sábado, 14 de abril de 2012

Avaliação: Range Rover Evoque

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Primeiro utilitário esportivo da Land Rover concebido com apelo urbano  nasceu como um carro conceito que virou realidade
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Estúdio Prána
Em 2008 a Land Rover mostrou pela primeira vez o protótipo LRX,  e poucos acreditavam que ele viria a ser um modelo de linha, por causa de suas linhas e desenho futurista.
Em 2011 a fabricante inglesa provou que, por mais arrojado que seja o projeto é possível transformá-lo em realidade e lançou o Range Rover Evoque.O utilitário esportivo foi concebido para mudar um pouco a imagem da empresa que é sinônimo de veículos para o fora de estrada.

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A frente usa linhas robustas, os faróis são embutidos nos para-lamas e unem-se ao capô como uma só peça. No centro uma grande grade, abaixo o para-choque na mesma cor do carro e uma grade trapezoidal na parte inferior.

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As laterais têm vincos que começam nas lanternas, quando chegam aos para-lamas dianteiros ganham forma circular para acompanhar as caixas de rodas.

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A traseira usa visual robusto, as linhas retas têm os cantos arredondados, as lanternas lembram os olhos de um robô. A parte inferior do para-choque segue o desenho da dianteira em formato trapezoidal.

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Tem comprimento de 4365 mm, largura de1965 mm e altura de 1635 mm. Sua distância entre-eixos é de 2660 mm. Enfrenta terrenos alagados com profundidade máxima na água de 500 mm, o volume do porta-malas é de 420 litros e o tanque de combustível recebe até 70 litros.

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Por dentro, bancos em couro em duas tonalidades e quatro opções de cores. Sistema de iluminação interna com mudanças de cores (mood lighting), o acabamento do painel e das portas, mescla couro de costura dupla e alumínio escovado.

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Equipado com motor gasolina, o Si4 de 2.0 litros turbo, entrega 240 cavalos de potência, seu torque é de 34,7 kgfm. Ele usa injeção direta de combustível e distribuição dupla variável.
Segundo Roberto Ghelardini Montiboeller, diretor do Centro Automotivo High Tech, localizado na Lapa (SP), “O motor é construído com tecnologia moderna, as velas são de fácil acesso e utilizam bobinas.

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O reparador deve ficar atento, pois se falhar uma o ideal é substituir as quatro, já que no período de atividade, as outras três irão compensar a falta daquela que está com defeito. Ao substituir a defeituosa o sistema não conseguirá compensar e comprometerá as outras”, explica ele.

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Apesar da inspiração urbana, o Evoque está preparado paro o fora de estrada, com tração integral nas quatro rodas, a última versão do sistema Terrain Response, que adapta as configurações de tração, motor, suspensão e torque de acordo com o tipo de terreno em que se trafega.

Pelo fato de ser também um fora de estrada, alguns itens requerem atenção, como o sistema de aspiração do ar. “O carro está preparado para enfrentar situações adversas, mas a terra e poeira acabam penetrando, com o tempo pode chegar ao sistema de injeção e comprometer, assim o ideal durante uma revisão ou reparação preventiva é tirar esta sujeira”, comenta Edson Roberto de Ávila, o Mingau, diretor técnico responsável do Departamento Técnico de Manutenção Preventiva e Corretiva de Autos Mingau, localizado em Suzano (SP).

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No motor os experientes reparadores não encontraram partes ou itens que necessitem de ferramentas especiais para realizar manutenção ou reparo. “O filtro do óleo e o de ar são fáceis de acessar, e é necessário tomar cuidado com os conectores, são vários espalhados pelo propulsor, eles têm uma maneira certa para retirar e colocar, não adianta forçar, pois eles podem danificar”, comenta Edson.

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De construção robusta, a suspensão dianteira é independente do tipo McPherson. As bandejas são de alumínio, “neste caso se ocorrer um problema no pivô é preciso substituir a bandeja completa para manter a integridade do conjunto”, declara Roberto.

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Já a suspensão traseira é independe multilink, “ao realizar manutenção é necessário checar o alinhamento”, explica Mingau.
Para trocar os amortecedores e molas, os reparadores não identificaram necessidade de utilizar ferramentas ou equipamentos especiais.

O sistema de freio dianteiro usa disco ventilado de 300 mm e na traseira os discos são sólidos com 302 mm, eles também não oferecem dificuldades para substituição. 

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O câmbio é o AISIN AW F21 automático de seis velocidades, com opção de mudanças sequenciais por borboletas colocadas na parte de trás do volante. A alavanca foi substituída pelo sistema Drive Selector, um seletor que proporciona mudanças ao giro de um botão no centro do console. Ele é escamoteável, ao ligar o veículo o botão sobe, quando é desligado ele abaixa.

O especialista em câmbio automático Mauricio Carreiro, diretor da Global Treinamentos, fala que a transmissão de 6 velocidades é uma tendência nos veiculo atuais e dá mais detalhes.“O câmbio é fabricado pela empresa japonesa Aisin Warner sua identificação do fabricante é TF 81 SC ou AF21/40 (AF- Automatic Front, montagem feita de forma transversal), é utilizado também por outras fabricantes de veículos, assim, é possível encontrar essa transmissão em outros carros, além do Ranger Rover Evoque. A construção e bastante robusta, e esse modelo é muito utilizado em modelos com tração AWD”.

Ele explica que o sistema não utiliza cabos para mudanças, “o atuador funciona eletronicamente, o modulo TCM esta incorporado a transmissão”.
Mauricio relata que o peso total da transmissão e de 90 Kg, utiliza 8 litros de Fluido AW F1 e o nível de fluido pode ser medido na parte inferior da transmissão, no bujão de verificação e o bujão de dreno também esta localizado no mesmo local,  “é semelhante as transmissões DP0 ou AL4 da linha francesa”, compara. A construção do corpo de válvulas também é bastante conhecida, possui 8 solenoides 5 para mudança, um do TCC ou lock up e dois reguladores de pressão.

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E como nos dias de hoje, a preocupação de preservar o meio ambiente é prioridade na consepção dos carros, “a transmissão foi construída dentro das normas de exigência de emissões, por isso o conversor compartilha com o motor o aquecimento do sistema, ele não aplica lock up abaixo dos 48 graus e assim emite um menor número de partículas na atmosfera, a quinta e sexta marchas estão desmultiplicadas, a sexta é uma marcha de cruzeiro esta solução tem sido usada nos projetos mais novos para economizar combustível”, complementa Mauricio.

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Impressões ao dirigir
O Range Rover Evoque é um veículo que chama atenção por onde passa. Tem ótimo arranque, câmbio com trocas macias e precisas.
Os comandos e controles no cockpit são fáceis de visualizar e simples para manusear.

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As linhas arrojadas de seu design comprometeram a visibilidade traseira, o que é compensado pelos sensores de estacionamento e a boa visibilidade dos espelhos.
E o motor de 240 cv é muito eficiente, proporciona ótimas acelerações e retomadas, sem nenhum susto para o condutor.

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Na versão Pure, igual ao avaliado, o Evoque tem preço sugerido de R$ 178.000 (5 portas) e R$ 180.000 (3 portas) . É equipado com rodas de liga leve aro 18 polegadas e três diferentes temas de acabamento interno: Ebony (preto), Almond (bege) e Cirrus (cinza), que definem as cores do couro que reveste os bancos e o acabamento das portas e do painel, sempre com costura dupla.
Colaboraram: Land Rover do Brasil

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Ficha técnica Range Rover Evoque 
Motor

Tipo: Transversal
Numero de cilindros: 4 em linha
Cilindrada: 1999 cc  
Potência máxima líquida: Gasolina: 240 a 5500 rpm
Torque máximo líquido: 340 a 1750 rpm
Taxa de compressão: 10
Número de válvulas: 16 (4 por cilindro)
Direção
Tipo: Elétrica 
Transmissão
Modelo: Aisin AW F21
Tipo: 6 Velocidades com trocas sequenciais    
Freios  
Dianteiros: Disco ventilado 
Traseiros: Disco sólido  
Dimensões
Comprimento: 4365 mm
Largura com os retrovisores dobrados: 1965 mm
Altura: 1605 / 1635 mm
Distância entre-eixos: 2660 mm
Profundidade máxima na água: 500 mm
Peso total com fluidos + 1 ocupante: 1640 kg
Capacidades
Volume do porta-malas: 420 litros
Tanque de combustível: 70 litros

quinta-feira, 12 de abril de 2012

MORRER NA PRAIA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaFinalmente, o aguardado novo regime automobilístico brasileiro foi anunciado na semana passada, às vésperas dos feriados da Páscoa. Apesar de fama (merecida) do País de quebra de regras, protecionismo e excesso de intervenção na economia, é apenas o terceiro programa, em mais de meio século, desde o pioneiro em 1956, quando se criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia). O segundo, em 1995, também se implantou sem grandes sobressaltos.

Depois de 56 anos, o mundo mudou bastante. E ficou mais fechado ao comércio, depois da crise financeira mundial de 2008. Seria ingenuidade supor que o Brasil devesse bancar a vestal em baile de Carnaval. Aliás, pesquisa de instituto especializado no exterior aponta o País só em nona posição, com 49 medidas de “defesa comercial” no período, contra 242 da União Europeia, 112 da Rússia e 111 da Argentina.

Em setembro do ano passado, anunciaram-se as linhas gerais da nova política para o setor. Implicou aumento de 30 pontos percentuais (pp) do IPI para veículos leves de todas as origens, inclusive os produzidos aqui. Ao mesmo tempo, criaram-se regras para dispensar esse aumento, se cumpridas certas condições agora anunciadas. Na época, os importadores gritaram que os compradores seriam prejudicados e a ausência de concorrência externa elevaria os preços. Seis meses depois não subiram e até diminuíram, à exceção de modelos importados de médio e alto preço. Ainda assim, se absorveu parte dos ônus, pois a taxa de câmbio camarada para importação deixa grande margem de manobra.

O regime anunciado é complexo e tomou a maior parte dos debates no III Fórum da Indústria Automobilística, da Automotive Business, nessa 2ª feira, em São Paulo. Nem tudo ficou completamente esclarecido pelo pouco tempo para análises pré-fórum. Mas se trata de um programa coerente, com começo, meio e fim, entre 2013 e 2017, focado na atração de novos fabricantes, aumento de investimentos, incentivo ao uso de peças nacionais e pesquisa/inovação dentro do País. Acaba com o tradicional índice de nacionalização, substituindo-o por cálculo de compras internas vinculado à redução total dos 30 pp adicionais de IPI, o que poderá dobrar o uso de componentes regionais do Mercosul.

Marcas que se aproveitaram da frouxidão de regulamentos anteriores terão dificuldade em manter operações rentáveis no Brasil. A previsão para 2017 é um mercado interno de 5 milhões de unidades (com caminhões e ônibus), a partir de 3,8 milhões em 2012. Até aquele ano, a concorrência será bem maior, com mais fabricantes produzindo internamente sob as mesmas regras e estimulados a oferecer modelos atuais e inovadores para obter redução de impostos.

Outros aspectos desses regimes serão abordados pela coluna, inclusive sobre o provável cenário de preços reais, considerada a inflação, aquilo que realmente interessa ao consumidor. Abriu-se, na verdade, uma janela de cinco anos para melhorar competitividade e modernização da produção brasileira. Ao governo, porém, caberão ações fundamentais de combate às ineficiências estruturais e aos altos custos visíveis e invisíveis do País, de sua responsabilidade, sem as quais vamos nadar, nadar e morrer na praia.

RODA VIVA

PRIMEIRO recuo de vendas no trimestre inicial, desde 2003, aconteceu agora em 2012. Na realidade foi de apenas 0,8% em relação a 2011, atribuído às dificuldades de aprovação de financiamentos ao consumidor. A considerar, ainda, notícias de que o governo patrocinaria redução de juros, via bancos estatais. Pode ter tido impacto sobre expectativas dos compradores.

CRUZE Sport6 engrossa disputa entre hatches médios-compactos, de visual tão atual como o do Peugeot 308. Espaço interno igual ao do sedã Cruze, mesmo motor de 1,8 l/144 cv, câmbio manual ou automático de seis marchas e até teto solar na versão de topo LTZ. Suspensões e direção muito bons. Preços, puxados por equipamentos, de R$ 64.900 a R$ 79.400, limitarão vendas.

RACIONALIZAÇÃO do número de versões foi a estratégia da Mercedes-Benz para seu roadster SLK enfrentar o aumento do IPI. Antes havia três opções, agora só a de R$ 249.990 e, mais adiante, a AMG sob encomenda. Fábrica espera redução próxima a 50% na comercialização de 2012 em relação a 2011. Ano passado compras foram antecipadas para fugir do imposto.

VERSA apresenta estilo algo controverso. No entanto, destaca espaço interno, motor adequado e preço realmente diferenciado, pelo que oferece, a partir de R$ 35.590. Redução de oferta em função das cotas de automóveis mexicanos atrapalhará planos da Nissan. Incomodam bancos dianteiros de assentos curto demais, incompatíveis à proposta de modelo espaçoso.

PARA quem deseja acompanhar debates sobre embriaguez ao volante e assinar petição pública há um site bem estruturado: www.naofoiacidente.org. Participa de redes sociais (Facebook e Twitter). Iniciativas desse naipe são bem-vindas para engajar pessoas por mais segurança no trânsito.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Lançamentos: Ducato 2013

1183_1_previewA Fiat acaba de lançar a versão 2013 da van e mini ônibus Ducato. O veículo foi adequado ao novo patamar da legislação de emissões veiculares, enquadrando-se nos níveis do Proconve L6. Para isso o motor F1A MultiJet Economy, desenvolvido e produzido pela FPT  Industrial, incorporou  alterações, as quais segundo a fabricante deixaram o Ducato mais econômico em até 8% se comparado ao modelo anterior.

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A nova calibração e o implemento de novas tecnologias melhoraram o desempenho do veículo ainda  nas acelerações e retomadas. Os 127 cv de potência a 3.600 rpm foram  mantidos, enquanto o torque aumentou em 6%, de 30,7 Kgfm  para 32,6 kgfm  a 1.800 rpm.

Também adotou o sistema EGR (Recirculação dos Gases de Escape) para redução da emissão de NOx, o filtro catalisador tipo DOC  (catalisador de oxidação de diesel) e o filtro de gases de escapamento DPF (filtro de partículas de diesel) para menor emissão de material  particulado.

Abaixo os preços sugeridos da gama do Fiat Ducato 2013:
Ducato Cargo 7,5m³ - R$ 76.380
Ducato Cargo L 9,0m³ - R$ 80.770
Ducato Maxi Cargo 10m³ - R$ 84.590
Ducato Maxi Cargo 12 m³ - R$ 86.820
Ducato Minibus Teto Baixo - R$ 93.090
Ducato Minibus Teto Alto - R$ 99.950
Ducato Multi - R$ 86.300

Os bastidores da campanha ‘Chama a Neosa’

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O programa Avesso acompanhou os bastidores da nova campanha da Neosaldina “O Brasil chama a Neosa”, e traz agora as curiosidades da campanha que apresentou por meio  do humor as funcionalidades da marca.

Foram produzidos dois filmes diferentes: O Coco, gravado em Olinda (PE) e Pamonha, gravado em São Paulo. Para cada um dos filmes foram montadas farmácias desenhadas especialmente para a campanha, de forma a ilustrar as diferenças existentes entre as regiões brasileiras. “A ideia era mostrar essa diversidade contida no slogan da campanha:

‘O Brasil chama a Neosa’. Por isso, precisávamos trabalhar em cenários diferentes para as pessoas poderem se identificar”, explicou a diretora de marketing OTC, Laís Rosin para a equipe do Avesso.
http://www.avessotv.com.br/bastidores-brasil-chama-a-neosa-neosaldina.html

Portal para reparadores

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O Sindirepa – SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo) e a House Press Propaganda lançaram o portal Oficina Ideal (www.oficinaideal.com.br), na 3ª Automec Pesados & Comerciais – Feira Internacional Especializada em Peças, Equipamentos e Serviços para Veículos Pesados e Comerciais, que acontece até 14 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

“O novo portal disponibiliza diversos recursos que levará ao setor não só desenvolvimento profissional, mas também aperfeiçoamento empresarial”, afirmou Antonio Fiola, presidente da entidade. Ainda segundo ele, a nova ferramenta irá integrar os reparadores de veículos de todo o País, e formar uma comunidade dedicada ao compartilhamento de boas práticas e soluções mais eficazes.

No Diretório de Fornecedores, é possível encontrar fabricantes e fornecedores de autopeças, componentes, equipamentos e insumos voltados para a montagem, operação e administração de oficinas, além de fornecedores de serviços dedicados ao setor.

Há também o Blog da Oficina, o Painel Interativo e artigos regularmente disponibilizados por especialistas.
O internauta pode utilizar uma ferramenta inovadora no portal - a Visita Virtual 3D, que permite acessar as instalações, os equipamentos e os serviços que compõem uma oficina ideal.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Lançamentos: Chevrolet Cruze Hatch

DSC_4980Fabricado na mesma arquitetura do sedã, a versão dois volumes usa também o mesmo motor, câmbios e calibragem de suspensões
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Divulgação
Em São Caetano do Sul (SP), a General Motors do Brasil, reuniu a imprensa especializada nesta segunda-feira e mostrou o Cruze Hatch.
O carro é fabricado na mesma arquitetura do Cruze sedã e foi batizado como Chevrolet Cruze Sport6, para sacramentar a esportividade do modelo e que é equipado com câmbio de seis marchas.

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No visual dianteiro, o hatchback comparado ao sedã, ganhou detalhes cromados em volta dos faróis de neblina e um novo desenho na parte baixa do para-choque.

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Ao observar as laterais, a curvatura do teto se estende desde o para-brisa até os pilares traseiros, nas duas versões as rodas são de liga leve, aro 17 e pneus 225/50 R17.

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E a traseira, a versão hatch é 9 centímetros menor que o sedã, tem grandes lanternas com duas formas circulares niveladas a superfície da carroceria e o vidro inclinado. 
Também modelo Global, foi desenvolvido pelo time de designers baseado na Coréia, mas recebeu sugestões de outros centros de design da GM no mundo, sediados na Alemanha, Estados Unidos, Austrália e Brasil.

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O interior segue o conceito ‘dual cockpit’, desenvolvido para aproximar o condutor e o passageiro. Os mostradores usam luz com fundo azul, no centro do painel uma tela de 7 polegadas que mostra as funções do sistema de entretenimento, inclusive o navegador. Abaixo, foram colocados os comandos do ar-condicionado e são duas as opções de acabamento dos bancos tecido ou couro.

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Equipado com o propulsor 1.8 litro Ecotec6, fabricado na Hungria, entrega 144 cavalos quando abastecido com etanol e 140 cv ao usar gasolina, a 6.300 rpm. O torque máximo é de 18,9 kgfm (E) /17,8 kgfm (G), disponível a 3.800 rpm. Ele é montado com cabeçote de duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT). O tempo de abertura das válvulas de admissão e de escape tem variação e o coletor de admissão também é variável. As bielas são forjadas, ao invés de fundidas, o cabeçote (feito de alumínio, assim como o cárter) e bloco contam com galerias internas para refrigeração especialmente desenhadas de modo que a temperatura no cabeçote seja menor, permitindo maior avanço de ignição, tudo isso para obter menor consumo.

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A direção é de pinhão e cremalheira assistida eletricamente e a transmissão pode ser manual ou automática, opção de mudanças no modo sequencial, ambas de 6 velocidades.

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A suspensão dianteira é do tipo McPherson e, segundo a fabricante, tem molas com um formato especial, buchas hidráulicas que fixam os braços inferiores da suspensão ao subchassi e a traseira é do tipo Z-link, um sistema composto de barra de torção especial com perfil em ‘U’, construído com duas camadas.

Os freios são a discos nas quatro rodas, os dianteiros ventilados e traseiros sólidos. O sistema ABS possui a distribuição eletrônica de frenagem e os controles de tração e estabilidade são itens de série em qualquer versão.
As peças de reposição são as mesmas tanto no modelo hatch quanto no sedã, o que facilita para o comprador na hora de realizar revisões e manutenções.

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O novo hatch da Chevrolet tem comprimento de 4.510 mm, distância entre- eixos de 2.685 mm e a largura total é de 2.098 mm. O porta-malas recebe 402 litros e o tanque de combustível 60, 3 litros.

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A versão LT manual tem preço sugerido para venda de R$ 64.900, a automática custa R$ 69.900, usa bancos revestidos em couro. Ambas são equipadas de série com: air bags duplo e laterais, faróis e lanterna de neblina, controles de tração e estabilidade, ar-condicionado eletrônico com AQS, computador de bordo, retrovisor interno eletrocrômico, externos elétricos com desembaçador, vidros elétricos, volante com comandos para acessar as funções do sistema de som, piloto automático e viva-voz através de Bluetooth, central multimídia com sistema de som AM/FM stéreo, CD Player, MP3, USB, entrada auxiliar e seis alto-falantes.

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Já a versão LTZ com câmbio manual custa R$ 77.400 e a automática R$ 79.400, ambas com bancos em couro e teto solar de fábrica. Além dos itens da LT vem com: retrovisores externos com rebatimento elétrico, air bag de cortina, sensor crepuscular, rodas 17 com design exclusivo, sensor de estacionamento, acionamento do motor através de interruptor Start-Stop no painel, central multimídia com tela LCD de sete polegadas e Navegador GPS integrado com sistema de som AM/FM stereo, CD player, MP3, USB e entrada auxiliar.

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A expectativa da General Motors do Brasil é de comercializar 13 mil unidades/ ano do Chevrolet Cruze Sport6, e a exemplo do que ocorre com o sedã, a maioria equipados com o câmbio automático.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FALSO DILEMA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaA chamada Lei Seca, que procura inibir o ato de dirigir sob efeito de álcool ou de substâncias entorpecentes, sofreu um rude golpe depois da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na semana passada, confirmou a interpretação constitucional de que ninguém é obrigado a se submeter ao teste do bafômetro ou ao exame de sangue porque estaria produzindo provas contra si mesmo, em caso de responder a processo criminal.

Dois fatos precisam ficar claros. Primeiramente, não há Lei Seca no Brasil porque se estabeleceu um limite mínimo de tolerância de 0,2 grama de álcool por litro de sangue. Entre 0,2 g/l e 0,6 g/l o motorista recebe multa de R$ 957,00 e tem a carteira de habilitação suspensa por até um ano. São referências bastante rígidas, no mesmo nível de outros 20 países. Se o motorista exceder o limite superior, comete crime e é processado, mas a partir de agora lhe fica assegurado pelo STJ o direito de recusa aos testes.

O segundo fato é que, mesmo se negando a qualquer avaliação legal, o infrator hoje já sofre penalidades pecuniárias e administrativas acima descritas. Mas quem realmente abusou dos limites fica livre da cadeia, o que inviabiliza o ponto mais forte da lei. O STJ culpou a redação, aprovada pelo Congresso em 2008, ao estabelecer o escalonamento alcoólico. Os juízes protagonizaram votação apertada, cinco votos a quatro.

Diversos juristas discordam, pois provas testemunhais, fotografias ou vídeos são válidas diante de algo tão grave. Sinais notórios de embriaguez (hálito forte, confusão mental, desequilíbrio espacial, fala prejudicada, olhos avermelhados) deveriam levar o motorista, no mínimo, a dormir uma noite na cadeia e, depois de processado, cumprir pena em regime fechado.

Países como os EUA resolveram esse impasse. A maioria dos 50 estados impõe a concordância aos testes químicos (bafômetro, sangue ou urina) para receber a carteira de habilitação. O consultor Rexford Parker informou à coluna que as tentativas de apelar para a Constituição foram rechaçadas. “Mesmo quem bebeu um só copo de cerveja submete-se ou a carteira é suspensa no mínimo por 90 dias. Alguns estados decretam a prisão em flagrante de quem recusar o teste quando há acidente, está acima da velocidade, transporta menores de idade ou recebeu condenação anterior por dirigir sob influência de álcool ou drogas.” Na França, se o motorista repudiar o bafômetro, exame de sangue se torna obrigatório.

O Congresso Nacional movimenta-se para reformular a lei e já se fala em tolerância zero, a exemplo do que ocorre no Japão, Suécia e Noruega, ou seja, nenhuma concentração de álcool no sangue, uma verdadeira Lei Seca. Testemunhas durante as blitze seriam suficientes. Mas o motorista poderia solicitar o uso do bafômetro, dessa vez como prova de defesa e não de autoacusação.

Por outro lado, parece injusto punir da mesma forma quem ingeriu um ou dez copos de bebida alcoólica. Vários países têm limites um pouco superiores a 0,6 g/l, mas isso é menos relevante. O que não pode continuar é o falso dilema de produzir prova contra si mesmo. Se a Lei (totalmente) Seca for a única forma de resolver, que venha.

RODA VIVA

LISTA organizada por um blog na Austrália apontou os 100 modelos mais vendidos no mundo. Corolla teria liderado com 1,142 milhão de unidades em 2011. Porém, sob critérios discutíveis. Todos os Corollas estão juntos, inclusive versões hatch (Auris, na Europa; Matriz, nos EUA). Mas Golf e Jetta, por exemplo, hatch e sedã do mesmo modelo, somaram 1,559 milhão.

CONFORME antecipou a coluna, a Honda começou a construir agora nova fábrica México. Produzirá o Fit, a partir de 2014, para exportação aos EUA e todas as Américas. Significa que se o modelo passar a vir do México ao Brasil, libera espaço na unidade de Sumaré (SP) para o futuro compacto da marca japonesa. Sem a necessidade de construir novas instalações industriais.

AMAROK com inédito câmbio automático de oito marchas torna-se referência no segmento de picapes médias. Vai além, ao adotar sistema 4x4 permanente, cujo diferencial central Torsen distribui tração entre os eixos dianteiro e traseiro, conforme o uso exigir. Terceiro item exclusivo é freio ABS para superfícies não pavimentadas. Desempenho fora de estrada impressiona.

VOLTA da picape pesada Ram (ex-Dodge), importada do México, comprova interesse da Chrysler no mercado brasileiro. Única no segmento e oferecida por R$ 150.000. Preço muito competitivo, considerando 30% adicionais de IPI, nível de equipamentos e novo motor diesel de 310 cv e torque de 84 kgf.m que dá inveja a caminhão. Aliás, para dirigi-lo só com carteira de camioneiro.

CHERY assumiu operações de importação de todos seus modelos da China, antes de responsabilidade da empresa paulista Venko. Decisão se deve à integração com a fábrica que constrói em Jacareí (SP), prevista para o segundo semestre de 2013. Rely, subsidiária de veículos comerciais da Chery, ficará com a Venko.
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