domingo, 10 de junho de 2012

NGK orienta sobre a dificuldade de partida nos veículos a álcool no inverno

Durante dias frios, motor pode apresentar problemas no sistema de partida. Cuidados com as velas de ignição podem minimizar o problema

Com a chegada do inverno, a NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, orienta os motoristas sobre possíveis dificuldades para ligar automóveis movidos a etanol. Durante dias de baixa temperatura, é comum o carro não funcionar logo na primeira batida da chave. Alguns cuidados, principalmente com as velas de ignição, podem minimizar a indesejável situação.

A manutenção preventiva das velas garante o funcionamento da ignição do veículo, facilitando a partida imediata do motor, principalmente nas manhãs mais frias. As velas com vida útil ultrapassada, ou excesso de desgaste, podem diminuir o desempenho do veículo dificultando a partida após um longo período desligado como, por exemplo, da noite para o dia.

A insistência para ligar o motor durante esse período pode causar o encharcamento das velas, causando um transtorno maior ao motorista. Se o problema ocorrer, é necessário aguardar, com o carro desligado, até que o combustível evapore por completo. Esse tempo varia de carro para carro e pode levar até 30 minutos.

“O motor movido a etanol pode apresentar problemas em dias frios porque esse combustível exige temperaturas elevadas para mudar seu estado físico e provocar o funcionamento do motor, ao contrário da gasolina que evapora rapidamente”, explica Hiromori Mori, técnico da Assistência Técnica da NGK.
Todo veículo a etanol possui um sistema paralelo que injeta pequenas quantidades de gasolina no motor para facilitar a partida. “Para isso, é necessário manter sempre o reservatório de gasolina abastecido com gasolina nova e de boa qualidade”, lembra o especialista.

Algumas ações do proprietário do veículo podem minimizar e até mesmo evitar totalmente dificuldades durante a partida a frio em carros abastecidos com etanol. Entre elas, deve-se verificar sempre se as velas estão em condições ideais de uso.

Também é essencial a manutenção no reservatório de gasolina e trocar a gasolina do mesmo a cada 90 dias com combustível de boa qualidade. O sistema de partida a frio também merece atenção e deve estar realmente operando (injetando) e sem vazamento de combustível.

Nos veículos Flex, outra situação em que o motorista deve ter atenção é no caso de alteração total do combustível. Se o veículo estiver abastecido com gasolina e for realizada a troca para etanol, ou de etanol para gasolina, o ideal é que o condutor dirija o veículo de 8 a 15km antes de manter o motor desligado por um longo período. Com isto, o sistema de controle do motor reconhecerá o novo combustível presente no tanque e reprogramará a estratégia de funcionamento do motor, inclusive durante a partida a frio.

Mais sobre Velas de Ignição

A vela de ignição tem a função de conduzir corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar/combustível. Outra característica é que ela permite a dissipação do calor gerado na combustão. Em plenas condições de funcionamento, a vela de ignição promove economia de combustível, melhor desempenho do motor e redução de emissões de gases poluentes no ar. Com a vida útil ultrapassada pode comprometer cabos de ignição, rotor, distribuidor e bobina/transformador.

Segundo a NGK, é importante uma análise anual ou a cada 10 mil quilômetros rodados, aquilo que ocorrer primeiro, em um mecânico confiável. Uma consulta ao Manual do Proprietário do Veículo vai orientar o motorista quanto ao modelo ideal a ser instalado no automóvel em questão e o período de troca, lembrando que em alguns manuais há a recomendação para que em veículos utilizados em condições adversas como trânsito intenso, deve-se cortar o plano de manutenção pela metade.

Outra recomendação importante dos especialistas da NGK é que o motorista procure abastecer o automóvel em postos em que a procedência do combustível seja conhecida e conduzir o veículo de forma responsável.

Lançamentos: Chevrolet Sonic

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Nas versões hatch e sedã, o novo carro da GM é importado da Coréia do Sul, ele usa motor Ecotec Flex 1.6L 16 válvulas com transmissão manual ou automática
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
No final de maio, a General Motors reuniu a imprensa especializada na cidade de Búzios (RJ) e mostrou o Chevrolet Sonic nas versões hatch e sedã.

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Em dimensões, a versão hatch tem comprimento de 4.039 mm, com distância entre eixos de 2.525 mm e largura total de 2.004 mm. A capacidade do porta-malas é de 265 litros.

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Para a opção sedã o comprimento é de 4.399 mm, a distância entre eixos é a e a largura total são as mesmas do hatch, e a capacidade do porta-malas foi ampliada para 477litros.
O carro é fabricado na Coréia do Sul e chega com o novo propulsor da família Ecotec 1.6 16V. Neste motor, semelhante ao utilizado no Cruze, o cabeçote tem duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT).

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A variação é no tempo de abertura das válvulas de admissão e de escape, e o coletor de admissão também é variável.
Usa correia sincronizadora, bielas forjadas, ao invés de fundidas. O cabeçote e o cárter são feitos de alumínio, eles, assim como o bloco contam com galerias internas para refrigeração especialmente desenhadas de modo que a temperatura no cabeçote seja menor, permitindo maior avanço de ignição.

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Assim, este 1.6L 16V entrega 120 cv abastecido com etanol e 116 cv ao usar gasolina, a 6.000 rpm. O torque máximo, com etanol, é de 16,3 kgfm e aparece a 4.000 rpm. Com gasolina, o torque é de 15,8 kgfm, na mesma rotação. Ainda, segundo a Chevrolet, 90% do torque está disponível a partir das 2.200 rotações.

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São duas as opções de transmissão, manual de cinco velocidades e automática, com seis velocidades, a segunda tem opção de mudanças no modo sequencial. A direção é hidráulica, os freios são a discos na dianteira e tambor na traseira. 

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Usa suspensão independente do tipo McPherson e barra de torção na dianteira, os amortecedores são telescópicos hidráulicos pressurizados a gás. E na traseira é semi-independente com eixo de torção, sem barra estabilizadora e o mesmo tipo de amortecedores da dianteira.

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A versão LT do Sonic é equipada com ar-condicionado, air bags dianteiros, direção hidráulica, computador de bordo, ABS com EBD, trio elétrico, rodas em liga leve aro 15 e desembaçador do vidro traseiro. O preço sugerido para venda com carroceria hatch é de R$ 46.200, o sedã custa R$49.100.

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E a opção LTZ oferece os mesmos itens da LT e traz ainda: sensor de estacionamento, faróis de neblina dianteiros, apliques cromados nas maçanetas internas, friso lateral cromado, rodas em liga leve aro 16, com pneus 205/55 R16, descansa braço central, controles para o rádio no volante e rede porta-objetos no porta-malas.
Com transmissão manual o Sonic hatch LTZ custa R$48.700 e R$53.600 automático. Já o sedã tem preço de R$51.500 manual e R$56.100 automático.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

II Fórum Abiauto

160237_243710_debates_forumabiauto2011A Abiauto (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva) está preparando o II Forum Abiauto com o tema Sustentabilidade, o qual está marcado para o dia 10 de agosto, em São Paulo.

Na segunda edição do Forum Abiauto, quando é esperada a participação de 400 pessoas, entre executivos, jornalistas e estudantes de engenharia, jornalismo e economia, a grade de debates foi toda elaborada pensando em como o setor automotivo, que aproxima as famílias e lugares, pode crescer de forma sustentável e ajudar a preservar o meio ambiente.

Serão discutidos temas como:
- Sustentabilidade na indústria automobilística. Como está? Aonde chegar?
- Design e suas aplicações
- Plataforma energética e novas soluções
- Mobilidade urbana
- Sistema financeiro ajudando na renovação da frota (mais moderna e menos poluente).

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lançamentos: Range Rover Sport e Discovery 4

Câmbio 8 Marchas LR4 e RRSLand Rover lança no Brasil Range Rover Sport e Discovery 4 com motores mais potente e transmissão automática de oito velocidades

Por: Edison Ragassi

Fotos: Divulgação

Em São Paulo, a Land Rover mostrou para a imprensa especializada dia 16 de maio, os novos Range Rover Sport e Discovery 4.

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Não ocorreram modificações estéticas ou no design dos veículos, as mudanças foram no trem de força. Eles agora são equipados com transmissão de oito velocidades ZF 8HP70 e o novo motor SDV6 Bi-Turbo Diesel com filtros de partículas diesel (DPF) em acordo com a nova fase Proconve L6. Sua potência é de 256 cv a 4.000 rpm e 61,18 kgfm de torque.

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Segundo divulgado pela Land Rover, nesta transmissão, todo o processo de mudanças de velocidade leva 0,2 segundo para se completar. O sistema compara a rotação do motor com a velocidade da turbina, antecipando-se às seguintes reduções.

O novo câmbio permitiu mudar a alavanca de mudanças, foi colocado um seletor, semelhante ao utilizado no Evoque, o que otimizou espaço. Também tem sistema de trocas sequenciais por meio de borboletas dispostas na parte traseira do volante.

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Os sistemas de som foram aperfeiçoados e passaram a utilizar tecnologia eletrônica MOST Gen 2.1. As versões de entrada contam com 8 alto-falantes Premium Harman Kardon e tela a cores que substitui a anterior, com conexão Bluetooth, DAB e USB/iPod. Nas opções topo de linha, os veículos podem contar com sistemas de som de 11 ou até 17 alto-falantes, com potência que pode atingir os 825W.

O Sistema de Entretenimento dos Bancos Traseiros (RSE) inclui agora uma unidade DVD na parte frontal do equipamento de som que permite introduzir o disco no interior do habitáculo. Este sistema substitui o anterior carregador de 6 DVDs cujo acesso à disqueteira era feito pelo porta-malas. O sistema de som dos bancos traseiros é comandado por meio de fones de ouvido wifi. Ele conta ainda com entradas para a ligação de consoles de vídeo e para a reprodução de arquivos MP4 armazenados em um dispositivo USB.

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Em dimensões, o Range Rover Sport tem comprimento de 4.783 mm, largura de 2.158 mm, distância entre-eixos de 2.745 mm e altura de 1.817 mm.

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Já o Discovery 4 pode transportar até sete pessoas, seu comprimento é de 4.838 m, com largura de 2.176 mm, distância entre-eixos de 2.885 mm e altura de 1.887 mm.

Ambos são equipados com sistemas de suspensões independentes, a ar, de 3 modalidades, e tração integral 4x4 com Terrain Response.

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O Discovery 4 S 3.0 SDV6 Diesel 8 marchas tem preço sugerido de R$ 241.000, a versão SE custa R$ 264.000 e a HSE R$ 315.000.

Para o Range Rover Sport SE 3.0 SDV6 Diesel 8 marchas o custo é de R$ 324.500 e o HSE custa R$ 368.000.

MATEMÁTICA IMPLACÁVEL

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaMercado de automóveis voltou às manchetes em razão da agitação trazida pelos preços com alívio provisório do IPI, relaxamento de juros e do número de prestações. Há posições antagônicas entre alguns analistas, por um lado, indústria e concessionárias, de outro, as duas últimas afinadas em relação ao otimismo moderado.

Para os céticos, estaríamos diante de iminente estouro da bolha de consumo, iniciada há três anos pelos financiamentos longos e pouco rigor na aprovação de cadastros. Essa tese explicaria a alta inadimplência recorde de 5,9% (mais de 90 dias de atraso), o prejuízo de alguns bancos varejistas no setor e, assim, a dificuldade para queda acentuada dos juros e alongamento dos prazos.

Outros acham que a redução do IPI, somada aos descontos dos fabricantes acordados com o governo, deixaram os preços atuais, em alguns casos, próximos aos promocionais já praticados até a semana anterior. Isso, realmente, acontece, mas nada indica que o ambiente de competição não continuaria puxando os preços para baixo.

Otimistas pensam de outra forma. Sérgio Habib, importador JAC e dono de 95 concessionárias, de norte a sul do país, da própria JAC, Citroën e VW, afirmou à coluna: “Sentimos 35% de aumento de trânsito nas nossas lojas, nos últimos dias. Aposto que até 31 de agosto um milhão de unidades de todos os tipos será vendido. E se mantidas as condições atuais até o final do ano, não descarto que o Brasil consiga atingir quatro milhões, ainda em 2012.”

Tal previsão supera os 3,8 milhões de unidades, ainda não revistos pela Anfavea. Seu raciocínio é que o brasileiro troca de carro, em média, cada 32 meses. “Em 2009, ano ruim para a economia (0,2% de retração do PIB), venderam-se mais de três milhões de veículos. Hoje (momento teórico da troca), mais de 80% dos compradores estão adimplentes, os preços caíram e as condições de financiamento são similares.”

Como os preços, sempre eles, são motivo de discussão que tal ver o cenário dos últimos oito meses? Comparar preços com os EUA tem sido esporte popular. Pegue-se o Civic, mesmo automóvel fabricado aqui e lá. Só que o Civic mais barato lá é “pelado”, como se fala. Não existe aqui. Então seu preço para comparar não é o DX de US$ 16.000 e sim o LXL de US$ 23.000, incluído o frete. Em 1º de setembro de 2011 custava, com dólar a R$ 1,60, cerca de R$ 37.000,00. Pechincha, não?

Como a diferença de taxação é brutal, a referência menos ruim é o preço do Civic equivalente para taxistas no Brasil. Em 1º de maio último, o LXS valia RS 53.000, sem IPI e ICMS, porém ainda com carga fiscal superior à dos EUA. Mas o preço, em reais, saltou para R$ 48.000 (dólar a R$ 2,10, antes da intervenção do Banco Central). Por sorte, os americanos recebem seus salários em dólares e os brasileiros, em reais. Assim, ninguém sentiu os 30% de variação cambial. Se igualadas as cargas fiscais, os dois modelos custariam aproximadamente o mesmo preço, em maio. Alguns centavos a mais no valor do dólar e o carro sairia mais barato aqui.

Conclusão: qualquer variação mais forte do dólar leva a essas distorções, para cima ou para baixo. Não serve de consolo para os nossos preços altos por impostos e custos, mas a matemática é assim, implacável.

RODA VIVA

NOVO sedã Peugeot 301, embora projetado para países emergentes, tem poucas chances de produção no Brasil. Talvez na Argentina, mas seu preço ficaria próximo ao do 408. Para combater o Logan diretamente precisaria ter sido pensado desde o início como baixo custo, que não parece ser o caso. Peugeot também negou o 206 sedã e o carro é feito aqui, o Passion.

COTAS com IPI mais baixo para importados de marcas premium ou de modelos médios-grandes e grandes já são admitidas pelo governo, segundo fonte da coluna. Problema está em veículos compactos e médios-compactos de origem chinesa e sul-coreana. Seus preços baixos de exportação e valorização do real sufocam a produção nacional.

CITROËN DS3 chega por R$ 79.900 e oferece conceito ampliado de esportividade. Vidros laterais e traseiro conferem estilo diferenciado da versão normal, ao esconder coluna C e dar novo aspecto à coluna B. Motor turbo 1,6/165 cv já entrega 48 cv a apenas 1.400 rpm. Destaques para bancos, direção, câmbio manual/6 marchas e suspensões (embora ruidosas).

ESTILO atraente, bom espaço interno e câmbio (apenas manual) fácil de manusear. JAC J5, além do preço agora abaixo da barreira psicológica de R$ 50 mil (R$ 49.990), tem acabamento simples, visibilidade ruim dos instrumentos, ausência de botão central de destravamento de portas e imprecisão direcional. Falta torque ao motor de 1,5 l/125 cv.

DEPOIS de 14 anos de importação, Lexus vendeu em média apenas oito carros por mês no Brasil. A divisão de automóveis caros da Toyota terá dificuldades nessa fase de relançamento da marca. Iene valorizado deixou todos os quatro modelos bastante fora do nível de preços razoável para competir. Precisarão ter muita paciência ainda...

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Conceito Transit Super Sport está no video game

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Carros de video games geralmente são esportivos, repletos de acessórios, com carroceria hatch ou sedã.

Para inivar, na nova versão de um dos videogames mais famosos de corridas, o Forza 4, recém-lançado para o console Xbox 360 os idealizadores incluiram a van Transit.

A que aparece no game é baseada no conceito Super Sport Van, que a Ford apresentou no salão de veículos comerciais da Inglaterra no ano passado.

Ela  tem pintura exclusiva, rodas de liga leve, spoilers frontal e traseiro, saia lateral, dupla saída de escape e pneus de perfil baixo, 235/45.

Seu motor é o Duratorq TDCi de 3.2 litros e 200 cv, com câmbio de seis marchas. Airbag para motorista e passageiro, freios ABS e sistema ESP de segurança ativa estão entre os itens de série que ela traz da linha de produção normal.

SACHS patrocina Brasileirão Série B

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O Grupo ZF, por meio da marca SACHS, é um dos patrocinadores do Brasileirão Série B, o segundo campeonato nacional de maior visibilidade do País.

O campeonato, que teve início no dia 18 de maio e vai até o dia 24 de novembro deste ano, conta com equipes como: América de MG, Atlético e Paraná, do PR, Avaí e Criciúma de SC, Bragantino, Guarani  e São Caetano de SP, Ceará do CE, Goiás de GO,  e Vitória da BA. 

O patrocínio fechado pela empresa prevê a inserção, em todos os jogos, de duas placas de campo com a marca de embreagens posicionadas próximas aos gols (uma de cada lado) no campeonato brasileiro de futebol série B. 

Esta é a terceira vez que a marca  patrocina a série B do Campeonato Brasileiro de Futebol. Em 2011 e 2012 a empresa também patrocinou os campeonatos estaduais de Goiás e  Pernambuco. "O objetivo ação é ter uma grande exposição da marca em todas as regiões do País além de aliar nossos produtos à paixão nacional", diz Patricia Micolaiciunas, coordenadora de marketing da empresa.