terça-feira, 17 de março de 2009

Lançamentos: Symbol é o novo sedã da Renault

A Renault completa 10 anos de atividades no Brasil e lança o sedã pequeno Symbol.
O modelo chega para substituir o Clio Sedan, ele tem 4,26 metros de comprimento (7cm a mais que o seu antecessor). O modelo está disponível na versão Expression, a qual traz airbag duplo, ar-condicionado, direção hidráulica, trio-elétrico (vidros, travas e alarme), a qual custa R$ 41.190. Como opcionais, figura um pacote com CD-Player e comando atrás do volante, e computador de bordo ao custo de R$ 800.
Já a versão topo de linha é a Privilége, e inclui ar-condicionado digital, revestimento em veludo, faróis de neblina, retrovisores com ajustes elétricos e rodas de 15 polegadas, com preço sugerido de R$ 44.490. Nas duas opções, freios ABS podem ser adquiridos por R$ 1.500.
Diferente do Clio, que era encontrado com propulsor 1,0 litro, a fabricante optou por equipar o Symbol só com motor 1.6 L 16 válvulas, o qual rende 110 cv com gasolina e 115 cv ao usar álcool ambas as potencias obtidas a 5.750 rpm. O torque máximo é obtido aos 3.750 rpm e é de 15,2 kgfm (G) e 16 kgfm (A). Como diferencial, a Renault oferece 36 meses de garantia para o novo modelo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

F-1: Pintou o campeão!

No último dia de testes em Barcelona (segunda 16/03), Fernando Alonso da Renault, cravou o melhor tempo do dia, e desbancou a recém-chegada Brown GP, que dominou os ensaios durante três dias seguidos.

Vamos falar sobre os treinos. Estes testes quase não servem para que seja feito um prognostico do que será a temporada, pois não há regras e não se sabe quanto cada carro carrega de combustível, equipamento, se está com o lastro certo, enfim, é possível preparar o monooposto para ser muito rápido, e assim ‘aparecer bem na foto’, ou na mídia, e quem sabe, com isso conseguir novos patrocinadores.
Porém, os resultados também podem ser sinceros, e aquilo que mostra na pré-temporada, vai repetir durante o ano.

Nos testes de inverno do final de 2003, uma BAR (British American Racing) preta pilotada por Jenson Button deixou a concorrência comendo poeira. Depois o piloto britânico admitiu que o carro estava 500 quilos mais leve.
Mentira, ou não, o fato é que, em 2004, a equipe foi a grande surpresa da temporada. Terminou o ano como vice-campeã somando 119 pontos, ainda conquistou a primeira pole position no GP de San Marino, com Button, e 11 pódios (10 com Button, um com Takuma Sato). Então podemos acreditar que a história dos 500 kg era só conversa para despistar a concorrência, certo?
Errado, pois a McLaren no mesmo final de 2003 sofreu nestes mesmos testes. Os analistas davam como certo que a equipe estava escondendo o jogo. No último ano de David Coulthard no time, a escuderia somou 69 pontos, amargando apenas a quinta colocação no mundial de construtores, enquanto que a campeã Ferrari somou 262 pontos.
E se vasculharmos a história existem muitos outros exemplos para confirmar o ditado, o qual diz que: “treino é treino, corrida é corrida”.
Sendo assim, para aqueles que já consideram a Brown GP uma das favoritas, vamos com calma. A equipe capitaneada pelo engenheiro Ross Brown, até aqui, mostrou que é profissional. Enquanto Honda fez, no ano passado, um bom desenvolvimento de carro para esta temporada-- isso talvez justifique o porque da Honda ter desempenho tão ruim em 2008, eles estavam trabalhando para este ano--, e contratou dois pilotos experientes, Barrichello e Button, ideais para este momento da competição. Agora para ser alçada a ‘favorita’, existe um caminho muito grande, o qual começa a ser trilhado no próximo dia 29/03. Aí veremos se a McLaren, tida como decepção, perdeu a mão, se a Toyota evoluiu mesmo, a Williams continua na mesma, a Force Índia comandada pela McLaren pensará pelo menos em marcar pontos, as RBR e STR continuarão incomodando as demais e se a Ferrari tem mesmo o melhor equipamento.
Uma coisa é certa. Quem nasceu errado, dificilmente conseguira acerto, pois não há testes.
Bem, e você que acompanha a coluna, sabe que na minha opinião, a desistência da Honda aconteceu em meados do ano passado. O bom resultado da Brown GP, só veio para confirmara minha tese. Cá pra nós: um carro milimetricamente projetado desde o ano passado, com motor de uma fabricante, passa a receber outro, no caso o Mercedes, e faz os melhores tempos em três dias de testes?
Se não for isso, a outra explicação é que: os milagres existem, até mesmo na Fórmula 1.

Rapidinhas
O retorno do guerreiro
Rubens Barrichello não esconde sua satisfação por continuar vivo na F-1. Após o primeiro treino com o carro da Brown GP declarou: "Estou muito satisfeito com a milhagem que completamos em mais um treino de simulação de corrida. O nosso exercício de classificação também foi bem utilizado permitindo acharmos uma boa perspectiva para Melbourne. "Nosso carro provou ser rápido e confiável durante toda a semana, então, vamos para Jerez com um sentimento positivo e entusiasmados com os resultados do nosso primeiro teste”. E em Jerez, terminou os testes em segundo, dá pra reclamar?
Quase desistimos!
Em entrevista ao jornal japonês Daily Yomiuri, Tadashi Yamashina, chefe de equipe da Toyota, confirmou que a escuderia quase abandonou a Fórmula 1 por causa dos efeitos da crise financeira mundial. “Tivemos de cortar drasticamente nossos custos, e a continuidade da Panasonic como patrocinadora foi fundamental. Eles também tiveram problemas financeiros, mas compreenderam o nosso trabalho e nos mantiveram nas corridas”, falou Yamashina.
Na contramão
Enquanto a Toyota admitiu que quase desistiu, a BMW se metem firme e acredita na continuidade do projeto, mesmo com a crise. “Não tenho dúvida que a Fórmula 1 vai emergir mais forte da atual situação, assim que as medidas de cortes de custos tiverem seu efeito completo, espero que novas equipes independentes entrem na Fórmula 1 e possam competir nas mesmas condições". A declaração é de Mario Theissen, chefe da equipe alemã, divulgada pela acessória do time.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Lançamentos:Prisma 1.0 VHCE

Motor 1.0 VHCE também no Prisma
De olho no segmento de sedãs pequenos, a GM diminui potência para conquistar mais clientes

Desde o lançamento em 2006, o Chevrolet Prisma teve emplacados mais de 110 mil unidades do modelo. Isso o coloca entre os mais vendidos do Brasil. Agora para manter este fôlego, e conquistar novos compradores, a fabricante de São Caetano do Sul, incluiu em seu mix de produtos o Prisma equipado com o novo motor 1.0 L VHCE.
O 1.0 Flexpower VHCE recebeu, recentemente, alterações, assim conquistou mais potência e torque, além de se enquadrar à nova resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama 315/02), que entrou em vigor neste ano de 2009.
Um dos destaques do modelo é o amplo porta-malas. São 439 litros de capacidade, que podem chegar a 829 litros, com o banco traseiro rebatido. A área, agora, conta com iluminação interna como item de série.
O propulsor 1.0 Flexpower VHCE desenvolve 78 cavalos a 6.400 rpm, a álcool, e 77 cavalos a 6.400 rpm, a gasolina. Gera um torque de 9,7 kgfm a 5.200 rpm, abastecido com álcool, e 9,5 kgfm a 5.200 rpm, com gasolina.
Segundo a fabricante, igual ao modelo equipado com propulsor 1.4L Econo.Flex, este 1.0 VHCE também tem o tanque de combustível com 54 litros de capacidade.

Esta nova versão 1.0 VHCE do Prisma participa no segmento dos sedãs pequenos com motorização 1.0 litro, cuja liderança é do Classic. Com os dois modelos (Classic 1.0 VHCE e Prisma 1.0 VHCE), a expectativa da Chevrolet é de ampliar a liderança no segmento, que em 2008 foi de 51% de participação sobre o total de 201.831 unidades emplacadas.
O preço sugerido para a versão de entrada (Joy) é de R$28.386, e a topo de linha (Maxx) R$34.234.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Lançamentos: Punto T-Jet

DNA esportivo
Fiat usa motor turbo, calibra suspensões, agrega acessórios e privilegia o desempenho do Punto T-Jet
Texto: Edison Ragassi
Fotos: ER
No último dia 05 de março em Belo Horizonte, a Fiat Automóveis mostrou para a imprensa especializada do país, o Punto T-Jet. O carro é o quinto modelo equipado com motor turbo que a fabricante comercializa no mercado brasileiro (antes vieram Uno Turbo, Tempra Turbo, Marea Turbo e recentemente o Línea T-Jet).
O propulsor é um Fire 1.4 16V Turbo gasolina, com 152 cv de potência máxima e 21,1 kgfm de torque, disponíveis a partir dos 2.250 rpm, Ele traz a nova tendência européia, chamada de “downsizing”, ou seja, motores mais compactos, com menor capacidade cúbica, e altos desempenhos, e mais economia de combustível.
Desenvolvido e produzido pela FPT Powertrain Technologies, segundo a fabricante, ele atinge velocidade máxima de 203 km/h, com uma aceleração de zero a 100 km/h em 8,4 segundos. O turbo compressor é de baixa inércia IHI RFH3, com sobrealimentação de até 1 BAR e intercooler. O turbo é refrigerado a água e a carcaça da turbina é feita de uma liga de ferro fundido à base de níquel, altamente resistente. Ainda tem virabrequim leve e em aço, bielas de aço fraturadas, pistões leves e revestidos, pino flutuante e cargas de anéis otimizadas. O sub-bloco é feito em alumínio com mancais em ferro fundido integrados, pois a maior rigidez do bloco do motor diminui vibrações.
Ainda, a caixa de transmissão foi desenvolvida com exclusividade para o Punto T-Jet, e as relações de marchas especialmente projetadas para este propulsor.
As suspensões também foram reprojetadas para reforçar a esportividade e oferecer maior estabilidade. A engenharia manteve a mesma arquitetura usada no Punto convencional na dianteira e traseira, porém, todos os componentes são novos. As novas molas dianteiras são 17% menos flexíveis, enquanto as traseiras, 8% menos, e por isso os amortecedores foram recalibrados. Foi colocada barra estabilizadora traseira de 18,5 mm, e a dianteira teve seu diâmetro aumentado em 1 mm.
O sistema de freios foi redimensionado, na dianteira, o Punto T-Jet traz discos de maior diâmetro, de 284 mm (a versão Sporting vem com disco de 257 mm de diâmetro). Na traseira, ele também vem equipado com freios a disco, de 251 mm de diâmetro (a versão Sporting usa freio a tambor), e os pneus também são novos, 205/50 17”.
Para completar o conjunto, o interior recebeu acabamento diferenciado, acessórios como: Blue&Me, air bag duplo frontal, quadro de instrumentos com display dot matrix sistema de som Hi-Fi de alto desempenho com subwoofer amplificado exclusivo para o modelo, rádio CD Player com MP3, ABS com EBD e piloto automático. E as cores são chamativas: branco, amarelo, vermelho e preto.
No teste drive promovido pela Fiat em Belo Horizonte, foi possível sentir que o desempenho do Punto T-Jet é exemplar.
Tem ótimo arranque, as trocas curtas de marchas, fazem com que ele embale rápido, passa muita segurança ao fazer uma ultrapassagem, e quando ultrapassa um obstáculo que exige diminuir a velocidade, a retomada é rápida.
A calibragem da suspensão também agrada, pois ele ‘agarra’ nas curvas, porém, ao encontrar uma imperfeição no piso, os ocupantes podem sentir algum desconforto.
Durante a entrevista coletiva com os executivos e engenheiros da Fiat, o jornalista Roberto Nasser perguntou se não faltou uma pimentinha como um ronco mais forte, e os homens da fabricante disseram que não.
Bem, na minha opinião faltou sim, pois um modelo esportivo, que não é só um carro cheio de acessórios, com pintura diferenciada da versão comum, precisa se impor. E para isso nada melhor que um ronco diferenciado.
No mais, quem procura um carro projetado para atingir alta performance vai se interessar pelo Punto T-Jet.
O preço sugerido para venda do Punto T-Jet é a partir de R$ 59.900, a Fiat ainda oferece três anos de garantia para o modelo.

Ficha técnica Fiat Punto T-JET
Motor
Posição: Transversal, dianteiro
Número de cilindros: 4 em linha
Cilindrada total: 1368 cm³
Taxa de compressão: 9,8 ± 0,2: 1
Potência máxima/ regime: 152 cv / 5.500 rpm
Torque máximo/ regime: 21,1 Kgfm / 2.250 a 4.500 rpm
Nº de válvulas por cilindro: 4
Eixo de comando de válvulas: Dois no cabeçote
Ignição
Tipo: Bosch, eletrônica digital incorporada ao sistema de injeção
Alimentação
Combustível: Gasolina
Injeção Eletrônica: Bosch, multiponto, sequencial ME 7.9.10
Aspiração
Turbo compressor – IHI RHF3H
Pressão de trabalho = 1.0 BAR
Câmbio
Número de marchas: 5 à frente e uma à ré
Tração
Dianteira com juntas homocinéticas
Embreagem
Tipo: Monodisco a seco com mola a disco e comando hidráulico
Sistema de freios
De serviço: Hidráulico com comando a pedal e ABS
Dianteiro: A disco ventilado (Ø de 284 mm) com pinça flutuante
Traseiro: A disco rígido (Ø de 251 mm) com pinça flutuante
Suspensão dianteira
Tipo
MacPherson com rodas independentes, braços oscilantes em aço estampado fixados ao subchassi, com barra estabilizadora
Amortecedores
Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elástico: Mola Helicoidal
Suspensão traseira
Tipo
Com rodas semi-independentes, travessa de torção de seção aberta e barra estabilizadora
Amortecedores
Hidráulicos, telescópicos de duplo efeito
Elemento elástico
Mola helicoidal
Direção
Tipo: Hidráulica com pinhão e cremalheira
Rodas
Aro: 6.5”JX17”, em liga-leve
Pneus: 205/50 R17
Dimensões externas
Comprimento do veículo: 4.030 mm
Largura do veículo (sem retrovisores): 1.687 mm
Altura do veículo (vazio):1.505 mm
Distância entre-eixos: 2.510 mm
Volume do porta-malas: 280 litros
Tanque de combustível: 60 litros
Desempenho
Velocidade máxima: 203 km/h
0 a 100 km/h: 8,4 segundos
Consumo (Norma NBR 7024)
Ciclo urbano
12,3 km/l (gasolina)
Ciclo estrada
16,4 km/l (gasolina)

Mercado reage

Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), em fevereiro a indústria automotiva brasileira produziu um total de 201.685 autoveículos (veículos leves, caminhões e ônibus). Ao comparar com janeiro deste ano, quando foram fabricadas 184.765 unidades, o resultado representa crescimento de 9,2%. No entanto, em fevereiro de 2008, as fabricantes instaladas no país produziram 254.017 unidades, isso representa queda de 20,6% em relação ao período anterior.
Já o segmento de caminhões registrou produção de 6.260 unidades, contra 5.960 em janeiro (+5%), e o de ônibus somou 1.587 unidades produzidas no segundo mês de 2009 (+13,4%), em janeiro o total foi de 1.400.
Durante a entrevista coletiva com a imprensa especializada, concedida na última segunda-feira (09/03), o presidente da entidade, Jackson Schneider, manteve discurso cauteloso. Ele também não divulgou as projeções para este ano, pois vai aguardar a definição do governo em manter ou não a isenção e redução de IPI, a qual termina neste mês de março.

Plascar recebe o selo “Empresa Parceira Formare”

A Plascar, empresa que industrializa e comercializa partes e peças relacionadas ao acabamento interno e externo de veículos automotores, é a segunda empresa a receber o selo “Empresa Parceira Formare – aqui o jovem tem futuro”, conquistado anteriormente pela fabricante de motores MWM International. O selo promove o reconhecimento das parceiras do Formare, projeto da Fundação Iochpe, comprometidas com a capacitação de jovens de baixa renda do entorno de suas fábricas. Parceira do projeto desde 2003, a Plascar já formou cerca de 240 alunos em suas três Escolas, localizadas em Jundiaí-SP, Betim-MG e Varginha-MG. A maioria desses jovens, em torno de 80%, saem das salas de aula com a possibilidade de uma vaga no mercado de trabalho ou é alocado nas unidades onde a companhia está instalada. Todos recebem os certificados emitidos pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, que são reconhecidos pelo MEC – Ministério da Educação e Cultura. O selo “Empresa Parceira Formare” será usado em anúncios, website, blog, banners, newsletters, estandes e outras ferramentas de comunicação da Plascar.
Sonhos que se transformam em realidade
Daiane Domiquile Pinto, 18 anos, é um caso típico de superação profissional. A jovem, de família humilde, conheceu o Formare pela indicação da tia. Durante o curso, compreendeu a amplitude dos benefícios que o projeto poderia trazer para seu futuro. Formou-se em 2007, enquanto cursava o segundo ano do ensino médio, e foi convidada a integrar a equipe de estagiários da Plascar. Desde então sua carreira resultou em grandes conquistas profissionais. É estagiária da área de Treinamento, Desenvolvimento e Responsabilidade Social. Iniciará também nesse ano um curso de Psicologia no Centro Universitário Padre Anchieta, em Jundiaí-SP.
“Antes do Formare não tinha planos para minha vida. O projeto me ajudou a ter sonhos e, o mais importante, ensinou um meio para realizá-los”, revela Daiane Domiquile Pinto, ex-aluna da Escola Formare Plascar. “Aderir ao selo “Empresa Parceira Formare” significa reiterar nosso compromisso social e manifestar publicamente nossa satisfação com esse projeto. A Escola Formare forma cidadãos para o futuro e a educação desses jovens faz parte dos valores da nossa empresa”, conta André Nascimento, presidente da Plascar. As empresas que firmam parceria com a Fundação Iochpe mantêm, em suas unidades, espaços dedicados à capacitação dos jovens que recebem aulas ministradas, voluntariamente, pelos colaboradores das empresas.

Nova malha aérea da Webjet

Em tempos de filas em aeroportos, nada melhor do que ter as opções ampliadas. Desde a segunda-feira, dia 9 de março, a Webjet Linhas Aéreas opera uma nova malha, assim passa a oferecer mais opções nas principais capitais. Segundo divulgado pela empresa, o destaque é para Brasília, cujo trajeto para o Rio de Janeiro passa a ter cinco frequências diárias em cada trecho, com o acréscimo de horários matinais e noturnos.
Com as mudanças, a empresa passa a operar 37 voos, em um total de mais de 80 trechos, diariamente. O objetivo é reforçar horários e frequências nas 12 cidades atendidas, possibilitando boas conexões e mantendo regularidade e pontualidade elevadas. As principais mudanças acontecem nas rotas que ligam as cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Mais informações sobre os novos voos, horários e tarifas podem ser obtidas pelo telefone 0300 21 01234 ou pelo site www.webjet.com.br