sábado, 2 de fevereiro de 2013

Avaliação: Renault Duster 4x4

IMG_9723Modelo produzido em São José dos Pinhais com câmbio manual e tração 4x4 necessita de cuidado e atenção ao reparar e substituir peças

Texto: Edison Ragassi Fotos: Estúdio Prána

Em outubro de 2011, a Renault lançou o Duster. O utilitário esportivo é um veículo mundial da marca produzido no Brasil. A carroceria segue o padrão de design adotado nos outros países que ele é comercializado.

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Entre as várias versões disponíveis está a 4x4. Ele tem comprimento de 4.315 mm, altura de1.690 mm e a largura é de1.822 mm. Com altura em relação ao solo de 210 mm, permite um ângulo de entrada de 30°, o de saída é de 35º e o central 22°. O tanque de combustível recebe 50 litros e o porta-malas 400 litros, sem rebater os bancos.

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Ele  é equipado com um propulsor 2.0 16V Hi-Flex, sua taxa de compressão é de11,2:1. Ele entrega potência de 142 cv (etanol) / 138 cv (gasolina) a 5.500 rpm e torque máximo de 19,7 kgfm (G) / 20,9 kgfm (E) a 3.750 rpm. “Este motor exige atenção e cuidados para realizar diagnósticos, pois são vários os detalhes a serem observados. As velas utilizam bobinas individuais, são fáceis de identificar, porém o espaço é reduzido, assim como para acessar o filtro de óleo, já para trocar a correia dentada o processo é semelhante ao do usado na Scénic e Mégane”, comenta César Samos da Mecânica do Gato.

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A posição do motor de arranque também é incomoda, “falta espaço para acessar o que dificulta a troca das correias, por isso deve ser feito com cuidado para não prejudicar outras peças”, avalia Roberto Schmidt do Centro Automotivo Denis.

Edson Roberto de Ávila do Departamento Técnico de Manutenção Preventiva e Corretiva de Autos Mingau, concorda com César e chama a atenção para a troca do elemento filtrante de ar, “o sistema de aspiração do ar é complexo, o reparador precisa seguir procedimentos específicos ao desmontar a tampa para trocar o filtro”, fala ele. IMG_9862

O câmbio é manual de seis velocidades e o controle do 4x4 também é acionado manualmente. A direção é hidráulica, com diâmetro de giro de 10,7 m. “Caso tenha necessidade de tirar a caixa de direção é preciso antes retirar o agregado da suspensão, o que demanda mais tempo na oficina”, explica Roberto Montibeller do Centro Automotivo High Tech.

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A suspensão dianteira é do tipo McPherson, com triângulos inferiores, amortecedores hidráulicos telescópicos e molas helicoidais, montada em um sub-chassi. A traseira é independente do tipo multilink, com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos verticais. “Não precisa de ferramentas especiais para reparar as peças da suspensão dianteira. Já a traseira exige atenção ao realizar diagnósticos, pois as partes moveis podem esconder barulhos e ela precisa de alinhamento”, avalia Arnaldo Bisi da Tecnicar.

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Os freios são de dois circuitos em “X”, acionamento hidráulico, com discos ventilados de 280 mm de diâmetro na dianteira e tambores de 229 mm de diâmetro na traseira. “Ao realizar trocas de discos, pastilhas e tambores não é necessário recorrer a ferramentas especificas, os sistemas são simples, já ao trocar a embreagem, antes é preciso desacoplar a caixa de transmissão, assim o tempo que vai ficar parado na oficina é maior que o de um modelo sem a tração 4x4”, avalia Alberto Martinucci da Motor Fast.

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Cuidados no processo de manutenção e procedimentos específicos são recomendados por todos os reparadores que avaliaram o carro. “O Duster 4x4 exige tempo, ele tem mais componentes que um outro com tração 4x2, também os espaços são reduzidos, assim não dá para sair desmontando é preciso evitar quebrar itens”, alerta Ney da Opcar.

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O Duster 4X4 com câmbio manual tem preço sugerido para venda de R$ 62.050, ele traz de série itens como: direção hidráulica, ar- condicionado, vidros elétricos, travas elétricas nas portas e no porta-malas com comando a distância por radiofreqüência, volante com regulagem em altura.

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Ainda tem, sistema CAR (travamento automático à 6 km/h), trava para crianças nas portas traseiras, air bag motorista/passageiro, freios ABS/EBD, barras de teto longitudinais na cor alumínio, rodas de aluminío aro 16" na cor cinza inox, entre outros.

Colaboraram: Renault do Brasil

Ficha técnica Renault Duster 2.0 16V HI-FLEX 4x4

Motor

Tipo: Hi-flex, quatro tempos, bicombustível (etanol e ou gasolina), quatro cilindros em linha, 16 válvulas e refrigeração por circuito de água sob pressão

Posição: Dianteiro, transversal

Cilindrada: 1.998 cm³

Potência: 138 cv (G)/142 cv (E) a 5.500 rpm

Tortque: 19,7 kgfm (G)/20,9 kgfm (E) a3.750 rpm

Alimentação: Injeção Eletrônica Multiponto Sequencial

Transmissão

Tração: 4x4

Câmbio: Manual de 6 marchas

Dimensões

Comprimento: 4.315 mm

Distância entre-eixos: 2.673 mm

Largura: 1.822 mm

Altura: 1.690 mm

Altura em relação ao solo: 210 mm

Ângulo de entrada: 30°

Ângulo de saída: 35º

Ângulo central: 22°

Capacidades

Tanque de combustível: 50 litros

Porta-malas: 400 litros

Custos de peças e serviços*

Amortecedor Dianteiro R$ 452,00

Amortecedor Traseiro R$ 451,00

Filtro Ar R$ 56,00

Filtro Combustível R$ 71,00

Filtro de habitáculo R$ 46,00

Palheta Dianteira R$ 50,00

Pastilha Dianteira R$ 195,00

Óleo + Filtro R$ 265,00

*A Renault oferece o Pacote Preço Fechado que inclui peças e mão de obra com garantia de um ano

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ford apresenta caminhão extra-pesado

FORD BRASIL
NOVO CARGO 2842
JANEIRO 2013Com capacidade de até 56 toneladas ele foi desenvolvido no Brasil e Turquia, a meta é comercializa-lo globalmente

Por: Edison Ragassi Fotos: Divulgação

Em São Paulo, simultaneamente com a Turquia, a Ford Motor Company anunciou para a imprensa especializada brasileira, a entrada da companhia no segmento de caminhões extra-pesados com capacidade de até 56 toneladas. Esta é uma importante área de negócios, pois foi o de maior crescimento no mercado brasileiro. Em 2012 os extra-pesados foram responsáveis por 24,6% das vendas de caminhões (33.700 unidades). Em 2009 ele tinha 20,9% (22.500 unidades) e em 2011 chegou a 23% (39.600 unidades). O modelo é inédito na história da empresa, pois ela não dispunha de produtos para esta aplicação.

FORD BRASIL
NOVO CARGO 2842
JANEIRO 2013Desenvolvido no Estúdio de Design da América do Sul em Camaçari (BA), a cabine segue a linguagem de design Kinetic. “Este é o primeiro desenvolvimento verdadeiramente global da Ford em caminhões. Isso traz bastante orgulho para o time da América do Sul, que assim mostra a sua excelência também em veículos pesados", diz João Marcos Ramos, chefe de Design da Ford América do Sul.

FORD BRASIL
NOVO CARGO 2842
JANEIRO 2013Este extra-pesado será comercializado em outros países do mundo a começar pela Turquia, que também participou do desenvolvimento. O objetivo foi oferecer uma plataforma global que terá a melhor configuração e custo-benefício do segmento, aliando conforto na cabine, desempenho, economia, robustez e tecnologia avançada. "O anúncio simultâneo nos dois países mostra o comprometimento atual e futuro da marca no setor de veículos comerciais. Este será um dos principais lançamentos do ano e representa um significativo avanço na estratégia de globalização dos veículos comerciais da marca", diz Steven Armstrong, presidente da Ford Brasil.

A linha Ford Cargo conta hoje com 12 modelos, nos segmentos de leves (6 a 10 t), médios 4x2 (11 a 20 t), médios 6x2 (23 a 27 t), pesados 6x4 (27 a 31 t) e cavalos-mecânicos até 46t.

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No evento não foram divulgadas informações referentes as opções de motorização e cabine, isso deve ocorrer até o final do primeiro semestre, quando a empresa deve fazer o lançamento do produto, o qual será fabricado na unidade de São Bernardo do Campo. Além de tratar-se de um veículo construído com a mais alta tecnologia, desenvolvido após várias pesquisas feitas com clientes potenciais, a Ford aposta no sucesso em vendas, também por causa da rede de venda e pós-venda, atualmente composta por 140 distribuidores exclusivos no Brasil, número maior que o de alguns de seus principais concorrentes.

7º Prêmio SAE BRASIL de Jornalismo recebe inscrições até 29 de março

Reportagens sobre tecnologia da mobilidade terrestre, aeroespacial e naval, publicadas no Brasil em mídia impressa e Internet entre 1º de março de 2012 e 22 de março de 2013 podem concorrer ao 7º Prêmio SAE BRASIL de Jornalismo, que dará prêmios de R$ 22 mil aos melhores trabalhos inscritos até 29 de março.

As inscrições devem ser feitas pelo link http://saebrasil.org.br/premio-jornalismo-2013/formulario/login.aspx e as reportagens encaminhadas em formato PDF para a categoria ‘Impresso’ e em HTML ou PDF na categoria ‘Internet’. Não há limitação de número de matérias por participante.

Lançamentos: Iveco Vertis HD

32Linha chega com novos motores e duas versões de cabine, normal e estendida, traz de série ar-condicionado, faróis de neblina, vidros elétricos, entre outros itens

Por: Edison Ragassi Fotos: Divulgação

A Iveco lança no mercado nacional a linha Vertis HD em duas versões 9 e 13 toneladas.“Com o lançamento do Vertis HD, a Iveco completa a linha Ecoline, que agregou à nossa frota uma série de modificações técnicas para levar aos nossos clientes mais desempenho, economia de combustível e robustez, sempre a custos de manutenção cada vez mais reduzidos”, afirma Marco Mazzu, presidente da Iveco na América Latina. Produzido e desenvolvido na cidade de Sete Lagoas (MG), segundo divulgado pela empresa, o motor do Vertis HD 9 toneladas está 10% mais potente e com 7,6% de torque a mais que a motorização anterior. Ele entrega 177cv e 570Nm a 1.250 rpm de torque. Na versão 13 toneladas, o ganho foi de 3,4% no torque, o propulsor tem potência máxima de 182 cv e torque máximo de 610 Nm a 1.300 rpm.

23 As mudanças também ocorreram visando conforto e seguraça, pois a fabricante desenvolveu um novo sistema de suspensão da cabine, com quatro pontos de fixação e novas molas e amortecedores. A suspensão primária também recebeu novas molas, amortecedores e suportes, além de uma nova barra estabilizadora, o que ajudou para evitar que ruídos externos invadam a cabine.

21 Entre os itens de série, a linha Vertis HD traz: faróis de neblina, volante com regulagem longitudinal e de altura, vidros elétricos, banco do passageiro duplo com dois apoios de cabeça, para-sol externo translúcido, escotilha de teto com regulagem, regulagem de altura dos faróis, cabine estendida (13 toneladas), ar-condicionado (13 toneladas), predisposição para rádio (antena e alto-falantes), assoalho da cabine revestido com material sintético, além de vários porta-objetos.

31 Ainda segundo pesquisa realizada pela Iveco, para fazer a manutenção regular destes caminhões o custo é entre 5% a 6% menor que o de seus principais concorrentes.

A versão 9 toneladas chega às concessionárias com preço sugerido inicial de R$ 115.000. Na opção 13 toneladas, os preços começam em R$ 135.000.

Ford, Daimler e Nissan juntam forças para desenvolver veículos elétricos

AcordoFord-Daimler-NissanA Ford, Daimler e Nissan assinaram um acordo para acelerar a comercialização de veículos elétricos com células de combustível (FCEV). O objetivo dessa colaboração é desenvolver um sistema comum de veículos elétricos com essa tecnologia, reduzindo os custos associados de investimento em engenharia. Cada empresa vai investir em partes iguais no projeto. A estratégia de maximizar a comunização de projeto, alavancar os volumes e a eficiência derivada da economia de escala vai contribuir para que, até 2017, sejam lançados os primeiros carros elétricos com célula de combustível acessíveis do mundo.

Juntas, a Ford, Daimler e Nissan somam cerca de 60 anos de experiência no desenvolvimento de veículos elétricos com célula de combustível e mais de 10 milhões de quilômetros de testes em todo o mundo. Unindo forças e dividindo os custos, as três fabricantes globais serão capazes de reduzir significativamente o investimento em pesquisa e desenvolvimento e o "tíquete" para ingressar nessa tecnologia de nova geração com emissões zero.

sábado, 26 de janeiro de 2013

QUEM PAGA A CONTA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaSalões de automóveis sobem seu astral quando refletem recuperação de vendas e produção. Essa atmosfera positiva marca o Salão de Detroit que se encerra neste domingo. Afinal, o mercado está em franca expansão (13% em 2012), embora as marcas locais, à exceção da Jeep, continuem patinando na preferência do consumidor.

Simbolismo do Corvette Stingray, em sua sétima geração, ajuda a levantar autoestima da Chevrolet. Todo novo, herda características de marcas alemãs como câmbio manual de sete marcas (até agora só no Porsche 911) e distribuição de peso de exatos 50% em cada eixo (ponto de honra da BMW).

No outro extremo, a picape pesada Silverado reformada coloca pressão sobre a arquirrival série F, da Ford. A reação veio da picape conceitual Atlas, visão antecipada da nova F-150, em 2014. Houve comentários de que a empresa ousou na estratégia e talvez se reflita nas vendas do modelo atual.

Leves reestilizações do Grand Chrerokee e Compass, acompanhadas de versões diesel e câmbio automático convencional no lugar do CVT (no final do ano, aqui), continuam a animar a Jeep.

Essa edição do salão está mais atraente para o mercado brasileiro. O SUV-conceito compacto da Honda sobre arquitetura do Fit e a bem-vinda reinvenção estilística do Corolla, batizada pela Toyota de Fúria (interior não exibido), antecipam o que será também produzido aqui, em 2014/15.

Outra novidade está fora do Salão, mas mostrado a jornalistas na véspera do dia de imprensa. Mercedes-Benz CLA, sedã compacto anabolizado com base nos Classes A e B, além de carro mais aerodinâmico do mundo (Cx incrível de 0,22), deverá abrir a produção no Brasil. Falta a empresa alemã bater o martelo, mas Dieter Zetsche, principal executivo mundial, admitiu ser mais viável um acordo com a Nissan, na fábrica em construção de Resende (RJ).

Graças ao previsto crescimento, nos próximos anos, do mercado brasileiro de marcas refinadas, esta edição do salão merece um olhar mais atento. Acura e Infiniti têm novidades: SUV médio MDX e novo sedã Q50, respectivamente. Cadillac, até como reação ao maior número de concorrentes, é considerada marca de importação certa pela GM. E o médio-grande ATS, de tração traseira ou 4x4 e menor Cadillac em dimensões, mostra apelo visual digno dos europeus, o que atrai por aqui.

Entre outras novidades conceituais, destacam-se o Volkswagen Cross Blue e o Hyundai HCD-14. O primeiro, um crossover híbrido diesel de sete lugares (no salão, versão de seis lugares), específico para o mercado local, com preço entre Tiguan e Touareg. O projeto será ainda aperfeiçoado para provável produção ao lado do Passat americano. O segundo é a visão do futuro sedã de topo coreano, Genesis, com portas traseiras “suicidas” à Rolls-Royce. Versão final deve ousar menos.

Balanço positivo do salão não impede constatar, mais uma vez, que fabricantes parecem bem mais empolgados com soluções alternativas do que compradores. Elétricos puros, híbridos e Diesel, tudo somado, representam apenas 3% das vendas totais nos EUA. Embora tenda a crescer, na realidade poucos querem pagar a conta. E, para complicar, motores convencionais têm mostrado queda de consumo de combustível, a preço que todos suportam.

RODA VIVA

COTAS de produtos mexicanos ainda amarram planos de importação. SUV compacto Chevrolet Trax (aqui se chamará Tracker) virá para atrapalhar a vida de EcoSport e Duster, porém falta definir de que forma Sonic será “prejudicado”. Volta da Alfa Romeo ainda está condicionada, pela Fiat, à avaliação de cotas previstas no regime Inovar-Auto. Nada confirmado.

FLUENCE GT, sedã discreto, ao menos faz jus à sigla, ao contrário do Sandero da própria Renault. Motor turbo de dois litros, 180 cv, coloca-se em desempenho entre Peugeot 308 THP e Jetta TSI, na faixa dos R$ 80 mil, mas sem câmbio automático. Bom trabalho de engenharia na suspensão. Faltam coisas simples: um-toque nas alavancas de limpador e setas.

MESMO sem confirmação pela GM, importação do novo Malibu é certa, depois da desistência do Omega. Chevrolet concorrente direto do mexicano Fusion, impostos refletem no seu preço (vem dos EUA, sem isenções). Retoques externos e internos e motor um pouco mais potente agradam, em breve avaliação. Banco traseiro, baixo demais, será mudado até meados do ano.

ENQUANTO a taxa cambial ajudou, alguns modelos nacionais foram competitivos até em países avançados do Hemisfério Norte. Destaque para o Fox, com 305.000 unidades, maior volume já exportado de um automóvel brasileiro para a Europa (2005-2012). Voyage, nos anos 1980, teve 202.000 unidades vendidas nos EUA e Canadá, feito para época.

SAIU lista dos 10 mais vendidos na Europa, em 2012, segundo pesquisa da consultoria inglesa Jato: Golf, Fiesta, Polo, Corsa, Clio, Focus, Astra, Qashqai (Nissan), Mégane e Passat. Crossover da Nissan é o único a nunca aparecer por aqui. Os outros, em diferentes gerações, foram produzidos e/ou importados, nomes familiares aos brasileiros.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Começou o Salão Bike Show

SBS 2013-DATA2Salão Bike Show começou hoje no Riocentro e vai até dia  27 de janeiro, no Pavilhão 4, em uma área maior que a da edição passada. Mais uma vez o estacionamento será gratuito para motos e triciclos e nesta edição ficará mais próximo da entrada do pavilhão.

Entre as marcas estarão presentes HONDA, KAWASAKI, SUZUKI, BMW, HARLEY-DEVIDSON, TRIUMPH, YAMAHA, KASINSKI , CAN AM, e novata ROYAL ENFIELD, marca tradicional que começou na Inglaterra e depois foi para a China e entrou no Brasil em 2011 para fazer os primeiros testes e homologação de seus modelos para produção em Manaus.

O Salão Bike Show 2013 conta com um site (www.salaobikeshow.com.br) onde o público pode tirar dúvidas sobre o evento. O visitante também poderá ficar sabendo das novidades através do blog (http://blog.salaobikeshow.com.br/), Twitter (http://twitter.com/salaobikeshow) e FaceBook (http://www.facebook.com/salaobikeshow) oficiais do Salão Bike Show.

Ingressos:

Ingressos: a R$ 30 na bilheteria / Passaporte R$ 70 para os 4 dias Crianças com menos de 5 anos ou adultos maiores de 65 anos não pagam entrada.