Ainda este ano, a Iveco coloca em operação na cidade de Sorocaba (SP), um novo centro de distribuição de peças. As instalações têm 10.000 m² de área construída, ou seja, mais do que o dobro da área do atual armazém da empresa, localizado em Diadema (SP). Segundo divulgado pela empresa, o investimento é de R$ 30 milhões e está sendo feito em parceria com a CNH, empresa de tratores do Grupo Fiat que está construindo um novo complexo industrial na cidade.“A ampliação de capacidade era uma necessidade prevista desde que colocamos em prática nosso plano de crescimento acelerado no País”, explicou Maurício Gouveia, diretor de Pós-Venda da Iveco na América Latina. Em principio, a projeção é de que as novas instalações atendam as necessidades da montadora pelos próximos cinco anos.
domingo, 19 de julho de 2009
Novo centro de distribuição Iveco
Lançamentos: Renault Master 2009
Já está nas concessionárias, a linha Máster 2009. O modelo, fabricado em São José dos Pinhais (PR), ganhou mudanças no visual, o que o deixou semelhante ao Kagoo. No interior, o painel recebeu novos contornos, também acrescentaram porta-objetos. As saídas de ar são redondas, e o sistema de refrigeração foi aprimorado. Usa motor turbodiesel 2.5 dCi 16V, com acelerador eletrônico, cabeçote de alumínio, duas árvores de comando de válvulas e sistema de injeção Common Rail. O propulsor oferece 115 cavalos de potência máxima (3.500 rpm) e torque de 29,6 kgfm (1.600 rpm). O câmbio é de seis marchas, acionado por cabo e com alavanca instalada no painel.
Também foram feitos ajustes na suspensão, e na caixa de direção, para deixar o veículo mais confortável. Na hora de realizar as revisões e manutenção, o comprador pode optar pela “Revisão Preço Fechado”, a qual inclui peças e mão-de-obra. O Master é comercializado nas versões: Chassi Cabine L2H1 (R$ 77.000,00), Furgão L1H1(R$79.700), Furgão L2H2 (R$ 87.800), Furgão L3H2 (R$ 91.800), Minibus L2H2 (R$ 101.100) e Minibus L2H2 (R$ 103.100).
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Efeitos da crise vão ficando para trás
Aos poucos as economia global se recupera, e diferente do que aconteceu em outros tempos, o Brasil mostra que enfrenta tudo com muita maturidade. Este é o tema de artigo escrito pelo CEO da BDO Trevisan, o qual publico na integra.
Por Eduardo Pocetti*
Mais uma série de dados econômicos divulgada recentemente nos dá conta de que a economia real segue se distanciando dos efeitos negativos provocados pela crise financeira internacional. Entre as informações relevantes, ficamos sabendo que a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças) apurou que as taxas de juros e os prazos de financiamento nas operações de crédito oferecidas atualmente pelos agentes financeiros voltaram a patamares equivalentes aos de setembro de 2008, quando o banco de investimentos norte-americano Lehmann Brothers quebrou, o que serviu de estopim para a turbulência que ainda estremece a economia global.
Esta é uma grande notícia para empresas e pessoas que necessitam de crédito para investir, comprar ou simplesmente equilibrar suas contas. Por exemplo, os juros médios do cheque especial atingiram em junho 7,54% ao mês, o mais baixo patamar da série histórica iniciada em 1995 pela Anefac. As empresas também passaram a pagar menos pelos juros cobrados nos financiamentos em junho: 4,12% ao mês, na média.
Notamos que a oferta de crédito ainda não se equiparou à de antes da crise, mas a demanda por financiamentos, especialmente pelas empresas, cresceu em junho pelo quarto mês seguido, construindo uma louvável trajetória de recuperação, segundo avalia a Serasa Experian.
É importante lembrar que um dos principais motores do crescimento significativo da economia brasileira registrado até o terceiro trimestre de 2008 foi justamente o aumento na oferta de crédito no país. Por isso, o acesso a recursos financeiros, de preferência a baixo custo, é sem dúvida um elemento essencial para o estímulo à retomada dos investimentos produtivos em nossa economia, e deve continuar sendo fomentado.
Outro dado relevante, que acaba envolvendo a melhora do cenário na oferta de crédito, foi o aumento nas vendas do varejo registrado em maio após dois meses seguidos de queda, de acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O avanço de 0,8% nos negócios entre abril e maio passado traz um indicador bastante positivo, já que a alta envolveu sete dos oito segmentos de varejo pesquisados. Paralelamente, houve queda recente na inadimplência e aumento na confiança demonstrada pelo do consumidor.
O cenário externo também tem gerado boas notícias. Nos Estados Unidos, o banco Goldman Sachs, um dos mais afetados pela crise financeira, anunciou que seu balanço do segundo trimestre indica um lucro de US$ 3,4 bilhões no período. O resultado reflete o sucesso das ações de resgate de instituições financeiras promovidas pelo governo norte-americano, além da melhoria na gestão do banco.
É claro que a situação não está definida, podendo haver reversões a qualquer instante. Por esta razão, é imprescindível que as empresas não afrouxem seus sistemas de controle. O exemplo do Goldman Sachs deve ser seguido com atenção, pois errar na administração neste momento pode ser fatal para as corporações.
Manter um rígido sistema de governança corporativa, focar atenção decisiva na atividade-fim do empreendimento, gerir o caixa com atenção redobrada, reduzir custos de forma inteligente e sempre promover boas negociações com fornecedores, provedores de crédito e clientes são atitudes essenciais para que a saúde financeira das empresas permaneça equilibrada nesta fase ainda sujeita a solavancos.
Já foi dito por muitos que a economia mundial não será a mesma após a atual crise. Esta é uma tendência positiva, pois os sistemas de controle e de governança estão sendo aprimorados, atingindo desde o âmbito do macrossistema financeiro global, até a esfera dos microempreendimentos. Isto significa que as relações financeiras e comerciais tendem a estar menos sujeitas a problemas e rupturas. A caminhada de volta ao crescimento pode ser longa, mas não deve haver grandes obstáculos no caminho que vem sendo reconstruído.
*Eduardo Pocetti é sócio-diretor e CEO da BDO Trevisan.
GM investirá R$ 2bilhões no Brasil
Para confirmar o ótimo momento que vive o setor automotivo brasileiro, e desfazer dúvidas sobre as consequências dos problemas enfrentados pela Matriz, a General Motors brasileira confirmou investimentos que totalizam R$ 2 bilhões. Este montante será utilizado para o lançamento de uma nova família de veículos Chevrolet e a expansão da fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul.
O anuncio foi feito ao presidente Lula por Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul. A audiência com o presidente da República aconteceu na sede atual do governo, no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, e contou com a participação da Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, do vice-presidente da GM do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, do diretor de Marketing e Vendas, Marcos Munhoz, do diretor de Assuntos Institucionais, Luiz Moan, e do presidente da Associação Brasileira dos Concessionários Chevrolet, Armando Boscardin, entre outras autoridades. Ardila explicou ainda que os recursos para esse investimento serão provenientes da geração de caixa da empresa e dos lucros retidos nos últimos anos fiscais, pois desde 2006 a GM do Brasil vem registrando boa lucratividade. Apesar disso, o executivo também afirmou que, a empresa vai receber financiamento no valor de R$ 344 milhões do Banrisul e está em negociações com o BRDE e BNDES para novos aportes de capital.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
GP da Alemanha: A Red Bull passou, e agora Ross Brown?
Com desempenho exemplar, os carros da RBR chegaram em primeiro e segundo no GP da Alemanha. Além disso, o australiano Mark Webber venceu pela primeira vez em sua carreira, após disputar 130 corridas na maior categoria do automobilismo mundial. Seu companheiro de equipe o alemão Sebastian Vettel chegou em segundo, com o brasileiro Felipe Massa (Ferrari) em terceiro.
Já nos treinos classificatórios, os carros da RBR mostraram superioridade frente aos rivais. Webber e Vettel só não largaram em primeiro e segundo, porque a experiência de Rubens Barrichello (Brown GP), falou alto. Tanto que, em determinado momento do treino, o atual líder do campeonato, Jenson Button (Brown GP) reclamava pelo rádio com seu engenheiro, da estabilidade de seu carro, e pediu para ver o que tinha sido feito no carro de Rubinho, pois utilizaria as mesmas soluções. Para completar toda a confusão, a chuva apareceu, mas não por muito tempo, o que causou um tremendo alvoroço entre os estrategistas das equipes.
Assim, Webber conquistou a pole com o nosso bravo Barrichello em segundo, Button na terceira posição e Vettel em quarto. Surpresa foi a McLaren de Hamilton sair na quinta posição, enquanto que Massa foi o oitavo e o pressionado Nelsinho Piquet (Renault) em décimo, pela primeira vez saiu na frente do companheiro Fernando Alonso.
Na largada, Rubens fez o que era esperado. Foi pra cima de Weber, e apesar de receber um toque do australiano, pulou para a primeira posição, mas não conseguiu abrir. O piloto da RBR 14 foi punido com uma passagem pelo boxe por causa da largada, mas mesmo assim, conseguiu voltar a ponta, pois o rendimento de seu carro era infinitamente melhor que o dos concorrentes.
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Rubinho foi traído pelo time. Com estratégia definida para 3 paradas, quando se aproximava da segunda, o brasileiro pediu pneus duros. Isso era o sinal de que o time deveria mudar a estratégia. Os pneus foram colocados, Barrichello ficou parado o suficiente para encher o tanque, porém, uma ‘estranha mangueira curta’, não chegou até o bocal. Os mecânicos precisaram pegar outra, mas não colocaram combustível suficiente, o que provocou a terceira parada.
Para completar o festival de coisas estranhas, na última parada, Barrichello estava na quinta posição, na frente de Button. Foi chamado primeiro aos boxes, e colocaram pneus duros, enquanto que o carro do inglês recebeu pneus moles, e conseguiu sair do pit na frente de Rubinho. O brasileiro da Brown GP falou sobre a atitude do time: “Hoje eu fui roubado”.
Com 6 vitórias na temporada, Jenson Button já era apontado como o campeão, ninguém acreditava que a diferença pudesse ser superada. Todos, menos eu. Leia as colunas passadas, pois já escrevi sobre isto.
O fato é que, após duas dobradinhas da Red Bull, Button tem 68 pontos e Vettel 47, ou seja, a diferença caiu para 21 pontos. Pior ainda a situação de Rubinho, despencou da segunda para a quarta colocação, soma 44 pontos e Weber, após vencer chegou a 45,5 pontos.
A desastrosa atitude de Ross Brown ao privilegiar Jenson fez com que os dois pilotos da RBR ficassem entre Button e Barrichello, e no campeonato de construtores a Brown tem 112 pontos e a RBR aparece com 92,5.
Eu também já alertei, antes de proclamara a Brown campeã, era preciso saber qual o tamanho da conta bancaria. O que esta acontecendo é muito simples. A RBR evoluiu e passou, a Brown parece que já chegou ao limite, e o Ross entrou em parafuso.
Como não conseguiu um grande patrocinador, tenta administrar os resultados obtidos e somar pontos, independente da posição, para ter o piloto campeão da temporada e assim conquistar um polpudo contrato para 2010. O chamado rei das estratégias nas corridas, esta errando feio nas estratégias administrativas de sua equipe. Se continuar assim, de sensação vai virar fiasco. Cuidado Ross Brown!
Rapidinhas
Irritação
Depois de perder a primeira e a quinta posição na corrida, Rubens Barrichello disse que não conversaria com ninguém, pegaria o avião e iria para casa, pois não queria ouvir blá, blá, blá. Mesmo assim não poupou criticas aos integrantes da BrownGP. "Estou terrivelmente irritado pela forma como as coisas aconteceram. Esta é uma boa amostra de como perder uma vitória em uma corrida. Fiz tudo o que tinha de fazer. Tinha que chegar em primeiro na primeira curva e isso foi o que ocorreu. Depois, a equipe me fez perder a corrida. Se continuarmos assim, acabaremos perdendo os Mundiais de pilotos e construtores, e isso seria terrível", afirmou Barrichello em entrevista aos jornalistas brasileiros.
Sorriso de vencedor
Na Alemanha, Felipe Massa conquistou seu primeiro pódio na temporada. Começou a entrevista coletiva afirmando estar com saudades de chegar entre os 3 primeiros, e aproveitou para brincar com o segundo colocado, Sebastian Vettel que elogiou o famigerado kers. "Foi uma briga ótima. Corrida é assim mesmo. Mas se ele gosta tanto do kers, eu adoraria trocar meu kers por algumas partes do carro dele", afirmou com um grande sorriso no rosto o piloto da Ferrari.
Nelsinho vai ou fica?
Até o fechamento desta coluna, não havia confirmação de que a Renault dispensaria Nelsinho Piquet, por conta da tão falada clausula de performance existente no contrato. O fato é que este ano, o brasileiro não se acertou com o carro, não consegue uma atuação consistente, o que segundo ele ocorre por sempre ter um monoposto menos evoluído que o de Fernando Alonso. Se Briatore dispensar o brasileiro, será algo como ocorre no futebol, quando o time perde, o técnico é dispensado. Só serve para mostrar para a torcida que algo está sendo feito. Sem um bom carro, nem o Alonso consegue ser campeão. O espanhol marca pontos sim, mas esta longe de ser o favorito. Então, qual o beneficio de tirar o Nelsinho?
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Lançamentos: Fiat Strada Adventure Cabine Dupla
A cabine cresceu
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Sucesso em vendas no Brasil, a picape compacta Fiat Strada Adventure agora tem cabine dupla e transporta quatro pessoas
Texto: Edison Ragassi
Fotos: ER/Divulgação
Já esta no mercado, a Fiat Strada Adventure Cabine Dupla (CD). O modelo foi mostrado para a imprensa especializada de todo o Brasil, na usina hidrelétrica de Itaipu em Foz do Iguaçu. Ele veio para completar a gama de picapes compactas desenvolvidas pela fabricante de Betim (MG). A história de sucesso da Fiat com estes veículos começou em 1977, quando a marca lançou a picape 147, a primeira derivada de um automóvel, na época o principal produto da fabricante italiana o Fiat 147.
Como o consumidor aprovou, o modelo evoluiu. Em 1995, chegou a Trekking, primeiro veículo com características de off-road light do mercado brasileiro. A Fiat Strada foi lançada em 1998, como integrante da família Palio (que inclui o hatchback, a station wagon e o sedã). No ano seguinte foi a vez da versão Cabine Estendida. Já em 2001 ela foi renovada e recebeu a versão Adventure. Uma grande inovação tecnológica foi acoplada em 2008 com a entrada do sistema Locker de bloqueio de diferencial, incorporado para superar condições de rodagem adversas.
Assim, todas estas mudanças e inovações fizeram com que a picape compacta da Fiat alcançasse o primeiro lugar em vendas, onde se mentem por nove anos. Agora na versão CD, é possível transportar quatro pessoas, pois a cabine foi reprojetada para este fim, inclusive as regiões onde são afixados os cintos de segurança foram reforçadas.
Ao conceber a versão cabine dupla, a Fiat ouviu o consumidor, que aguardava esta solução, pois recorriam às oficinas independentes, as quais acrescentavam a versão com cabine estendida, pequenos bancos e cintos de segurança na parte traseira.
Equipada com propulsor 1.8 Flex, oferece 112 cv de potência e torque de 17,8 kgfm abastecido com gasolina, ao usar álcool a potencia é de 114cv com 18,5 kgfm de torque. Comparada com as outras versões, a principal modificação mecânica ocorreu no conjunto de suspensão. As molas traseiras ganharam mais flexibilidade, 0,36 mm/daN, enquanto que na Cabine Estendida é de 0,32 mm/daN. Os amortecedores dianteiros (Power-shock, tecnologia da Magneti Marelli Cofap, que possuem molas internas anti-roll) e traseiros também foram recalibrados.
Todas as versões da picape compacta usam eixo traseiro Ômega e molas parabólicas longitudinais. Assim, filtros, cabos e velas, pastilhas, discos e lonas dos freios, óleo do motor, entre outros itens, são iguais em todas as opções de modelos equipados com propulsor 1.8 Flex.
Por acomodar mais duas pessoas, a caçamba diminuiu tem capacidade de 580 litros, na cabine normal a capacidade é de 1.100 litros, e a versão estendida recebe até 800 litros.
Com preço sugerido para venda de R$ R$ 46.440, a Strada CD, já vem equipada com direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, computador de bordo, volante com regulagem de altura, My Car Fiat, função Follow Me Home (acendimento temporizado dos faróis baixos com o veículo desligado). Também sai de fábrica com: pneus de uso misto 205/70 R15 rodas em liga leve 15”, bússola e inclinômetros longitudinal e transversal, quadro de instrumentos exclusivo Adventure, espelhos retrovisores externos com luz de direção integrada, brake light, faróis de profundidade e de neblina, portas-garrafa nas laterais traseiras, janela traseira corrediça com grade protetora e porta-escadas, protetor de motor e câmbio, caçamba com protetor, tampa removível e chave.
O sistema Adventure Locker é opcional, assim como, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico e rádio Connect (rádio CD player com RDS, leitor de MP3 e WMA, viva-voz Bluetooth e entradas USB e iPod), ABS, air bag duplo, retrovisores externos elétricos, teto solar, bancos revestidos parcialmente em couro e volante revestido em couro. A linha de picapes compactas da Fiat é composta por: Fire 1.4 Simples/ Estendida, Trekking 1.4 Simples/ Estendida, Trekking 1.8 Simples/ Estendida e Adventure Estendida/ Dupla.
Com este produto, a expectativa da Fiat e de trazer para a marca novos consumidores, e até conquistar compradores de picapes médias como Ranger e S10. Também sabe que alguns clientes das versões cabine simples e estendida devem migrar para a dupla.
Ficha técnica
| FIAT STRADA ADVENTURE CABINE DUPLA 1.8 FLEX | |
| Motor | |
| Posição | Transversal, dianteiro |
| Número de cilindros | 4 em linha |
| Cilindrada total | 1.796 cm³ |
| Taxa de compressão | 10,5:1 |
| Potência máxima (ABNT) / regime | 112 cv / 5.500 rpm (gasolina) – 114 cv/ 5.500 rpm (álcool) |
| Torque máximo (ABNT) / regime | 17,8 kgm / 2.800 rpm (gasolina) – 18,5 kgm / 2.800 rpm (álcool) |
| Nº de válvulas por cilindro | 2 |
| Eixo de comando de válvulas | Um no cabeçote |
Ignição | |
| Tipo | Eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção |
Alimentação | |
| Combustível | Gasolina/Álcool |
| Injeção Eletrônica | Delphi, multiponto, seqüencial |
Câmbio | |
| Número de marchas | 5 à frente e uma à ré |
| Tração | Dianteira com juntas homocinéticas |
| Sistema de Bloqueio do Diferencial | Bloqueio eletromecânico – Locker (Opcional) |
| Embreagem | |
| Tipo | Monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico |
Sistema de freios | |
| De serviço | Hidráulico com comando a pedal. (ABS opcional) |
| Dianteiro | A disco ventilado (Ø de 284 mm), com pinça flutuante |
| Traseiro | A tambor (Ø de 228 mm) com sapata autocentrante e regulagem automática de jogo |
Suspensão dianteira | |
| Tipo | MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais, com barra estabilizadora |
| Amortecedores | Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito (Powershock) |
| Elemento elástico | Molas helicoidais |
Suspensão traseira | |
| Tipo | Com eixo rígido tipo Ômega |
| Amortecedores | Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito, tipo WET |
| Elemento elástico | Mono-lâmina longitudinal parabólica |
Direção | |
| Tipo | Hidráulica, com pinhão e cremalheira |
| Diâmetro mínimo de curva | 11,3 m |
Rodas | |
| Aro | 5,5 x 15", em liga leve (estepe em aço estampado) |
| Pneus | 205/70 R15 |
Peso do veículo | |
| Em ordem de marcha (Std A) | 1.195 Kg |
| Carga útil (com condutor) | 650 Kg |
| Peso máximo rebocável (reboque sem freio) | 400 Kg |
207 na Copa Peugeot
Promotora de uma competição de rally monomarca, a Peugeot acaba de lançar o 207 preparado para este tipo de uso. Fabricado na unidade da PSA Peugeot Citroën, em Porto Real (RJ), o Peugeot 207 foi atualizado visualmente ao modelo de rua e passou por um processo de alterações que o transformou mecanicamente num modelo ainda mais rápido, impulsionado por um motor que gera 140 cavalos de potência.
Para se chegar a esta potência, o propulsor 1.6 litro 16V Flex, agora é abastecido com álcool etílico. Para receber esse combustível, um novo bico injetor passou a ser utilizado, assim como a vela de menor grau térmico, para suportar a temperatura mais alta do motor. O coletor de escapamento foi redimensionado com o objetivo de aumentar o fluxo de saída dos gases, e o módulo de injeção recebeu um novo mapeamento, para que o motor trabalhar em giro mais alto. Na Copa Peugeot, o motor e o módulo de injeção são lacrados para garantir a igualdade de equipamentos e manter o equilíbrio entre todos os competidores. Já o câmbio é semelhante ao da versão de série, acionado por um comando por cabo, o que torna a troca de marchas mais suaves, só que com uma relação final diferente. O carro é vendido pela Peugeot Sport por R$ 50.000 pronto de fábrica para correr.