domingo, 20 de março de 2011

Uno Sporting é a novidade da Fiat

uno_2p_sporting_006Modelo de entrada da fabricante de Betim agora também tem opção de carroceria duas portas e versão esportiva que mira o público jovem
Por: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação   
Lançado em maio do ano passado, o Novo Uno trouxe bons frutos para a Fiat Automóveis. O carro chegou com uma nova proposta para veículos de entrada. Design moderno, cores vibrantes, opções para personalização, foram alguns dos diferenciais usados para chamar a atenção dos compradores. A estratégia foi acertada, pois desde o inicio das vendas, até fevereiro deste ano, foram emplacadas 120.000 unidades do modelo.
E a constante busca para agradar os consumidores continua, tanto que a empresa colocou no mercado o modelo com carroceria duas portas e a versão Sporting. uno_2p_sporting_012

O esportivo é equipado de fábrica com faróis máscara negra, anéis estéticos da grade anterior em vermelho e spoiler para o para-choque dianteiro, faixas e minissaias nas laterais, ponteira do escapamento dupla, lanternas traseiras com acabamento fumê. Ainda no pacote de modificações, os para-choques dianteiro e traseiro têm apêndice aerodinâmico. Sobre a tampa do porta-malas foi incorporado um aerofólio com acabamento na cor preta. As bordas das caixas de rodas e o revestimento das colunas das portas, também receberam tratamento em preto. E as rodas são de liga leve com aro de 15 polegadas e pneus 185/60 R15.uno_2p_sporting_008
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nternamente o painel usa revestimento exclusivo, detalhes com cores que identificam a versão. O quadro de instrumentos também tem design exclusivo, nova serigrafia na cor laranja e display com iluminação vermelha. Também possui de série computador de bordo e volante em couro. Já os bancos receberam tecido exclusivo com costuras estilizadas mais bolsa porta revistas e bordado “Sporting”.

A suspensão do Uno esportivo recebeu ajustes diferenciados. Comparada com a que equipa as demais versões, ela foi projetada e calibrada para permitir melhor dirigibilidade. A nova suspensão é cerca de 20 mm mais baixa em relação às versões Vivace euno_2p_sporting_005 Attractive, e suas molas ficaram mais rígidas. Os amortecedores também receberam características especificas para as novas exigências de desempenho. A barra estabilizadora dianteira tem maior diâmetro, e o eixo traseiro tem maior rigidez torcional. Também foram usados coxins hidráulicos passivos para a sustentação do motor, o que proporciona maior conforto.

A versão Sporting é equipada com o novo motor 1.4L Fire Evo, ele entrega 85 cv (gasolina) 88 cv (etanol) de potência. Seu torque máximo é de 12,4 Kgfm (G) e 12,5 Kgfm (etanol).
Com carroceria de duas portas, o Novo Uno é comercializado nas versões Vivace (1.0 Flex 2 portas – R$ 26.490), Way (1.0 Flex 2 portas – R$ 27.670/ 1.4 Flex  2 portas – R$ 30.650), Attractive (1.4 Flex 2 portas – R$ 29.840) e Sporting (1.4 Flex 2 portas – R$ 32.170/ 4 portas – R$ 33.970).

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Volare lança novos miniônibus

3quartos pretoEmpresa do Rio Grande do Sul investe em qualidade e tecnologia para a W Fly e ainda traz para este tipo de transporte uma versão de luxo
Por: Edison Ragassi
Fotos: Waner Biazus/Marcos Andras- Divulgação Volare
A Volare mostrou em Guarulhos (SP), a nova linha W Fly de miniônibus, inicialmente para os modelos W9 e DW9, nas versões Urbano, Executivo e Limousine.

Seguindo a linha da sustentabilidade, os três modelos utilizam plásticos de engenharia 100% recicláveis nos para-choques, laterais e revestimentos internos dos veículos.
A novidade desta linha é o lançamento do modelo Limousine, projetado para ser requintado, mais confortável e com itens exclusivos de série. A proposta é oferecer conforto e praticidade aos ocupantes.
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No exterior têm cromados na grade dianteira, o para-choque traseiro e espelhos retrovisores são pintados na cor da carroceria, ainda usa vidros laterais colados. Os conjuntos óticos dianteiro e traseiro chamam a atenção, já que o miniônibus utiliza lanternas e delimitadores com LED e condutores de luz (light pipe), além de luzes de posição também em LED.
Seu interior tem poltronas do tipo Executiva Soft semi-leito, elas são mais largas, com 1.060 mm de largura, revestidas de couro na cor preta com costura dupla aparente em laranja. Outra novidade da poltrona é que possui porta-copos e descansa-pés integrados. Alguns detalhes de acabamento interno são de material que imita madeira, inclusive no piso e painel de instrumentos.
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A nova linha mantém as mesmas arquiteturas mecânicas disponíveis para os modelos W9 e DW9 tradicionais. O W9 usa motor eletrônico Euro III, MWM International Acteon 4.12 TCE, o qual desenvolve 150 cavalos de potência máxima e 56,06 kgfm de torque máximo. O DW9 é equipado com propulsor Euro III Mercedes-Benz OM 904 – LA que entrega 150 cv de potência e 59,12 kgfm de torque. Ambos têm sistemas de freios a ar, câmbio mecânico de cinco marchas e direção hidráulica ZF.

O preço sugerido para venda da versão Urbano é de R$ 190.000, o Executivo custa R$ 205.000 e a recém-chegada Limousine sai por R$ 220.000.

quinta-feira, 17 de março de 2011

CHINÊS TAMBÉM TEM VEZ

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Por: Fermando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaNão é todo dia que um importador faz uma aposta tão audaciosa no mercado brasileiro, considerando ainda se tratar de representação de uma marca chinesa independente e menos conhecida no mercado internacional. Pois assim o empresário Sérgio Habib, do Grupo SHC, lança a JAC (Jianghuai Automobile Co.) do alto de um investimento de nada menos que R$ 380 milhões. Para se avaliar o montante, equivalente a US$ 220 milhões, é mais do que outra chinesa, a Chery, anunciou que aplicaria na fase inicial de construção da fábrica em Jacareí (SP).B
Habib, ex-presidente da Citroën no País e ainda responsável por cerca de 50% das vendas da marca francesa por meio de concessionárias próprias, tem grande experiência de mercado. E também visão apurada de marketing ao eleger 18 de março o “Dia J” (alusão ao Dia D, da II Guerra Mundial), quando inaugurará, simultaneamente, 46 concessionárias completas (50, contando as quatro sem oficina no local). Nenhum importador independente, até hoje, ousou tanto.
A empresa estatal JAC produz caminhões e só começou com automóveis há pouco mais de três anos. A fábrica, claro, incluiu o que existe de melhor em termos industriais, capacidade instalada anual de 500.000 unidades, estúdio de estilo em Turim (assessorado por Pininfarina) e uma linha coincidente com os segmentos de maior venda no Brasil. Mas, no ano passado, só exportou 21.000 unidades. O País se tornaria seu maior mercado no exterior.
O Grupo SHC projeta vender 36.000 carros este ano e pelo menos 60.000, no próximo. De cara, pretende conquistar 1% do mercado nacional de automóveis, algo que a Nissan penou para alcançar. Hábil com estatísticas e números, Habib acha inexorável as Quatro Grandes (Fiat, Ford, GM e VW) perderem espaço e prognosticou: “Em três anos, marcas chinesas conquistarão de 5 a 6% do mercado nacional, equivalente ao que as sul-coreanas também alcançarão”.
A estratégia de abordagem do mercado está correta. Garantia total de seis anos, sem limite de quilometragem; revisões a preço baixo e fixo; seguro acessível. E preço bastante competitivo, apostando na oferta de equipamentos, em versão única completa. Os modelos vendidos aqui são diferentes e mais caros (10%) que os chineses, inclusive na seleção de fornecedores.
O compacto hatch J3 custa R$ 37.900 e o sedã J3 Turin, R$ 39.700. Os concorrentes nacionais – Gol, Palio, Corsa, Fiesta e outros – saem no mínimo 10% mais caro, à paridade de equipamentos. Ainda em 2011, chegam o monovolume J6 (junho) e o sedã médio-compacto J5 (setembro).
Rodando com o J3 dá para perceber que é o melhor dos chineses hoje à venda, pelo menos por enquanto, pois chegarão vários outros. De porte e espaço interno semelhantes ao Gol, tem porta-malas maior. Acabamento é razoável, sem peças mal ajustadas, rebarbas ou impressão de fragilidade. Faltam ajuste de altura do banco, de distância do volante e até de altura do cinto de segurança. Há apoio bem definido para o pé esquerdo.
As suspensões passam boas sensações (independente também atrás). Precisão de engates do câmbio deixa a desejar e o motor de 1,3 l/108 cv, apesar de moderno, apresenta respostas lentas em baixas rotações, o que desagrada em especial no uso urbano.
RODA VIVA
PELO
segundo mês consecutivo, agora em 2011, os modelos de entrada com motor de 1 litro de cilindrada ficaram com 46% das vendas totais. Esse nível se situa seis pontos percentuais abaixo da média dos últimos anos, em torno de 52%. Ainda é cedo para saber se a tendência se manterá nos próximos meses. Está ocorrendo, possivelmente, por uma combinação de fatores.
ENTRE as explicações aparece o aumento da taxa de juros nos financiamentos de 60 meses, mais disseminado na faixa dos modelos de entrada, prejudicando as vendas. Outros atribuem a mudança ao aumento da venda de veículos importados, quase todos com motores acima de 1.000 cm³.
TAMBÉM há quem atribua o fenômeno a uma evolução do mercado. Os próprios compradores, com poder aquisitivo em ascensão, teriam se convencido de que a diferença de preço não justificaria o menor desempenho e uma economia de combustível desproporcionalmente baixa, se houver. A se confirmar, motores de baixa cilindrada poderiam responder por menos de 45% até o fim do ano.
EMBORA nada definido, a Volkswagen tem alternativa ao Passat fabricado na Alemanha, se decidir importar o carro homônimo produzido nos EUA. O que atrapalha é o imposto alto nas duas origens. Mas o Passat americano foi pensado para oferecer as mesmas características do europeu, com as vantagens de baixo custo da nova fábrica de Chattanooga, Tennessee.
INSPEÇÃO veicular ambiental, em São Paulo, entra no quarto ano e permanece a absurda exigência de vistoriar automóveis com menos de três anos de uso. Contraria toda a experiência acumulado por mais de 40 países, que optaram por quatro ou cinco anos, contando o primeiro emplacamento. Realmente, parece que o motorista brasileiro perdeu a vontade de se indignar.
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fernando@calmon.jor.br e
www.twitter.com/fernandocalmon

domingo, 13 de março de 2011

O chinês J3 chega ao Brasil

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JAC Motors, fabricante de automóveis chinesa, inicia as vendas de um hatch e um sedã. Eles são equipados de série com som, ar-condicionado, direção hidráulica, ABS e air bag
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
No último dia 11 de março, o Grupo SHC de Sergio Habib, reuniu a imprensa especializada brasileira em Campinas, para mostrar os carros J3 e J3 Turin, hatch e sedã respectivamente, da fabricante chinesa JAC Motors.
Em dimensões eles têm 1.650 mm de largura e 1465 mm de altura O comprimento do hatch é de 3.965mm e o sedã mede 4.155 mm. Ambos usam 2.400 mm de distância entre os eixos. A capacidade volumétrica do porta-malas é de 350 litros (hatch) e 490L (sedã), enquanto que o tanque de combustível recebe 48 litros.
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Ambos são equipados com motor 1.4L feito com bloco de alumínio, de 4 cilindros em linha e comando de válvulas DOHC 16V VVT. Seu deslocamento volumétrico é de 1.332 cm³. Com taxa de compressão de 10,5:1, entrega potência máxima de 108 cv a 6000 rpm e torque máximo de  14,1 kgfm a 4500 rpm, ele foi J3_008desenvolvido em parceria com a fabricante austríaca AVL. O J3 acelera de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos e 11,9 segundos para o J3 Turin, sua velocidade máxima de 186 km/h. 
A suspensão dianteira é independente, do tipo McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora. Na traseira é independente, tipo Dual Link com molas helicoidais. Os freios dianteiros são a disco ventilado, com pastilha para 45.000 km e os traseiros a tambor com sapatas auto-ajustáveis, os carros são equipados de série com sistemas ABS e EBD.
Em relação ao modelo comercializado no país de origem, os veículos passaram por mais de 240 modificações, as quais foram supervisionadas pessoalmente por Habib, entre elas foi trocada a caixa de câmbio manual de 5 velocidades.

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Segundo o presidente da JAC Motors do Brasil, os carros passaram por avaliação dos mecânicos de suas concessionárias, os quais os classificaram como de fácil reparo. Também foram avaliados pelo Cesvi. Segundo a entidade, no quesito reparabilidade, o J3 foi apontado como o segundo hatch compacto mais fácil e barato de se consertar após uma colisão, dentro do Car Group 13, e o J3 Turin alcançou a primeira posição entre os sedãs de seu porte, no mesmo índice.
Assim o importador oferece 6 anos de garantia para estes carros. Os pacotes de revisão também têm preços competitivos, a primeira feita após 2.500 km é grátis, a segunda aos 5.000 km custa R$ 87,00 e a terceira que ocorre depois do veículo rodar 10.000 km sai por R$ 99,00, a revisão com maior custo é a dos 60.000 km, pela qual é cobrada R$ 198,00.
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Eles não irão homologar fornecedores nacionais para peças de reposição, pois segundo Habib, não compensa, a China tem fornecedores mundiais com os melhores preços do mercado.
O preço sugerido para venda do J3 é R$ 37.900 e o J3 Turin é comercializado por R$ 39.900. Ambos são equipados de série com: air bag duplo, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, freios ABS de 8ª geração e EBD, ar-condicionado, MP3 Player para CD e USB, sensor de estacionamento, rodas de liga leve aro 15", pneus 185/60 R15 luzes de neblina e faróis com regulagem elétrica. Eles estão disponíveis em três cores sólidas (Branco Ártico, Vermelho Cereja e Preto Classic) e em quatro opções metálicas (Prata Imperial, Cinza Mercúrio, Vermelho Rubi e Azul Pacífico). A cor metálica é, inclusive, o único opcional dos modelos, seu custo é de R$ 990. Já bancos em couro são oferecidos como acessório na rede de concessionárias.
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As operações da JAC Motors no Brasil iniciam com 50 concessionárias, elas serão inauguradas dia 18 de março, que é chamado de ‘Dia J’, a expectativa do empresário é de comercializar 35.000 veículos até o final de 2010.
Em junho está previsto a chegada da minivan J6 e o sedã J5 em setembro. O compacto J2 deve desembarcar no inicio de 2012. E os chineses já trabalham com a Delphi no desenvolvimento do motor flex, a nova motorização deve chegar daqui a um ano.

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Ficha técnica:

Modelo

J3

J3 Turin

Versão

1.4 VVT

1.4 VVT

Dimensões totais
Comp. x Larg. x Alt. (mm)

3965×1650×1465

4155×1650×1465

Entre eixos (mm)

2400

2400

Peso em ordem de marcha (kg)

1060

1100

Capacidade do porta-malas (l)

350

490

Capacidade do tanque de combustível (l)

48

48

Tipo de motor

4 cilindros em linha

4 cilindros em linha

Deslocamento volumétrico (cm3)

1332

1332

Diâmetro (mm)

75

75

Curso (mm)

75,4

75,4

Comando de válvulas

DOHC 16V VVT

DOHC 16V VVT

Relação de compressão

10,5:1

10,5:1

Potência Máxima (cv/rpm)

108/6000

108/6000

Torque Máximo (Nm/rpm)

138/4500

138/4500

Transmissão

Manual de 5 Velocidades

Manual de 5 velocidades

Suspensão dianteira

Independente, tipo McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora

Independente, tipo McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora

Suspensão traseira

Independente, tipo Dual Link com molas helicoidais

Independente, tipo Dual Link com molas helicoidais

Freios

Dianteiro a disco ventilado e traseiro a tambor com sapatas auto-ajustáveis, com ABS e EBD

Dianteiro a disco ventilado e traseiro a tambor com sapatas auto-ajustáveis, com ABS e EBD

Pneus

185/60 R15

185/60 R15

Rodas

Em liga de alumínio 15"

Em liga de alumínio 15"

Velocidade máxima

186 km/h

186 km/h

Aceleração de 0 a 100 km/h

11,7 segundos

11,9 segundos

Fram lança filtro do óleo flex

A Sogefi-FRAM acaba de lançar no mercado brasileiro os filtros de óleo desenvolvidos para motores bicombustíveis ou flex, os quais aceitam gasolina, etanol ou a mistura dos dois em qualquer proporção. Segundo a fabricante estes elementos filtrantes foram desenvolvidos com papel especial, e assim proporcionam alto desempenho na proteção contra partículas de água, as quais são geradas pela combustão no motor que utiliza etanol. Por suas características de construção, o “Filtro do Óleo FlexFiltro”, também oferece maior poder de filtragem, o que auxilia na lubrificação e proporciona maior durabilidade ao motor. Os filtros atendem a maioria dos modelos de veículos equipados com motor flex que circulam no Brasil.

Centro de distribuição de peças da GM completa 15 anos

04_GM_11-03-11Localizado em Sorocaba (SP), o Centro Distribuidor de Peças da General Motors do Brasil, completou 15 anos de existência neste mês de março. Atualmente a unidade recebe investimentos de R$ 15 milhões em obras de ampliação, o que elevará o ciclo total de recursos aplicados para R$ 150 milhões. No local está sendo construído um novo prédio com 9,3 mil m² de área coberta que, quando pronto, ampliará essa área total para 88 mil m². Já no que diz à área descoberta, haverá um aumento de 19,3 mil m². Considerando as duas áreas, coberta e descoberta juntas, estas atingirão 146 mil m². Segundo Marcos Munhoz, vice-presidente de Comunicação, Relações Públicas e Governamentais da GM do Brasil, a ampliação possibilitará que o atual efetivo, de 626 empregados, chegue próximo de 700 até o final de 2011. Para 2012 estima-se que o efetivo possa chegar a 756 empregados, com uma geração de novos 130 empregos nestes dois anos. Durante a etapa de obras civis, estão sendo gerados 100 empregos.

Para aprender mecãnica em casa

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http://www.mecanicaonline.com.br/cd), com entregas para todo o Brasil e frete gratuito ao preço de R$ 119,90. Os CDs também podem ser adquiridos separadamente.