segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Aceleradas: GP Abu Dhabi– Vettel venceu, que venha logo 2014!

234922Mesmo sem largar na primeira posição, o alemão chegou em primeiro. Foram várias as ultrapassagens artificiais e a Ferrari tirou de Massa pelo menos a quinta posição

Por: Edison Ragassi

A temporada 2014 aproxima-se do final e Sebastian Vettel vai triturando recordes. Em Abu Dhabi, no circuito de Yas Marina, o alemão chegou a 7ª vitória seguida na temporada.

Antes da largada, havia a esperança de que o final fosse diferente, pois seu companheiro Mark Webber marcou a pole position. Com as luzes vermelhas apagadas, o australiano bobeou e perdeu a posição, não só para o alemão, mas também para Nico Rosberg (Mercedes-GP).

234928Daí pra frente, o que se viu foi um festival de ultrapassagens nas outras posições, mais por causa da troca de pneus que por arrojo dos pilotos.

E Felipe Massa foi prejudicado pela Ferrari. Os lideres do time sabem que não adianta dar a ordem para deixar o espanhol Fernando Alonso passar que ele não vai acatar, já que não continua na equipe na próxima temporada.

234934Como o brasileiro saiu na frente, 7ª posição, e Alonso em 10º, aliás, o espanhol foi 11º, herdou uma posição porque Kimi Raikkonen, 5º no grid foi desclassificado com irregularidades no assoalho do Lotus. Massa havia planejado uma parada só, mas na volta 38 a equipe chamou o brasileiro para trocar os pneus e no lugar dos compostos macios, colocou os médios, e impediu Felipe de conseguir uma posição melhor, enquanto que Alonso foi o 5º.

Algumas das atuais regras da competição deixaram as corridas muito chatas. A tal da asa móvel, por exemplo. O piloto pode usar para ultrapassar, mas quem vai ser ultrapassado não pode abrir para se defender!

Esta obrigatoriedade de trocar pneus, macios por duros e vice e versa. Não dá para obrigar ultrapassagens com uma canetada. Uma corrida de carros é bonita, emocionante, quando os equipamentos são próximos e o braço do piloto faz a diferença.

234951Atualmente, o que se vê é um futuro macabro para a categoria. Depois da crise de 2008, Bernie Ecclestone conseguiu o que queria. As fabricantes de veículos (Honda, Toyota e BMW), abandonaram a categoria. O inglês não aguentava mais a exigência de dividir melhor o que é arrecadado. Assim quem aceitou as exigências de Bernie ficou. É o caso da Mercedes que só fornecia motores, ela comprou a Brown GP e transformou-se em equipe. A Ferrari que pertence a Fiat não saiu e a Renault foi desenvolver e fornecer motores.

O resultado disso é falado em todas as transmissões, McLaren (é até ela), Lotus, Force India, Williams, Sauber, Caterham e Marussia atravessam uma grave crise financeira.

Isso faz com que recorram a pilotos pagantes, aqueles que levam patrocínio e eles em sua maioria não tem o talento necessário para correr na maior categoria do automobilismo mundial.

Esperamos que no próximo ano a Ferrari e Mercedes-GP consigam acertar a mão e produzir bons carros, pois se não, o domínio da RBR deve ser ainda maior.

Marcaram pontos no GP de Abu Dhabi

1º- Sebastian Vettel

2º- Mark Webber

3º- Nico Rosberg

4º- Romain Grosjean

5º- Fernando Alonso

6º- Paul di Resta

7º- Lewis Hamilton

8º- Felipe Massa

9º- Sergio Pérez

10º- Adrian Sutil

234927Com esta vitória, Vettel chegou a 347 pontos, Alonso está em segundo com 217, Raikkonen soma 183 em terceiro e Massa aparece em oitavo com 106 pontos.

A penúltima etapa do mundial de pilotos e construtores será dia 17 de novembro, o GP dos Estados Unidos.

Rapidinhas

Mais um erro

O brasileiro Felipe Massa andou bem em todos os treinos, largou na frente de Fernando Alonso, mas terminou atrás, por um erro da equipe que colocou pneus médios no lugar dos macios em seu carro.“Cometemos um erro. Eu não esperava usar os pneus médios no último trecho, esperava usar os macios. Eu completei 19 voltas no começo e era o melhor carro com os macios. Decidimos parar na última hora na segunda vez e eu esperava ver os pneus macios no meu carro e foram colocados os outros. Este foi o erro da minha corrida, sem este problema eu teria terminado tranquilamente entre os cinco primeiros”, falou ele. Massa ainda não acertou sua continuidade na F-1. Os rumores são de que assinou com a Williams, mas ele nega.

Kimi vai receber

O finlandês Kimi Raikkonen divulgou que pensava em não correr no Texas e Brasil, porque a Lotus deve a quantia de 28 milhões de euros para ele. O clima esquentou, ele não participou de eventos com patrocinadores na quinta-feira e ficou de cara amarrada o tempo todo. No final do domingo, Mansoor Ijaz, líder do Grupo Quantum, anunciou acordo com a Lotus e disse que irá pagar a divida. Assim o finlandês irá para a Ferrari com os bolsos bem cheios.

É o que temos para o momento

Acostumado a brigar por vitórias, Fernando Alonso não conseguiu nem se aproximar do pódio nas duas últimas provas. E não projeta mudanças neste final de temporada. “É claro que perdemos algum tempo no tráfego, mas o quarto colocado estava 20s na nossa frente, então acho que o quinto lugar era o máximo possível. Tivemos uma Mercedes na nossa frente e outra atrás e uma Lotus na frente e outra atrás, então minimizamos a perda no Mundial de Construtores”, falou o desanimado espanhol depois da prova.

sábado, 2 de novembro de 2013

ISSO É DO JOGO

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaEstá difícil ter uma sinalização clara sobre o mercado brasileiro neste final de ano e no próximo. O que se sabe é que o otimismo do começo de 2013 foi se diluindo ao longo do tempo. Analistas do setor automobilístico se dividem entre os que preveem vendas um pouco menores em relação a 2012 e um pouco maiores, na soma de automóveis e veículos comerciais leves/pesados.

Existe algum simbolismo em torno de 2013. Afinal, seria o décimo ano seguido de crescimento do mercado interno, em parte alavancado por períodos de diminuição provisória de IPI que levaram a quebras seguidas de recordes. No recente seminário da Autodata, Perspectivas 2014, em São Paulo, a média de opiniões indicou sinais de desaceleração, mas não de queda de mercado. Por outro lado, a produção – importante por sustentar os empregos da cadeia de valor – deve continuar em ascensão em função de diminuição de importações e melhora ainda que modesta das exportações.

Um dos temas debatidos, de interesse direto dos consumidores, foi a mudança em implantação para viabilizar a volta do leasing, um tipo de financiamento um pouco mais barato e flexível. Até hoje há insegurança jurídica para que um carro seja retomado de inadimplentes ou lidar com “espertos” que deixam de pagar impostos e multas de trânsito ao se aproveitar por o veículo não permanecer em seu nome. Leasing poderá se somar a outros canais que ajudam na oferta de crédito, sujeita a altos e baixos por seletividade, exigência de valor de entrada maior ou de taxas de juros.

Há expectativa ainda da manutenção das atuais alíquotas menores do IPI, pelo menos no primeiro trimestre de 2014. Isso é dado como certo, o que diminuiria o ímpeto de compra neste final de ano para escapar de preços maiores. No entanto, a tendência é de que carros de entrada fiquem mais caros – de R$ 400,00 a R$ 800,00, estima-se –, quando todos os veículos leves vierem equipados com airbags frontais e freios ABS.

Até março de 2014 será possível adquirir modelos fabricados sem esses equipamentos de segurança. Depois sua comercialização ficará proibida. Então, não se descarta que a carga fiscal menor prossiga até meados do ano. Faltam, em teoria, duas “rodadas” de aumento de IPI. Nos bastidores, alguns apostam que a última etapa seria cancelada, isto é, alívio definitivo de parte do imposto.

Na verdade, os preços reais dos veículos, em geral, mantêm trajetória de queda, especialmente nos últimos cinco anos por qualquer índice de correção. Sinais de aumento de concorrência continuam evidentes, embora não se vislumbre guerra comercial, pelo menos em curto prazo. O governo abriria mão de quase migalha, em termos de alíquota do IPI, como “prêmio” por preços bem comportados. E faturaria, politicamente, ao amainar a carga tributária efetiva.

Alguns fabricantes foram menos otimistas que outros no seminário. Executivos apresentaram visões diferentes em temas espinhosos como futura capacidade ociosa, promoções e descontos agressivos. Mas, houve também quem considerasse que tudo isso é do jogo: produção se administra e promoções vieram para ficar. Consumidor mandar no mercado dever ser regra, não exceção.

RODA VIVA

ESTRATÉGIA de revelar em etapas um carro novo, iniciada pelo EcoSport, será repetida pela Ford. Novos subcompactos, hatch e sedã, substituirão de uma só vez o Ka atual e a versão anterior do Fiesta (Rocam), no segundo trimestre de 2014. Bill Ford, presidente do conselho da companhia, estará em Camaçari, dia 11 próximo, para a prévia do Ka hatch (sedã fica para depois).

TOYOTA confia que o novo Corolla, em meados do próximo ano, inovará o suficiente para recuperar a liderança entre sedãs médio-compactos. Não será inspirado no modelo para o mercado americano, considerado disruptivo para seus padrões. Ainda assim terá, pela primeira vez, versão esportivada para encarar o Civic Si, de volta em 2014.

FUSION híbrido mostrou evolução se comparado ao anterior, além do preço menor, mais interessante para o porte do carro em relação ao Toyota Prius. Mesmo com bateria mais potente, não é fácil se manter no modo zero emissão. Exige condições muito particulares para rodar a 100 km/h só com o motor elétrico. Economia de combustível aparece, porém leva 5 anos para amortizar a diferença de preço.

MANUTENÇÃO grátis – óleo, filtros e inspeções rápidas – por dois anos ou cerca de 40.000 km (o que ocorrer primeiro) está em oferta pelas quatro marcas da GM, nos EUA. Estratégia para aumentar retenção de clientes. Em geral, só marcas premium, como a BMW, oferecem. Aqui, Chevrolet anunciou plano de financiamento que inclui despesas com as revisões.

MAIOR rede de concessionárias do Brasil especializada em automóveis e motos de preço elevado (nove marcas, no total), Eurobike pretende voos mais altos. Estuda os mercados espanhol e português, com boas oportunidades, depois de anos de crise. Empresa passou de um faturamento de R$ 25 milhões para R$ 1 bilhão/ano, em uma década.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

Licenciamento: novembro é o mês dos veículos com placas de final 9 e caminhões com finais 6, 7 e 8

Proprietários de veículos com placas de final 9 e de caminhões com placas finais 6, 7 e 8 devem realizar durante o mês de novembro o licenciamento do exercício 2013. O serviço poder ser feito de forma eletrônica, com entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pelos Correios, ou diretamente nos postos do Detran.SP e Poupatempo.

Antes de serem licenciados, veículos registrados na Capital devem ser aprovados na inspeção veicular ambiental, como prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O cidadão deve fazer a inspeção pelo menos 72 horas antes de pagar a taxa de licenciamento (R$ 65,86), para que a aprovação seja confirmada no sistema, permitindo a emissão do CRLV.

Quem conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado estará sujeito às penalidades previstas no artigo 230 do CTB: multa de R$ 191,54, inserção de sete pontos no prontuário do condutor (infração gravíssima), além de apreensão e remoção do veículo.
Lembrando que não basta pagar a taxa de licenciamento, é obrigatório portar o documento.

Passo a passo - A inspeção veicular ambiental, de responsabilidade da Prefeiturade São Paulo, pode ser feita com até 90 dias de antecedência do licenciamento. O cidadão deve agendar o atendimento pelo site www.controlar.com.br ou pelo telefone (11)3545-6868. Dúvidas podem ser esclarecidas no site da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (http://migre.me/dWkdH), ou pelo telefone 156.

Passadas 72 horas após a aprovação, a taxa do licenciamento pode ser paga pela internet, caixas eletrônicos ou nas agências dos bancos credenciados (Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, BMB, HSBC, Safra e Citibank).

O valor para o exercício 2013 é de R$65,86. Para pagar, é preciso fornecer o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ou do CRLV do ano anterior. Para receber o documento via Correios, é necessário pagar o valor adicional de R$ 11, referente à postagem. É imprescindível que o endereço de cadastro esteja atualizado junto ao Detran.SP; caso contrário, não será possível efetuar a entrega.

Ao realizar o licenciamento, é preciso quitar possíveis débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas, inclusive por circular sem ter submetido o veículo à inspeção ambiental. Essa multa é emitida pela Prefeitura de São Paulo e o boleto para pagamento pode ser impresso por meio do próprio site do órgão, no link http://www3.prefeitura.sp.gov.br/multas/forms/frmPesquisarRenavam.aspx.
Quem preferir retirar o documento presencialmente deve apresentar o documento de identidade original e o comprovante de pagamento em uma das unidades do Detran.SP (Aricanduva, Armênia e Interlagos) ou nos postos Poupatempo (Cidade Ademar, Itaquera, Lapa, Santo Amaro e Sé). Lembrando que nessa modalidade não se deve pagar o valor de envio pelos Correios.

A entrega poderá ser solicitada, ainda, por procurador, portando procuração original e cópia do RG do proprietário do veículo, ou parentes próximos (pais, filhos, irmãos e cônjuge) – medianteapresentação de documento que comprove o grau de parentesco.
O passo a passo completo do serviço está disponível na área de "Veículos" do portal Detran.SP (
www.detran.sp.gov.br).
ATENDIMENTO AO CIDADÃO:

Disque Detran.SP

Capital e cidades com DDD 11: 3322-3333. Demais municípios: 0300–101–3333. De segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, e aos sábados, das 6h30 às 15h.

Fale com o Detran.SP

Acesso pelo portal www.detran.sp.gov.br

domingo, 27 de outubro de 2013

Aceleradas: GP India- Vettel é tetra e Alonso tem dia de Massa

234267Alemão da RBR vence a prova, torna-se o tetracampeão mais jovem da história. Já Fernando Alonso bate na largada, faz três trocas de pneus e não marca pontos

Por: Edison Ragassi

No GP da India aconteceu o que era esperado, Sebastian Vettel (RBR) largou na pole e venceu a corrida e faturou seu quarto titulo seguido. Não foi tão fácil como nas provas passadas, pois o piloto alemão parou na terceira volta para trocar os pneus macios pelos médios. Isso fez com que caísse para a 17ª posição. Ai precisou ter paciência, esperar quem ia à frente fazer a parada e assim reassumir a liderança na 29ª volta.

234245Quem poderia dar algum trabalho era o companheiro australiano Mark Webber, que vinha com estratégia diferente, pois largou com os pneus médios. Mas Webber recebeu ordem dos boxes para encostar. Uns dizem que era problema de câmbio, outros de alternador. Enfim, ele acatou a ordem e parou onde estava, nem levou o monoposto para a garagem.

Já quem poderia atrapalhar a festa de Vettel, o segundo colocado no campeonato, Fernando Alonso (Ferrari) fez uma corrida desastrosa. Saindo na 8ª posição, sofreu um toque, o qual quebrou o bico de seu carro. Obrigado a parar, teve a estratégia comprometida, e voltou na 20ª posição.

234280Ai tentou, fez até algumas ultrapassagens perigosas, mas o máximo que conseguiu foi um 11º lugar. Em compensação, Felipe Massa, que largou na quinta posição, foi ganhando espaço até chegar a segunda colocação. Quando Vettel parou, o brasileiro até liderou a prova por algumas voltas. Sabia-se que não duraria, mas a Ferrari trabalhou direitinho e beneficiado pelo abandonou de Webber, Massinha terminou na quarta posição, marcando preciosos pontos para o time no mundial de construtores.

Apesar da experiência e os dois títulos mundiais, Alonso e seu time sentiram a pressão, mesma pressão que levou Massa a perder o titulo de 2008, quando a Ferrari cometeu erros de principiantes e comprometeu o campeonato do piloto brasileiro.

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Ainda falando no piloto Felipe Massa, semana passada foi noticiado que ele assinou com a Williams um contrato de ‘5 temporadas’. Ele obviamente desmentiu, disse que negocia também com o time inglês, mas há outras opções como McLaren, Lotus, Sauber, Force India e nenhuma delas definida.

Eu acredito que esta opção só pode ter sido acertada se a Petrobras banque este contrato. Para quem não lembra, a empresa brasileira de petróleo já forneceu combustível para a Williams entre 1.998 e 2008. Continuaria na categoria com a Honda, mas os japoneses resolveram dissolver sua equipe em 2009. Mesmo assim, a negociação é complicada e passa pela dispensa do venezuelano Pastor Maldonado. O atual piloto do time leva algo em torno de 30 milhões de Euros da petroleira venezuelana como patrocínio. O contrato não impõe que Maldonado seja o piloto, mas os representantes da PDVSA querem sair e levar o venezuelano para a Lotus, uma equipe muito mais competitiva.

E para Massa se no ano que vem o time de Frank Williams continuar como neste, o brasileiro vai trocar a sétima posição pela décima sétima, ou seja, é melhor parar e procurar outra categoria onde poderá vencer e ganhar títulos.

Marcaram pontos no GP da India

1- Sebastian Vettel

2- Nico Rosberg

3- Romain Grosjean

4- Felipe Massa

5- Sergio Perez

6- Lewis Hamilton

7- Kimi Räikkönen

8- Paul di Resta

9- Adrian Sutil

10- Daniel Ricciardo

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Com o titulo definido, resta saber quem ficará com a segunda posição no mundial de construtores, a Red Bull soma 470 pontos, a Mercedes- GP assumiu a vice-liderança com 313 pontos e a Ferrari aparece em terceiro tem 309 pontos. Este posicionamento é importante, pois define quanto cada time terá direito da fatia do bolo arrecadado nesta temporada.

234257E no mundial de pilotos, Vettel chegou a 322 pontos, com Alonso e seus 207 pontos em segundo, Raikkonen é o terceiro com183. Massa aparece em oitavo com 102 pontos, o mesmo número de Grosjean (Lotus) que está em sétimo.

Semana que vem tem mais, o dia 3 de novembro, o GP de Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos.

Rapidinhas

Desabafo de campeão

Vettel comemorou seu quarto titulo como se fosse o primeiro. Ao final da prova, foi até a linha de chegada, fez vários zerinhos, desceu, reverenciou o carro várias vezes e jogou as luvas para a torcida. E para os jornalistas foi humilde. “A temporada não foi fácil, isso com certeza, mesmo que as pessoas de fora tenham a ideia de que nós estamos com tudo em nossas mãos nas últimas etapas. Para mim, pessoalmente, foi difícil ser vaiado, mesmo não tendo feito nada de errado. Superar isso e dar a resposta certa, na pista, ganhando finalmente a aceitação, me deixa muito orgulhoso. Acho que todos nós, como pilotos, buscamos isso”.

Sem cometer erros

O brasileiro Felipe Massa conseguiu uma quarta posição, porque o carro da Ferrari não permitiu mais. Desde a largada foi muito competitivo e chegou na frente de Fernando Alonso. “Foi uma corrida legal e estou bem contente, porque a estratégia deu certo. Apresentei bom ritmo o tempo todo, mesmo com pneus macios. Daria para lutar pelo pódio, mas, com a evolução da pista, alguns carros, como o de Romain Grosjean, conseguiram fazer só uma parada, algo impossível para nós. Mas tenho que ficar feliz, pois foi um dia em que não cometemos erros”, declarou o brasileiro depois da prova.

Prevendo o futuro

Fernando Alonso cumprimentou Vettel pelo titulo, mas deixou um aviso. "Temos de dar parabéns a ele e pensar que estaremos seguramente brigando pelo título no próximo ano". O piloto da Ferrari que caminha para o vice-campeonato, não terá vida fácil em 2014. Além de desenvolver um novo carro, terá que enfrentar o sempre rápido e combativo Kimi Räikkönen, que não está nem ai pra ordens de equipe.

PICAPE TAMBÉM INOVA

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaAlgumas peculiaridades do mercado brasileiro são praticamente únicas no mundo, ao considerar seu porte de quase quatro milhões de unidades/ano. Uma delas é que cerca de três quartos das vendas se concentram em modelos compactos entre hatches, sedãs, monovolumes, stations, SUVs e picapes. E mais: picapes compactas representam expressivos 7% das vendas totais e oferecerem configurações em cabines simples, estendida e dupla para uso comercial, particular e misto.

Agora, uma cabine dupla compacta de três portas torna-se inédita no mundo. Outra inovação da Fiat, que criou esse segmento no Brasil, em 1978. A Strada, lançada em 1998, lidera o segmento com 50% de participação e chega à quinta reestilização no ano-modelo 2014, esta semana nas concessionárias. Interessante que na Argentina, a Strada também arrebata 50% deste mercado, embora o Grupo Fiat seja apenas o sexto na soma de automóveis e comerciais leves, no país vizinho.

Um dos segredos do sucesso dessa picape é a ampla oferta: três tipos de cabine, três motores (1,4 l; 1,6 l e 1,75 l) e três versões de acabamento (Working, Trekking e Adventure). Preços vão de R$ 33.750 a R$ 64.337 (fora o teto solar, só em janeiro). A fábrica fez um bom trabalho de estilo, em particular na lateral e traseira, além de ampliar em 8 cm a altura da caçamba, que levou a um ganho de volume de 100 a 120 litros em função do tipo de carroceria. Rivais Saveiro, Montana e Hoggar já tinham caçamba com esse recurso.

Todas as cabines duplas dispõem de uma terceira porta lateral, no lado direito, de abertura reversa e sem maçaneta externa (colocada na parte interna do vão da porta). Solução engenhosa que eliminou a coluna central e dobrou a área de acesso para 1 m². Para liberar a entrada atrás é preciso primeiro abrir a porta dianteira, mas o espaço para pernas continua bem ruim: adequado apenas a crianças ou, eventualmente, a adultos por pequenas distâncias. No entanto, ficou muito mais fácil colocar objetos graças à essa porta única traseira.

Trata-se de um projeto robusto, desenvolvido no centro de engenharia de Betim (MG), que incluiu testes de colisão lateral. Os reforços acrescentaram até 40 kg de massa ao veículo em ordem de marcha, mas a fábrica esqueceu de abater esse número da capacidade de carga líquida, que continua em 650 kg, pela ficha técnica. Interior recebeu um volante novo para as versões Trekking e Adventure (nesse caso, multifuncional). Mas o painel continua desatualizado e com saídas centrais de ar-condicionado mal localizadas.

Ao rodar na versão Adventure cabine dupla, no litoral da Bahia, com alguns trechos secundários esburacados, deu para sentir a integridade estrutural da picape. Ausência de ruídos ou rangidos e sem indicativo de que possam ocorrer pelo acréscimo da terceira porta. Suspensões com maior altura livre continuam a passar sensação de solidez, sem dureza excessiva e bom comportamento em curvas. Motor flex de 1,75 l/132 cv e câmbio automatizado de 5 marchas formam um conjunto ideal para quem não pretende uso comercial.

Resta aos concorrentes ver o aumento de vendas da Strada ou partir para uma cabine dupla de quatro portas e maior espaço interno. Quem se habilita?

RODA VIVA

GRUPO PSA Peugeot Citroën vislumbrou projeto de híbrido a ar com grande potencial no Brasil. Faz apresentação técnica também ao governo. Tecnologia é simples e a um custo estimado de apenas mais 10% (de 40% a 50% em híbridos elétricos). Todos os espaços originais, em compacto como o C3, são preservados e economia de combustível pode chegar a 45%. Previsão de mercado, 2016, mas procura parceiros de outras marcas.

EXECUTIVO-chefe mundial da Bosch, Volkmar Denner, em visita ao Brasil, prevê que haverá crescente aplicação de turbocompressores em motores de ciclo Otto com cilindrada reduzida (downsizing) em quase todos os mercados. Para ele, produção em massa ajudará a diminuir custos, inclusive no País. Mas, ainda não tem planos de produção local.

GOLF VII alemão, lançado aqui mês passado e fabricação prevista no Paraná em até dois anos, é um dos bons exemplos de aplicação de turbocompressor. Seu motor de 1,4 l/140 cv impressiona pelo desempenho em acelerações, nitidamente mais rápidas que outros do segmento, graças aos 25,5 kgf∙m de torque de 1.500 a 3.500 rpm. Agrada ainda pela solidez, acabamento e dirigibilidade.

HYUNDAI ix35 é produzido em Anápolis (GO) desde setembro, mas só agora o Grupo CAOA mostrou os investimentos na fábrica, com alguns robôs. Preço não se alterou: R$ 94,9 mil. Aliás, modelos hoje importados, a serem fabricados aqui mais adiante, já estão “precificados”, no jargão do mundo econômico. Se não, quem os compraria agora?

CORTE nos preços dos Hyundai i30 e sua versão sedã, Elantra, refletiu condições de mercado pela forte precificação do novo Golf, vendido desde já por preço de carro nacional, mesmo pagando imposto de importado. No caso dos modelos sul-coreanos, há um pormenor: maior parte do desconto foi bancado pela valorização recente do real frente ao dólar, em torno de 11%.

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domingo, 20 de outubro de 2013

Lançamento: Fiat Strada 2014 com terceira porta

Strada_Adventure_Estudio_009Picape compacta líder do segmento recebeu novo visual, a versão cabine dupla agora tem porta que abre para fora, mas não ocorreu mudança na arquitetura

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Divulgação

Na Ilha de Comandatuba (BA), dia 16/10, a Fiat mostrou para a imprensa especializada a Nova Strada 2014. Para a versão cabine dupla, a fabricante desenvolveu a ‘terceira porta’. Esta nova entrada foi colocada do lado direito, abre para fora e só pode ser acionado com a porta do passageiro aberta.

No visual, a linha de cintura ficou mais alta e a caçamba maior, cresceu 8 cm na altura, para oferecer mais volume para carga. As lanternas traseiras mudaram, foram colocadas em posição mais elevada e invadem as laterais.

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A versão Working recebeu um novo para-choque dianteiro e todas elas ganharam abertura elétrica da tampa do combustível, porta escada, novo vidro traseiro e ainda novo volante para Trekking e Adventure, entre outros, no total foram 300 as modificações. Porém, a arquitetura continua a mesma, assim não alterou o tempo de reparo e os custos de manutenção e peças de reposição em relação a picape anterior. Com cabine simples a capacidade da caçamba é de1.220 litros, a qual diminuiu para 910 litros na cabine estendida, enquanto que a cabine dupla recebe até 680 litros.

Strada_Working_CC_001São três versões da Working (cabine curta- R$33.750/ estendida- R$36.870/dupla R$42.330) a motorização é 1.4 Flex, sua potência é de 85 cv (G)/ 86 cv (E) e torque de 12,4 kgfm (G) / 12,5 kgfm (E). Uma da Trekking (cabine dupla- R$48.360) e propulsor E-torQ 1.6 16V Flex, o qual entrega 115cv (G)/ 117cv (E) e torque de 16,2 kgfm (G)/16,8 kgfm (E). E a Adventure (cabine estendida- R$49.480/ cabine dupla- R$54.360) tem o propulsor mais potente, E-torQ 1.8 16V com potência de 130 cv (G)/132 cv (E) e torque de 18,4 kgfm (G)/ 18,9 kgfm (E).

Strada_Trekking_CD_001Em todas as opções, a suspensão dianteira é tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores transversais e barra estabilizadora, com molas helicoidais. A Suspensão traseira é de eixo rígido tipo Ômega, com mola parabólica longitudinal. Os amortecedores são hidráulicos, pressurizados a gás, telescópicos de duplo efeito. E a direção é hidráulica com pinhão e cremalheira.

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No teste drive promovido pela Fiat, Auto Agora, teve a oportunidade de rodar 50 km com a versão Adventure, câmbio Dualogic e a opção de entrada Working. Com motor 1.8L 16V, a picape mostra muita força para um veículo deste porte.

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O arranque é bom e o sistema de trocas automatizadas (Dualogic) evoluiu está diferente e melhor que o anterior. Os trancos que ocorriam durante as mudanças, quando colocado em modo automático, quase que desapareceram. Já ao utilizar no manual, a versão dirigida tem as borboletas para as trocas, não há diferença de um câmbio convencional.

Nas subidas e descidas do trecho, o propulsor mostrou que tem folego, tanto nas tomadas como nas retomadas das acelerações, inclusive com o ar condicionado ligado.

Strada_Adventure_CD_007Nas curvas o acerto de suspensão também é bom. Já em situações de terreno acidentado, ela pula um pouco, mas isso é consequência da suspensão traseira que utiliza feixe de molas. E não teria que ser diferente, pois não podemos esquecer que é um veículo preparado para transporte de carga, o qual quer oferecer conforto semelhante ao de um modelo de passeio. E o trabalho realizado para a implantação da terceira porta foi bom. Não há barulhos ou qualquer outra interferência que venha a sugerir que foi alterada a estrutura do veículo.

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E a versão Working, com propulsor 1.4L, responsável por 55% das vendas da Fiat Strada também tem boa dirigibilidade. O câmbio manual tem trocas macias e precisas.

O arranque é mais lento, natural, pois se trata de um motor menos potente e com menor torque, mas atende bem as necessidades de aceleração e retomada, principalmente se pensamos no uso urbano. Até surpreendeu ao ultrapassar uma subida, na velocidade média de 100km/h, sem ter que trocar marcha, só perdeu um pouco na mesma condição de terreno, porém com o ar condicionado ligado.

Strada_Working_Estudio_005Nos dois modelos o teste drive foi feito com a caçamba vazia, assim, tudo leva a crer que ao carregar, terá o desempenho um pouco comprometido, mas nada que chegue a assustar quem necessita deste tipo de veículo.

externsor_cacamba_001Ainda entre as novidades, a Mopar, empresa do grupo Fiat Chrysler que no Brasil está focada no desenvolvimento e comercialização de acessórios, desenvolveu para o veículo mais de 40 itens exclusivos, entre eles o Extensor de Caçamba com tripla função, o qual tem preço sugerido de R$1.459,00 e a Central Multimídia.

Strada_Trekking_Estudio_003Já a Magneti Marelli é responsável pelo fornecimento do sistema de injeção completo, amortecedores Cofap, quadro de instrumentos, Computador de Bordo, pedaleiras, sistema de exaustão, composto pelo coletor tubular com catalisador integrado, os faróis biparabola e o sistema Free Choice para o câmbio automatizado Dualogic.

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Ainda entre os opcionais, figura o sistema Locker, o qual auxilia em trechos de terra e lama, por R$1562,00. A picape compacta Fiat Strada tem participação de 51% deste segmento. No mix de produtos, a versão Working atinge 55% das vendas, a Trakking responde por 10% e a Adventure chega a 35%. A expectativa da Fiat é de aumentar em 10% sua participação com este lançamento.

CONCORRÊNCIA DEVE PREVALECER

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Por: Fernando Calmon

Foto F. Calmon 19 - médiaImportados do México sofrem, há quase dois anos, as limitações de cotas impostas pelo governo federal. Não que não seja possível trazer mais veículos, porém ficariam fora de preço. A Nissan foi a mais prejudicada, pois importa carros compactos – March e Versa – em volumes maiores, que formam a base do mercado brasileiro, além de Tiida e Sentra. Esse cenário muda em 2014 com a inauguração, em março, da fábrica em Resende (RJ) e início da produção daqueles dois compactos e, no final de 2015, do SUV deles derivado.

Já em março de 2014, a cota mexicana volta a subir, no que seria o último ano de restrições. Com o alívio duplo (cota e produção local), a marca japonesa pode lançar desde agora o completamente novo Sentra por preços bastante competitivos: R$ 60.990 a R$ 71.990. Trata-se da sétima geração do modelo que, de fato, deu um salto qualitativo. Seu estilo ficou agradável, destacando-se o peculiar desenho dos para-lamas dianteiros. Em aerodinâmica melhorou muito (Cx de 0,34 para 0,29). Faróis de neblina, maçanetas cromadas e extensa aplicação de plástico de toque macio são exemplos dos cuidados com equipamentos, acabamento e materiais.

Bom espaço interno, em particular no banco traseiro, o coloca em nível superior ao do Civic, líder do segmento, e rivaliza com C4 Lounge e 408. Porta-malas de 503 litros fica na média de 10 rivais. Porém, apenas 52 litros no tanque limitam autonomia em viagens, especialmente por ser um sedã médio-compacto. Em parte, essa desvantagem diminui porque o motor flex de 2 litros/140 cv alcança até 12,9 km/l em estrada, nota A (máxima) no critério Inmetro.

O Sentra evoluiu ainda em conforto de marcha e dirigibilidade. O câmbio automático CVT, que nem todos gostam, agora proporciona melhores respostas, sem prejuízo de permitir viajar a 120 km/h a apenas 2.000 rpm. Uma pena que falte alma ao motor, inferior em potência à maioria dos concorrentes.

Outro novo modelo mexicano também prejudicado pelas cotas é o Chevrolet Tracker. Compartilha arquitetura com Onix, Prisma, Cobalt, Spin e Sonic, porém é um SUV compacto de linhas atraentes e para-lamas massudos, mais interessante nesse aspecto que o EcoSport. Como há limitação para importar, a GM optou pela versão única de topo, LTZ, que sai por R$ 71.900. Inclui rodas de liga leve de 18 pol. e interior com acabamento razoável. Espaço no banco traseiro não chega a empolgar e nem o porta-malas, de apenas 306 litros.

Posição de guiar (inclui regulagem elétrica para região lombar) e comportamento dinâmico estão de acordo com as características de um SUV moderno desse porte. Motor de 1,8 L/144 cv vai bem, porém faltará fôlego se uma versão de tração 4x4 fosse disponível, o que não está nos planos da fábrica, pelo menos no momento. O câmbio automático convencional de seis marchas faz trocas rápidas. No desempenho geral, o Tracker fica atrás da versão Titanium do EcoSport e do Duster Dynamique, ambos de 2 litros e potências semelhantes, mas que entregam valores de torque superiores.

A partir de março de 2015, é provável que volte o livre comércio Brasil-México, com ajuda da taxa de câmbio. Seria ideal a concorrência sempre prevalecer, sem intervenções.

RODA VIVA

DEPOIS do Golf VII, o próximo modelo a utilizar no Brasil a arquitetura MQB da Volkswagen será o novo Fox, em 2016. Antes disso, já em 2014, o compacto receberá atualização de linhas. Polo continuará até o final do próximo ano. Gol compartilhará a arquitetura com o up!, este previsto pela coluna para estrear em fevereiro de 2014.

INMETRO passou a classificar de A a E, a partir deste mês, no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) as emissões de gases regulamentadas (CO, HC e NOx), além do gás carbônico (CO2) já constante da tabela. Difícil é encontrar carros nas lojas com o selo PBEV, mesmo entre fabricantes que se comprometeram. Lamentável.

REESTILIZAÇÃO do Camaro para o ano-modelo 2014 focou na aerodinâmica. Estilistas ousaram na parte frontal, sem se afastar muito da proposta de referência ao modelo original, de 1966. Mas, na traseira, o carro perdeu personalidade com lanternas sem inspiração. Houve ainda retoques no interior e o preço subiu para R$ 210.000 pela desvalorização do real.

PARA impulsionar o Agile, a fábrica fez alterações cosméticas em para-choques, grade, faróis e lanternas. Agora há apenas a versão LTZ, a mais equipada, a partir de R$ 42.990. Redefinição de relações de marchas e diferencial melhorou, ligeiramente, a utilização do câmbio automatizado (uma embreagem) que custa R$ 2.500. Volante de direção passou a ter base reta.

FÁBRICAS têm oferecido preços fechados de revisões mais acessíveis. Mas, várias impõem visitas semestrais às concessionárias. Isso traz custo de deslocamento para o consumidor, além de troca de óleo, na maioria dos casos desnecessária. Assim, devem-se somar gastos indiretos, além do valioso tempo das pessoas. Ainda bem que nem todas têm essa política, no caso Fiat, GM e Nissan entre outras.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon