segunda-feira, 18 de novembro de 2013
METAMORFOSE AMBULANTE
Coleção traz McLaren MP4/4 de Ayrton Senna em miniatura
Lançamento: Novo Logan
Lançamento: Audi RS6 Avant
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Aceleradas: GP Abu Dhabi– Vettel venceu, que venha logo 2014!
Mesmo sem largar na primeira posição, o alemão chegou em primeiro. Foram várias as ultrapassagens artificiais e a Ferrari tirou de Massa pelo menos a quinta posição
Por: Edison Ragassi
A temporada 2014 aproxima-se do final e Sebastian Vettel vai triturando recordes. Em Abu Dhabi, no circuito de Yas Marina, o alemão chegou a 7ª vitória seguida na temporada.
Antes da largada, havia a esperança de que o final fosse diferente, pois seu companheiro Mark Webber marcou a pole position. Com as luzes vermelhas apagadas, o australiano bobeou e perdeu a posição, não só para o alemão, mas também para Nico Rosberg (Mercedes-GP).
Daí pra frente, o que se viu foi um festival de ultrapassagens nas outras posições, mais por causa da troca de pneus que por arrojo dos pilotos.
E Felipe Massa foi prejudicado pela Ferrari. Os lideres do time sabem que não adianta dar a ordem para deixar o espanhol Fernando Alonso passar que ele não vai acatar, já que não continua na equipe na próxima temporada.
Como o brasileiro saiu na frente, 7ª posição, e Alonso em 10º, aliás, o espanhol foi 11º, herdou uma posição porque Kimi Raikkonen, 5º no grid foi desclassificado com irregularidades no assoalho do Lotus. Massa havia planejado uma parada só, mas na volta 38 a equipe chamou o brasileiro para trocar os pneus e no lugar dos compostos macios, colocou os médios, e impediu Felipe de conseguir uma posição melhor, enquanto que Alonso foi o 5º.
Algumas das atuais regras da competição deixaram as corridas muito chatas. A tal da asa móvel, por exemplo. O piloto pode usar para ultrapassar, mas quem vai ser ultrapassado não pode abrir para se defender!
Esta obrigatoriedade de trocar pneus, macios por duros e vice e versa. Não dá para obrigar ultrapassagens com uma canetada. Uma corrida de carros é bonita, emocionante, quando os equipamentos são próximos e o braço do piloto faz a diferença.
Atualmente, o que se vê é um futuro macabro para a categoria. Depois da crise de 2008, Bernie Ecclestone conseguiu o que queria. As fabricantes de veículos (Honda, Toyota e BMW), abandonaram a categoria. O inglês não aguentava mais a exigência de dividir melhor o que é arrecadado. Assim quem aceitou as exigências de Bernie ficou. É o caso da Mercedes que só fornecia motores, ela comprou a Brown GP e transformou-se em equipe. A Ferrari que pertence a Fiat não saiu e a Renault foi desenvolver e fornecer motores.
O resultado disso é falado em todas as transmissões, McLaren (é até ela), Lotus, Force India, Williams, Sauber, Caterham e Marussia atravessam uma grave crise financeira.
Isso faz com que recorram a pilotos pagantes, aqueles que levam patrocínio e eles em sua maioria não tem o talento necessário para correr na maior categoria do automobilismo mundial.
Esperamos que no próximo ano a Ferrari e Mercedes-GP consigam acertar a mão e produzir bons carros, pois se não, o domínio da RBR deve ser ainda maior.
Marcaram pontos no GP de Abu Dhabi
1º- Sebastian Vettel
2º- Mark Webber
3º- Nico Rosberg
4º- Romain Grosjean
5º- Fernando Alonso
6º- Paul di Resta
7º- Lewis Hamilton
8º- Felipe Massa
9º- Sergio Pérez
10º- Adrian Sutil
Com esta vitória, Vettel chegou a 347 pontos, Alonso está em segundo com 217, Raikkonen soma 183 em terceiro e Massa aparece em oitavo com 106 pontos.
A penúltima etapa do mundial de pilotos e construtores será dia 17 de novembro, o GP dos Estados Unidos.
Rapidinhas
Mais um erro
O brasileiro Felipe Massa andou bem em todos os treinos, largou na frente de Fernando Alonso, mas terminou atrás, por um erro da equipe que colocou pneus médios no lugar dos macios em seu carro.“Cometemos um erro. Eu não esperava usar os pneus médios no último trecho, esperava usar os macios. Eu completei 19 voltas no começo e era o melhor carro com os macios. Decidimos parar na última hora na segunda vez e eu esperava ver os pneus macios no meu carro e foram colocados os outros. Este foi o erro da minha corrida, sem este problema eu teria terminado tranquilamente entre os cinco primeiros”, falou ele. Massa ainda não acertou sua continuidade na F-1. Os rumores são de que assinou com a Williams, mas ele nega.
Kimi vai receber
O finlandês Kimi Raikkonen divulgou que pensava em não correr no Texas e Brasil, porque a Lotus deve a quantia de 28 milhões de euros para ele. O clima esquentou, ele não participou de eventos com patrocinadores na quinta-feira e ficou de cara amarrada o tempo todo. No final do domingo, Mansoor Ijaz, líder do Grupo Quantum, anunciou acordo com a Lotus e disse que irá pagar a divida. Assim o finlandês irá para a Ferrari com os bolsos bem cheios.
É o que temos para o momento
Acostumado a brigar por vitórias, Fernando Alonso não conseguiu nem se aproximar do pódio nas duas últimas provas. E não projeta mudanças neste final de temporada. “É claro que perdemos algum tempo no tráfego, mas o quarto colocado estava 20s na nossa frente, então acho que o quinto lugar era o máximo possível. Tivemos uma Mercedes na nossa frente e outra atrás e uma Lotus na frente e outra atrás, então minimizamos a perda no Mundial de Construtores”, falou o desanimado espanhol depois da prova.
sábado, 2 de novembro de 2013
ISSO É DO JOGO
Por: Fernando Calmon
Está difícil ter uma sinalização clara sobre o mercado brasileiro neste final de ano e no próximo. O que se sabe é que o otimismo do começo de 2013 foi se diluindo ao longo do tempo. Analistas do setor automobilístico se dividem entre os que preveem vendas um pouco menores em relação a 2012 e um pouco maiores, na soma de automóveis e veículos comerciais leves/pesados.
Existe algum simbolismo em torno de 2013. Afinal, seria o décimo ano seguido de crescimento do mercado interno, em parte alavancado por períodos de diminuição provisória de IPI que levaram a quebras seguidas de recordes. No recente seminário da Autodata, Perspectivas 2014, em São Paulo, a média de opiniões indicou sinais de desaceleração, mas não de queda de mercado. Por outro lado, a produção – importante por sustentar os empregos da cadeia de valor – deve continuar em ascensão em função de diminuição de importações e melhora ainda que modesta das exportações.
Um dos temas debatidos, de interesse direto dos consumidores, foi a mudança em implantação para viabilizar a volta do leasing, um tipo de financiamento um pouco mais barato e flexível. Até hoje há insegurança jurídica para que um carro seja retomado de inadimplentes ou lidar com “espertos” que deixam de pagar impostos e multas de trânsito ao se aproveitar por o veículo não permanecer em seu nome. Leasing poderá se somar a outros canais que ajudam na oferta de crédito, sujeita a altos e baixos por seletividade, exigência de valor de entrada maior ou de taxas de juros.
Há expectativa ainda da manutenção das atuais alíquotas menores do IPI, pelo menos no primeiro trimestre de 2014. Isso é dado como certo, o que diminuiria o ímpeto de compra neste final de ano para escapar de preços maiores. No entanto, a tendência é de que carros de entrada fiquem mais caros – de R$ 400,00 a R$ 800,00, estima-se –, quando todos os veículos leves vierem equipados com airbags frontais e freios ABS.
Até março de 2014 será possível adquirir modelos fabricados sem esses equipamentos de segurança. Depois sua comercialização ficará proibida. Então, não se descarta que a carga fiscal menor prossiga até meados do ano. Faltam, em teoria, duas “rodadas” de aumento de IPI. Nos bastidores, alguns apostam que a última etapa seria cancelada, isto é, alívio definitivo de parte do imposto.
Na verdade, os preços reais dos veículos, em geral, mantêm trajetória de queda, especialmente nos últimos cinco anos por qualquer índice de correção. Sinais de aumento de concorrência continuam evidentes, embora não se vislumbre guerra comercial, pelo menos em curto prazo. O governo abriria mão de quase migalha, em termos de alíquota do IPI, como “prêmio” por preços bem comportados. E faturaria, politicamente, ao amainar a carga tributária efetiva.
Alguns fabricantes foram menos otimistas que outros no seminário. Executivos apresentaram visões diferentes em temas espinhosos como futura capacidade ociosa, promoções e descontos agressivos. Mas, houve também quem considerasse que tudo isso é do jogo: produção se administra e promoções vieram para ficar. Consumidor mandar no mercado dever ser regra, não exceção.
RODA VIVA
ESTRATÉGIA de revelar em etapas um carro novo, iniciada pelo EcoSport, será repetida pela Ford. Novos subcompactos, hatch e sedã, substituirão de uma só vez o Ka atual e a versão anterior do Fiesta (Rocam), no segundo trimestre de 2014. Bill Ford, presidente do conselho da companhia, estará em Camaçari, dia 11 próximo, para a prévia do Ka hatch (sedã fica para depois).
TOYOTA confia que o novo Corolla, em meados do próximo ano, inovará o suficiente para recuperar a liderança entre sedãs médio-compactos. Não será inspirado no modelo para o mercado americano, considerado disruptivo para seus padrões. Ainda assim terá, pela primeira vez, versão esportivada para encarar o Civic Si, de volta em 2014.
FUSION híbrido mostrou evolução se comparado ao anterior, além do preço menor, mais interessante para o porte do carro em relação ao Toyota Prius. Mesmo com bateria mais potente, não é fácil se manter no modo zero emissão. Exige condições muito particulares para rodar a 100 km/h só com o motor elétrico. Economia de combustível aparece, porém leva 5 anos para amortizar a diferença de preço.
MANUTENÇÃO grátis – óleo, filtros e inspeções rápidas – por dois anos ou cerca de 40.000 km (o que ocorrer primeiro) está em oferta pelas quatro marcas da GM, nos EUA. Estratégia para aumentar retenção de clientes. Em geral, só marcas premium, como a BMW, oferecem. Aqui, Chevrolet anunciou plano de financiamento que inclui despesas com as revisões.
MAIOR rede de concessionárias do Brasil especializada em automóveis e motos de preço elevado (nove marcas, no total), Eurobike pretende voos mais altos. Estuda os mercados espanhol e português, com boas oportunidades, depois de anos de crise. Empresa passou de um faturamento de R$ 25 milhões para R$ 1 bilhão/ano, em uma década.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon
Licenciamento: novembro é o mês dos veículos com placas de final 9 e caminhões com finais 6, 7 e 8
Proprietários de veículos com placas de final 9 e de caminhões com placas finais 6, 7 e 8 devem realizar durante o mês de novembro o licenciamento do exercício 2013. O serviço poder ser feito de forma eletrônica, com entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pelos Correios, ou diretamente nos postos do Detran.SP e Poupatempo.
Antes de serem licenciados, veículos registrados na Capital devem ser aprovados na inspeção veicular ambiental, como prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O cidadão deve fazer a inspeção pelo menos 72 horas antes de pagar a taxa de licenciamento (R$ 65,86), para que a aprovação seja confirmada no sistema, permitindo a emissão do CRLV.
Quem conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado estará sujeito às penalidades previstas no artigo 230 do CTB: multa de R$ 191,54, inserção de sete pontos no prontuário do condutor (infração gravíssima), além de apreensão e remoção do veículo.
Lembrando que não basta pagar a taxa de licenciamento, é obrigatório portar o documento.
Passo a passo - A inspeção veicular ambiental, de responsabilidade da Prefeiturade São Paulo, pode ser feita com até 90 dias de antecedência do licenciamento. O cidadão deve agendar o atendimento pelo site www.controlar.com.br ou pelo telefone (11)3545-6868. Dúvidas podem ser esclarecidas no site da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (http://migre.me/dWkdH), ou pelo telefone 156.
Passadas 72 horas após a aprovação, a taxa do licenciamento pode ser paga pela internet, caixas eletrônicos ou nas agências dos bancos credenciados (Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Itaú, Caixa Econômica Federal, BMB, HSBC, Safra e Citibank).
O valor para o exercício 2013 é de R$65,86. Para pagar, é preciso fornecer o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ou do CRLV do ano anterior. Para receber o documento via Correios, é necessário pagar o valor adicional de R$ 11, referente à postagem. É imprescindível que o endereço de cadastro esteja atualizado junto ao Detran.SP; caso contrário, não será possível efetuar a entrega.
Ao realizar o licenciamento, é preciso quitar possíveis débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas, inclusive por circular sem ter submetido o veículo à inspeção ambiental. Essa multa é emitida pela Prefeitura de São Paulo e o boleto para pagamento pode ser impresso por meio do próprio site do órgão, no link http://www3.prefeitura.sp.gov.br/multas/forms/frmPesquisarRenavam.aspx.
Quem preferir retirar o documento presencialmente deve apresentar o documento de identidade original e o comprovante de pagamento em uma das unidades do Detran.SP (Aricanduva, Armênia e Interlagos) ou nos postos Poupatempo (Cidade Ademar, Itaquera, Lapa, Santo Amaro e Sé). Lembrando que nessa modalidade não se deve pagar o valor de envio pelos Correios.
A entrega poderá ser solicitada, ainda, por procurador, portando procuração original e cópia do RG do proprietário do veículo, ou parentes próximos (pais, filhos, irmãos e cônjuge) – medianteapresentação de documento que comprove o grau de parentesco.
O passo a passo completo do serviço está disponível na área de "Veículos" do portal Detran.SP (www.detran.sp.gov.br).
ATENDIMENTO AO CIDADÃO:
Disque Detran.SP
Capital e cidades com DDD 11: 3322-3333. Demais municípios: 0300–101–3333. De segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, e aos sábados, das 6h30 às 15h.
Fale com o Detran.SP
Acesso pelo portal www.detran.sp.gov.br















