A Fórmula Truck tem a abertura datemporada programada para o dia 8 de março em Guaporé (RS). E a equipe Ford Racing Trucks conta este ano com os pilotos Djalma Fogaça e Urubatan Helou Jr. “Estou bastante animado. Os Trucks ficaram lindos e toda a equipe também. Na parte logística, que inclui carretas, motorhome e veículos de apoio, e na decoração e organização de boxe, faremos sucesso novamente”, comentou o piloto Djalma Fogaça, proprietário da DF Motorsport e parceiro da Ford pelo décimo ano consecutivo. O piloto de Sorocaba destaca o apoio que ele e o time receberam da Ford num momento delicado para o automobilismo brasileiro. “Penso que o principal de tudo é o fato de a Ford ir totalmente contra o "mercado". Posso dizer assim e entrar de cabeça em um projeto que envolve a participação de uma parte da engenharia e toda a estrutura de marketing da montadora, enquanto vemos muitas fabricas e montadoras saindo de qualquer compromisso com o automobilismo e outros eventos. A Ford enxergou que esse é o momento de apostar na Fórmula Truck e na DF Motorsport. Então, tenho mais é que comemorar e trabalhar como estamos trabalhando, sem parar um minuto. A choradeira vamos deixar para os outros”, completa.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Ford na Fórmula Truck
A Fórmula Truck tem a abertura datemporada programada para o dia 8 de março em Guaporé (RS). E a equipe Ford Racing Trucks conta este ano com os pilotos Djalma Fogaça e Urubatan Helou Jr. “Estou bastante animado. Os Trucks ficaram lindos e toda a equipe também. Na parte logística, que inclui carretas, motorhome e veículos de apoio, e na decoração e organização de boxe, faremos sucesso novamente”, comentou o piloto Djalma Fogaça, proprietário da DF Motorsport e parceiro da Ford pelo décimo ano consecutivo. O piloto de Sorocaba destaca o apoio que ele e o time receberam da Ford num momento delicado para o automobilismo brasileiro. “Penso que o principal de tudo é o fato de a Ford ir totalmente contra o "mercado". Posso dizer assim e entrar de cabeça em um projeto que envolve a participação de uma parte da engenharia e toda a estrutura de marketing da montadora, enquanto vemos muitas fabricas e montadoras saindo de qualquer compromisso com o automobilismo e outros eventos. A Ford enxergou que esse é o momento de apostar na Fórmula Truck e na DF Motorsport. Então, tenho mais é que comemorar e trabalhar como estamos trabalhando, sem parar um minuto. A choradeira vamos deixar para os outros”, completa.
SpaceFox ganha série especial Route
Já esta nas concessionárias a SpaceFox Route. A denominação ‘Route’ deriva de um programa de relacionamento da marca com os jovens de todo Brasil por meio de apresentações realizadas por representantes da marca em várias universidades do Brasil, destacando suas ações em várias áreas de interesse dos estudantes.Entre as novidades, a Station Wagon vem equipada de série com volante multifuncional com teclas de comando para o sistema de som e o CD Player MP3 com Bluetooth e entradas USB e SD-Card, o sistema de som do modelo é composto também por quatro alto-falantes e dois tweeters. O design externo da nova série também oferece detalhes que ressaltam as linhas do modelo, como frisos laterais selfcolor, soleira na cor preta, retrovisores pintados na cor preta, novas rodas de liga-leve “Palmas” de aro 15” e faróis duplos. Completam a lista de equipamentos de série do modelo: ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura, brake-light e rack de teto longitudinal. Além de banco traseiro corrediço e travamento, ajuste dos retrovisores e vidros elétricos. Os bancos são revestidos por um tecido desenvolvido especialmente para a série com aplicação de uma rede lateral e o logotipo estampado no encosto. Os gatilhos das portas, o friso central do painel de instrumentos, o aro da coifa de câmbio e o botão de estacionamento de freio são na cor “Blue Route” e a soleira também tem o nome da série. Os adesivos alusivos à série estampam o exterior do carro, na tampa traseira e nas laterais das portas. O SpaceFox Route vem equipada com o motor 1.6 da recém lançada linha de motores EA 111 VHT que privilegia o ganho de torque. Este propulsor gera 15,4 mkgf de torque a 2.500 rpm com gasolina e 15,6 mkgf com álcool no mesmo nível de rotações. O SpaceFox Route está disponível nas cores vermelho Tornado, preto Ninja, prata Sargas e bege Gold. O preço sugerido do modelo é de R$ 48.410,00.
Volvo garante nível de emprego até maio
A proposta da Volvo do Brasil de usar banco de horas e férias coletivas para garantir o nível médio de emprego dos trabalhadores foi aprovada na sexta-feira dia 20 em uma assembléia dos funcionários. O acordo proporciona maior efetividade na utilização do banco de horas da empresa, que já existia. Agora, o banco de horas poderá ser utilizado até dezembro do próximo ano. “Estamos concedendo férias coletivas e utilizando o banco de horas para adequar a nossa produção”, afirma Carlos Ogliari, gerente de recursos humanos da Volvo do Brasil. “A Volvo tem buscado todas as alternativas possíveis para garantir o nível de emprego dos trabalhadores e se adequar aos volumes atuais de produção, num cenário internacional de crise econômica que repercute no setor de transportes”, destaca Carlos Morassutti, diretor de RH e Assuntos Corporativos da Volvo do Brasil. “Este acordo de banco de horas é um instrumento muito importante para nos adequar a este momento, e traz benefícios tanto para os trabalhadores como para a Volvo”, completa o executivo. A empresa terminou 2008 com um total de 2.335 funcionários, número acima dos 2.326 empregados que tinha em dezembro de 2007 - mesmo depois dos desligamentos feitos no ano passado.
Tecfil lança linha de filtros para ar-condicionado
A Sofape (Sociedade Fabricante de Peças) acaba de lançar no mercado brasileiro sua nova linha de filtros para ar-condicionado e cabine, da marca TecFil. Segundo divulgado, a empresa investiu R$ 1,2 milhão no desenvolvimento dos novos produtos e adquiriu tecnologia internacional ao comprar uma máquina trazida da Índia.Com esse investimento, a Sofape passa a fabricar internamente os produtos, garantindo a qualidade na fabricação dos filtros. "Decidimos atuar diretamente na fabricação desses filtros, e esse investimento nos permitirá ter escala e competitividade", afirma Ricardo Pessoa, Diretor Comercial da Sofape. A nova linha de filtros de ar-condicionado e cabine é composta inicialmente por mais de 30 itens, e atende aos requisitos das diversas montadoras, como Scania, Volvo, Peugeot, Volkswagen, Honda, entre outras. mesmo.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Lançamentos: Captiva Ecotec e Vectra Next Edition
Ano começa agitado para a ChevroletCaptiva Sport Ecotec e Vectra Next Edition chegam para mexer com o mercado, em ambos os modelos os motores estão em destaque
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação/ ER
De maneira bem agressiva, assim podemos definir o inicio do ano para a General Motors do Brasil. Logo em fevereiro a empresa lançou dois modelos de veículos para públicos
distintos.
O primeiro foi o Chevrolet Captiva Sport, mostrado para a imprensa especializada de todo o país, em Indaiatuba, no Campo de provas da Cruz Alta. O SUV fabricado no México chegou ao mercado nacional em setembro do ano passado com motor V6 e tornou-se sucesso em vendas.
Segundo José Carlos Pinheiro Neto, Vice-presidente da empresa, a projeção é de que neste segmento, em media 5.000 unidades serão comercializadas por mês. Deste montante, a Chevrolet espera ser responsável pela venda de 1.500 veículos. Para ser ainda mais competitiva no segmento, a
GM passa a importar o Captiva Sport equipado com transmissão automática Active Select (sequencial), e propulsor 4 cilindros 2.4 litros 16V VVT. Chamado Ecotec, é um motor do tipo DOHC (Dual Overhead Camshaft) a gasolina de 2.384cc de cilindrada. Ele desenvolve 171 cavalos de potência a 6.200 rpm, com torque de 22,2 mkgf a 5.100 rpm. O cabeçote, bloco e cárter são construídos em alumínio, o coletor de admissão em plástico e o comando de válvulas variável, utiliza dois eixos balanceadores laterais internos ao bloco. Além disso, para diferenciar o Captiva Sport Ecotec da versão 6 cilindros, os pára-choques e as molduras laterais são na cor preta. Outra
diferença em relação ao modelo mais potente, é que usa uma saída de escape, os tecidos dos bancos são mais claros, entre outros itens. Os dois modelos do Chevrolet Captiva também foram pensados para ter custo de manutenção mais baixo que o dos concorrentes. Para saber estes valores, consultamos a Megacenter Viamar, onde os amortecedores dianteiros do SUV são vendidos por
R$1.808,63 cada peça, os traseiros saem por R$ 237,83 cada e os discos de freios dianteiros custam R$903,49 cada. O jogo de pastilhas dianteiras do Captiva sai por R$ 1.055,60 e o jogo de pastilhas traseiras custa R$ 1.895,77. O Captiva Sport V6 é vendido ao preço sugerido de R$96.990 e 103.990 com TCS (Sistema de Controle de Tração), já o Ecotec custa R$86.990.
distintos. O primeiro foi o Chevrolet Captiva Sport, mostrado para a imprensa especializada de todo o país, em Indaiatuba, no Campo de provas da Cruz Alta. O SUV fabricado no México chegou ao mercado nacional em setembro do ano passado com motor V6 e tornou-se sucesso em vendas.
Segundo José Carlos Pinheiro Neto, Vice-presidente da empresa, a projeção é de que neste segmento, em media 5.000 unidades serão comercializadas por mês. Deste montante, a Chevrolet espera ser responsável pela venda de 1.500 veículos. Para ser ainda mais competitiva no segmento, a
GM passa a importar o Captiva Sport equipado com transmissão automática Active Select (sequencial), e propulsor 4 cilindros 2.4 litros 16V VVT. Chamado Ecotec, é um motor do tipo DOHC (Dual Overhead Camshaft) a gasolina de 2.384cc de cilindrada. Ele desenvolve 171 cavalos de potência a 6.200 rpm, com torque de 22,2 mkgf a 5.100 rpm. O cabeçote, bloco e cárter são construídos em alumínio, o coletor de admissão em plástico e o comando de válvulas variável, utiliza dois eixos balanceadores laterais internos ao bloco. Além disso, para diferenciar o Captiva Sport Ecotec da versão 6 cilindros, os pára-choques e as molduras laterais são na cor preta. Outra
diferença em relação ao modelo mais potente, é que usa uma saída de escape, os tecidos dos bancos são mais claros, entre outros itens. Os dois modelos do Chevrolet Captiva também foram pensados para ter custo de manutenção mais baixo que o dos concorrentes. Para saber estes valores, consultamos a Megacenter Viamar, onde os amortecedores dianteiros do SUV são vendidos por
R$1.808,63 cada peça, os traseiros saem por R$ 237,83 cada e os discos de freios dianteiros custam R$903,49 cada. O jogo de pastilhas dianteiras do Captiva sai por R$ 1.055,60 e o jogo de pastilhas traseiras custa R$ 1.895,77. O Captiva Sport V6 é vendido ao preço sugerido de R$96.990 e 103.990 com TCS (Sistema de Controle de Tração), já o Ecotec custa R$86.990.Na lateral, a moldura cromada na linha de cintura, um novo desenho do friso e os retrovisores externos agora têm indicadores de direção. As rodas de liga leve foram redesenhadas 16’’ (Elegance) e 17’’ (Elite), e na lista de opcionais aparece a iluminação de solo no espelho retrovisor, saia lateral, adesivo de coluna e
antena shark (de série no Elite). O maior destaque na traseira, fica por conta da "gravata", logomarca da Chevrolet, a qual aparece no centro da tampa traseira.E a maior alteração do modelo ocorreu no propulsor 2.0 Flexpower. Segundo os engenheiros da fabricante, ele passou a desenvolver 140 cv de potência, disponíveis a 5.600 rpm, quando abastecido com álcool, e 133 cv, ao usar gasolina, ou seja, 12 cv a mais que o modelo anterior. O mesmo aconteceu com o torque que agora é de 19,7 mkgf a 2.600 rpm (álcool) e 18,9 mkgf a 2.600 rpm (gasolina). 
Este resultado foi possível, graças as mudanças feitas no coletor de admissão, agora em material plástico, o que resultou em uma redução de 30% no peso do conjunto em relação ao similar de alumínio, novo coletor de escapamento em aço inox e a adição do sistema de comando de válvulas roletado LFVT (Low Friction Valvetrain) de baixo atrito. Para atender as exigências de emissões de poluentes, foram colocados dois catalisadores.
Também melhoraram a suspensão, na versão com rodas aro 17 polegadas, os amortecedores ganharam nova calibração. Com todas estas
modificações, a versão Elite com propulsor 2.4 Flexpower foi descontinuada, pois o 2.0 ficou próximo a ela em torque e potencia.
Segundo Marcos Munhoz, diretor geral de vendas e marketing, estas mudanças não alteraram os custos de manutenção do modelo, o que o deixa competitivo em relação aos concorrentes, principalmente porque a marca Chevrolet oferece para o modelo os Kits Instalados que incluem peças e serviços.
Segundo Marcos Munhoz, diretor geral de vendas e marketing, estas mudanças não alteraram os custos de manutenção do modelo, o que o deixa competitivo em relação aos concorrentes, principalmente porque a marca Chevrolet oferece para o modelo os Kits Instalados que incluem peças e serviços.
O Vectra Next Edition é comercializado nas versões Expression (R$54.098-entrada, R$59.292-topo), Elegance (R$60.718-entrada, R$63.704-topo) e
Elite (R$70.664-entrada, R$74.009-topo). A expectativa é de que neste ano a marca comercialize 26.000 unidades do modelo.
E para quem pensa que as novidades pararam aí, a GM já marcou para 3 de março o lançamento do Vectra GT e GT-X, o ano promete!
E para quem pensa que as novidades pararam aí, a GM já marcou para 3 de março o lançamento do Vectra GT e GT-X, o ano promete!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Mercado: Recordes quebrados!
Em 2008, a indústria nacional de veículos, produziu um total de 3,21 milhões de unidades. Este resultado representa 8,0% de crescimento em relação ao obtido em 2007, quando a produção nacional de autoveículos somou 2,98 milhões de unidades.Estes dados foram revelados dia 07/01 pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O presidente da entidade, Jackson Schneider, fez discurso moderado sobre as perspectivas para este ano, e comentou que os carros usados e seminovos, importante moeda de troca para o negócio de veículos novos, merece uma atenção especial. A Anfavea junto com seus associados, já trabalha para resolver este problema.
Não foi só a indústria que cresceu. O varejo de veículos novos também apresentou resultados positivos em 2008. As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários cresceram 14,15%, se comparado o acumulado de 2008 com o mesmo período de 2007, o que representa um total de 4.849.497 unidades, contra 4.248.275 em 2007.
Os dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) são baseados em levantamento feito junto ao RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores).
O presidente Sergio Reze, divulgou na última terça-feira (06/01), que as projeções feitas pela entidade apontam um crescimento em torno de 3% em 2009.Tanto em produção como vendas, os resultados obtidos em 2008 foram recordes na história de nossa indústria.
F-1: Esqueceram das equipes satélites
Depois de um período de descanso, escolhi o dia em que a Ferrari apresentou o F60, carro que disputará a temporada 2009 da F-1, para voltar com a coluna propositadamente.Isso porque queria analisar a configuração do carro feito para atender as exigências técnicas e aerodinâmicas impostas pela FIA.
Bem vamos começar pelo visual. Realmente, lembra muito os bólidos dos
anos 70. A carenagem é limpa, sem penduricalhos aerodinâmicos. Tem uma entrada de ar lateral mais larga que a dos modelos da temporada passada. A asa dianteira tem um perfil levemente curvo na parte superior, e a traseira com os elementos laterais mais longos do que as lâminas verticais. Também destaque para a volta dos pneus lisos, ou seja, verdadeiros compostos de competição. Ainda a introdução do Kers, um sistema de recuperação de energia, opcional este ano, também fornecido por um único fabricante.Mas as mudanças são ainda mais profundas: os motores devem durar três
provas, para isso diminuíu o número de giros dos propulsores, de 19.000 rpm para 18.000 rpm.O que na minha opinião mais afetará a Ferrari, os testes foram proibidos entre as corridas. Os de pré-temporada, tudo bem, após iniciar o campeonato, dia 29 de março na Austrália, as equipes treinarão apenas nas duas sessões livre de uma hora e meia, às sextas-feiras no fim de semana de GP. O time de Marenello tem um exercito de testadores, que em muitas ocasiões durante a temporada fez a equipe virar o jogo, agora isso não é mais possível.
O túnel de vento só pode ser usado com modelos em escala de no máximo 60% do original. As sedes das equipes terão de permanecer fechadas por seis semanas durante o ano. Nesse período, os cerca de 900 funcionários não poderão trabalhar. Bom, com tudo isso nem precisa falar que o desemprego ronda a maior categoria do automobilismo mundial.
Como o ser humano adapta-se a todas as circunstancias, podemos pensar que os times de testes trabalharão como freelancers na pré-temporada, e depois estarão livres para exercer outras atividades, o problema é, quais?
Mas um detalhe parece que passou despercebido: as equipes satélites!
A McLaren, por exemplo, comprou a Force Índia, e colocou todo seu staff
técnico para trabalhar no carro da temporada 2009, inclusive usando motor e câmbio da Mercedes. Será que as informações obtidas nas provas não serão repassadas para a equipe mãe?A Ferrari fornece motores para a Toro Rosso, o mesmo acontece com a Renault e Red Bull, aliás, STR e RBR são do mesmo dono e usam projeto de Adrian Newey. E a Toyota fornece propulsores para a Willams e desenvolvera o câmbio juntas. Em situação onde não é possível testar, qualquer informação é valiosa, e pode ter certeza que será usada.
O grande objetivo é diminuir custos, para que a maior categoria do automobilismo mundial não morra. Fala-se inclusive para o futuro em um único fornecedor de motores, quase igual o que aconteceu nos anos 60 e 70, onde a Ford Cosworth fornecia para a maioria dos times.
Nestes tempos românticos, a competitividade era maior. Nos dias de hoje com as maiores montadoras do mundo envolvidas na competição, não há espaço para tamanho romantismo.
Não podemos esquecer que os bólidos são laboratórios sobre rodas. Eles servem para desenvolver novos itens e equipamentos, os quais serão usados futuramente nos modelos de série. Se o desenvolvimento for estancado, visando apenas redução de custos, isso vai acabar. Será que não seria melhor limitar os gastos? Deixar o desenvolvimento livre, mas nenhuma equipe poderá gastar mais que US$ 150 milhões por ano, por exemplo. Com esta limitação, os engenheiros e técnicos usariam ao máximo a criatividade para encontrar soluções ao menor custo possível. Ou será que os homens da FIA, não querem mais as fabricantes de veículos na competição?
O futuro dirá!
Rapidinhas
60 anos de história
O novo monoposto da Ferrari é o 55º projetado pela equipe italiana desde sua estréia na F-1, em 1950. Ele foi batizado de F60 em homenagem ao 60º ano da escuderia na maior categoria do automobilismo mundial.
Grande só no visual
Ao olhar para o novo Ferrari, a impressão é de que o carro cresceu, mas segundo Felipe Massa, é só impressão. “Eu estou surpreso, esperava um carro muito maior, como era há dez anos. Mas o carro é muito, muito pequeno, compacto, especialmente a traseira. O visual está bem legal, parece muito bom. Espero que seja tão rápido quanto parece”, declarou o brasileiro ao site Autosport
Novidades, mas sem gastos
O F60 da Ferrari foi apresentado pela Internet, sem aquelas mega festas costumeiras. Nesta semana, outras duas equipes também mostrarão os modelos que usarão a partir do GP da Austrália. A Toyota mostra o TF109, também via web. E a McLaren lançará seu MP4-24 em sua fábrica de Woking, com a presença do atual campeão mundial, Lewis Hamilton. Não poderia ser diferente, pois eles são campeões não é mesmo? Na semana que vem, estão previstas as apresentações de Renault e Williams (dia 19) e BMW Sauber (dia 20). A Red Bull mostrará seu novo carro dia 9 de fevereiro.
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