segunda-feira, 2 de abril de 2012

Lançamentos: Picape Amarok Automática

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Veículo que marcou a entrada da VW no segmento de picapes médias ganha câmbio automático de oito marchas e motor mais potente que usa Diesel S-50
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Dia 30 de março, a Volkswagen reuniu a imprensa especializada brasileira em Guarulhos (SP), e apresentou sua picape média equipada com câmbio automático de 8 marchas.
Segundo divulgado pela fabricante, as oito velocidades possibilitaram aos engenheiros ampliar a distância entre as relações da primeira e da oitava marchas em relação às transmissões automáticas convencionais.

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Graças a esta maior amplitude, o motor TDI trabalha de forma ainda mais eficiente, sempre dentro do regime de rotações ideal, e é mais econômico e ágil. A oitava marcha foi configurada como “overdrive”, para operar com o motor em rotação reduzida sempre que as condições de terreno e aceleração permitirem, economizando combustível.

A primeira marcha foi calculada para esforços acima do normal, como no uso off-road, para arrancar com carga em subidas íngremes ou quando o veículo é usado para reboque. Como na versão manual, a Amarok automática e tração 4MOTION dispensam a necessidade de engrenagens de redução.

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O motor passou por modificações, foram feitas atualizações do software de controle e alterações nos turbocompressores. O novo 2.0L biturbo TDI agora entrega 180 cv e torque máximo de 42,8 kgfm (o anterior tinha 163 cv e torque de 40,7 kgfm), assim, a capacidade de reboque aumentou para 2.860 kg.

Este propulsor atende as normas da fase L6 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) para veículos a diesel. A adequação à nova regulamentação foi obtida com a introdução de um filtro de partículas (DPF – diesel particulate filter), que reduz o nível de emissões de material particulado.

Os motores L6 devem ser alimentados somente com diesel do tipo S-50, disponibilizado nos postos de serviço desde janeiro deste ano. Os proprietários serão orientados no manual do veículo e no bocal do tanque de combustível sobre a necessidade da utilização do combustível.

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De série, a picape média da VW traz airbags frontais e freios ABS, o exclusivo ABS para a função off-road. As versões Highline e Trendline podem contar opcionalmente, com o sistema ESP – Programa Eletrônico de Estabilidade –, Controle Automático de Descida (HDC) e Assistente para Partida em Subida (HSA). O ELD (bloqueio eletrônico do diferencial), que contribui para a estabilidade do veículo, é standard em toda a linha.

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A suspensão dianteira é do tipo independente, com braço duplo transversal e mola helicoidal, o diâmetro da barra estabilizadora é de 28 mm. Na traseira usa eixo rígido e molas de três lâminas, com câmbio manual são cinco lâminas.

Com preço sugerido para venda de R$ 135.990, a VW Amarok com câmbio automático de oito marchas só é comercializada na versão topo de linha Highline e já é encontrada nas revendas autorizadas da marca.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Grand Siena é capa da Autoesprte

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A Revista Autoesporte traz em destaque o novo carro da Fiat. Para apresentar aos leitores as novidades do modelo, a publicação realizou um extenso comparativo com outros seis carros da categoria.

As oito páginas de comparação, inseridas na seção Aceleramos, trazem um panorama completo ao leitor, servindo de orientação na hora da escolha.
O lançamento do novo modelo, segundo a publicação, chega para não deixar a montadora para trás em um momento em que concorrentes como Chevrolet Cobalt e Nissan Versa acabam de chegar às concessionárias. A Fiat afirma ter investido R$ 700 milhões no projeto que originou o Grand Siena.

A reportagem testou três versões do novo sedan: motor 1.4; motor 1.6 e motor 1.6 Dualogic – câmbio automatizado. Os motores e as transmissões são os mesmos do hatch, com a diferença de que não haverá versão 1.0.

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A edição de abril traz também uma matéria sobre o museu Casa Enzo Ferrari, o novo templo de veneração do turismo automotivo. O local foi construído onde em outra época havia sido o sobrado da família Ferrari, na cidade de Módena, ao norte da Itália.

GRANDE NO BOM SENTIDO

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaNão é à toa que a Fiat consegue, em ambiente de alta concorrência entre marcas de todas as origens, sustentar liderança de vendas entre automóveis e comerciais leves. O novo Grand Siena chegou, entre outros objetivos, para fortalecer as marca no segmento específico de automóveis, em que tem posição algo frágil em relação à Volkswagen e à GM. A empresa italiana, no Brasil, conta com a força da picape Strada para se manter no topo dos segmentos somados, mas isso poderia não ser suficiente no futuro.

Um dos méritos do Grand Siena é ter-se desvinculado da imagem de versão de três volumes do Palio, que mantinha desde a primeira geração, de1997. O chassi se baseia no do novo Palio, mas com amplas modificações em dimensões externas, bitolas e até do eixo traseiro com elementos do Punto. Preços vão de R$ 38.710 a R$ 52.137, essa incluindo o câmbio robotizado.

Trata-se agora de um sedã compacto anabolizado (no bom sentido) da mesma cepa do Cobalt, do Versa e de certo modo do Logan, este investindo mais no fator preço. O modelo da Fiat cresceu 14 cm tanto no entre-eixos como no comprimento total, aproximadamente. Isso permitiu apor uma terceira janela na coluna traseira sem parecer algo forçado, além de obviamente melhorar o espaço para as pernas no banco traseiro. Nesse quesito, porém, ainda perde para o Cobalt.

O carro segue a tendência atual de vincos laterais alinhados às maçanetas. A grade dianteira não é muito inspirada (inclusive pelo exagerado aplique cromado na versão de topo Essence), mas o desenho do spoiler, sim. Traseira muito bem resolvida continua sem lanterna de neblina. Quando equipado com rodas de aro de 16 pol, o estepe tem limitação de uso a recomendados 80 km/h. Porta-malas cresceu de 500 para 520 litros.

Motores de 1,4 l/88 cv e 1,6l/117 cv não são novidades. O de 1,0 l ficou restrito ao Siena EL de carroceria antiga e preço agora reduzido em pouco mais de R$ 1.000, pois a direção assistida se tornou opcional. Destaques do Grand Siena: nítida evolução em dirigibilidade, comportamento em curvas e evolução do câmbio automatizado. Sem dúvida haverá influência negativa nas vendas do Linea que, na verdade, nunca decolaram pelo posicionamento errado de mercado.

Entre pontos fracos estão a regulagem de altura do banco só na versão mais cara, o que também ocorre no controle de cruzeiro restrito ao câmbio automatizado. Regulagem elétrica dos espelhos externos junto à coluna dianteira só não incomoda quem possui braços desproporcionalmente longos. Faltam luzes laterais repetidoras nas carcaças dos espelhos.

Assunto no lançamento do Grand Siena foi a produção brasileira do sedã médio-compacto Dodge Dart, à venda nos EUA em meados do ano. A Fiat constrói uma fábrica nova em Goiana (PE) e, conforme a coluna antecipou, primeiro produto não será o subcompacto para suceder o Mille. Italianos optaram por um utilitário esporte pequeno para enfrentar EcoSport, Duster e outros futuros rivais. A necessária versão Fiat do Dart, escolhida para o Brasil, seguirá diretrizes (não iguais) do mesmo carro a se produzir na China, com apresentação em abril no Salão de Pequim, e nome de Viaggio.

RODA VIVA
SEDÃ médio-compacto da JAC, o J5 aposta na relação preço-benefício. Mas nesse segmento o apelo é relativo. O modelo chinês não oferece câmbio automático, previsto para 2013. Ao preço de R$ 53.880, exige adicionais para banco de couro e rodas de 17 pol. Aspecto externo é seu ponto alto, seguido por interior espaçoso e bom porta-malas de 460 litros.

MOTOR do J5, em alumínio, tem bons 125 cv. Porém, como a cilindrada é de apenas 1,5 l, torque se limita a 15,5 kgf•m, desvantajoso em relação aos rivais. Assistência hidráulica deixa a direção algo imprecisa em estrada. Suspensão é firme e um pouco ruidosa. No interior fica nítido: um carro simples que recebeu toques artificiais de sofisticação.

MINI Roadster comprova a estratégia positiva de diversificar ao máximo a linha da marca inglesa do Grupo BMW. Apesar de conversíveis terem baixa atratividade no Brasil, o modelo destaca-se pela oferta de motor turbo de 184 cv, na versão Cooper S. Faixa de preço de R$ 132.900 a R$ 144.950, com capota de lona de abertura manual. Adiante, abertura elétrica.

CENTRO de Psicologia Aplicada ao Trânsito (Cepat), de Salomão Rabinovich, em São Paulo, lançou programa de prevenção de acidentes e mortes no trânsito. “É preciso muito respeito para convivência entre pedestres, bicicletas, motocicletas, automóveis e caminhões. Toda a sociedade é vítima, quadro agravado por consumo de álcool, drogas e doenças do sono.”

SEGUNDA família de pneus Michelin, de alta eficiência na diminuição de consumo de combustível, demonstra que os fabricantes do setor estão engajados nesse objetivo. O Energy XM2 acrescentou mais uma característica, resistência a impactos, que no caso do Brasil é um verdadeiro flagelo com obstáculos físicos (buracos) e criados (lombadas) de toda ordem.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Fiat lança ovo de páscoa com miniatura do 500

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A Fiat firmou parceria com a Top Cau e juntas lançaram o Ovo 500. A edição especial é composta por um ovo de chocolate de 270g e uma miniatura do Novo Fiat Cinquecento, disponível em quatro cores (preto, branco, amarelo e vermelho), acompanhados de uma embalagem personalizada com o conceito do carro.

O ovo é distribuído pela Top Cau, empresa especializada no desenvolvimento, produção e comercialização de produtos de chocolate de alta qualidade. Ele é feito com chocolate ao leite, amendoim, castanha de caju e avelã, recheado com bombom de cereja negra. A edição Especial de Páscoa está à venda com exclusividade nas Lojas Americanas das principais praças do país.
Preço sugerido de venda: R$30,00

Transit ganha prêmio no Reino Unido

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A Ford Transit foi eleita Van do Ano 2012 no Reino Unido pelo principal site especializado daquele mercado, venceu também nas categorias de melhor furgão curto e melhor van de passageiros.
Segundo divulgado pela Ford, este veículo comercial leve é líder de vendas há mais de 40 anos na Europa, e avança em participação no mercado brasileiro.

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A linha Transit é vendida no Brasil nas configurações furgão curto, furgão longo, chassi-cabine e van de passageiros. Todas vêm equipadas de série com airbag para o motorista, freio a disco nas quatro rodas com ABS e distribuição eletrônica de frenagem, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistência de partida em rampa, baterias duplas que evitam panes elétricas, sistema PATS de proteção antifurto e rádio CD-player com comandos na coluna de direção.

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A van da Ford é equipada com motor Duratorq 2.4 L turbodiesel, de 115 cv, câmbio de seis marchas e tração traseira. Suas versões furgão contam com capacidades de carga de 7,5 m3 (1.400 kg) no modelo curto e 11,3 m3 (1.420 kg) no modelo longo. A Transit chassi-cabine comporta baú de até 20,3 m3. Já a van de passageiros transporta 13 pessoas, além do motorista, com cintos de segurança de três pontos em todos os bancos.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Lançamentos: Fiat Grand Siena

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Com design renovado, o sedã compacto da Fiat passa a chamar Grand Siena ele ficou maior, mais equipado, com duas opções de motor, câmbio e ainda pode usar GNV
Por: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
No Chile, dia 23 de março, a Fiat Automóveis reuniu a imprensa especializada brasileira e da América do sul para mostrar o Grand Siena. O sedã compacto que chegou ao mercado nacional em 1997 conquistou 813 mil unidades vendidas até o final de 2011. 

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Para continuar com números expressivos, a fabricante promoveu várias modificações no carro. Foi desenvolvida uma nova arquitetura, que deixou o modelo maior. No comprimento ele tem 4290 mm, 134 mm mais comprido que o da geração anterior. Sua largura é de 1.700 mm, 61 mm a mais, a altura é de 160 mm, 53 mm mais alto, e a distancia entre os eixos é de 2511mm, ou seja, 137 mm maior que do outro sedã.

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A capacidade volumétrica do porta-malas também aumentou de 500 para 520 litros.
Em todas as versões sai de fábrica equipado com direção hidráulica, air bag duplo frontal e freios ABS com EBD.

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A suspensão dianteira é do tipo McPherson, a traseira usa eixo de torção com rodas semi-independentes semelhante a usada no Punto, ambas fornecidas pela Magneti Marelli e com ajustes e calibragens diferentes das usadas no modelo anterior, aliás, eles não compartilham peças de reposição na parte de undercar.

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A versão de entrada é a Attractive, usa motor Fire 1.4 EVO, com gasolina entrega potência máxima de 85 cavalos e torque de 12,4 kgfm a 3.500 rpm. Ao usar etanol a potência é de 88 cv e torque de 12,5 kgfm a 3.500 rpm, seu preço sugerido para venda é de R$ 38.710.

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Ainda com propulsor 1.4L a fabricante disponibiliza a opção Tetrafuel a qual pode ser abastecida com etanol, gasolina ou GNV (gás natural veicular). Ele vem equipado com ar condicionado, direção hidráulica, travas elétricas, ABS e air bag duplo, o custo é de R$ 48.210 e deve ser procurada por taxistas. 

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A opção Essence vem equipada com os itens da Attractive e ainda, ar condicionado, rodas de liga leve 16 polegadas, banco do motorista com regulagem de altura e piloto automático. Custa R$ 43.470 (câmbio manual)/ R$ 45.900 (Dualogic) e seu motor é o E.torQ 1.6L 16V com 115 cv (G)/ 117 cv (E) e torque máximo de 16,2 kgfm a 4.500 rpm ao usar gasolina e 117 cv abastecido com Etanol. O torque é de 16,2 kgfm (G)/ 16,8 kgfm (E) a 4.500 rpm.

E o modelo da geração anterior continua em linha, porém, seu preço foi reposicionado, a versão EL 1.0L passa a custar R$ 31.180 e a EL 1.4L baixou para R$ 33.300.
*O jornalista Edison Ragassi viajou para o Chile a convite da Fiat Automóveis

Aceleradas: GP Malásia - Santa Chuva!

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De maneira surpreendente, Fernando Alonso conduziu a Ferrari para sua primeira vitória. Bruno Senna marcou seus primeiros pontos e o fato negativo, Felipe Massa chega em 15º

De novo, logo após os treinos classificatórios para o GP da Malásia em Kuala Lumpur, a impressão é de que teríamos domínio total das McLarens, pois Lewis Hamilton e Jenson Button marcaram primeiro e segundo lugar respectivamente e Michael Schumacher (Mercedes-GP) saia na terceira colocação.

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Como já é tradição, a chuva chegou ao circuito de Sepang bem na hora da largada, o que obrigou os pilotos a colocar os pneus intermediários.
Apagadas as luzes vermelhas, após seis voltas, a prova foi interrompida por que a chuva ficou muito forte e neste momento já tinha uma surpresa, o mexicano Sergio Pérez (Sauber) estava na terceira posição.

Depois de 50 minutos, a relargada aconteceu com os carros andando atrás do safety car, que saiu da pista na 14ª volta. Hamilton foi para os boxes, e levou junto Alonso. A McLaren falhou na troca e o espanhol aproveitou para assumir a liderança, seguido por Perez.

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Narain Karthikeyan (Hispania) teve papel fundamental nesta vitória da Ferrari. O indiano atrapalhou Button e Sebastian Vettel (RBR), ambos perderam muitas posições, o alemão abandonou na última volta quando estava em 12ª lugar.

Uma boa prova fez Bruno Senna (Williams), o brasileiro ultrapassou, brigou por posições e terminou em sexto lugar, marcando em uma corrida mais pontos do que a equipe conseguiu na temporada passada inteira.

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E Felipe Massa, mais uma vez brigou com o carro, errou na estratégia de trocas de pneus e sua Ferrari não andava. Resultado, enquanto Alonso correu mais que o carro, Felipe amargou uma frustrante 15ª posição.
A imprensa italiana esta pressionando a equipe para trocar o brasileiro, já fez até pesquisa para apontar o substituto, e pasme, a torcida quer a volta de Rubens Barrichello no segundo carro do time. E cá pra nós, a capacidade de Barrichello em acertar carros cairia muito bem neste delicado momento por qual passa a equipe.

Para aqueles que acreditam, que a Ferrari não vai dispensar o brasileiro antes do final do contrato é melhor esperar. O time de Maranello demitiu o francês Alain Prost, com três títulos mundiais, na véspera do GP da Austrália de 1991 e passou o ano de 1992 pagando o alto salário do campeão, sem ele nem sequer passar pela porta dos boxes. 

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No final, Alonso foi pressionado por Pérez, mas usou toda sua experiência e capacidade de pilotar para superar o adversário, que nas suas tentativas de ultrapassagens até saiu da pista, mas conseguiu manter a primeira segunda colocação da história da equipe na F-1.
Marcaram pontos no GP da Malásia:
1º - Fernando Alonso

2º-  Sergio Pérez

3º-  Lewis Hamilton

4º - Mark Webber

5º-  Kimi Raikkonen

6º-  Bruno Senna

7º-  Paul di Resta

8º-  Jean-Éric Vergne

9º-  Nico Hulkenberg

10º-  Michael Schumacher

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A F-1 agora tem uma pausa de três semanas e volta dia 15 de abril no GP da China, em Xangai. Neste período, as equipes trabalham em suas fábricas e prometem melhorar, vamos aguardar!

Rapidinhas
Vencemos, mas...
Uma vitória sempre é bom para apaziguar os ânimos, mas Fernando Alonso sabe que os problemas não acabaram. "Acho que não muda nada, para ser honesto. Estamos em uma posição que não queremos, estamos lutando para entrar no Q3 e, em seguida, lutando para marcar alguns pontos. Queremos lutar por pole positions, vitórias, mas nas duas primeiras corridas não encontramos nosso ritmo", declarou o vencedor do GP da Malásia.

Bendita chuva
Bruno Senna comemorou a sexta posição como se fosse uma vitória, mas ele tem consciência que se não chovesse o resultado seria outro. "Meu carro estava bom nas duas condições da pista, mas é claro que seria muito mais difícil avançar na corrida no seco”, afirmou o piloto.

E Massa lamenta!
O brasileiro Felipe Massa tem seu pior inicio de temporada em toda sua história na Ferrari, são duas corridas que ele não marca pontos. "Optamos por seguir o que Rosberg estava fazendo, como ele também estava aparentemente sofrendo com seus pneus, mas não deu certo e nós perdemos muito tempo com essa parada extra, dado que os outros permaneceram na pista por algumas voltas antes de mudar para os pneus secos", declarou admitindo o erro de estratégia.