quinta-feira, 12 de abril de 2012

Os bastidores da campanha ‘Chama a Neosa’

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O programa Avesso acompanhou os bastidores da nova campanha da Neosaldina “O Brasil chama a Neosa”, e traz agora as curiosidades da campanha que apresentou por meio  do humor as funcionalidades da marca.

Foram produzidos dois filmes diferentes: O Coco, gravado em Olinda (PE) e Pamonha, gravado em São Paulo. Para cada um dos filmes foram montadas farmácias desenhadas especialmente para a campanha, de forma a ilustrar as diferenças existentes entre as regiões brasileiras. “A ideia era mostrar essa diversidade contida no slogan da campanha:

‘O Brasil chama a Neosa’. Por isso, precisávamos trabalhar em cenários diferentes para as pessoas poderem se identificar”, explicou a diretora de marketing OTC, Laís Rosin para a equipe do Avesso.
http://www.avessotv.com.br/bastidores-brasil-chama-a-neosa-neosaldina.html

Portal para reparadores

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O Sindirepa – SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo) e a House Press Propaganda lançaram o portal Oficina Ideal (www.oficinaideal.com.br), na 3ª Automec Pesados & Comerciais – Feira Internacional Especializada em Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados e Comerciais, que acontece até 14 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

“O novo portal disponibiliza diversos recursos que levará ao setor não só desenvolvimento profissional, mas também aperfeiçoamento empresarial”, afirmou Antonio Fiola, presidente da entidade. Ainda segundo ele, a nova ferramenta irá integrar os reparadores de veículos de todo o País, e formar uma comunidade dedicada ao compartilhamento de boas práticas e soluções mais eficazes.

No Diretório de Fornecedores, é possível encontrar fabricantes e fornecedores de autopeças, componentes, equipamentos e insumos voltados para a montagem, operação e administração de oficinas, além de fornecedores de serviços dedicados ao setor.

Há também o Blog da Oficina, o Painel Interativo e artigos regularmente disponibilizados por especialistas.
O internauta pode utilizar uma ferramenta inovadora no portal - a Visita Virtual 3D, que permite acessar as instalações, os equipamentos e os serviços que compõem uma oficina ideal.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Lançamentos: Chevrolet Cruze Hatch

DSC_4980Fabricado na mesma arquitetura do sedã, a versão dois volumes usa também o mesmo motor, câmbios e calibragem de suspensões
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Em São Caetano do Sul (SP), a General Motors do Brasil, reuniu a imprensa especializada nesta segunda-feira e mostrou o Cruze Hatch.
O carro é fabricado na mesma arquitetura do Cruze sedã e foi batizado como Chevrolet Cruze Sport6, para sacramentar a esportividade do modelo e que é equipado com câmbio de seis marchas.

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No visual dianteiro, o hatchback comparado ao sedã, ganhou detalhes cromados em volta dos faróis de neblina e um novo desenho na parte baixa do para-choque.

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Ao observar as laterais, a curvatura do teto se estende desde o para-brisa até os pilares traseiros, nas duas versões as rodas são de liga leve, aro 17 e pneus 225/50 R17.

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E a traseira, a versão hatch é 9 centímetros menor que o sedã, tem grandes lanternas com duas formas circulares niveladas a superfície da carroceria e o vidro inclinado. 
Também modelo Global, foi desenvolvido pelo time de designers baseado na Coréia, mas recebeu sugestões de outros centros de design da GM no mundo, sediados na Alemanha, Estados Unidos, Austrália e Brasil.

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O interior segue o conceito ‘dual cockpit’, desenvolvido para aproximar o condutor e o passageiro. Os mostradores usam luz com fundo azul, no centro do painel uma tela de 7 polegadas que mostra as funções do sistema de entretenimento, inclusive o navegador. Abaixo, foram colocados os comandos do ar-condicionado e são duas as opções de acabamento dos bancos tecido ou couro.

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Equipado com o propulsor 1.8 litro Ecotec6, fabricado na Hungria, entrega 144 cavalos quando abastecido com etanol e 140 cv ao usar gasolina, a 6.300 rpm. O torque máximo é de 18,9 kgfm (E) /17,8 kgfm (G), disponível a 3.800 rpm. Ele é montado com cabeçote de duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT). O tempo de abertura das válvulas de admissão e de escape tem variação e o coletor de admissão também é variável. As bielas são forjadas, ao invés de fundidas, o cabeçote (feito de alumínio, assim como o cárter) e bloco contam com galerias internas para refrigeração especialmente desenhadas de modo que a temperatura no cabeçote seja menor, permitindo maior avanço de ignição, tudo isso para obter menor consumo.

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A direção é de pinhão e cremalheira assistida eletricamente e a transmissão pode ser manual ou automática, opção de mudanças no modo sequencial, ambas de 6 velocidades.

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A suspensão dianteira é do tipo McPherson e, segundo a fabricante, tem molas com um formato especial, buchas hidráulicas que fixam os braços inferiores da suspensão ao subchassi e a traseira é do tipo Z-link, um sistema composto de barra de torção especial com perfil em ‘U’, construído com duas camadas.

Os freios são a discos nas quatro rodas, os dianteiros ventilados e traseiros sólidos. O sistema ABS possui a distribuição eletrônica de frenagem e os controles de tração e estabilidade são itens de série em qualquer versão.
As peças de reposição são as mesmas tanto no modelo hatch quanto no sedã, o que facilita para o comprador na hora de realizar revisões e manutenções.

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O novo hatch da Chevrolet tem comprimento de 4.510 mm, distância entre- eixos de 2.685 mm e a largura total é de 2.098 mm. O porta-malas recebe 402 litros e o tanque de combustível 60, 3 litros.

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A versão LT manual tem preço sugerido para venda de R$ 64.900, a automática custa R$ 69.900, usa bancos revestidos em couro. Ambas são equipadas de série com: air bags duplo e laterais, faróis e lanterna de neblina, controles de tração e estabilidade, ar-condicionado eletrônico com AQS, computador de bordo, retrovisor interno eletrocrômico, externos elétricos com desembaçador, vidros elétricos, volante com comandos para acessar as funções do sistema de som, piloto automático e viva-voz através de Bluetooth, central multimídia com sistema de som AM/FM stéreo, CD Player, MP3, USB, entrada auxiliar e seis alto-falantes.

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Já a versão LTZ com câmbio manual custa R$ 77.400 e a automática R$ 79.400, ambas com bancos em couro e teto solar de fábrica. Além dos itens da LT vem com: retrovisores externos com rebatimento elétrico, air bag de cortina, sensor crepuscular, rodas 17 com design exclusivo, sensor de estacionamento, acionamento do motor através de interruptor Start-Stop no painel, central multimídia com tela LCD de sete polegadas e Navegador GPS integrado com sistema de som AM/FM stereo, CD player, MP3, USB e entrada auxiliar.

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A expectativa da General Motors do Brasil é de comercializar 13 mil unidades/ ano do Chevrolet Cruze Sport6, e a exemplo do que ocorre com o sedã, a maioria equipados com o câmbio automático.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FALSO DILEMA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaA chamada Lei Seca, que procura inibir o ato de dirigir sob efeito de álcool ou de substâncias entorpecentes, sofreu um rude golpe depois da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na semana passada, confirmou a interpretação constitucional de que ninguém é obrigado a se submeter ao teste do bafômetro ou ao exame de sangue porque estaria produzindo provas contra si mesmo, em caso de responder a processo criminal.

Dois fatos precisam ficar claros. Primeiramente, não há Lei Seca no Brasil porque se estabeleceu um limite mínimo de tolerância de 0,2 grama de álcool por litro de sangue. Entre 0,2 g/l e 0,6 g/l o motorista recebe multa de R$ 957,00 e tem a carteira de habilitação suspensa por até um ano. São referências bastante rígidas, no mesmo nível de outros 20 países. Se o motorista exceder o limite superior, comete crime e é processado, mas a partir de agora lhe fica assegurado pelo STJ o direito de recusa aos testes.

O segundo fato é que, mesmo se negando a qualquer avaliação legal, o infrator hoje já sofre penalidades pecuniárias e administrativas acima descritas. Mas quem realmente abusou dos limites fica livre da cadeia, o que inviabiliza o ponto mais forte da lei. O STJ culpou a redação, aprovada pelo Congresso em 2008, ao estabelecer o escalonamento alcoólico. Os juízes protagonizaram votação apertada, cinco votos a quatro.

Diversos juristas discordam, pois provas testemunhais, fotografias ou vídeos são válidas diante de algo tão grave. Sinais notórios de embriaguez (hálito forte, confusão mental, desequilíbrio espacial, fala prejudicada, olhos avermelhados) deveriam levar o motorista, no mínimo, a dormir uma noite na cadeia e, depois de processado, cumprir pena em regime fechado.

Países como os EUA resolveram esse impasse. A maioria dos 50 estados impõe a concordância aos testes químicos (bafômetro, sangue ou urina) para receber a carteira de habilitação. O consultor Rexford Parker informou à coluna que as tentativas de apelar para a Constituição foram rechaçadas. “Mesmo quem bebeu um só copo de cerveja submete-se ou a carteira é suspensa no mínimo por 90 dias. Alguns estados decretam a prisão em flagrante de quem recusar o teste quando há acidente, está acima da velocidade, transporta menores de idade ou recebeu condenação anterior por dirigir sob influência de álcool ou drogas.” Na França, se o motorista repudiar o bafômetro, exame de sangue se torna obrigatório.

O Congresso Nacional movimenta-se para reformular a lei e já se fala em tolerância zero, a exemplo do que ocorre no Japão, Suécia e Noruega, ou seja, nenhuma concentração de álcool no sangue, uma verdadeira Lei Seca. Testemunhas durante as blitze seriam suficientes. Mas o motorista poderia solicitar o uso do bafômetro, dessa vez como prova de defesa e não de autoacusação.

Por outro lado, parece injusto punir da mesma forma quem ingeriu um ou dez copos de bebida alcoólica. Vários países têm limites um pouco superiores a 0,6 g/l, mas isso é menos relevante. O que não pode continuar é o falso dilema de produzir prova contra si mesmo. Se a Lei (totalmente) Seca for a única forma de resolver, que venha.

RODA VIVA

LISTA organizada por um blog na Austrália apontou os 100 modelos mais vendidos no mundo. Corolla teria liderado com 1,142 milhão de unidades em 2011. Porém, sob critérios discutíveis. Todos os Corollas estão juntos, inclusive versões hatch (Auris, na Europa; Matriz, nos EUA). Mas Golf e Jetta, por exemplo, hatch e sedã do mesmo modelo, somaram 1,559 milhão.

CONFORME antecipou a coluna, a Honda começou a construir agora nova fábrica México. Produzirá o Fit, a partir de 2014, para exportação aos EUA e todas as Américas. Significa que se o modelo passar a vir do México ao Brasil, libera espaço na unidade de Sumaré (SP) para o futuro compacto da marca japonesa. Sem a necessidade de construir novas instalações industriais.

AMAROK com inédito câmbio automático de oito marchas torna-se referência no segmento de picapes médias. Vai além, ao adotar sistema 4x4 permanente, cujo diferencial central Torsen distribui tração entre os eixos dianteiro e traseiro, conforme o uso exigir. Terceiro item exclusivo é freio ABS para superfícies não pavimentadas. Desempenho fora de estrada impressiona.

VOLTA da picape pesada Ram (ex-Dodge), importada do México, comprova interesse da Chrysler no mercado brasileiro. Única no segmento e oferecida por R$ 150.000. Preço muito competitivo, considerando 30% adicionais de IPI, nível de equipamentos e novo motor diesel de 310 cv e torque de 84 kgf.m que dá inveja a caminhão. Aliás, para dirigi-lo só com carteira de camioneiro.

CHERY assumiu operações de importação de todos seus modelos da China, antes de responsabilidade da empresa paulista Venko. Decisão se deve à integração com a fábrica que constrói em Jacareí (SP), prevista para o segundo semestre de 2013. Rely, subsidiária de veículos comerciais da Chery, ficará com a Venko.
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fernando@calmon.jor.br e
www.twitter.com/fernandocalmo

Comparativo: Palio Weekend Adventure/ Space Cross

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Com visual robusto e esportivo o Palio Weekend Adventure inaugurou o segmento dos aventureiros urbanos e hoje enfrenta a concorrência do Space Cross  
Por: Edison Ragassi
Fotos: Estúdio Prána
Durante anos, os veículos com carroceria station wagon eram vistos no mercado nacional como familiares, tanto que até receberam o apelido de ‘perua’.

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Isso mudou em 1999, quando a Fiat lançou o Palio Weekend Adventure, veículo de carroceria station, visual fora de estrada, sem a tração 4X4, mas com o mesmo padrão de conforto de um carro de passeio. O conceito agradou o consumidor, assim, o veículo evoluiu, ao longo dos anos recebeu atualizações e novas mototizações.
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Tradicional no segmento station (quem não se lembra da Variant?), a Volkswagen lançou no ano passado um veículo concorrente do bem sucedido produto da Fiat, o SpaceCross.

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O aventureiro da Fiat é fabricado em Betim (MG) tem comprimento de 4.237 mm e largura de 1.639mm. Sua distância entre os eixos é de 2.437 mm, a altura é de 1.515 mm e a capacidade volumétrica do porta-malas é de 460 litros.

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Enquanto que o VW é produzido na Argentina, seu comprimento é de 4.187 mm, com largura de 1.904mm, distância entre-eixos de 2.469 mm, altura de 1.591 mm e porta-malas de 430 litros.

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No Palio Weekend Adventure, a fabricante de Minas Gerais usa o propulsor 1.8 16V E.TorQ, com potência de 132 cv (E)/ 130 cv (G) a 5.250 rpm e torque de 18,9 kgfm (E)/18,4 kgfm (G) a 4.500 rpm. 

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Para o Space Cross, a VW optou pelo motor 1.6 8V VHT Total Flex, que entrega 104 cv (E) e 101 cv (G). Seu torque máximo é de 15,4 kgfm(G) e 15,6 kgfm(E) a 2.500 rpm. 
Nos dois modelos há opção de câmbio manual, ou automatizado de 5 marchas. Em comum o fornecedor do sistema, a Magneti Marelli.
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Ambos usam suspensão independente tipo McPherson na dianteira. O sistema traseiro do Adventure tem rodas independentes, eixo de torção e barra estabilizadora e no Space Cross é interdependente com braços longitudinais.
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Os freios que equipam o Palio Adventure são a disco ventilado com diâmetro de 284 mm, e a tambor de 228 mm na traseira. A VW oferece em seu carro discos ventilados dianteiros, eles têm diâmetro de 280 mm e marcação para mostrar o momento certo de obstiná-los e o tambor traseiro é de 200 mm. A direção hidráulica é item de série nas duas stations, assim como o ar-condicionado.

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Com preço sugerido para venda de R$ 54.580, o Palio Adventure  sai de fábrica com: bússola e inclinômetros longitudinal e transversal, computador de bordo, faróis de neblina e de profundidade, HSD (High Safety Drive) – air bag duplo (motorista e passageiro) e ABS com EBD, retrovisores externos elétricos, rádio CD MP3/WMA integrado ao painel com RDS, rodas de liga leve 5.5 x 15", protetor de cárter, travas elétricas e automáticas das portas a 20 km/h, entre outros itens. O sistema Locker é opcional e custa R$ 1.549,00, ele atua no diferencial para auxiliar a rodagem em piso de terra e lama. Com câmbio automatizado Dualogic o preço é de R$ 56.570.
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O Space Cross com câmbio manual tem preço sugerido para venda de R$ 58.735, ele sai da fábrica com: alarme e imobilizador eletrônico, air bag para motorista e passageiro, auxílio de estacionamento, faróis de neblina, gaveta sob o banco do motorista, rodas de liga leve 6J x 15, entre outros. E com transmissão automatizada I-Motion ASG (Automated Sequential Gearbox) o custo é de R$ 61.460.
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Colaboraram:
Volkswagen do Brasil, Fiat Automóveis, Concessionária Volkswagen Green Automóveis- Giovanni e Concessionária Fiat Itavema Itália- Moema

Custos de peças e serviços
Fiat Palio Adventure
Amortecedor dianteiro:   R$ 235,00 cada
Custo do serviço:    R$ 75,60 cada lado
Amortecedor traseiro: R$ 169,53  cada
Custo do serviço:       R$ 75,60
Disco de freio dianteiro: R$ 197,91 cada
Custo do serviço:   R$ 151,20
Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 270,99
Custo do serviço:      R$ 151,20
Jogo de lonas traseiras: R$ 365,49
Custo do serviço:   R$ 94,50
Óleo do motor/ Litro:  R$ 37,79 Litro
Custo do serviço:        R$ 56,70
Filtro de óleo:     R$ 34,14
Custo do serviço:R$ 56,70
Filtro de ar   R$ 47,26
Custo do serviço:: R$ 66,15
Filtro de combustível: R$ 14,83
Custo do serviço:       R$ 66,15
Filtro anti-polén:    R$ 97,80
Custo do serviço:   R$ 47,25
Jogo de velas:      R$ 90,52  Jogo
Custo do serviço:  R$ 47,25

VW Space Cross 1.6 Total Flex
Amortecedores dianteiros: R$ 451,26 - Cada
Serviço:     R$ 308,00  
Amortecedores traseiros: R$ 547,06 - Cada
Serviço:     R$ 154,00 
Discos de freios dianteiros: R$ 178,00 - Cada
Serviço: R$ 98,00
Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 366,00
Serviço:  R$  98,00
Lonas de freios traseiras: R$ 167,00 - jogo
Serviço: R$ 154,00
Óleo: R$ 29,31 - litro
Serviço: R$ 70,00
Filtro de óleo: R$ 17,20 - Cada
Serviço: Em conjunto com a troca de óleo
Filtro de ar: R$ 26,53 - Cada
Serviço: R$ 42,00
Filtro de combustível: R$32,56
Serviço: R$ 42,00
Filtro anti-polén: R$ 24,82 - Cada
Serviço: R$ 28,00
Velas: R$ 72,00 - jogo
Serviço: R$ 98,00

Avesso no Congresso TV 2.0

O Auto Agora ganhou como parceiro o programa Avesso. Ele esteve presente na 7ª edição do Congresso TV 2.0,  realizado pela Converge Comunicações no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

Para a edição de 2012, o Congresso abordou as principais tendências em plataformas de vídeo, TVs conectadas e everywhere, além de questionar o ecossistema dos aplicativos.

A equipe do Avesso entrevistou diretores e gerentes de grandes empresas de audiovisual e tecnologia, além de representantes das empresas fabricantes de dispositivos de vídeo e traz agora todas as novidades do atual mercado de telecomunicação.

André Mermelstein, diretor da Converge Comunicações, explicou à equipe do Avesso os principais temas que estavam em debate no evento, “O Congresso TV 2.0 é um evento que realizamos há oito anos. Estamos vendo o consumo de vídeo pelas redes digitais, pelas redes IP, crescendo grandemente no mundo inteiro e vários serviços surgindo e é isso que estamos discutindo aqui.”
Confira os bastidores do evento e a opinião desses e outros profissionais em:
http://www.avessotv.com.br/congresso-tv-20-2012.html

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Lançamentos: Picape Amarok Automática

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Veículo que marcou a entrada da VW no segmento de picapes médias ganha câmbio automático de oito marchas e motor mais potente que usa Diesel S-50
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Dia 30 de março, a Volkswagen reuniu a imprensa especializada brasileira em Guarulhos (SP), e apresentou sua picape média equipada com câmbio automático de 8 marchas.
Segundo divulgado pela fabricante, as oito velocidades possibilitaram aos engenheiros ampliar a distância entre as relações da primeira e da oitava marchas em relação às transmissões automáticas convencionais.

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Graças a esta maior amplitude, o motor TDI trabalha de forma ainda mais eficiente, sempre dentro do regime de rotações ideal, e é mais econômico e ágil. A oitava marcha foi configurada como “overdrive”, para operar com o motor em rotação reduzida sempre que as condições de terreno e aceleração permitirem, economizando combustível.

A primeira marcha foi calculada para esforços acima do normal, como no uso off-road, para arrancar com carga em subidas íngremes ou quando o veículo é usado para reboque. Como na versão manual, a Amarok automática e tração 4MOTION dispensam a necessidade de engrenagens de redução.

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O motor passou por modificações, foram feitas atualizações do software de controle e alterações nos turbocompressores. O novo 2.0L biturbo TDI agora entrega 180 cv e torque máximo de 42,8 kgfm (o anterior tinha 163 cv e torque de 40,7 kgfm), assim, a capacidade de reboque aumentou para 2.860 kg.

Este propulsor atende as normas da fase L6 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores) para veículos a diesel. A adequação à nova regulamentação foi obtida com a introdução de um filtro de partículas (DPF – diesel particulate filter), que reduz o nível de emissões de material particulado.

Os motores L6 devem ser alimentados somente com diesel do tipo S-50, disponibilizado nos postos de serviço desde janeiro deste ano. Os proprietários serão orientados no manual do veículo e no bocal do tanque de combustível sobre a necessidade da utilização do combustível.

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De série, a picape média da VW traz airbags frontais e freios ABS, o exclusivo ABS para a função off-road. As versões Highline e Trendline podem contar opcionalmente, com o sistema ESP – Programa Eletrônico de Estabilidade –, Controle Automático de Descida (HDC) e Assistente para Partida em Subida (HSA). O ELD (bloqueio eletrônico do diferencial), que contribui para a estabilidade do veículo, é standard em toda a linha.

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A suspensão dianteira é do tipo independente, com braço duplo transversal e mola helicoidal, o diâmetro da barra estabilizadora é de 28 mm. Na traseira usa eixo rígido e molas de três lâminas, com câmbio manual são cinco lâminas.

Com preço sugerido para venda de R$ 135.990, a VW Amarok com câmbio automático de oito marchas só é comercializada na versão topo de linha Highline e já é encontrada nas revendas autorizadas da marca.