domingo, 12 de maio de 2013

DISCUSSÃO MAIS RACIONAL

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaMaior rigor com a qualidade do ar acaba de ser estabelecido pelo governo do Estado de São Paulo. Objetivo é monitorar, especialmente, a região metropolitana da capital paulista que se aproxima de 20 milhões de habitantes, inclui outros 38 municípios e frota real de 6,5 milhões de veículos (leves, pesados e motocicletas). Trocou-se o “termômetro” da poluição ao aproximar as concentrações máximas daquelas preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), conhecida pela severidade de posturas. Maioria dos países deixa de cumprir ou tem sua própria legislação.

Na realidade, a regulamentação ainda está 40% aquém da OMS, porém acima da recomendação do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Aumentará o número de dias por ano em que a região enfrenta níveis de atenção, alerta e emergência (nesse, nunca entrou), com as respectivas providências. Ozônio é o principal poluente, mas seu nível de toxicidade não se compara ao monóxido de carbono, que se mantém abaixo dos limites.

Administração estadual, bem intencionada, falhou ao deixar em aberto o futuro e, principalmente, por ignorar veículos de municípios periféricos. Eles circulam livremente pela capital sem exigência de inspeção. Essa frota, mais envelhecida, exige controle. Basta seguir o novo esquema: primeira inspeção para veículos com três anos de uso, depois a cada dois anos e anual a partir de 10 anos de uso. Esse arranjo, incluindo inspeção de segurança, poderia se estender a todo o País. No Rio de Janeiro, por exemplo, periodicidade e metodologia fogem bastante de padrões de outros países: distorções evidentes do que se poderia chamar de inspeção técnica.

No recente seminário sobre emissões veiculares, organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, os palestrantes se empenharam em demonstrar os avanços que ainda podem ser alcançados. “Nosso ar pode ser melhor” foi enfoque deste ano. Apesar de boas intenções, infelizmente não se ouviram vozes suficientes a favor de que a racionalidade deve estar em um dos pratos dessa balança de interesses, que rege a preservação do meio ambiente.

Enquanto se apresentaram propostas objetivas, mais fáceis ou difíceis de programar, soou mal atribuir relevância ao tuning e seus “males” provocados à atmosfera. No caso, o impacto nas emissões totais por motores modificados é desprezível, no contexto geral. Por outro lado, a baixa efetividade da inspeção atual, sem rolos movidos pelas rodas (simula condições reais) não foi criticada, mas é melhor do que nada.

Por outro lado, seria bom adotar, como na Europa, consumo (ligado a emissões) em vez de cilindrada para definir impostos. Bem mais racional.

RODA VIVA

PLANOS ambiciosos da Fiat na nova fábrica de Pernambuco, prevista para final de 2014. A coluna antecipa o cronograma de início de produção (vendas, três meses depois). Janeiro de 2015: SUV compacto (projeto 338) e picape média (projeto 226), esta baseada na mesma arquitetura de médio-compacto que originou o Viaggio. Dezembro de 2015: dois modelos Jeep, um SUV compacto derivado do Fiat (projeto 520) e outro SUV (projeto 546), baseado na picape média.

MAIS Fiat: em janeiro de 2016, SUV médio-compacto (projeto XSU) sobre mesma base do projeto 546, da Jeep. O sedã médio-compacto Viaggio (projeto 343), sobre a versátil nova arquitetura que já originou o Dodge Dart, terá início de produção em maio de 2016. Não se contemplam produtos com marcas Chrysler e Dodge, entre seis modelos previstos. Jeep tem imagem mais forte.

NÚMEROS recordes de produção e vendas de veículos, em abril e no primeiro quadrimestre de 2013, sobre os mesmos períodos de 2012, devem-se em grande parte a uma base comparativa fraca no ano passado. Tanto que a Anfavea manteve sua previsões para o ano inalteradas. Nos 12 meses encerrados em abril, comercializaram-se 3,89 milhões de unidades.

PORSCHE 911 TURBO, em duas versões, estreia em setembro, no Salão de Frankfurt, mas a fábrica liberou informações. Destaques para motor de até 560 cv (Turbo S), aceleração de 0 a 100 km/h em 3, 1 s e um sensacional sistema de direcionamento do eixo traseiro que mudará o modo de conduzir – ou pilotar – o carro. Depois virão versões conversíveis.

TOYOTA acertou a mão na nova geração do RAV4. Totalmente reformulado, estilo refinado com rara precisão, motores de 2 litros/145 cv e 2,4 litros/179 cv, tração 4x2 e 4x4, dois tipos de câmbio automático, interior mais espaçoso, painel ousado e moderno, o SUV médio-compacto mostra dirigibilidade de automóvel. Preços de R$ 96.900 a R$ 119.900. Senão: tampa sobre o estepe (agora interno) gera ruídos.

MICHELIN captou que pneu “verde” (baixa resistência à rodagem) não é único atrativo para os motoristas. Novo Primacy 3 mostra desempenho destacado nas frenagens, em piso seco e molhado, e aderência maior em piso molhado, condição em que a marca francesa tem tradição. Ainda conseguiu 2% de redução no consumo de combustível.

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sábado, 4 de maio de 2013

Comparativo: Honda City/ Chevrolet Sonic

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Honda City e Chevrolet Sonic são carros com propostas semelhantes, confortáveis, espaçosos, visual chamativo e compactos para facilitar o uso nas grandes cidades

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Estúdio Prána

Com o crescimento do mercado brasileiro de automóveis, as fabricantes investem em ampliar a linha de modelos para oferecer aos consumidores. A Honda Automóveis fez isso em 2009. Depois de expandir a fabrica de Sumaré (SP), passou a produzir, além de Civic e Fit, o sedã City, um modelo mundial, que como especifica o nome, de características urbanas. Ele agradou o consumidor, tanto que em abril do ano passado, a fabricante japonesa lançou a segunda geração do carro.

IMG_9886Em relação ao anterior, o visual passou por modificações. Na dianteira, os para-choques, grade frontal e faróis são novos , seguem as linhas do capô de vincos acentuados. A traseira também recebeu novo design, em relação a versão anterior, as lanternas foram totalmente modificadas. O tanque de combustível teve a capacidade ampliada para 47 litros, cinco a mais do que o do modelo anterior.

IMG_9894No final de maio de 2012, a General Motors do Brasil, passou a comercializar no mercado nacional um carro que compete no mesmo segmento do City, o Chevrolet Sonic Sedan, também com características urbanas. As primeiras unidades que chegaram ao país eram fabricadas na Coreia do Sul, e no segundo semestre de 2012, eles passaram a importar o modelo do México. O Sonic compartilha a arquitetura global de veículos compactos desenvolvida pela empresa, a qual é utilizada também no Cobalt, Spin e Onix.

DSC02481Seu visual usa linhas futuristas, com grandes faróis, vincos no capô que formam um ‘U’ na parte superior. A grade frontal é cortada por uma barra que ostenta o símbolo Chevrolet ao centro.

DSC02460E na traseira, a tampa do porta-malas forma um ‘U’, as grandes lanternas estão encaixadas nas laterais, no centro uma barra cromada e o símbolo da Chevrolet aparece acima.

IMG_9901Por dentro, o carro da Honda agora usa um novo conjunto de instrumentos e iluminação em todas as versões. O painel blackout dá acesso às informações sobre autonomia, consumo instantâneo, consumo médio, hodômetro parcial e hodômetro total. Também possui sistema de som com rádio CD-Player (MP3/WMA) e entrada auxiliar (P2/USB).

DSC02410No Sonic, o painel de instrumentos foi inspirado nos utilizados em motos. O velocímetro é digital, e computador de bordo mostra as informações referentes a consumo e quilometragem. Também é equipado de fábrica com Sistema de som AM/FM stéreo, CD Player, MP3, entrada auxiliar, 4 alto-falantes (somente dianteiros), controle no volante, sistema Bluetooth, com relógio digital, indicador de temperatura e USB no porta-luvas.

IMG_9868Em dimensões, o sedã compacto premium da Honda tem comprimento de 4.400 mm, largura de 1.695 mm, para uma distância entre os eixos de 2.550 mm. A capacidade volumétrica do porta-malas é de 506 litros.

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Já o modelo Chevrolet tem comprimento de 4.399 mm, com distância entre eixos de 2.525 mm.

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DSC02451A largura é de 2.004 mm, e no porta-malas a capacidade é de 477 litros.

IMG_9898No City, a fabricante de Sumaré utiliza o motor i-VTEC Flex (Controle Eletrônico Variável de Sincronização e Abertura de Válvulas) 1.5L de 115 cv (G)/ 116 cv (E) a 6.000 rpm. Seu torque é de 14,8 kgfm a 4.800 rpm com qualquer combustível .

Para o Sonic, a General Motors optou pelo propulsor da família Ecotec 1.6 16V, o cabeçote tem duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT). A variação é no tempo de abertura das válvulas de admissão e de escape, e o coletor de admissão também é variável.

DSC02412Ele entrega 120 cv abastecido com etanol e 116 cv ao usar gasolina, a 6.000 rpm. O torque máximo é de 16,3 kgfm (E)/ 15,8 kgfm (G) a 4.000 rpm, ainda, segundo a Chevrolet, 90% do torque está disponível a partir das 2.200 rotações. Ambos são ofertados com transmissão manual e automática, as duas opções do City são de cinco velocidades, enquanto que no Sonic o câmbio manual é de cinco marchas e o automático de 6 velocidades.

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A direção do Honda tem assistência elétrica progressiva (EPS), enquanto que o Chevrolet usa assistência hidráulica. Os sistemas de suspensões dianteiro de ambos, é do tipo independente McPherson e na traseira as respectivas fabricantes optaram por barra de torção. A diferença está nos freios, pois o City tem sistema a disco na dianteira e traseira, porém, a versão de entrada DX usa tambores na parte de traz. Já o Sonic é equipado com discos dianteiros e tambor traseiro.

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O Honda City é comercializado nas versões: DX manual com preço sugerido de R$ 50.990. A LX custa R$ 57.390 (Manual)/ R$ 60.450 (Automático) , e a topo de linha EX automática sai por R$ 64.990. Todas têm de série ar condicionado, freios ABS/EBD, trio elétrico e direção com assistência elétrica. As versões LX e EX têm como item de série sensores de estacionamento. A opção LX apresenta ainda rodas de liga leve de 15 polegadas em novo desenho e novo sistema de freios. Na versão EX, além do novo visual das rodas aro 16, os bancos têm revestimento em couro, o ar-condicionado é digital, há luz indicadora de direção nos retrovisores e com câmbio automático tem paddle shift (troca de marchas no volante).

DSC02379A opção LT do Sonic Sedan é equipada com câmbio automático, ar-condicionado, air bags dianteiros, direção hidráulica, computador de bordo, ABS com EBD, trio elétrico, rodas em liga leve aro 15 e desembaçador do vidro traseiro. O preço sugerido para venda é de R$ 53.800. E a opção LTZ oferece os mesmos itens da LT e traz ainda: sensor de estacionamento, faróis de neblina dianteiros, apliques cromados nas maçanetas internas, friso lateral cromado, rodas em liga leve aro 16, com pneus 205/55 R16, descansa braço central, controles para o rádio no volante e rede porta-objetos no porta-malas. Com transmissão manual custa R$ 52.900 e R$ 57.600 automático.

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Colaboraram: Honda Automóveis, General Motors do Brasil, Concessionária Honda HPoint Comercial Ltda e Grupo Carrera Chevrolet

Custos de peças e serviços Honda City 2013

Amortecedor dianteiro: R$372,00- cada

Serviço: 379,20

Amortecedores traseiros: R$ 241,32- cada

Serviço: R$189,60

Disco de freio dianteiro: R$ 200,43- cada

Serviço:R$ 118,50

Disco de freio traseiro: R$ 408,67- cada

Serviço: R$ 118,50

Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 276,62

Serviço: R$118,50

Jogo de pastilhas traseiras: R$289,19

Serviço: R$118,50

Jogo de lonas traseiras: R$ 238,54

Serviço: R$568,80

Óleo do motor: R$25,28

Serviço: R$94,80 *

Filtro de óleo: R$31,81

Serviço:

Filtro de ar: R$ 52,63

Serviço:R$23,70

Filtro de combustível: R$ 31,33

Serviço: R$ 23,70

Filtro anti-polén: R$ 97,46

Serviço: R$ 23,70

Jogo de velas: R$299,08

Serviço: R$118,50

*Inclui troca de óleo e filtro

Custo de peças e serviços Chevrolet Sonic Sedan

Amortecedor dianteiro: R$ 733,69- cada

Serviço: R$180,00

Amortecedores traseiros: R$177,56- cada

Serviço: R$140,00

Discos de freio dianteiros: R$200,29- cada

Serviço: R$80,00

Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 347,14

Serviço: R$40,00

Jogo de lonas traseiras: R$224,62

Serviço: R$80,00

Óleo do motor/ litro: R$26,60

Serviço:-------

Filtro de óleo: R$17,04

Serviço:-------

Filtro de ar: R$41,80

Serviço:---------

Filtro de combustível: R$105,29

Serviço:--------------

Filtro anti-polén: R$40,01

Serviço: R$140,00

Jogo de velas: R$269,60

Serviço: -------------

CORRIDA TECNOLÓGICA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaAgora sob perspectiva de atingir metas mandatórias em cinco anos – aumento de índice de localização, aperfeiçoamento de processos industriais e diminuição de consumo de combustível – a indústria automobilística deve se voltar a fornecedores de componentes e serviços. Nem com todas as regulamentações ainda de todo conhecidas do programa Inovar-Auto, já se fala em Inovar-Peças, ideia que surgiu sem formatação definida. Reflete conceitos genéricos e, outra vez, cria certa dependência de iniciativas governamentais tendentes a criar artificialismos.

Foi esse clima que marcou a recente Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços – cuja 11ª edição, realizada em São Paulo, lotou os 78.000 m² do Anhembi. Trata-se de exposição para profissionais do ramo e atraiu 1.200 empresas, de 31 países, inclusive os cada vez mais presentes chineses, tanto do continente como da ilha de Taiwan. Em edições passadas, eles ficaram um tanto confinados, porém não dá para resistir às suas ofertas de baixo preço, embora com qualidade, em geral, ainda a se confirmar.

Entre os expositores felizes, sem dúvida, dois grandes fornecedores, BorgWarner e Honeywell/Garrett. Estão confiantes de que a tecnologia downsizing, de redução de cilindrada e uso de turbocompressores, é a tendência irreversível, reflexo do que ocorre no exterior. Se até 2017 o mercado interno atingir cinco milhões de unidades por ano, parecem factíveis 20% (um milhão de motores) receberem tais componentes. Injeção direta de combustível, ideal para essa aplicação inclusive em motores flex, também disparou uma corrida que, além das tradicionais Bosch, Delphi e Magneti Marelli, inclui agora a Continental.

De fato, se já existe algum reflexo do Inovar-Auto, ficou explícito na Automec. Algumas tecnologias avançavam lentamente no Brasil e passam agora por bom impulso. Correntes de acionamento de válvulas (em substituição a correias dentadas que exigem trocas periódicas) e compressores compactos de ar-condicionado, ideais para os novos motores de três cilindros, são alguns exemplos. Às vezes, podem trazer economia de combustível de apenas 1%, como velas de ignição com eletrodo de irídio, da NGK, muito caras. Porém, duram quatro vezes mais e, assim, parte do seu custo é compensável.

Sistemas mais complexos, como embreagens duplas para caixas de câmbio automatizadas, fabricadas na Alemanha pela Schaeffler, conviveram com soluções práticas e acessíveis, na feira. Um fabricante nacional, Power Stop, desenvolveu servofreio para modelos que nunca tiveram esse conforto: Fusca, Jeep e picapes antigas. Gates mostrou uma ferramenta para medir desgaste de correias. Tenneco/Monroe apresentou linha de amortecedores com garantia de três anos ou 60.000 quilômetros, impensável anos atrás.

Grandes produtores de autopeças, a exemplo de Bosch e Delphi, anunciaram que continuam a ampliar suas redes de oficinas com padrão definido de atendimento. Além de estimular profissionalização em processos e garantia dos serviços, entram na luta por atrair clientes de concessionárias, autocentros e oficinas convencionais. Resultado tem sido manutenção de qualidade a preços menores.

RODA VIVA

OBJETIVO do novo presidente da Anfavea, Luis Moan, é atacar a falta de competitividade para exportação de veículos brasileiros. Hoje, o País vende no exterior menos da metade do volume de 2005. Sem ajuda de desvalorização cambial do passado, o chamado custo Brasil é grande empecilho, além da carga de impostos “escondida” exportada junto com os veículos.

SUV MÉDIO S5, da JAC, que só chegará aqui em 2014, estreia a segunda geração de arquiteturas da marca chinesa. Em rápida avaliação em Hefei, cidade-sede do grupo, o carro passou sensação de robustez. Interior e materiais utilizados subiram de nível, embora ainda tenham que evoluir. No padrão de teste colisão vigente na China é primeiro a obter cinco estrelas.

POSIÇÃO ao dirigir e o volante de pequeno diâmetro para permitir visão do quadro de instrumentos por cima do aro são sensações notáveis no Peugeot 208. Toda a atmosfera interna do carro é bastante agradável, inclusive o teto solar panorâmico, embora cortina interna devesse isolar melhor o calor. Motor de 1,45 l/93 cv não é ideal. Suspensões estão bem acertadas.

PRODUÇÃO do utilitário esporte ix35 em Anápolis (GO), em instalações da Hyundai-CAOA, sofre novo atraso. Primeira previsão era final do ano passado, depois passou para março e, agora, próximo trimestre. Especulações apontam demora nas negociações com o BVA, sob intervenção do Banco Central. Grupo CAOA tem R$ 600 milhões emperrados naquela instituição.

PUBLICAÇÃO do Sindipeças confirmou indicadores internacionais do Brasil em 2012: quarto maior mercado interno e sétimo produtor mundial. Frota real de 38.025.799 unidades (sem motos) está em nono, no mundo. Em número de habitantes por veículo – 5,5 – o País aparece em distante 15º lugar, ou seja, muito ainda para crescer.

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Velas sofrem desgaste com o combustível adulterado

ngkA fabricante de velas NGK, constatou, em diversas regiões do País, a presença de óxido de ferro acumulado na ponta ignífera das velas. Após análise do material, foi confirmada que a origem do contaminante avermelhado foi o combustível. O material, quando depositado nas velas de ignição, causa a falha de ignição e, consequentemente, a perda de potência do veículo. O óxido de ferro pode ainda se acumular também nos sensores de oxigênio e no catalisador, gerando falhas também nestes itens.

O ferro não é um dos componentes da gasolina produzida no Brasil, portanto sua presença no combustível pode ter ocorrido por um processo de contaminação ou com o uso de algum aditivo não homologado (o produto é conhecido por aumentar a octanagem do combustível).

Este contaminante já foi verificado anteriormente pela NGK do Japão, em países como China e Rússia. A empresa já possui pesquisas sobre os efeitos deste produto nas velas e verificou que em muitos casos, após pouco tempo do início de utilização do combustível ou aditivo contendo óxido de ferro, as velas de ignição já apresentavam acúmulo de residuos causando dificuldades de partida, falhas de funcionamento em médias e altas rotações, além de aumento do nível de emissões de poluentes e aumento considerável no consumo de combustível.

A presença deste componente na gasolina foi confirmada pela análise no Centro Tecnológico de Controle de Qualidade, a Falcão Bauer. Por meio de informações em seu SAC, a empresa verificou efeitos do contaminante ferroso em veículos utilizados em diversos estados do País, como São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 

Venda de veícuos novos bate recorde em Abril

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A Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), apurou crescimento nos emplacamentos de veículos no país. Os resultados foram positivos para quase todos os segmentos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), tanto no mês de Abril/2013 como no acumulado do ano.

Com 22 dias úteis, o mês de abril apresentou crescimento de 16,27% para todos os segmentos somados, totalizando 489.730 unidades comercializadas, contra as 421.187 emplacadas em março. No acumulado do ano, o setor emplacou 1.710.420 unidades e apresentou crescimento de 0,82% comparado ao mesmo período de 2012, quando registrou 1.696.444 unidades comercializadas.

Confira, abaixo, o desempenho de cada segmento:

Automóveis e Comerciais Leves: O volume de vendas de automóveis e comerciais leves cresceu 18,03% em abril. Foram emplacadas 316.705 unidades neste mês, contra 268.324 veículos em março. Na comparação com abril/2012 (244.801unidades), os segmentos registraram 29,37% de crescimento. No acumulado do ano, também houve aumento de 8,55%. Foram comercializadas, nos primeiros quatros meses do ano, 1.104.341 unidades, contra 1.017.343 no mesmo período de 2012.

Caminhões e Ônibus: Os emplacamentos de caminhões apresentou crescimento de 13,84% na comparação com março. Foram licenciadas 14.052 unidades em abril, contra 12.344 caminhões no mês anterior. Na comparação com abril de 2012, quando foram negociadas 10.845 unidades, o setor também registrou crescimento de 29,57%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 1,04% contra igual período de 2012.

O segmento de ônibus apresentou queda de 7,39% no mês de abril. Foram emplacadas 2.993 unidades, contra 3.232 em março. Na comparação com o mesmo período de 2012 (2.203 unidades), o segmento cresceu 35,86%. Já no acumulado, o segmento de ônibus registrou alta de 5,52% entre 2013 e 2012.

Os setores de caminhões e ônibus, juntos somaram 9,43%, no comparativo entre março e abril, e também registraram crescimento de 30,63% na comparação com abril de 2012. No acumulado, houve alta de 1,86% para os dois setores somados.

Motos: O segmento de duas rodas cresceu 13,76% em abril, no comparativo com mês anterior. Foram emplacadas 140.876 unidades, contra 123.834 motos em março. Em relação a abril de 2012 (123.219), este setor também evoluiu 6,55%. Já no acumulado, o setor de duas rodas retraiu 14,22%, pois foram comercializadas, no mesmo período do ano passado, 574.764 unidades.

Implementos Rodoviários: Foram vendidas 6.243 unidades em abril, contra 5.269 em março, um crescimento de 18,49%. Em relação a abril do ano passado (4.463 unidades), o segmento cresceu 39,88% em unidades emplacadas, chegando a um aumento de 26,72% no acumulado de 2013 contra igual período de 2012.

Outros Veículos – As vendas de outros veículos, como carretinhas para transporte de motos, etc, aumentaram de 8.184 para 8.861 unidades de março para abril, numa alta de 8,27%. Nos primeiros quatro meses deste ano, o segmento somou 32.420 unidades, contra 29.165 no mesmo período de 2012, registrando evolução de 11,16%.

Campanha da Nova Saveiro estréia domingo

02_VOLKS_FramedofilmeMonstro_30-04-13No próximo domingo, dia 05 de maio entra no ar a campanha da Nova Saveiro. A picape compacta da VW tem 30% das vendas na versão Cross e por isso ela é a estrela do comercial.

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Para reforçar o apelo aventureiro a agência AlmapBBDO utilizou como cenário trilhas no litoral norte de São Paulo. Lembra os filmes de India Jones, onde o personagem luta com uma cobra gigante e depois transporta o réptil na caçamba do veículo.

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Ao encontrar o companheiro, o objetivo da luta é revelado, a gigantesca cobra será utilizada como isca em uma pescaria. A campanha será usada também na mídia impressa e online.

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

MWM 60 anos de Brasil

f1413A MWM INTERNATIONAL Motores, completa 60 anos de atividades no país. A companhia oferece uma linha completa de motores com tecnologia avançada de 2,5 a 13 litros e de 50 a 428 cavalos de potência. No mês de abril, a empresa também comemora os 4 milhões de motores produzidos e planeja alcançar a marca de 140 mil propulsores fabricados em 2013. Com esse resultado, espera crescer 25% em relação ao ano anterior. “Temos qualidade e capacidade produtiva para atingir essa meta. Nossos parceiros estão cientes desse desafio e dispostos a crescerem conosco”, afirma o presidente da empresa, José Eduardo Luzzi.