Com proposta urbana, o novo veículo fabricado no Brasil é um sedã compacto Premium com 80% de índice de nacionalização
Em 2005, a Honda Automóveis iniciou a ampliação da fábrica de Sumaré no interior de São Paulo. Ano passado foi inaugurada a área de produção de motores, e isso permitiu a fabricante japonesa lançar mais um produto no mercado brasileiro, o sedã Honda City.
Na apresentação feita para a imprensa especializada em Indaiatuba (SP), no final de julho, os executivos e engenheiros da empresa explicaram que o modelo não é um mini Civic, nem tão pouco um Fit sedã.
Com índice de nacionalização de 80%, o carro usa arquitetura própria, a qual é 5cm maior na distancia entre os eixos, e 500mm maior no comprimento, se comparado ao New Fit. O comprimento total do City é de 4.400mm com largura de 1.695mm, e distância entre os eixos de 2.550mm. E partindo de principio de que quem procura um sedã quer espaço no porta-malas, os engenheiros trabalharam bem este quesito, pois a capacidade volumétrica do compartimento de
bagagens é de 506 litros. Detalhe, os assentos traseiros são bipartidos, o que serve para ampliar ainda mais o espaço de carga.
Apesar de Fit e City serem veículos diferentes, eles compartilham o propulsor 1.5L 16V i-VTEC Flex, o qual oferece 116 cv de potência máxima com álcool e 115 cv ao usar gasolina, a cavalaria total esta disponível a 6.000 rpm. Este motor entrega torque máximo de 14,8 kgfm a 4.800 rpm, independente do combustível usado.
O City ainda usa a transmissão manual, ou automática (ambas de cinco velocidades), discos de freios e pastilhas, geometria e componentes de suspensão do irmão de marca Fit.
Quando lançou o Fit Flex, inicialmente com motor 1.4L, a Honda usou sistema de injeção eletrônica feito pela Bosch. Nos dias de hoje, o equipamento Flex é produzido no Japão por uma empresa sistemista pertencente ao grupo Honda, e o câmbio automático, também é originário da terra do sol nascente, pois na unidade produtiva de Sumaré só é fabricada a transmissão manual.
O grande destaque do City é seu design. Com linhas futuristas, ele foi inspirado em uma flecha pronta para ser lançada de um arco (conceito arrowshot form). Isso fica bem evidenciado na dianteira, pois o conjunto ótico longo invade os para-lamas, eles juntam-se a grade frontal, deixando-a pontiaguda.
Este efeito é realçando quando o sedã é visto de lateral, partindo o olhar da traseira, a forma de flecha é facilmente identificada. Já a traseira é robusta, as lanternas saem pelas laterais, e o porta-malas é arrebitado para se obter um melhor coeficiente aerodinâmico.
No interior, o painel de instrumentos segue o padrão adotado nos veículos da Honda, mostradores redondos, no centro do velocímetro display com as informações do odômetro total e parcial e computador de bordo, já o volante é igual ao do New Civic.
Na versão de entrada o City é equipado com: air bag duplo, trio elétrico, alarme, direção com assistência elétrica, computador de bordo, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem em altura, banco traseiro bipartido e reclinável, rodas de liga leve de 15 polegadas, toca CD e MP3. Com transmissão manual o novo sedã da Honda tem preço sugerido de R$ 56.210(LX MT) e R$ 60.010 com transmissão automática (LX AT). A versão intermediaria sai por R$ 61.650 (EX MT) e R$ 65.450 (EX AT), a topo de linha sai por R$ 65.375 (EXL MT) e R$ 71.095 (EXL AT).
A Unidade brasileira da Honda é a oitava no mundo e a primeira nas três Américas, a produzir o Honda City. Até então, apenas países asiáticos (Tailândia, Filipinas, Malásia, Índia, Paquistão e China) e um europeu (Turquia) eram responsáveis por abastecer a demanda mundial pelo produto. A capacidade de produção é de 4.100 unidades/mês, que, além de atender o mercado nacional, também serão exportadas para México e Argentina. Ficha técnica Modelo LX
Especificações técnicas
Motor 1.5 SOHC i-VTEC 16V Flex
Cilindrada 1.496 cm3
Potência (cv x rpm) – Gasolina 115 x 6000
Potência (cv x rpm) – Álcool 116 x 6.000
Torque (kgfm x rpm) – Gasolina/ Álcool 14,8 x 4.800
Tração Dianteira
Transmissão manual de 5 velocidades
Transmissão automática de 5 velocidades com Shift Hold Control
Taxa de Compressão 10,4:1
Sistema de injeção multiponto PGM-FI
Sistema de ignição eletrônica mapeada O
Pneus 175/65 R15
Estepe em aço 175/65 R15
Rodas de liga leve (pol) 15 x 5,5’ J
Direção com assistência elétrica progressiva (EPS) O
Suspensão dianteira McPherson
Suspensão traseira Barra de torção
Distância entre eixos (mm) 2.550
Comprimento (mm) 4.400
Altura (mm) 1.480
Largura (mm) 1.695
Peso – Transmissão manual (kg) 1122
Peso – Transmissão automática (Kg) 1160
Volume do porta-malas 506 litros
Capacidade do tanque de combustível (L) 42
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Lançamentos: Chegou o Honda City
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O comunicado de Nelsinho Piquet
Agora é oficial. O piloto Nelson Ângelo Piquet foi dispensado da Equipe Renault de F-1. O relacionamento entre Nelsinho e Flavio Briatore, diretor da equipe--também chamado de ‘Chefão’—, não era dos melhores. Agora especula-se que o pai Nelsão Piquet trabalha para ser sócio de uma das equipes que entrarão na F-1 na próxima temporada, ou até comprar a BMW, e assim conseguir uma vaga para o filho. O certo é que no dia hoje, a assessoria de Nelsinho distribuiu um comunicado à imprensa, onde o piloto relata o que aconteceu durante sua estada na equipe Renault. Abaixo, o comunicado na integra. No mais, desejo muita sorte a Nelsinho, pois tenho certeza que ele tem talento, e não só o sobrenome ‘Piquet’, para ser campeão, também na F-1.
“Recebi um comunicado da equipe Renault F1 referente a descontinuidade do meu trabalho como piloto oficial na atual temporada de F1. Não quero deixar de agradecer àquele pequeno grupo que me deu apoio e trabalhou diretamente comigo na Renault F1, mas, obviamente, fiquei bastante desapontado ao receber esta notícia. No entanto, sinto também uma sensação de alívio por ter chegado o fim do pior período da minha história profissional. Poderei, agora, recomeçar o desafio de colocar minha carreira de volta no caminho certo, e recuperar a minha reputação de piloto rápido e vencedor. Eu sempre soube trabalhar em equipe e existem dezenas de pessoas com quem trabalhei em minha carreira e que podem atestar meu caráter e talento, exceto, infelizmente, a pessoa que teve mais influência sobre a minha carreira na Fórmula 1.
Comecei a correr com oito anos de idade e quebrei recordes atrás de recordes. Ganhei todos os campeonatos de kart em que competi. Fui campeão da Fórmula 3 Sul-Americana, ganhando 14 corridas e conquistando 17 pole positions. Em 2003 fui para a Inglaterra com a minha própria equipe, para competir no campeonato Britânico de F3. Lá também conquistei o título, vencendo 12 corridas, conquistando 13 pole positions e terminando o ano como o mais jovem campeão na história daquela categoria. Competi na GP2 em 2005 e 2006, vencendo 5 corridas e conquistando 6 pole positions. Fiz uma ótima temporada no meu segundo ano, perdendo o campeonato para o Lewis Hamilton, devido a erros técnicos da nossa equipe, que considero também meus, incluindo uma pane seca durante uma etapa. Eu estabeleci um recorde na GP2 sendo o primeiro piloto a ter um fim de semana perfeito, conseguindo o máximo de pontos possíveis na Hungria em 2006. Nenhum outro piloto havia conseguido tal coisa até junho de 2009, quando Nico Hulkenberg repetiu o feito em Nurburgring.
O caminho para a F1 sempre foi complicado, e meu pai e eu, por isso, assinamos um contrato de management com o Flavio Briatore. Acreditávamos que seria uma excelente opção, pois ele possuía todos os contatos e as técnicas de negociação necessárias. Infelizmente, foi aí que o período negro da minha carreira começou. Passei um ano como piloto de testes, mas com poucos treinos. No ano seguinte iniciei como piloto oficial da Renault F1. Após a abertura da temporada, algumas situações estranhas começaram a acontecer. Como um novato na F1, eu esperava de minha equipe muito apoio e preparação para me ajudar a alcançar nossos objetivos. Em vez disso, eu era apenas tido como "aquele que pilotava o outro carro", sem atenção nenhuma. Para piorar, em inúmeras ocasiões, quinze minutos antes da classificação e das corridas, o meu manager e chefe de equipe me ameaçava, dizendo que se eu não conseguisse um bom resultado, ele já tinha outro piloto pronto para colocar no meu lugar. Eu nunca precisei de ameaças para obter resultados. Em 2008 eu conquistei 19 pontos e terminei no pódio uma vez em segundo lugar, fazendo a melhor temporada de estréia de um Brasileiro na F1.
Para a temporada 2009, Flávio Briatore, atuando novamente na função de meu manager e também de chefe de equipe da Renault F1, me prometeu que tudo seria diferente, que eu teria a atenção que merecia mas nunca havia recebido, e que teria pelo menos "igualdade de condições" dentro da equipe. Ele me fez assinar um contrato baseado em desempenho, exigindo que eu obtivesse 40% dos pontos de Fernando Alonso até a metade da temporada. Mesmo sendo companheiro de equipe de Fernando, bicampeão mundial e realmente um excelente piloto, eu estava confiante de que, se eu tivesse as mesmas condições, alcançaria facilmente os 40% dos pontos exigidos pelo contrato. Infelizmente, as promessas não se transformaram em realidade novamente. Com o carro novo eu completei 2.002 km de testes, contra os 3.839 quilômetros de Fernando. Apenas três dos meus dias de teste foram com pista seca e bom tempo, apenas um dos testes do Fernando foi em pista molhada. Eu testava sempre com o carro pesado, pneus duros, principalmente no primeiro dia (quando a pista é lenta ou a confiabilidade pequena), ou então com o tempo ruim. Fernando testava um carro leve, pneus moles, pista seca e em boas condições. Eu nunca tive a chance de estar preparado para classificar no sistema que utilizamos. Na Fórmula 1 de hoje, a diferença entre o 1º e 15º é, muitas vezes, menos de um segundo. Isso significa que 0.2 ou 0.3s pode fazer você ganhar oito posições. Além disso, devido à proibição de testes durante o campeonato, o desenvolvimento do carro hoje acontece de corrida a corrida. Das nove primeiras corridas que eu fiz este ano, em quatro delas o Fernando teve um upgrade significativo no carro, e eu não. Eu fui informado pelos engenheiros da Renault que, nessas corridas eu tive um carro que estava entre 0.5 e 0.8s por volta mais lento do que o do meu companheiro. Se olharmos para a prova da Alemanha (onde eu classifiquei na frente do meu companheiro de equipe apesar de tudo isso), caso eu tivesse a citada vantagem na classificação eu teria sido quinto e não décimo. Se tivéssemos essa diferença a nosso favor na corrida, eu teria terminado na frente do meu companheiro, o que fiz em Silverstone, apesar de ele ter podido contar com as atualizações que eu não tinha.
Acredito plenamente, no meu talento e no meu desempenho. Não consegui chegar até aqui obtendo maus resultados. Quem conhece a minha história sabe que os resultados que estou tendo na F1 não correspondem ao meu currículo e minha habilidade. As condições que tive de enfrentar durante os últimos dois anos têm sido no mínimo atípicas, existindo alguns incidentes que mal posso acreditar que me ocorreram. Se eu agora preciso dar explicações, estou certo de que é por causa da situação injusta e desfavorável que tenho vivido nos últimos dois anos. Eu sempre acreditei que ter um manager seria fazer parte de uma equipe e que teria nele um parceiro. Um manager deve encorajar, apoiar e fornecer oportunidades. No meu caso aconteceu o contrário, Flávio Briatore foi o meu carrasco.
Estar sob pressão não é novidade para mim. Devido ao meu nome, recebi muitas críticas ao longo da minha carreira e tive também várias expectativas criadas a meu respeito. Na maioria das vezes eu fui além delas. Nunca antes senti a necessidade de me defender ou de responder a boatos e críticas. Eu sabia a verdade e só pensava em me concentrar na corrida. Eu nunca deixei que essas coisas me afetassem. Felizmente, eu agora posso dizer àquelas pessoas que me apoiaram durante a minha carreira que ela está voltando à direção certa e eu já estou considerando as opções para recomeçar a minha trajetória na F1 de uma forma justa e muito positiva”.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Chevrolet mostra as primeiras imagens do Agile
Com lançamento previsto para o último trimestre de 2009, segundo seus desenvolvedores, o Chevrolet Agile, foi desde o início criado para atender às várias demandas de um carro compacto, no qual a versatilidade e design sempre falam alto.
“O Agile vai além de um hatchback tradicional. Nossa tarefa foi de fazer um carro para o brasileiro que é um cliente bem exigente. Design arrojado é fundamental, assim como espaço interno e um aspecto de crossover, ou seja, um carro que ‘transpire’ versatilidade e que consiga atrair vários perfis, desde o urbano até o surfista ou aquele cliente que adora o campo”, afirma o diretor geral de Design GM do Brasil, Carlos Barba. O Agile conta com a nova identidade visual da Chevrolet, com duas entradas de ar bem marcadas na frente, convergindo para o logo dourado da marca. Internamente, a alta percepção de qualidade e o requinte no detalhamento unidos ao design inovador conferem ao modelo modernidade. No painel, instrumentos digitais harmonizam com os mostradores analógicos.
O Chevrolet Agile foi projetado tendo como ponto de partida um ponto H elevado (H de hip point, que em inglês significa quadril). Quanto mais elevado for esse ponto, mais alta será a posição de dirigir. Um superesportivo, por exemplo, tem um ponto H bastante baixo, já uma van utiliza um ponto H alto para o motorista, sempre tendo como base a posição do quadril em relação ao solo.
Lançamentos: Kia Soul chega ao Brasil
Modelo mundial da marca coreana oferece bom pacote de equipamentos e se destaca pelo design arrojado
Fotos: Divulgação
Já esta nas concessionárias da marca Kia, o Soul, um veículo que nasceu como conceito e tornou-se modelo de linha. Ele foi mostrado no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo em 2008. Os representantes da marca coreana no Brasil aproveitaram o evento para realizar pesquisa de aceitação junto aos visitantes. O resultado positivo serviu como incentivo para que os importadores projetem vendas de 3.000 unidades do modelo até o final deste ano.
Chamado de crossover urbano o Kia Soul, mede 4,1 metros de comprimento, tem distancia entre os eixos alongada de 2.550 mm. A altura total é de 1.610 mm, a base do para-brisa é 135 mm, o nível dos assentos é 120 mm e altura em relação ao solo é165 mm.
Equipado com propulsor 1.6L 16V, o qual oferece potência máxima de 124 cv a 6.300 rpm e torque máximo de15.9 kgfm, onde a força máxima esta disponível a 4.200 rpm. O sistema de válvulas é DOHC. Este motor não usa correia sincronizadora (correias dentada), a qual foi substituída por corrente. Usa transmissão manual de cinco velocidades, ou automática de quatro velocidades.
Os importadores dos veículos da marca KIA no país possuem uma central de distribuição de peças para reposição. Não há fornecedores locais homologados, sendo assim todos os itens utilizados são importados.
O ‘Crossover urbano’ está disponível nas cores branco, vermelho cítrico, azul quartzo, prata brilhante, preto oriental, azul lunar e cinza titânio.
Ficha técnica
Motor
Tipo: Duplo comando de válvulas, quatro cilindros em linha com CVVT
Capacidade: 1.6 litro, 1.591 cc
Potência máxima: 124 cv @ 6.300 rpm
Torque máximo: 15.9 kgfm @ 4.200 rpm
Sistema de válvulas: DOHC, 16 válvulas (2 de admissão, 2 de escape por cilindro)
Sistema de combustível: Injeção de combustível eletrônica multiponto
Transmissões
Manual 5 velocidades
Automática 4 velocidades
Suspensões/ Amortecedores
Dianteiros: Independente, suspensão McPherson, com molas helicoidais e amortecedores a gás. Barra estabilizadora.
Traseiros: Barra de torção transversal semi-independente, com braços articulados, molas helicoidais e amortecedores a gás. Barra estabilizadora.
Direção
Tipo: Elétrica, assistida, pinhão e cremalheira
Freios
Dianteiros: Discos ventilados 280 x 26 mm (todos os modelos)
Traseiros: Tambores 203 mm
ABS Sistema anti-bloqueio de quatro canais com EBD
Rodas/ Pneus
Categoria superior: Roda de liga de 16 x 6,5 com pneus de sílica de 205/55 R16
Categoria máxima: Roda de liga de 18 x 7,0 com pneus de sílica de 225/45 R18
Dimensões
Comprimento total: 4.105 mm
Largura total: 1.785 mm
Altura total: 1.610 mm / 1.661 mm (sem / com as barras do teto)
Entre-eixos: 2.550 mm
Altura livre do solo: 164 mm
Capacidades
Porta-malas: 340/ 700 litros
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Lançamentos: Astra ganha equipamentos e fica mais barato
Embalada pelos excelentes resultados obtidos em produção e vendas, a General Motors do Brasil prepara o lançamento de seu novo carro, o Agile, e promove mudanças nos outros modelos de sua linha. É o caso do Chevrolet Astra, que na linha 2010 recebeu novo conteúdo, com o propósito de manter a liderança no segmento dos hatches.
O modelo agora traz de série: ar-condicionado eletrônico digital com controle automático da temperatura, regulagem elétrica de altura dos faróis halógenos e faróis com desligamento automático temporizado.
O espelho retrovisor é eletrocrômic (escurecimento automático e antiofuscante), luz de cortesia integrada com ativação e desativação automáticas, limpador do vidro traseiro acionado automaticamente ao engate da marcha à ré, banco traseiro rebatível com encosto dividido 1/3 e 2/3, descansa-braço central e portinhola de acesso ao porta-malas pelo habitáculo.
No exterior, recebeu rodas de liga leve aro 16 polegadas, farol de neblina no parachoque dianteiro, ponteira do escapamento polida e em formato “oval” e instrumentos no painel com moldura preta, fundo branco, ponteiros pretos e anéis cromados.
Com estes itens o preço sugerido para venda é de R$ 44.389. Este conteúdo integrava a versão Elegance, que tinha preço sugerido de R$ 52.097. Como itens opcionais aparecem o air bag duplo e aerofólio traseiro, neste caso o custo é de R$ 46.239, e com transmissão automática chega a R$ 50.240.
O Chevrolet Astra 2010 é equipado com motor Flexpower 2.0, o qual recebeu modificações este ano. Ele desenvolve 140 cv quando abastecido com álcool, e 133 cv a com gasolina, a potencia esta disponível a 5.600 rpm e torque de 19,7 kgfm a 2.600 rpm (álcool) e 18,9 kgfm a 2.600 rpm (gasolina). Este propulsor é o mesmo utilizado no Vectra Next Edition, Vectra GT e GT-X e Zafira. A Chevrolet ainda disponibiliza para o Astra os seguintes acessórios: adesivos decorativos pretos na parte externa na Coluna “B”, adesivo da tampa traseira, lanterna fumê, farol máscara negra, protetor de soleira das portas e lâmpada azul (farol de neblina, farol baixo, farol alto e lanterna) e CD Player 6078, CD Player 7706 e CD Player 8706.
Ficha técnica
Chevrolet Astra 2.0 Flexpower Hatchback
Motor
Modelo: N20XF
Disposição: Transversal
Número de cilindros: 4 em linha
Cilindrada (cm3): 1.998
Válvulas: SOHC, duas válvulas por cilindro
Injeção eletrônica de combustível: Bosch, S.F.I. (Sequential Multi Injection)
Taxa de compressão: 11,5:1
Potência máxima líquida: Gasolina: 133 cv a 5.600 rpm /Álcool: 140 cv a 5.600 rpm
Torque máximo líquido: 18,9 kgfm a 2.600 rpm (Gasolina) e 19,7 kgfm a 2.600 rpm (Álcool)
Transmissão
Modelo: F17-5 Plus WR
Manual de 5 velocidades à frente sincronizadas
Modelo automático: AF-20
Automático de 4 velocidades à frente (3 programas:
Econômico/Esportivo/Inverno)
Chassis/Suspensão
Dianteira: Independente, McPherson, com braço de controle ligado ao sub-chassis, molas helicoidais com compensação de carga lateral, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás e barra de torção ligada à haste tensora
Traseira: Semi-independente, viga de torção soldada com 2 braços fundidos de controle, molas tipo barril com diâmetro variável e progressiva, amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados a gás
Direção: Hidráulica, pinhão e cremalheira
Freios
Tipo: Discos ventilados dianteiros, tambores traseiros
Rodas/ Pneus
Roda tamanho e tipo: 16 x 6 - liga leve
Pneus: 205/55R16
Dimensões
Distância entre-eixos (mm): 2.614
Comprimento total (mm): 4.199
Largura carroceria (mm): 1.709
Largura total (mm): 1.989
Altura (mm): 1.431
Altura mínima do solo (mm):115
Peso em ordem de marcha (kg):1.180
Capacidades
Porta-malas (litros): 370 à 1.180
Tanque de combustível (litros): 52
GP da Hungria: Uma nova temporada
Os carros da Brown GP perderam a hegemonia, e a McLaren e Ferrari evoluíram, assim, o titulo que parecia certo, pode mudar de mãos
Não tem como fugir, o automobilismo é movido a dinheiro, muito dinheiro. E pelo jeito, dinheiro, é o que está faltando para que a Brown GP consiga os títulos de pilotos e construtores na Fórmula 1.
A primeira vitória da temporada de Lewis Hamilton (McLaren), conquistada no GP da Hungria, com o finlandês Kimi Raikkonen (Ferrari)
em segundo, serviu para mostrar que as equipes grandes evoluíram e já encostaram na Brown e Red Bull. A terceira posição ficou com Mark Webber (Red Bull), o quarto lugar foi de Nico Rosberg (Williams), enquanto que Heikki Kovalainen (McLaren), chegou em quinto, o sexto foi Timo Glock (Toyota), em sétimo ficou Jenson Button (Brawn GP) e Jarno Trulli (Toyota) terminou em oitavo.
Nos treinos classificatórios de sábado, já dava pra notar que o GP húngaro seria um divisor de águas. Primeiro a fatalidade com Felipe Massa (Ferrari). Uma pequena mola soltou-se do carro de Rubens Barrichello (Brown GP), e por força do destino, já
que este acidente é uma daquelas coisas que não tem explicação, pois, com tanta pista e espaço no carro, acertou justamente o capacete do brasileiro, no local mais frágil, ou seja, a viseira!
Bem o restante todos sabem, Massa foi levado ao hospital e, segundo as informações da noite de domingo, na segunda pela manhã os médicos tirariam Massa do coma induzido para exames. Nem precisa falar que torço pela rápida recuperação de Massa.
E vamos voltar à corrida, ou melhor, ao treino classificatório, o qual terminou com uma não confirmada pole de Fernando Alonso (Renault). Isso porque ocorreu uma pane no sistema de cronometragem, e demorou para sair o resultado oficial.
Na largada, o espanhol conseguiu manter a ponta, mas foi traído pela equipe no primeiro pit stop. Ao voltar à pista, primeiro soltou uma calota, e depois a roda. Este acidente provocou punição ao time que está proibido de participar da próxima corrida, o GP da Europa, no circuito urbano de Valência, na Espanha, dia 23 de agosto.
Hamilton que largou na quarta posição aproveitou-se dos abandonos de Alonso e Vettel (Red Bull) e dos problemas enfrentados por Webber na primeira parada para abastecimento e troca de pneus. Assim, agora o campeonato de construtores tem a Brown GP na primeira posição com 114 pontos, e a Red Bull 98,5 pontos. No campeonato de pilotos, Button tem 70 pontos, Webber 51,5 pontos, Sebastian Vettel 47 e Barrichello 44.
Outra vez Ross Brown prejudicou Rubinho, fez o brasileiro largar com tanque cheio, para fazer só uma parada. No meio da corrida mudou a estratégia para duas, porque se parasse uma só vez, chegaria na frente do inglês. Resultado, Barrichello foi só o 10º colocado.
Até a próxima etapa a Fórmula 1 está em férias, mas as equipes que tem condições irão trabalhar em novos componentes para o GP da Europa. E se Ross Brown quer ver sua equipe entrar para a história como estreante e campeã, terá que pedir dinheiro emprestado, ou arrumar um novo patrocinador. Isso porque está evidente, falta verba para desenvolver o carro, e assim seus pilotos ficam para trás.
Rapidinhas
Descaso total
A corrida em andamento, Alonso abandonou, mas Nelsinho Piquet tentava chegar na zona de pontuação, e a imagem da TV mostra Flavio Briatore indo embora, carregando uma pasta. O Chefão da equipe Renault, não está nem aí com o brasileiro. Alguém tem que ser o culpado pelos resultados ruins do time, e este alguém é Piquet.
Mais segurança
Em 1994 Rubens Barrichello estava em Imola, quando morreram o austríaco Roland Ratzenberger e Ayrton Senna, e o próprio Rubinho sofreu um acidente. "Não acredito em coincidências. As coisas acontecem por uma razão, e acho que o caso do Felipe foi uma segunda mensagem. Em Imola, tivemos uma mensagem e os carros foram melhorados. Agora, já perdemos um garoto, e isso é terrivelmente triste", alertou o Barrichello. O garoto a que se referiu é o inglês Henry Surtees de 18anos, ele morreu numa prova da F-2 em Brands Hatch, ao ser atingido na cabeça por uma roda que se soltou.
Solidariedade
Os pilotos da F-1 gravaram um DVD, o qual será mostrado a Massa para ajudar em sua recuperação. E a Ferrari ofereceu a corrida ao brasileiro. "Kimi fez uma corrida extraordinária. Estou feliz por ele, e agora pensamos em Felipe, a quem dedicamos este pódio", afirmou Stefano Domenicali, diretor do time.
sábado, 25 de julho de 2009
Lançamentos:Pajero Dakar, a novidade da Mitsubishi
Para completar o portifólio de SUV’s, a Mitsubishi Motors traz para o Brasil o Pajero Dakar.
Fotos: Claudio Laranjeira/ Divulgação
A Mitsubishi brasileira escolheu a denominação Dakar para o novo integrante da familia Pajero, simplesmente para capitalizar o sucesso da marca no rali mais severo do mundo, pois em 26 participações, ela conquistou 12 vitórias.
Segundo divulgado pelos executivos da empresa, o veículo é novo, não foi produzido usando como base outro modelo já fabricado. É um ‘cab on chassis’ para sete lugares que absorve melhor os impactos e oferece excelente índice de NVH (nível de vibração) para os ocupantes. Feito para atender as necessidades de quem precisa de um veículo com luxo e conforto no uso diário, mas pronto para enfrentar as exigências do off-road.
O visual do Pajero Dakar é robusto e agressivo. A frente lembra a da picape L200 Triton, mas é mera semelhança. O conjunto ótico, por exemplo, de um não pode ser utilizado pelo outro.
A grade tem as molduras cromadas, ao centro os três diamantes símbolo da Mitsubishi. As luzes de neblina com moldura na cor grafite e contorno cromado foram acopladas na pare inferior do parachoque. O conjunto ótico tem lentes transparentes e os faróis halógenos integrados aos pára-lamas.
Ao observar a lateral, as linhas arredondadas se sobressaem. A área envidraçada é grande, com molduras na cor preta. Os espelhos retrovisores externos são rebatíveis eletricamente e as maçanetas das portas têm acabamento cromado. Ainda usa estribos para facilitar o acesso ao interior. Para proteger as portas, frisos pintados na cor da carroceria.
Os pára-lamas dianteiros e os traseiros trazem pára-barro para proteger a carroceria e a pintura em situações mais extremas. Ainda é equipado com rack de teto preto e luzes indicadoras de direção posicionadas nos pára-lamas dianteiros.Usa rodas em liga leve, aro 17 polegadas, calçadas com pneus 265/65 R17.
Na traseira limpa, as lanternas invadem a tampa do porta-malas, a qual permite abertura com uma distância mínima de 560 mm de obstáculo traseiro, além de usar dois amortecedores a gás para abertura com menor esforço.
O painel de instrumentos usa luzes vermelhas de fundo. Vem equipado com ar-condicionado que oferece controle de temperatura para motorista e passageiro. O computador de bordo mostra 11 funções, elas aparecem em display de LCD.
Já o sistema de som e kit viva-voz Bluetooth é o Power Sound System, com amplificador de 420W, CDE, MP3, rádio AM/FM, ligado a 04 alto-falantes tipo “woofer” e 04 tweeters. O habitáculo é amplo e espaçoso, tem a opção de transportar 7 pessoas, para isso, há dois bancos rebatíveis, os quais ficam encaixados no assoalho do porta-malas. Quem senta no banco de trás, pode sentir algum desconforto, dependendo de sua estatura. Isso porque não há o degrau na parte traseira, solução encontrada para evitar que as pernas dos ocupantes dos bancos traseiros fiquem com os joelhos inclinados para cima.
Ao transportar 7 pessoas, a capacidade do porta-malas é de 115 litros, com cinco pessoas é de 1.160 litros e ao rebater todos os bancos traseiros chega a 1.920 litros.
Este modelo que começa a ser vendido em agosto é equipado com motor diesel 3.2L de 16 válvulas, quatro cilindros em linha. Possui sistema de alimentação por injeção eletrônica direta common-rail, turbocompressor e intercooler.
Desenvolve potência de 165 cv a 3.800 rpm e torque de 38,1 kgfm a 2.000 rpm.
São duas as opções de transmissão: manual de cinco velocidades e automática de quatro velocidades com trocas sequenciais.
O sistema automático INVECS-II (Intelligent & Innovative Vehicles Electronic Control System) analisa os hábitos de dirigir de cada motorista, incluindo a forma de acelerar ou frear, e se ajusta automaticamente. A tração Super Select 4WD, permite a escolha de quatro modos distintos de tração. Em três deles, a troca pode acontecer a velocidades de até 100 km/h, e ainda tem a alternativa de tração 4x4 reduzida, para terrenos acidentados. Já a versão manual, reuni os sistemas de tração 4x2, 4x4 AWD, 4x4 bloqueado e 4x4 bloqueado com reduzida, isso permite ao usuário dispor de 24 combinações de marcha. O equipado com câmbio automático chega a 20 combinações.
A suspensão foi projetada para ser macia e resistente, sem comprometer a estabilidade. O conjunto dianteiro é composto por braços duplos, amortecedores telescópicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Na traseira, o
Pajero Dakar usa a suspensão 3-link com barra estabilizadora, amortecedores telescópicos e molas helicoidais. Seu ângulo de ataque é de 36º, o ângulo de saída de 25º, capacidade máxima de subida de 35º, possibilidade de inclinação lateral de até 45° e raio de giro da direção de 5,6 metros.
A apresentação do Mitsubishi Pajero Dakar para a imprensa especializada aconteceu em Mairiporã (SP). O teste drive foi feito em um trajeto com extensão de 40 quilometros, com a versão de câmbio automático, e alternou subidas ingrimes e trilhas estreitas.
A posição de dirigir é alta, exige atenção ao regular banco e retrovisores. O volante de três raios é de boa empunhadura, e os comandos estão bem a mão.
O SUV mostrou comportamneto exemplar. A força do motor passa confiança ao motorista, quando vê na frente aquele longo e sinuoso trecho terra. E a tração é bem firme nos mais variados terrenos, neste caso por exemplo, o modelo passou até por solo de pedra.
Já na rodovia, é preciso ter um pouco de cuidado quando ao realizar uma ultrapassagem, pois a reação não é tão rapida. Mas não podemos esquecer que o veículo pesa mais de 2 toneladas e meia. Neste caso, antes de ultrapassar, o melhor é utilizar a troca sequencial, deixar o motor encher e liberar a cavalaria.
O SUV mede 4,69m de comprimento, por 1,81m de largura e 1,80 m de altura. A distancia entre os eixos é de 2,80m. É equipado com airbag duplo frontal e freios a discos ventilados nas rodas dianteiras (com pistões duplos), e a tambor nas traseiras. Sistema ABS (antitravamento) nas quatro rodas e EBD (sistema eletrônico de distribuição de força de frenagem) reforçam os itens de seguraça.
Nos outros mercados onde a Mitsubishi atua, o Pajero Dakar substituiu o modelo Sport, porém no Brasil ele continua em produção, e mês passado, recebeu mudanças estéticas e motor flex.
Por enquanto, as peças de reposição do Dakar serão importadas, mas a unidade brasileira da Mitsubishi tem um acordo com a matriz no Japão, o qual permite que as peças pedidas sejam entregues no prazo máximo de 48 horas. Para os itens de maior giro como amortecedores, discos e pastilhas de freios, filtros, correias, entre outros, serão homologados fornecedores nacionais com o intuito de agilizar processos e diminuir custos.
O Pajero Dakar é o próximo veículo a ser fabricado na unidade produtiva de Catalão (GO), a expectativa é de que isso ocorra até o final de 2010, quando será equipado com motor flexfuel.
A versão com transmissão manual tem o preço sugerido para venda de R$152.990 e o modelo com câmbio automático custa R$159.900, neste caso o acabamento em curo dos bancos é item de série. A expectativa é de comercializar em média 300 unidades, das quais 90% com transmissão automática.