segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Up! da VW recebe 5 estrelas em segurança

ViewImageNem chegou ao mercado nacional e o up! novo compacto da VW, que será lançado em fevereiro, recebeu a melhor pontuação no Latin NCAP, com 5 estrelas na proteção para adultos e quatro estrelas para crianças. Segundo divulgado pela VW, é a primeira vez que um compacto atinge a melhor nota na avaliação do instituto.

Parte deste resultado foi obtido graças a construção do carro, utiliza aços conformados a quente e aços de alta resistência para manter segurança elevada com baixo peso.

Também é equipado com recursos de segurança como sistemas ISOFIX e top-tether e alerta visual e sonoro para cintos de segurança dianteiros desafivelados.

Trânsito carregado pode comprometer os amortecedores e a suspensão de um veículo

congestionamento-iphoneA Tenneco, fabricante dos amortecedores da marca Monroe e componentes de suspensão Axios, explica que o freio acionado repetidas vezes sobrecarrega pneus, molas e amortecedores.

Assim, o desgaste de diversos componentes da suspensão é, em grande parte, acelerado pelo congestionamento nos grandes centros urbanos. Embora o carro ande em baixa velocidade, o movimento gerado pelas constantes frenagens podem prejudicar itens de segurança, como os amortecedores.

O coordenador de Treinamento Técnico da Monroe, Juliano Caretta, fala que se as peças da suspensão apresentarem sinais de degaste, o tráfego intenso pode potencializar o problema. “A ação de frenagem provoca a transferência de peso, sobrecarregando freios, pneus, molas, amortecedores, e outros componentes da suspensão”.

O amortecedor desgastado ou em más condições, oferece riscos de acidentes. A peça controla a movimentação das molas da suspensão e mantém os pneus em contato permanente com o solo, o que proporciona estabilidade, segurança, conforto e boa dirigibilidade.

“Se os amortecedores não estiverem em bom estado, o tráfego intenso aumentará consideravelmente o desgaste prematuro de vários componentes do veículo e, consequentemente, elevará o risco de acidentes”, esclarece Juliano.

A recomendação é de realizar a revisão dos amortecedores e das demais peças do sistema no máximo a cada 10.000 quilômetros, quando perceber qualquer problema na suspensão ou, ainda, conforme especificações do fabricante. Se for constatado defeito, a substituição deverá ser providenciada imediatamente.

“É importante salientar que o período de troca pode variar de acordo com as condições de uso do automóvel. Veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste do que os que circulam por pistas irregulares. Ou seja, a vida útil dos componentes está diretamente ligada às condições de uso do carro”, enfatiza o coordenador.

Vale ressaltar que amortecedores recondicionados ou remanufaturados também oferecem riscos de acidentes, pois são peças reaproveitadas e com tempo excessivo de uso. Em casos de dúvidas para revisão ou substituição, o serviço de relacionamento com o cliente Monroe Resolve – 0800 166 004 – indica as revendas credenciadas, o que assegura a qualidade do atendimento e a procedência dos produtos.

Filtros para Onix e Prisma

unnamedChega ao mercado de reposição os filtros de ar da marca Wix, para aplicação nos veículos Onix 1.0 e 1.4 Flex (de 2012 a 2013) e Prisma 1.0 e 1.4 Flex (2013). A Wix é uma marca da Affinia Automotiva que produz filtro de ar, combustível e óleo.

Com quase 70 anos de experiência, a empresa tem um portfólio variado que atende diversos segmentos de veículos nacionais e importados, para automóveis, picapes, veículos pesados, agrícolas e off-road.

Para obter mais informações sobre os lançamentos das marcas da Affinia – Nakata, Spicer e Wix, basta acessar www.affinia1.com.br/informativo

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

DESGASTE DESNECESSÁRIO

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2A extensa lista de modelos que sairão de linha em 2013 demonstra que alguns fabricantes, finalmente, se convenceram de não valer a pena passar por tantos desgastes. E a senha para esse fim foi justamente a lei que estabeleceu freios ABS e bolsas infláveis, embora razões de mercado também tenham prevalecido.

Picape Courier foi a primeira baixa do ano, ainda em abril. Até 31 de dezembro, a relação de fim de fabricação (FdF) será engrossada por Kombi, Mille, Fiorino antigo, Ka e Gol Geração IV (poderia receber os itens citados, mas dará lugar ao up!). FdF não significa fim de vendas, pois há estoques. No caso dos itens de segurança o limite é 31 de março próximo. Mas há outros casos. Fiesta Rocam ganhou sobrevida de alguns meses até a chegada do novo Ka. O Golf IV, por razões comerciais/industriais e não técnicas, também terá FdF nos próximos dias, mas será comercializado até o final do estoque em 2014.

Kombi é um fenômeno único de longevidade da segunda metade do século passado. Completou 57 anos de fabricação (inclui o primeiro ano, 1957) graças ao uso prevalecente como veículo de trabalho. Surpresa maior, o Mille esteve em produção por nada menos de 30 anos (inclui 1984), algo raríssimo no caso de automóveis e ainda porque só ocorreram mudanças superficiais. Gol G IV superou o Mille nessa disputa inglória: saiu das linhas de montagem por 34 anos (inclui 1980). Mas o líder de mercado teve entre-eixos aumentado e carroceria arredondada em 1994 (apelidado de Bolinha), o que talvez o coloque na história como exemplo digno de purgatório por ter, afinal, compatibilidade com recursos primários de segurança.

Há pessoas que choram o fim de modelos superados por meio de regulamentos de segurança e ambientais ou até empregos perdidos. Nada mais falso. Essa mentalidade levou à situação absurda em que governo e parte dos fabricantes aventaram, semana passada, adiar a obrigatoriedade do uso de airbags e ABS por dois anos, a partir de 1º de janeiro próximo.

Depois de embates nos bastidores, recuaram parcialmente. A Kombi sobreviverá por dois anos – única exceção – com desculpas como empregos gerados e pelo uso comercial. Estrago institucional, no entanto, já está feito. Péssimo para o País mudar regras a menos de 15 dias de vigorar. Volkswagen, inclusive, deve explicações ou compensações a quem já adquiriu as duas séries especiais “Última Edição”.

Governo mostra improvisação. Nos EUA, há 40 anos, houve cronograma diferenciado e limitado para exigências de segurança entre automóveis e veículos comerciais leves. Aqui, em 2009, já se sabia que o furgão alemão tinha características únicas e, eventualmente, insubstituíveis. O escalonamento de cinco anos, estabelecido pelo Contran, era razoável. Deixar isso para a undécima hora, a fim de agradar sindicalistas ou usuários específicos, é um tremendo desgaste.

Por que governo e indústria não aprendem a lição e estabelecem novas exigências factíveis para os próximos cinco anos? Imobilidade é tudo que organizações oportunistas, como Latin NCAP, desejam para conduzir testes e critérios discutíveis.

RODA VIVA

BMW GROUP surpreendeu ao ampliar seu comprometimento com o mercado brasileiro. Já se sabia que o sedã Série 3 (mais vendido da marca aqui e no mundo) e o SUV derivado dele, X1, além do hatch Série 1, modelo de entrada, estavam entre os que entrarão em produção em Araquari (SC). Inclui agora o X3 (arquitetura com base no sedã Série 5) e o Mini Countryman.

PELA primeira vez, BMW e Mini dividirão o mesmo teto de uma fábrica, a partir de outubro de 2014. Cronograma prevê intervalo de apenas três meses para os três primeiros produtos. É bem provável que por sair na frente no segmento premium e projetar a maior capacidade instalada (32.000 unidades/ano), existam planos ainda mais ousados, incluindo exportações.

STRADA cabine dupla de três portas não oferece espaço razoável para adultos no banco traseiro, porém no uso urbano a porta extra atrás agiliza o acesso na maioria dos casos. Impressiona a robustez da solução, mesmo em pisos ondulados e buracos. Melhor combinação é a versão avaliada: motor 1,8 l/132 cv (etanol) e câmbio automatizado, apesar do preço salgado.

CHERY admite ter avaliado mal a competitividade dos produtos importados da China, em meio à contração do número de concessionárias. Queda de vendas foi de 40% em 2013 sobre 2012. Inauguração da fábrica de Jacareí (SP), no segundo trimestre de 2014, produtos mais atuais, rede ampliada, centro de pesquisas e unidade de motores ajudarão na virada que ela espera.

PARA ganhar – ou manter, no pior cenário – dinamismo nas vendas, a JAC, segunda marca chinesa a construir fábrica no Brasil (2015), aposta em sistemas multimídia nas linhas J3 e J6. Tela tátil de 6,2 pol. no painel ou na parte posterior dos encostos de cabeça dianteiros, sem cobrança adicional, é uma fórmula de atrair e evitar descontos que repercutem no valor de revenda.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Comparativo: Toyota Corolla/ Peugeot 408

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Toyota Corolla e Peugeot 408 receberam modificações nos equipamentos internos, além disso, o modelo francês ganhou um novo câmbio automático e novos ajustes na suspensão

Por: Edison Ragassi/ Fotos: Estúdio Prána

A linha 2014 do sedã médio Toyota Corolla foi lançada em março deste ano. Em dimensões tem comprimento de 4.540 mm, altura de 1.480 mm e largura de 1.760 mm.

DSC05030Sua distancia entre os eixos é de 2.600 mm e no porta-malas a capacidade é de 470 litros, o tanque de combustível suporta até 60 litros.

No final de agosto, a Peugeot apresentou a linha 2014 do sedã médio 408, concorrente direto do Corolla.

DSC05474Seu comprimento é de 4.690 mm, com altura de 1.519 mm e largura de 1.815 mm, para uma distância entre os eixos é de 2.710mm. Com o banco traseiro na posição normal, a capacidade volumétrica do porta-malas é de 526 litros, no tanque recebe até 60 litros de combustível.

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O interior do sedã da Toyota passou por modificações, recebeu uma central multimídia com rádio AM/FM e CD Player, a qual reproduz arquivos de MP3, AAC e WMA, os comandos são no volante, ou em uma tela touchscreen. Mostra também as informações de condução, econômica ou não pelo GPS.

IMG_0352No sedã médio Peugeot também há módulo de comando da climatização, sistema de som, tela de navegação retrátil, GPS, CD Player com leitor de MP3, entrada USB, funções Bluetooth e tela multifunções com computador de bordo. Ambos têm ar-condicionado digital Bi-zone, regulador e limitador de velocidade.

O sistema de direção do carro da Toyota usa auxilio elétrico, enquanto que no Peugeot é eletro-hidráulico.

DSC05065O Coralla é equipado com motor 2.0 L 16V Dual VVT-i Flex utiliza bloco e cárter de alumínio. A potência máxima é de 153 cv (E)/ a 5.800 rpm e 142 cv (G) a 5.600 rpm. O torque atinge 20,7 kgfm a 4.800 rpm (E)/19,8 kgfm a 4.000 rpm (G).

IMG_8879Já o propulsor do 408 também é 2.0L Flex, com bloco de alumínio, usa quatro cilindros, 16 válvulas, com duplo comando e cilindrada de 1.997 cm³. O comando de válvulas de admissão é equipado com sistema de distribuição variável e contínuo (VVT), entrega potência de 151 cv (E)/ 143 (G) a 6.000 rpm e torque de 22 kgfm (E)/ 20 kgfm (G) a 4.000 rpm.

DSC05113Completa o trem de força do modelo japonês, o câmbio automático de quatro velocidades Shifttronic, o qual tem a opção de trocar as marchas nas borboletas colocadas ao lado do volante ou na alavanca de maneira sequencial.

No sedã francês, a versão 2014 traz novidades, ele passou a utilizar a transmissão automática sequencial de 6 velocidades (caixa AISIN), chamada AT6.

IMG_8931Ela possui sistema de trava eletrônica que impede o engate de uma marcha incompatível com a rotação do motor. O sistema não deixa a alavanca mover-se para as opções “P” (parking) e “R” (marcha a ré) quando o veículo ultrapassa a velocidade de 6 km/h.

Para otimizar o funcionamento da caixa AT6 com o motor 2.0L foram desenvolvidas novas linhas de admissão de ar e de escape, além de uma calibração específica para o motor, a qual privilegia o conforto na utilização da função “Drive” e, ainda, oferece o modo Sport que troca as marchas com giro mais alto do motor. Ela faz a leitura do relevo, aciona o freio motor em descidas, também equaliza o torque nas subidas e retém a marcha quando o motorista tira o pé do acelerador.

DSC05263A suspensão dianteira do tipo McPherson está presente no Corolla, o Peugeot tem sistema pseudo McPherson, com barra estabilizadora. E na traseira, os dois usam eixo rígido com travessa deformável.

No modelo 408, o sistema de suspensão traseiro recebeu novos itens, foram trocadas as buchas de articulação e foi colocado um calço de elastômero no apoio da mola com a carroceria.

IMG_0230No eixo dianteiro aplicaram um novo apoio superior da mola, que também contribui para a melhor filtragem das irregularidades do piso.

Os sedãs usam freios a discos e pastilhas nas quatro rodas, ventilados na dianteira, sólidos na traseira com ABS e EBD.

DSC05085IMG_8918As rodas de liga leve são de série nestes médios, porém no Corolla o raio é de 16 polegadas, com pneus 205/55. As rodas do Peugeot têm raio de 17” e os compostos de borracha usam a medida 225/45, são os chamados pneus verdes Pirelli P7, de baixa resistência ao rolamento.

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O Toyota Corolla com transmissão automática versão XEi 2.0 Flex tem preço sugerido para venda de R$ 75.620, o Altis 2.0 Flex custa R$85.000, ambas as versões com bancos de couro. O Peugeot 408 Allure com câmbio automático de 6 marchas sai por R$66 990. Há também o topo de linha Griffe com propulsor THP 1.6L 16V turbo, movido a gasolina e transmissão automática de 6 velocidades por R$73.990.

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Colaboraram: Toyota do Brasil, Peugeot do Brasil e Concessionária Toyota Grand Motors- Nações Unidas

Custos de peças e serviços: Toyota Corolla 2.0L Flex Automático

Amortecedor dianteiro: R$ 224,94- cada

Serviço: R$ 429,00- par

Amortecedores traseiros: R$ 170,04- cada

Serviço: R$351,00- par

Disco de freio dianteiro: R$ 150,00

Serviço: R$175,50- par

Jogo de pastilhas dianteiras: R$ 140,00

Serviço: R$175,50

Discos de freios traseiros: R$144,77

Serviço: R$175,50- par

Jogo de pastilhas traseiras: R$150,00

Serviço: R$175,50

Óleo/litro: R$29,00

Serviço: R$97,50

Filtro de óleo: R$28,97

Serviço: na revisão não é cobrada mão de obra de substituição do filtro

Filtro de ar: R$44,70

Serviço: R$19,50

Filtro de combustível: R$21,84

Serviço: R$136,50

Filtro anti-polén: R$69,30

Serviço: R$19,50

Velas: R$67,27

Serviço: R$58,50

*Custos de peças e serviços: Peugeot 408 Automático 2.0L 2014

Amortecedores dianteiros: R$683,06- par

Amortecedores traseiros: R$822,04- par

Discos de freios dianteiros: R$185,62

Jogo de pastilhas dianteiras: R$315,00

Discos de freios traseiros: R$185,62

Jogo de pastilhas traseiras: R$260,74

Óleo/litro: R$26,00

Filtro de óleo: R$34,90

Filtro de ar: R$53,29

Filtro de combustível: R$24,77

Filtro anti-polén: R$52,45

Velas: R$20,48

*O custo de serviços pode variar de cidade para cidade, revenda para revenda. Nos pacotes de revisão: na troca de óleo, filtro de ar e pastilhas de freio dianteiro, a Peugeot dispõe de mão de obra acordada no valor de R$ 165,00.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Jornalistas especializados da ABIAUTO elegem os melhores veículos de 2013

211228_370372_img_8516_ford_press (1)Associados da ABIAUTO votaram nos melhores carros e motos comercializados no Brasil. Ford e Triumph ganharam os principais prêmios

Por: Redação/ Fotos: Divulgação- Estúdio Prána

Na noite de quarta-feira (11/12), em São Paulo (SP), os jornalistas da ABIAUTO (Associação Brasileira da Imprensa Automotiva), elegeram os melhores veículos e motos comercializados no Brasil.

A entidade é formada por 120 profissionais de todo o País da imprensa automotiva em atividade na mídia escrita e eletrônica dos meios de comunicação de massa (jornais, revistas, rádios, TVs e sites especializados), este ano 67 tiveram o direito a voto. A solenidade de entrega dos prêmios teve como mestre cerimônias o Editor de veículos da Prána Editora e Marketing e do Blog Auto Agora, Edison Ragassi, que também é eleitor.

FocusNa 15ª edição do Prêmio, o Novo Ford Focus foi eleito o Melhor Carro 2013 Imprensa Automotiva, e a Triumph Tiger 800 como Melhor Moto 2013 Imprensa Automotiva. "O Prêmio ABIAUTO ganha força a cada ano que passa. Já tínhamos a credibilidade e abrangência pela qualidade e grande número de jornalistas especializados que votam, eles representam todas as regiões geográficas do Brasil e as mídias revistas, jornais, sites, TVs e rádios. E após o resultado deste 15º Prêmio Imprensa Automotiva, acredito ainda mais que esta representatividade é um respeitado selo de qualidade para as montadoras, fabricantes e importadoras", comentou Célia Murgel, presidente da ABIAUTO.

O Prêmio Abiauto 2013 contou com o patrocínio de Ford Caminhões, Magneti Marelli, MAN Latin America, Lexus e Banco RCI Brasil, Co-patrocínio da Mercedes-Benz e Fazenda Serra Azul e apoios da Polaris, CaraReges Eventos e TSO Brasil.

Para 2014, a Associação programa além do Prêmio, o 3º Fórum com objetivo de levar conhecimento aos associados.

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Confira os vencedores do 15º Prêmio Imprensa Automotiva em cada categoria

Carros e picapes

MELHOR CARRO 2013 IMPRENSA AUTOMOTIVA: Ford Focus.

MELHOR COMPACTO: Renault Logan.

MELHOR NACIONAL: Ford Focus.

MELHOR UTILITÁRIO ESPORTIVO: Chevrolet Tracker.

MELHOR MINIVAN: JAC J6.

MELHOR IMPORTADO: VW Golf.

MELHOR PICAPE: Fiat Strada.

MELHOR CARRO VERDE: Ford Fusion Hybrid.

Motor

MELHOR MOTOR 1.000 a 1.400 cc: VW 1.0 3 Cilindros.

MELHOR MOTOR 1.401 a 2.500 cc: Audi 1.8 TSFI

MELHOR MOTOR ACIMA de 2.501 cc: Audi 4.0 Biturbo FSI

MELHOR MOTOR DIESEL 2.000 a 3.500 cc: VW 2.0 Turbo.

Motos

MELHOR MOTO 2013 IMPRENSA AUTOMOTIVA: Triumph Tiger 800.

MELHOR ESTRADEIRA: Triumph Tiger 800.

MELHOR URBANA/STREET: Honda CB500.

MELHOR ESPORTIVA: Triumph Daytona 675R.

FIM DE TEMPESTADE

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Por: Fernando Calmon

FOTO_F~2Nos últimos dias duas marcas de origem americana estiveram no topo do noticiário automobilístico no mundo inteiro. E se deve à reviravolta industrial e comercial dos chamados Três Grandes de Detroit, depois da crise econômica de 2008 iniciada nos EUA e ampliada para outros países. Referência emblemática é a sexta geração do Mustang, que completará 50 anos em abril do próximo ano e já registrou mais de nove milhões de unidades.

A Ford quis demonstrar suas intenções expansionistas mundiais ao decidir pré-apresentar o carro em seis cidades, de quatro continentes (N. York, Dearborn/Detroit, Los Angeles, Barcelona, Xangai e Sydney). Exibiram-se as versões de topo, tanto do cupê como do conversível. Embora a empresa ainda faça mistério, chegará ao Brasil só em 2015, pois as vendas nos EUA começam em meados de 2014. No início, apenas a versão mais cara estará disponível aqui e em concessionárias selecionadas.

Pormenores do Mustang só serão conhecidos no Salão de Detroit, a partir de 13 de janeiro próximo. Mas o que foi adiantado já demonstra mudança de filosofia. Ficou 90 kg mais leve graças a partes do chassi em alumínio; assoalho e teto mais baixos. Bitolas e para-lamas foram alargados na traseira; para-brisa e vidro traseiro têm maior inclinação. Conjunto ganhou, assim, espaço interno e volume no porta-malas. Há três opções de motor: 2,3 litros, quatro-cilindros turbo, pela primeira vez (310 cv); dois aspirados, 3,7 litros V-6

(304 cv) e o tradicional 5 litros V-8 (420 cv). Oferecerá câmbios automático e manual, 6-marchas, para atender a todos os gostos.

Essa preocupação com eficiência energética se soma à estreia da suspensão traseira independente que, ao lado de oferecer outro comportamento dinâmico – antes limitado pelo anacrônico eixo rígido durante cinco décadas – permitirá melhor acomodação no banco de trás e formato do porta-malas. Interior e painel rejuvenesceram, mas diferem pouco do automóvel atual.

A pré-apresentação do GT mostrou alguns apêndices típicos desta versão. No entanto, também destacou toques sutis como o discreto friso sobre a tampa do tanque e traseira limpa do conversível com seu teto de lona de camadas isolantes. Nos planos da Ford estão exportações firmes inéditas para Europa, China e países da Ásia-Pacífico. Afinal, embora sempre ligado à cultura comportamental e técnica do comprador americano, há cerca de 300 clubes do modelo nos cinco continentes e mais de 50% dos seus fãs no Facebook estão fora dos EUA. Então, mercado potencial existe.

General Motors apareceu no noticiário de forma bem menos espetacular. Governo americano vendeu, em bolsa de valores, último lote de ações em seu poder. Houve críticas à participação provisória na companhia e por restar um saldo negativo de US$ 10 bilhões. Entretanto, estudo de um centro especializado mostrou que o prejuízo para a economia do país seria quase 10 vezes maior, sem o socorro. Ao mesmo tempo, a empresa anunciou Mary Barra como primeira executiva-chefe mundial de um conglomerado automobilístico e segundo fabricante mundial em vendas, para suceder Daniel Akerson. Finalmente as mulheres chegaram lá!

RODA VIVA

LAND ROVER anunciou, com certo atraso, R$ 750 milhões para produzir 24.000 unidades/ano, em Itatiaia (RJ), em 2016. Ao contrário de concorrentes, se trancou sobre modelos escolhidos. Freelander e Evoque são candidatos naturais. Novo Defender está nos planos. Empresa esconde pormenores desse SUV de entrada. Não era de se esperar que o fizesse aqui.

DESVANECERAM esperanças de 2013 completar 10 anos seguidos de alta nas vendas ao mercado interno. Queda será pequena em relação ao recorde de 2012. Dado positivo é o salto na produção em novo patamar. Crescimento em torno de 12% sobre o ano passado se deu por substituição de importações e reação das exportações, puxadas pela Argentina.

ATENÇÕES se voltam para 2014. IPI vai aumentar parcialmente em 1º de janeiro: cada 1 p.p. reflete em 1,1 p.p. no preço final. Mais provável que os carros encareçam 2,2%. Modelos básicos devem ir além, porque todos terão de série airbags frontais e freios ABS, porém cada fabricante terá sua estratégia. Estoques (41 dias) em novembro ficaram acima do ideal (35 dias).

ÚLTIMO importador a aderir ao regime Inovar-Auto, a Kia, representada pelo Grupo Gandini, finalmente aquiesceu. Marca sul-coreana do Grupo Hyundai ainda estuda construir uma fábrica. Decisão dependerá de resquício da batalha tributária com o governo brasileiro sobre a ex-controlada Asia Motors. Está tudo bem, mas não está tudo bem. Coisas típicas do Brasil...

PARA se garantir em cenários diversos e adversos, José Luiz Gandini começará a importar da China e do Uruguai a décima marca chinesa, Geely, a atuar no Brasil, a partir de janeiro próximo. Trará o sedã médio-compacto EC7 (200 unidades/mês) e o subcompacto GC2 (300 unidades/mês). Geely controla a sueca Volvo e uma fábrica no Brasil para qualquer delas não se descarta.

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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon