou o segmento por quase duas décadas e deixa saudosistas. Em razão do encolhimento na procura por peruas, suplantadas por SUVs e sedãs, sai de cena agora. Restam poucas unidades na rede.

ETIOS hatch, na versão de topo XLS, motor 1,5 l/96 cv (etanol), é realmente um automóvel de contrastes. Freios, motor, câmbio e, em especial, suspensões com raro equilíbrio entre conforto e estabilidade, além de direção elétrica e precisa com reduzido diâmetro de giro, agradam bastante. Uma pena a falta de tantos acessórios e escolhas tão equivocadas no carro como um todo.

DEMOROU, mas chegaram ao mercado películas transparentes de última geração para proteção de peças metálicas ou de plástico, como as que revestem para-choques. O Antichip, da 3M (concorrentes devem surgir), é algo realmente útil e racional para preservar a pintura em lançamento de pedriscos, batidas leves ao estacionar e raspadas em obstáculos.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Finalistas do Prêmio Abiauto 2012- Imprensa Automotiva

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Os jornalistas filiados a Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva) elegem no próximo dia 29/11 os melhores carros e motos lançados em 2012. Neste Prêmio eu sou um dos eleitores, abaixo a relação dos concorrentes. Na próxima semana o Auto Agora divulga os vencedores.

MELHOR COMPACTO

Chevrolet Onix

Fiat Palio

Hyundai HB20

Toyota Etios

Volkswagen Gol

MELHOR CARRO NACIONAL*

Chevrolet Cruze

Chevrolet Onix

Citroën C3

Hyundai HB20

Peugeot 308

Renault Fluence

MELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO

Audi Q3

Fiat Freemont

Ford EcoSport

Renault Duster

Volkswagen Tiguan

MELHOR MINIVAN/MONOVOLUME

Chevrolet Spin

Citroën C3 Picasso

Fiat Idea

Honda Fit

Mercedes Classe B

MELHOR IMPORTADO

Audi A1

Chevrolet Sonic

Fiat 500

Ford Fusion

Volkswagen Jetta

MELHOR PICAPE

Chevrolet S10

Fiat Strada

Ford Ranger

Toyota Hilux

Volkswagen Amarok

*A categoria Melhor Carro Nacional conta com seis finalistas por dois modelos terem empatado na contagem dos votos na prévia.

FINALISTAS CATEGORIA MOTOS

MELHOR ESTRADEIRA*

BMW K 1600 GTL

Harley Davidson Street Glide

Honda VFR 1200

Yamaha 1200 Super Ténéré

MELHOR URBANA/STREET*

Dafra Next 250

Honda CG 150 Fan Flex

Honda NC 700X

Yamaha Fazer 250 Blueflex

MELHOR ESPORTIVA

BMW S 1000 RR

Honda CBR 1000 RR

MV Agusta F4

*As categorias Melhor Estradeira e Melhor Urbana/Street conta com quatro finalistas por dois modelos terem empatado na contagem dos votos na prévia.

PRÉ-CLASSIFICADOS DO PRÊMIO TOP CAR TV 2012

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Os jornalistas especializados do setor automotivo que trabalham em TV entregam dia 27/11 o Prêmio Top Cat TV. Confira abaixo os concorrentes:

MELHOR CARRO NACIONAL ATÉ R$30.000,00

NOVO FIAT PALIO

FIAT UNO

NOVO RENAULT SANDERO

TOYOTA ETIO

NOVO VOLKSWAGEN GOL

MELHOR CARRO NACIONAL ENTRE R$31.000,00 A R$60.000,00

CHEVROLET SPIN

CHEVROLET COBALT

CITRÖEN C3

FIAT GRAN SIENA

PEUGEOT 308

RENAULT FLUENCE

MELHOR CARRO NACIONAL ACIMA DE R$61.000,00

CHEVROLET CRUZE SPORT6

FIAT BRAVO

NOVO HONDA CIVIC

PEUGEOT 308

RENAULT FLUENCE

MELHOR IMPORTADO

ATÉ R$300.000,00

AUDI A-1

CHEVROLET SONIC

CITROEN DS3

FIAT 500

MERCEDES-BENZ CLASSE C

MELHOR PICAPE

CHEVROLET S-10

FIAT STRADA

FORD RANGER

TOYOTA HYLUX

VOLKSWAGEN AMAROK

MELHOR UTILITARIO ESPORTIVO

ATÉ R$300.000,00

AUDI Q3

FIAT FREEMONT

FORD ECOSPORT

RANGE ROVER EVOQUE

RENAULT DUSTER

VOLKSWAGEN TOUAREG

MELHOR COMERCIAL DE TV PRODUTO

CHEVROLET S-10=PODE CONTAR COMIGO

FIAT PUNTO= VOCÊ NO COMANDO

FORD CARGO2429=OGROS

PEUGEOT 308= GUGA

RENAULT= DUSTER

VOLKSWAGEN= DETALHES

MELHOR COMERCIAL DE TV  VAREJO

CHEVROLET=VIDA NOVA NAS RUAS

FIAT= QUEM QUER ECONOMIA

HONDA CITY=RADARZINHO

NISSAN=CHEVEIROS

VOLKSWAGENS=PROMOÇÕES TORCEDORES

MELHOR EXECUTIVO DE MONTADORA

FLAVIO PADOVAN=JAGUAR LAND ROVER

GRANCE LIEBLEN=GM

OLIVIER MUGET=RENAULT

SERGIO HABIB

THOMAS SCHMALL

Lançamento: Fluence GT turbo

Fluence GT no Autódromo Internacional de Curitiba./ Foto: La Imagem.

Renault passa a comercializar no Brasil sedã médio esportivo equipado com propulsor turboalimentado de 180 cv e 30,6 kgfm de torque

Por: Edison Ragassi Fotos: Divulgação

Em Indaiatuba (SP), a Renault mostrou para a imprensa especializada nacional, dia 21/11, o Fluence GT. O carro fabricado na Argentina é equipado com um propulsor 2.0 16V turbo twin-scroll, compacto e de última geração, o qual entrega 180 cv de potência e 30,6 kgfm de torque.

Fluence GT no Autódromo Internacional de Curitiba./ Foto: La Imagem.

Ele é montado com pistões, bielas, virabrequim e bronzinas reforçados. O sistema de arrefecimento do bloco do motor teve de ser otimizado, assim como a admissão de ar, para melhorar o enchimento do motor, a junta do cabeçote é composta de três lâminas de vedação, do tipo “sanduíche”, além disso, o virabrequim é confeccionado em aço, as válvulas de escapamento são temperadas e nitretadas e o cabeçote, com otimização aerodinâmica dos dutos de entrada de ar, permite a redução da perda de carga e o aumento do nível de tumble dentro da câmara de combustão.

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Completa o trem de força a caixa de câmbio de seis velocidades com um diferencial de relação mais longa e embreagem com um disco de 240 mm. Segundo a Renault, o Fluence GT acelera de 0 a 100 km/h em oito segundos e atinge velocidade final de 220 km/h.

FluenceGT057

Com preço sugerido para venda de R$ 79.370 é um carro completo, traz de série: sistema de partida a cartão, ar-condicionado digital dual-zone, sistema interativo de entretenimento, com navegador GPS, rádio CD Player MP3 de 140W, duas antenas, quatro alto-falantes e quatro tweeters, conexões USB/iPod, Bluetooth e auxiliar, direção elétrica, entre outros.

Fluence GT no Autódromo Internacional de Curitiba./ Foto: La Imagem.

No pós-vendas, a fabricante oferece peças de reposição com preços competitivos, o jogo de amortecedores dianteiros custa R$272,02, os traseiros R$193, 29. As pastilhas dianteiras têm preço sugerido de R$265,00, a sonda lambda custa R$448,40 e cada bico injetor sai por R$207,48. Na revisão de 10.000 km o proprietário do Fluence GT desembolsa R$299,00 e na de 20.000 km R$582,00.

A expectativa é de comercializar em média 70 unidades do sedã com motor turbo por mês.