segunda-feira, 27 de agosto de 2007

F 1 GP da Turquia: Fácil para Massa, mas o título..

Vitória fácil
Quem pensava que a Ferrari estava morta neste final de temporada espantou-se.
O time vermelho trabalhou duro durante as férias e na Turquia usou um novo chassis. Conseguiu colocar Felipe Massa na primeira posição do grid de largada, e Kimi Raikkonen em terceiro. Entre os dois, o inglês sensação do ano, Lewis Hamilton da McLaren.

Na largada, Raikkonen passou fácil por Hamilton e aí começou uma das corridas mais chatas da temporada. Felipe, como faz em pistas rápidas, pilotou de maneira sublime. Recebeu um lampejo de pressão por parte de Raikkonen, pouco antes da segunda parada no box, e só!
No mais, a vitória de Massa foi bem tranqüila, e fez nosso piloto ganhar fôlego para enfrentar as próximas 5 etapas - Itália, Bélgica, Japão, China e Brasil-, e continuar na disputa pelo título, afinal 15 pontos separam Massa de Hamilton (84 a 69).
Mas para ser campeão, é preciso que o inglês não marque pontos ou a Ferrari consiga que seus dois pilotos façam dobradinha nestas provas restantes. A conta é simples: caso Massa vença as últimas 5 provas soma 50 pontos e vai a 119. Digamos que Hamilton chegue em
segundo, ele marca mais 40 e vai a 124. Mas se o inglês chegar em terceiro, soma no final 114 pontos. E olha que não estou levando em conta o Alonso, experiente, bicampeão que tem 79 pontos, e caso seja segundo nas etapas finais, soma 119.

Então para a Ferrari conquistar o título no Mundial de Pilotos terá que fazer de Massa, um Schumacher, ou seja, dar status de primeiro piloto ao brasileiro e concentrar seus esforços para fazê-lo vencedor, e sem esquecer do Raikkonen, para chegar em segundo, é uma tarefa difícil, mas se existe uma equipe na F 1 que pode fazê-la é a Ferrari, basta querer!


Não há espaço para erros, não dá para contar com o acaso, pois Hamilton é um piloto extremamente técnico, e ousado, apesar da pouca idade. Até nas situações mais inusitadas, como a deste domingo, quando o pneu dianteiro de seu carro furou, ele se sobressai. Manteve a calma, levou o monoposto para o box e marcou preciosos pontos ao chegar 5° lugar.

Massa pode ser campeão? Pode!
Mas se não for, a culpa é da equipe que até aqui cometeu erros primários, como esquecer de abastecer o carro antes de sair para a volta rápida, programação errada do câmbio, deixar o piloto sair com farol vermelho. Erros que comprometeram a performance do brasileiro, e também do próprio time.
É hora de torcer, e se tem alguma crença, pedir ajuda aos céus!
Rapidinhas
Problema na cabeça
A vitória de Felipe Massa em Istambul, segundo o piloto não foi tão fácil, “o único problema mais sério que tive na corrida foi com o capacete, quando uma parte dele se soltou e minha cabeça ficou balançando. Tive um certo trabalho para terminar de arrancar aquele pedaço, mas depois disso foi tudo bem”, declarou após a corrida, onde fez a pole e liderou de ponta-a-ponta.

Difícil ultrapassar
Raikkonen é o que pode ser chamado de piloto burocrata. “Eu tive um carro muito bom, mas neste estágio na F 1, é difícil ultrapassar. A corrida foi realmente decidida na classificação. Eu tentei fazer algo nos pitstops, mais quando dois pilotos da mesma equipe estão disputando, geralmente quem está em primeiro continua lá. O carro estava bom, mas não havia nada que eu pudesse fazer”, declarou o finlandês. Definitivamente, ele ainda não foi contagiado pelo sangue quente italiano.

Perdeu a batalha, mas não a guerra
A confiança de Hamilton na equipe para fazê-lo campeão em sua temporada de estréia é impressionante, “ainda temos cinco corridas, não se preocupem, pois a luta ainda não terminou”, disse o inglês após a prova, que chegou em quinto, após ter um pneu furado.

BMW impressiona
Certa vez conversando com um executivo da BMW, ele me contou que o maior problema enfrentado pela marca é o de relacionamento com outros que não foram formados em sua base. Hoje chego a conclusão que ele tem razão. Foi só a montadora alemã sair da Williams, onde Sir Frank comanda com mão de ferro, que os resultados positivos chegaram. O time está na terceira posição no Mundial de Construtores, soma 77 pontos e está na frente da atual campeã Renault, e quem diria, da Williams.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Avaliação: Scénic 1.6 Hi-Flex

Versatilidade, espaço, bom desempenho, são alguns dos motivos que conquistaram os usuários da minivan fabricada pela Renault no Brasil e exportada para o Mercosul
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Rodrigo Estrela/ Saulo Mazzoni
Lançada pela Renault na França em 1996, a Scénic caiu no gosto dos consumidores europeus. Incentivada pelos bons resultados alcançados na Matriz, a filial brasileira iniciou a produção e comercialização do monovolume, em março de 1999. A estratégia foi acertada, e inaugurou o segmento das minivans no País.
Na época em que estreou, era oferecida com duas opções de propulsores, 1.6L 16 válvulas, 2.0L 8 válvulas, e vendeu 15 mil unidades.
Não demorou muito para a concorrência contra-atacar, pois no primeiro semestre de 2001, chegaram Chevrolet Zafira e Picasso da Citroën para medir forças com a pioneira Scénic.
Com o objetivo de enfrentar tanto os rivais nacionais, como os importados, em 2001 a minivan da Renault passou por uma reestilização. As maiores mudanças foram realizadas na dianteira, que foi totalmente redesenhada.
Comparado com o modelo de 1999, o capô ficou mais arredondado e menos inclinado. Os faróis trocaram as linhas retas, por um conjunto ótico duplo em forma de losango, e grande dimensão, feito em plástico liso. Já em 2006, recebeu acabamento cromado em todas as versões, e no suporte da luz de placa traseiro apenas no acabamento Expression e Privilège. E versão esportiva, graças ao Kit Sportway, o qual inclui: bancos revestidos em veludo ‘Typologie’, pintura metálica, rodas de liga leve de 15", faróis com duplo refletor ótico, retrovisores externos e pára-choques na cor da carroceria, para- choques de impulsão e protetor, faróis com máscara negra, barras de teto e estribo lateral.
Na dianteira, a grade frontal com duas entradas de ar em formato de colméia destaca a logomarca da montadora ao centro.

A lateral tem área envidraçada grande, as separações das janelas nas portas dianteiras lembram um quebra-vento, sem a chave de abertura. Vincos na altura das maçanetas, borrachões encaixados nas quatro portas, que seguem na mesma linha das rodas completam a lateral. Em relação ao modelo 1999, os pára-choques dianteiro e traseiro foram redesenhados, ganharam linhas arredondadas. Em todas as versões de acabamento, esses componentes são da mesma cor da carroceria e, na parte dianteira, abrigam faróis de neblina redondos (os anteriores eram quadrados).
No interior, os destaques são: espaço, versatilidade e requintes no acabamento. Todas as versões da Scénic são equipadas de série com direção hidráulica, comando elétrico dos vidros dianteiros e retrovisor esquerdo com dupla visibilidade.
A versão topo de linha, conta com maçanetas internas de abertura das portas cromadas, porta-objetos instalado na parte superior do painel de instrumentos, acima do airbag do passageiro, e painel revestido em material emborrachado denominado “Soft-touch”. E ainda computador de bordo, ABS com “AFU” (Assistência à Frenagem de Urgência), apoio de braço entre os bancos dianteiros, ar-condicionado, faróis de neblina, freios traseiros a disco, indicador de temperatura exterior, rádio/toca CD com display no painel, comando satélite de controles do sistema de som
próximo ao volante, quatro alto-falantes e dois tweeters, entre outros.
Os bancos de passageiros são confortáveis. Para o motorista, exige sensibilidade, e o cuidado de ajustar assento, encosto e altura, inclusive do volante de maneira conjunta, até encontrar um bom posicionamento para dirigir.
Já os comandos de controle dos vidros são separados, os das janelas dianteiras colocados no apoio da porta, e da traseira ficam na parte inferior do painel à esquerda, o que causa desconforto para manejar. Com vários porta-objetos, ainda possui um compartimento refrigerado, ligado ao ar-condicionado, com capacidade para armazenar três latas.
Os bancos traseiros são separados, e podem ser rebatidos um a um, e no
assoalho três guarda-volumes. Mesinhas reclináveis tipo avião nas costas dos bancos dianteiros, completam o conjunto de soluções implantadas para proporcionar comodidade aos ocupantes.
Transporta 410 litros de bagagem, ou até 1.800 litros com os bancos traseiros rebatidos.
O propulsor 2.0L 16 válvulas foi incorporado em 2001, e a mais recente atualização na motorização aconteceu em março de 2005.
Sem alterar o design, a Renault incorporou a tecnologia que permiti ao 1.6L 16v consumir álcool, gasolina ou a mistura dos dois em qualquer proporção.
Batizado de Hi-Flex, mecanicamente o propulsor é semelhante ao que equipa os modelos Hatch e Sedan do Clio.
Para acoplar o motor na prima robusta, foram feitas mudanças na disposição de alguns componentes. Entre elas, a localização do bocal de
abastecimento do recipiente que armazena a gasolina do sistema de partida a frio, foi acoplada sob a grade de escoamento da água do pára-brisa.
O aparelho funciona quando o combustível injetado na câmara de combustão é composto por mais de 85% de álcool, e a temperatura ambiente é inferior a 18º C.
Os tubos responsáveis por transportar o combustível ao propulsor e vice-versa, também sofreram alterações.
Outra novidade incorporada ao 1.6 16v Hi-Flex, em relação a versão anterior a gasolina é o sistema de acelerador eletrônico (desenvolvido a partir do sistema usado nos carros da F-1). Essas atualizações contribuíram para manter a Scénic em evidência e com boa procura no mercado, inclusive de usados e seminovos. Apesar da mudança visual feita em 2001, os modelos fabricados com a frente antiga também despertam o interesse do consumidor, a minivan da Renault é adquirida para ser o carro da família, geralmente o homem compra para deixar com a esposa.
Impressões ao dirigir
A Scénic 1.6L Hi-Flex avaliada por Auto Agora foi abastecida com 100% gasolina (110 cv gasolina /115 cv com álcool). Mostrou arranque e reações rápidas, precisas, a impressão é de guiar um sedã.
A dirigibilidade agrada ao realizar manobras de estacionamento, até mesmo em vagas apertadas, e os retrovisores oferecem boa visão.

Ao ultrapassar valetas e lombadas, foi possível constatar a boa altura em relação ao solo, e o conforto proporcionado pela calibragem da suspensão. Estas qualidades são confirmadas pelos usuários. “Nos primeiros dias com a Scénic tinha a impressão de que ela sairia pulando de uma lombada, mas isso não acontece”, garante o analista de sistemas Leandro Galdino de Almeida. Ele é casado, não tem filhos e planeja ampliar a família. Esse é um dos motivos que levou Leandro a procurar um monovolume, e adquiriu a 1.6 Hi-Flex versão Privilège em novembro de 2005.
Antes da compra avaliou vários modelos de carros, minivans e até picapes “optei pela Scénic por ser a mais completa, ter motor bicombustível, manutenção mais em conta, e por questões de segurança”, explica. O analista considera que o carro não chama muita atenção. Também elogia o tratamento que recebeu na concessionária e o sistema de trabalho da montadora, “comprei o modelo topo de linha porque a Renault ofereceu facilidades no financiamento, também gostei dos pacotes oferecidos, são poucos e não confundem na hora de escolher”.
Outro cliente satisfeito ouvido pela reportagem, é o jornalista da Rede Record de Televisão, Rogério Pincelli. O transporte entre a residência no bairro do Campo Belo (zona sul de São Paulo), até a Barra Funda (zona Oeste) é feito em uma Scénic 1.6L Hi-Flex comprada no inicio de 2005, ele roda em média 40 km por dia.
Rogério não é casado e não tem filhos, mas escolheu a minivan por ser, “um veículo grande, confortável”, e completa, “também consultei um amigo que já teve a Scénic e aprovou”.

Igual a Leandro, Rogério elogia a dirigibilidade, desempenho do veículo, e sobre o espaço da Scénic, declara: “quem olha por fora, não imagina como é grande por dentro, certa vez transportei uma mesa com 1,20m de comprimento e quatro cadeiras até Campinas (interior de São Paulo), tomei cuidado, forrei as partes que tocavam na lataria, para não riscar e foi tudo bem”.
Já Leandro, praticante de mergulho, também aprova o espaço oferecido, “quando viajo para mergulhar levo meu equipamento e de minha esposa, malas e ainda sobra muito espaço”, comenta.
Por ser um carro familiar, não poderia faltar a opinião feminina, e ouvimos também uma proprietária da minivan. Maristella Rodrigues, gerente comercial, trocou a Scénic 2002 1.6L gasolina, pela versão bicombustível em janeiro de 2006.
Antes de realizar o negócio testou outras marcas e modelos, mas continuou com a minivam da Renault, “não troquei o certo pelo incerto”, e explica, “a ano 2002 não deu problemas, uso o carro para trabalhar, aos finais de semana vou para a praia, transporto a família e muita bagagem, por isso preciso de um veículo versátil, a posição de dirigir é ótima, sinto-me de salto alto o dia todo”, fala sorrindo.

A gerente comercial roda em média 500 km por semana, “tinha um carro 1.0L, depois de trocar pela Scénic e fazer contas, constatei que gasto menos e uso um veículo muito mais confortável”, garante ela. O ditado popular diz que: ‘gosto e cor não se discutem’. Incluímos na frase, “opinião sobre carros”. Isso porque existe a disposição do consumidor várias opções em modelos, destinados aos mais variados fins. Como eles não são feitos sob medida, alguns itens agradam e outros não.
No caso da Scénic, Rogério considera o design envelhecido, “a Renault poderia modernizar um pouco”, declara. E Leandro gosta do visual, “tem apelo jovem, moderno, bonito, tanto externo como interno”. E Maristella aprova a aparência externa, e interna: “é muito bonita, os ‘porta-trecos’ são bem funcionais, inclusive o colocado na frente da alavanca de mudanças (compartimento refrigerado), e o painel é elegante, feito com muito bom gosto”.
O compartimento refrigerado foi incorporado no modelo 2006. “Um amigo disse que a Scénic é um carro que é descoberto aos poucos, eu concordo”, lembra Leandro e completa, “é o caso do compartimento refrigerado, já usei e é bom”.
Apesar das diferenças de uso e necessidades, existe um ponto em comum entre os usuários: eles se consideram felizes proprietários da Scénic 1.6 Hi-Flex.
Ela é oferecida com três versões de acabamento: Authentique (R$ 54.530,), Kids (R$ 57.990- com aparelho reprodutor de DVD) e Expression (R$ 60.990).
Ficha técnica Scénic 1.6 16V Hi-Flex
Arquitetura: Carroceria monobloco, monovolume, 5 portas, 5 passageiros
Motor: K4M Hi-Flex, bicombustível (álcool e/ou gasolina), 4 cilindros em linha, 16 válvulas
Tração: Dianteira

Cilindrada: 1.598 cm3
Taxa de compressão: 10:1
Potência máxima: 115 cv (álcool) / 110 cv @ 5.750 rpm
Torque máximo: 16,0 mkgf (álcool) / 15,1 mkgf @ 3.750 rpm
Alimentação: Injeção Eletrônica Multiponto Seqüencial
Rodas: Aço estampado Liga Leve
Pneus: 195/60 R15 185/65 R15
Suspensão dianteira: McPherson, com triângulo inferior e efeito antimergulho, amortecedores hidráulicos telescópicos com molas helicoidais e barra estabilizadora.
Suspensão traseira: Rodas independentes, braços arrastados, quatro barras de torção transversais e amortecedores hidráulicos telescópicos inclinados.
Freios Privilège: Duplo circuito em “X”, discos ventilados dianteiros, com 280 mm de diâmetro, e traseiros, com 274 mm de diâmetro, com ABS nas 4 rodas.
Direção: Hidráulica, diâmetro de giro 10,7 m
Coeficiente aerodinâmico: Cx 0,33
Câmbio Mecânico: 5 velocidades
Tanque de combustível: 60 litros
Porta-malas (dm3) min/max 410 / 1.800
Peso (em ordem de marcha) 1.250 kg
Entre eixos: 2.580 mm
Comprimento: 4.169 mm
Altura: 1.615 mm
Largura com retrovisores: 2.020 mm

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

News

Inspeção veicular gratuita
O programa Agenda do Carro, promovido pelo site Webmotors e jornal Oficina Brasil em parceria com a Prefeitura de São Paulo e a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), continua com força total. Nesta semana, até o dia 18, a equipe faz inspeção no estacionamento do Carrefour Anchieta (Via Anchieta, Km 11,5). Um posto está montado no local e atende gratuitamente os motoristas entre 9h00 e 17h00. Para participar, basta levar o veículo ao posto. O tema da 9ª Inspeção é “Análise de gases”. Além dos itens mecânicos, elétricos e de segurança que são checados gratuitamente, os técnicos das empresas patrocinadoras do projeto fazem análise nos níveis de emissão de poluentes de cada um dos veículos. No final da inspeção, o motorista recebe um laudo com os principais problemas apresentados, e pode se dirigir a oficina de sua preferência ou mecânico de confiança para realizar a manutenção. O programa tem apoio tem o apoio das empresas: Filtros Fram, WebMotors, Banco ABN AMRO Real, Aymoré Financiamentos, Oficina Brasil, Petrobras, Baterias Heliar, Dayco, Osram, Sabó e Valeo.

VW investe no tuning
A versão brasileira do programa Pimp My Ride, estréiou no dia 15 de agosto com o patrocínio da Volkswagen do Brasil. As oficinas brasileiras que ficaram com o desafio de modificar os seis modelos escolhidos foram Carangos e X-Race. Eles desmontaram, pintaram e
colocaram diversos equipamentos nos carros, que vão desde a troca de uma roda até a instalação de um mini-cinema no porta-malas. O vocalista da banda de rock Matanza, Jimmy, foi o escolhido para apresentar o programa por ser um aficionado pelo assunto. Em cada um dos seis episódios, um modelo Volkswagen será modificado de acordo com os desejos, estilo e até o trabalho do seu proprietário. Além de ganharem uma nova opção na programação da TV aberta, os apaixonados por carro puderam também concorrer a um modelo exclusivo tunado a seu gosto com a promoção Pimp My Fox. O autor do melhor carro foi Maria Luiza Arantes de Oliveira Molina, de Riberão Preto, interior de São Paulo. Ela recebeu o veículo produzido de acordo com sua criação no dia 14 de agosto. Maria Luiza modificou a parte externa do modelo Fox em seu projeto chamado Purple Fashion, a parte interna do modelo é modificada pelas equipes de tunagem do programa de acordo com a personalidade da vencedora. O carro tunado da vencedora pode ser visto em um mini-episódio da série, com duração de 4 minutos, e estará disponível, como os outros episódios, no MTV OverDrive, arquivo on line no site da emissora.
Ouça no carro MP3, sem o CD player
A Stetsom Eletrônica acaba de lançar o TH 2030, que permite ouvir o som do seu carro através do MP3, iPod ou de outro produto portátil similar, sem a instalação de Cd player. Para instalar o aparelho, o usuário deve ter em seu carro os falantes
originais. A conexão do MP3 player, iPod ou de outro portátil é feita através de um fio de conexão denominado P2-RCA (que não acompanha o produto). Este cabo é ligado no amplificador e na saída do fone de ouvido. O TH 2030 é um amplificador compacto de dois canais, possui potência de 225 W PMPO e potência RMS estéreo em 4 ohms de 2 x 20 W ou em 2 ohms de 2 x 30 W.
Memória preservada
As Empresas Randon acabam de lançar o Memorial Randon, que pode ser acessado pelo site: www.memorialrandon.com.br e visa disponibilizar de forma organizada uma ampla documentação sobre eventos, fotos e fatos
marcantes da trajetória de 58 anos da companhia. Além dos dados da Randon, o Memorial pretende ser fonte de pesquisa, pois possibilita o acesso a links de museus e entidades especializadas, uma vez que a história do transporte rodoviário no Brasil está diretamente ligada à história da Randon.

F1, GP da Hungia, é a Ferrari sem Ross Brown

Que falta faz um Ross Brown!
Uma verdadeira lambança foi o que a Ferrari aprontou no GP da Hungria, disputado domingo (05/08). E os erros começaram no sábado durante a classificação, quando mandaram Felipe Massa para pista sem abastecer o carro. Erro primário, até perdoável em times como a Spyker, mas no tradicional time de Marenello... vou parafrasear Boris Casoy: “Uma vergonha!”

Mas quem acompanha a coluna vai lembrar que no GP Europa eu já havia alertado sobre isso. Na ocasião eu desconfiava que o acerto feito na asa dianteira do carro de Felipe Massa não foi o correto para as condições da pista. Infelizmente, o erro foi maior ainda, pois montaram os pneus de maneira incorreta. Este ano ainda teve programação errada no câmbio, soltar o piloto com farol vermelho...
O diretor técnico da Ferrrari, Mario Almondo, durante esta temporada, se mostra sem comando, e muito longe de ser um profissional capaz de substituir Ross Brown, o qual deixa muita saudade na cúpula do time vermelho.

Mas você pode argumentar que quando era Rubinho e Schumacher, eles erravam com Barrichello. Sim, mas não com o alemão. Agora é com os dois. A equipe perdeu a qualidade técnica.
O preço deste desmando quem paga é Massa e também Kimi Raikkonen, já que os dois deixaram de pontuar durante o ano, graças a erros do time.
Na Hungria juntou a “fome com a vontade de comer”. Massa não tem bom desempenho em pistas travadas- é uma limitação do brasileiro, que com o tempo pode ser superada-, e largando na 14° posição, pesado, sem condições de brigar na pista, ou seja, a equipe, além de errar no treino, errou na estratégia, não tinha como fazer muita coisa, o resultado foi catastrófico, andou atrás de Takuma Sato, e praticamente tirou as chances de Massa brigar pelo titulo.
Agora resta ao brasileiro, batalhar com unhas e dentes para ficar na frente do Kimi, e assim na próxima temporada entrar com status de primeiro piloto.

Mas as chances de Massa e Kimi podem melhorar, se Ron Dennis da McLaren não conter os ânimos de Alonso e Hamilton, bem aflorados nesta corrida.
Hamilton tentou fazer igual a Nelson Piquet. Quando corria, o brasileiro que faturou três títulos mundiais, era mestre em sacanear o companheiro de equipe. Não lembro em qual corrida, mas certa vez, Piquet mudou a freqüência do rádio de seu Williams, e ficou sintonizado no receptor do então companheiro inglês Niguel Mansell. Quando o time chamou Mansell para trocar pneus, veio a surpresa, já que Piquet entrou primeiro.

E têm muitas outras como, calibrar os pneus com carga errada, para que o companheiro seguisse o acerto, e depois colocava o certo para levar vantagem, e coisas assim.
Mas existe uma diferença entre usar a malandragem e ser sujo, antidesportista. Como Schumacher fez na pista de Mônaco, em 2005. Simulou uma saída do circuito, no último minuto do treino classificatório para atrapalhar Alonso, e impedir que o espanhol ficasse com a pole.

E o mesmo Alonso, também foi sujo quando ficou parado no box, além do necessário, e atrapalhou Hamilton de tentar uma volta rápida, no último minuto do treino classificatório.
Por mais que Ron Dennis diga que o inglês desobedeceu as ordens do chefe de equipe, o espanhol não devia fazer o que fez.
Mas a FIA, atenta a tudo, puniu Alonso e a equipe. Este ato mostrou que a F 1 não quer outro Schumacher, ou seja, um piloto rápido, mas que não mede conseqüências para vencer, e sempre anda em cima da linha que separa o legal, do ilegal.
Rapidinhas
Entalado na garganta
“Achei feio. Na hora em que a Ferrari tinha de ser punida, não foi. Agora eles puniram a McLaren”. Desabafo de Rubens Barrichello ao repórter Carlos Gil da Rede Glob, alfinetando os dirigentes da entidade máxima do automobilismo. Ele pode, afinal sentiu na pele a Ferrari favorecer Schumacher, e ninguém tomou providencias.
“Não sei!”
Alonso tem contrato de três anos com a McLaren. Após a corrida da Hungria foi questionado por Felipe Mota da rádio Jovem Pan, se com este clima cumpriria o compromisso. A resposta foi curta e grossa: “Não sei!”.
Contrato é para ser respeitado, ou quebrado
“Temos dois pilotos contratados por vários anos. Vamos respeitar nossa parte no acordo e essa parte da situação. Esperamos que os pilotos respeitem a sua, porque é disso que trata um contrato”. Esta é a posição de Ron Dennis, quando indagado sobre a possibilidade de perder Alonso ou Hamilton no ano que vem.
Tapetão
Além de ter que conter os ânimos de seus pilotos, e organizar todo o time, Ron Dennis ainda aguarda a decisão da corte de apelações, a qual a FIA enviou o caso de espionagem entre McLaren e Ferrari. A FIA lavou as mãos ao entender que a equipe inglesa é culpada, mas, segundo Max Mosley, presidente da entidade, para dar mais credibilidade ao julgamento é necessário uma outra opinião. A McLaren pode ser excluída da atual temporada e ainda ficar suspensa no ano seguinte. As férias de Ron Dennis, já que as competições param por três semanas, serão tensas!

Avaliação: Astra Sedan Advantage

Versão de entrada do Chevrolet Astra sai da fábrica com ar-condicionado, rodas de liga leve e vidros e travas elétricas
Texto: Edison Ragassi
Fotos: Alexandre Andrade
Com modelos hatchback e sedã, o Astra tem as versões Comfort, Elegance, Elite e a Advantage duas portas, para aqueles consumidores que procuram um veículo de boa performance e preço mais em conta. A GM ainda incluiu, no final de 2005, em seu mix de produtos a versão esportiva SS, só para o modelo hatch quatro portas.
A recente investida por parte das fabricantes de veículos nos sedãs médios, incentivou a fábrica de São Caetano do Sul a oferecer uma alternativa mais barata ao consumidor, e por isso lançou, em abril de 2006, a série especial Advantage quatro portas, Hatch e Sedan.
O propulsor 2.0L, também agrada. É silencioso, com respostas rápidas, e aceleração precisa. O mesmo acontece com o sistema de transmissão.
Geralmente em carros fabricados com a opção hatch e sedã, a preferên
cia recai sobre o hatch, porque tem aparência esportiva.
Mas os sedãs tem público cativo, em geral eles são procurados por homens de faixa etária próxima dos 40 anos ou mais, e com família, por isso necessitam de um carro com porta-malas maior.
No caso do Astra Sedan a capacidade de carga do compartimento de bagagens, sem rebater o banco traseiro é de 460 litros, o irmão menor acomoda 370 litros.
Esta diferença, que parece pequena, realmente influencia na decisão de compra.
Quem confirma esta tendência, é o gerente nacional de vendas e marketing, José Rubens dos Santos Miguel.

Ele adquiriu, em setembro de 2004, o Astra Sedan versão Elegance. “Entre o hatch e o sedã, optei pelo segundo por causa do espaço no porta-malas”, diz ele.
Mas não foi só esta característica que influenciou na hora da compra, “utilizo o carro para trabalhar, ele é muito confortável, tem bom desempenho e estabilidade”, fala José Rubens.

Ele roda em média 2.500 km por mês, “sigo a tabela de manutenção sugerida pela montadora, e o carro não apresenta problemas”, e completa, “o Astra tem suspensão forte, já passei em buracos que com outros carros a suspensão seria comprometida, mas ele suportou bem”.
Outra virtude apontada pelo gerente de vendas e marketing é o visual, “o carro é versátil, tanto pode ser usado no dia-a-dia de trabalho, como em eventos sociais, pois tem uma boa aparência”.
Ele abastece seu Astra com 100% álcool, “porque a performance é melhor do que com gasolina”. E o desempenho é realmente o ponto alto do
modelo, “nas rodovias passa muita segurança ao fazer uma ultrapassagem”, diz ele.
Lançado em 1998, o Chevrolet Astra foi reestilizado em 2002. No ano seguinte ganhou motor 2.0L bicombustível, o mesmo que equipa a Zafira.
O Astra Sedan versão Advantage tem preço sugerido para venda de R$ 48.590, na versão de entrada e pode chegar a R$ 55.090 topo de linha. Quem preferir cores metálicas vai desembolsar mais R$ 822,00 ou R$ 1.085,00 se a opção for cor perolizada.
Ficha técnica Astra Sedan 2.0 Flexpower
Motor
Tipo: Flexpower SOHC dianteiro transversal, gasolina e álcool
Número de cilindros: 4 em linha
Válvulas: 8
Taxa de compressão: 11,3:1 Injeção eletrônica de combustível: M.P.F.I.
Potência máxima líquida: Gasolina – 121 cv a 5200 rpm /álcool - 127,6 cv a 5200 rpm Torque máximo líquido: Gasolina - 18,3 mkgf a 2600 rpm / álcool - 19,6 mkgf a 2400 rpm
Transmissão
Tipo: Manual, 5 velocidades, wide ratio
Freios
Sistema: Auxiliar a vácuo, duplo circuito hidráulico, válvula equalizadora de frenagem
Dianteiros: A disco ventilado
Traseiros: A tambor ou a disco sólido
Direção
Tipo: Hidráulica convencional
Suspensões
Dianteira: Independente tipo "McPherson" com subframe, molas helicoidais, amortecedores pressurizados, braço de controle inferior e barra estabilizadora Traseira: Tipo eixo de torção tubular, molas tipo barril, amortecedores pressurizados, braço de controle integrado
Rodas e pneus
Rodas: Alumínio 6JX15
Pneus: 195/60 R15
Dimensões
Comprimento total: 4342,4 mm
Largura – carroceria: 1709 mm
Largura total:1989 mm
Altura: 1425 mm
Distância entre eixos: 2614 mm
Capacidades
Tanque de combustível: 52 litros
Porta-malas: Normal 460 litros Peso em ordem de marcha: 1190 Kg

quarta-feira, 25 de julho de 2007

F 1: GP da Europa

Se Deus é brasileiro, São Pedro é espanhol!
Sem dúvida nenhuma, o GP da Europa, disputado no último domingo (22/07), foi o mais emocionante da temporada. Muitas ultrapassagens, disputas e lances inusitados, como o do estreante Markus Winkelhock da Spyker liderando a prova. Ele, que praticamente engatinhou no circuito de Nurburgring, largou com pneus para chuva, e se deu muito bem, entrou para a história da categoria.

E se, “Deus é brasileiro”, São Pedro deve ser espanhol, e aproveitou o domingão que o chefão estava descansando, para dar uma ajudinha ao protegido Fernando Alonso.
Não há outra explicação para o que aconteceu na Alemanha. O Santo, que comanda as chuvas e trovões, e também têm as chaves dos portões do céu, enganou a torcia brasileira, pois a água caída no começo da corrida facilitou o brasileiro Felipe Massa, que depois de largar na terceira posição pulou para a liderança.
Há cinco voltas do final, a chuva voltou, obrigou a todos trocar pneus, e Felipe que dava show de pilotagem, teve o rendimento do carro comprometido.
Alonso, que não é bobo nem nada, aproveitou e ultrapassou o brasileiro. Mas o Massinha não vendeu barato a posição, defendeu o quanto pôde. O espanhol atual bicampeão, ainda quis tirar satisfação no final.
Pô Alonso, tá certo que o carro do Massa é vermelho, mas não é por isso que ele vai estender um tapete na hora da ultrapassagem.

Caso fosse ao contrario, o Alonso estenderia a mão e deixaria Massa passar?
A verdade é que Alonso precisa se firmar em um ambiente competitivo, aprender a andar sozinho, sem ser o centro das atenções, como acontecia na Renault.
Ele chegou na McLaren como estrela, mas foi ofuscado pelo Hamilton, também ninguém imaginava que um estreante andasse tão bem, e chegasse a líder a competição.

Bem fez Massa, que não afinou, respondeu na bucha, e deixou o espanhol, como diria minha avó, com ‘cara de tacho’, tanto que depois pediu desculpas.
Alonso, fala menos, e anda mais, pois isso você faz bem, e não espera moleza por parte do Felipe, porque o nosso brasileiro, também quer ser campeão!

A Ferrari precisa definir: quem é o primeiro?
Desde 1996, quando Michael Schumacher estreou no time de Maranello, que a Ferrari está acostumada a centrar suas forças em apenas um piloto para que este seja campeão.
E a história mostra que a equipe vermelha - a única a participar de todas as provas da Fórmula 1-, muito antes da chegada do alemão, em outras oportunidades tentou manter dois pilotos brigando pelo título até o final da temporada e não deu certo.
Pois bem, então agora é a hora dos italianos definirem, quem briga, e quem será o escudeiro, já que faltam apenas 7 provas para o final da temporada.

Esta decisão deve ser a favor do brasileiro Felipe Massa, não só porque está na frente de Kimi Raikkonen na pontuação, mas também por ser o piloto que mais tem a cara da Ferrari.
O finlandês é rápido, e muito gelado, não combina com o sangue quente italiano, não tem a mesma vibração, e ainda, dizem as más línguas que gosta de encher a cara (dá uma olhada na coluna anterior, pois tem uma foto dele se esbaldando com o champagne no pódio http://autoagora.blogspot.com/2007/07/bate-papo.html). O problema é que a Ferrari está cometendo erros bobos, como o de fazer a programação errada no câmbio do carro do brasileiro em Melbourne, ou deixar ele sair com o sinal vermelho no Canadá, o que valeu a desclassificação, e até, difícil de ter como verdade, mas a saída de Massa no último pit na Alemanha quando começou a chover, foi muito rápida, gastou 6 segundos e meio, enquanto Alonso parou por 8 segundos, então fica a pergunta: será que a Ferrari acertou de maneira correta a asa dianteira do carro, para aquelas condições? Provavelmente não, pois o carro de Felipe perdeu muito rendimento, o que custou a vitória.
Ferrari, abre o olho, e se concentra mais na vitória, do Massa, é claro!

Rapidinhas
Brasileiro fica, brasileiro vai...
Os japoneses da Honda renovaram com Rubens Barrichello e Jenson Button para mais uma temporada e também já começaram a desenvolver o carro do ano que vem. Atitude acertada, pois o deste ano não funcionou e colocou o time na berlinda. Estes resultados ruins levaram o brasileiro Gil De Ferran, que desde 2005 atuava como diretor esportivo da equipe, deixou o time. “Estou muito desapontado por deixar a Honda, uma equipe pela qual eu tenho muito respeito e admiração, uma marca com a qual estou associado há mais de dez anos. Minha decisão não foi fácil, mas simplesmente sinto que vim para cumprir um determinado papel dentro da equipe, que não se materializou da forma que eu esperava”, declarou Gil.

Espionagem
Na próxima quinta-feira a FIA dará o veredicto sobre o caso de espionagem que envolve McLaren e Ferrari. Os ingleses podem perder todos os pontos conquistados até aqui, se realmente for confirmado que houve apropriação indevida dos projetos do time de Maranello. Sinceramente? Acredito que a punição vai ser uma multa, e Ron Dennis terá que desembolsar alguns milhares de dólares.

Luto
Felipe Massa e Rubens Barrichello usaram uma faixa preta no braço. Mark Webber e o David Coulthard da Red Bull, colocaram em seus capacetes a bandeira do Brasil sobre um fundo preto. Estas manifestações aconteceram para homenagear as 200 vitimas do vôo JJ 3054 da Tam.

News

Vectra GT
Divulgadas as primeiras imagens do Vectra GT. O hatch está previsto para chegar ao mercado em setembro deste ano. Voltado para o público classe A, a expectativa da montadora de São Caetano do Sul é de comercializar 15 mil unidades do modelo por ano. “Nosso novo modelo se situará na categoria dos modelos ‘Premium’ e tem como objetivo oferecer ao consumidor o que existe de melhor no que diz respeito à tecnologia automotiva mundial”, falou Ray Young, presidente da empresa no Brasil e Mercosul.
Os engenheiros da marca procuraram imprimir ao GT design com linhas
arrojadas e modernas, para agradar quem gosta de esportivos.O veículo será produzido na fábrica de São Caetano do Sul (SP), exclusivamente na configuração hatchback de quatro portas e será equipado com propulsor quatro cilindros “Flexpower”, de oito válvulas e 2.0 litros de capacidade volumétrica.

Cuidado com o laptop
Atenção jornalistas, executivos, estudantes, profissionais de vendas, enfim, aqueles que precisam transportar laptop. A mochila não esconde dos ladrões o equipamento. Isso porque os gatunos, já notaram que executivos com terno e gravata não combinam com mochilas sempre bem despojadas, ou seja, alguma coisa de valor tem lá. Para transportar o laptop, sem causar suspeitas, uma sacola de plástico é o recomendado. Estas e outras dicas você encontra no Blog da Casa da Notícia, que, aliás, ficou muito legal, parabéns para o Marcos, Nereu e todos da Casa. É só conferir no link: http://www.casadanoticia.zip.net/

Ka São Paulo, ganha o Brasil
O Ka SP, versão criada inicialmente para venda apenas no estado de São Paulo, fez tanto sucesso que a Ford resolveu estender o novo catálogo do veículo, com as mesmas características, para todo o País. Lançado em setembro do ano passado, o Ka SP, segundo a montadora, foi o principal responsável pelo grande
crescimento nas vendas da linha desde então. Por aproximadamente R$1.000,00 a menos no preço de lista, quando comparado com o catálogo básico da versão GL, o cliente leva vidros e travas elétricas, ele também vem equipado de série com: pára-choques pintados na cor do veículo, antena no teto, preparação para som, aquecedor, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, cintos de segurança dianteiros com regulagem de altura, espelhos retrovisores com controle manual interno, jogo de chave/cilindro antifurto, luz de cortesia no teto, painéis de porta com acabamento em tecido e vidros verdes escurecidos. Além disso, é o único do segmento a contar com banco traseiro bipartido, janelas traseiras basculantes e embreagem com acionamento hidráulico.
USP promove curso para jornalista do setor automotivo
Entre os dias 13 e 16 de agosto, o Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP promoverá o curso “Jornalismo Especializado em Automobilismo” para estudantes, jornalistas e profissionais de demais áreas. A iniciativa tem como objetivos revelar as técnicas da cobertura da imprensa automotiva no Brasil e investigar as formas de mitificação dos heróis do automobilismo nacional na mídia, além de colher depoimentos de jornalistas especializados na área. A inscrição é gratuita e poderá ser realizada entre 01 e 10 de agosto, das 9h à 16h, no Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA. O prédio fica na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária. Para a inscrição, é necessária uma cópia do RG, além de MTB, diploma de graduação ou registro profissional, ou atestado de matrícula para alunos de graduação. Mais informações: 3091-4058, com Paulo ou Tânia.
Deu no New York Times
Quem freqüenta os autódromos do Brasil, conhece o Dinho Leme como assessor de imprensa da F-Truck. O que pouca gente sabia é que o moço- definido pelo irmão Reginaldo Leme como “o
último ripie velho brasileiro”-, também participou, no final dos anos 60 e começo dos 70, de uma das épocas mais criativas da musica nacional, como baterista dos Mutantes. Nessa onda de reviver as coisas boas, o grupo retornou, sem Rita Lee e com Zélia Duncan nos vocais e caiu na estrada. Resultado: ganhou matéria especial no Fantástico, muitas apresentações, e foi destaque no New York Times. É só conferir no link: http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/people/r/larry_rohter/index.html?inline=nyt-per